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Apoio de fiéis comove padre que denunciou ensino de poliamor em escola

Um grupo de fiéis do Santuário Diocesano de Frei Galvão, em Divinópolis (MG), comoveu o padre Chrystian Shankar com uma manifestação de apoio, após o sacerdote ser alvo de críticas por ter denunciado que uma escola da cidade está ensinando sobre “poliamor” para crianças e adolescentes. Diante do apoio o padre disse que, “às vezes, parece que sou um exército de um soldado só. Mas, não é verdade”.

Um vídeo publicado no canal de Youtube do sacerdote mostra o momento em que, com cartazes de “Eu apoio o padre Chrystian”, diversas pessoas se levantaram antes de um momento de Adoração no Santuário. Uma das paroquianas, falando em nome dos demais, disse: “Nós estamos aqui, padre, nós e mais de 1 milhão de pessoas que te seguem. Nós estamos aqui. Talvez sejamos poucos, mas estamos aqui”. O sacerdote, então, olhou emocionado para os fiéis.

Dirigindo-se ao padre, a paroquiana afirmou que ele é como um alpinista “que sempre enfrenta qualquer montanha que apareça em seu caminho”. “E o mais bonito em seu sacerdócio é ver o senhor enfrentar essas montanhas de frente, de peito aberto. Mesmo quando o medo vem, o senhor se desafia a superá-lo”.

 

Fiéis apoiam padre Chrystian Shankar / Foto: Captura de vídeo

“E nos momentos de frio e de escuridão, nós estaremos aqui para tentar iluminar um pouco os seus caminhos e sua vida. Fique firme, seja fiel e continue a sua luta, assim continuará a agradar o coração de Deus. Ao senhor, padre, que tem ganhado tantas cicatrizes para tornar nossas vidas e nossas famílias mais santas, o nosso profundo e sincero muito obrigado”, disse.

Em seguida, padre Chrystian Shankar deu início à Adoração ao Santíssimo Sacramento e, diante de Jesus Eucarístico, agradeceu pela manifestação de apoio que, segundo ele, “foi uma resposta de Deus”. “Hoje mesmo, em minhas orações, rezava pedindo para Deus um sinal se eu estava realmente no caminho certo. Dom José [Carlos de Souza Campos, bispo de Divinópolis] me dizia que a provação é sinal de que estamos no caminho certo. E saber que vocês também somam a tudo isso, me concede muita alegria. Vocês entenderam a mensagem”, afirmou.

“Agradeço a todos e a cada um o apoio. Às vezes, parece que sou um exército de um soldado só. Mas, não é verdade. Tantos nos apoiam, oram por nós. Se você fizer na sua casa um pouquinho de Deus, nossas famílias serão melhores e nós teremos dias melhores para os nossos filhos”, disse.

O sacerdote voltou a afirma que é preciso respeitar o que as pessoas escolhem para suas vidas, mas pediu que “que deixem em paz as nossas crianças, os adolescentes”, para que “possam ser criados naquilo que é próprio da nossa família”. “Enquanto pudermos incutir no coração das crianças, dos pré-adolescentes os valores, as virtudes, o caminho de Jesus, nós devemos fazê-lo”.

Durante uma homilia em 18 de junho, pe. Shankar contou que havia sido procurado por uma mãe e ela lhe disse que na escola de seu filho discutiram em sala de aula “novas modalidades de amor e de família”. O sacerdote leu um material sobre “poliamor” que a mãe do adolescente lhe entregou e comentou o caso. Alertou para o fato de acontecer em muitas escolas e buscar destruir a família e perverter as crianças.

O vídeo da homilia repercutiu nas redes sociais e, principalmente, na cidade de Divinópolis. Pessoas e entidades ligadas aos professores e psicólogos acusaram o sacerdote de ter ofendido essas duas classes profissionais. Após essa repercussão, o bispo de Divinópolis se reuniu com o sacerdote e mandou que se retratasse “do modo universalizado, irreverente e pouco respeitoso com que falou dos profissionais da educação e da psicologia, mesmo que tenham suas pedagogias e abordagens próprias para seus trabalhos específicos”.

No dia 26 de junho, pe. Shankar se retratou e pediu desculpas em uma live em seu Instagram aos “profissionais sérios, os bons profissionais que se sentiram injustamente atingidos” por sua fala. Disse ainda que, embora tenha feito a retratação, não era necessária, pois não foi sua intenção falar de todos os profissionais de educação e psicologi, já que “o assunto era bem situado, aquela situação, aquela psicóloga, aquele professor”.

Para ele, o que aconteceu foi “um jogo muito bem orquestrado”, no qual “conseguiram com muita maestria e inteligência desviar o foco do assunto, desviar a problemática”, puxando para o lado da classe profissional, mas sem falar da “gravidade do que foi pregado”.

Fonte:ACI.digital

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