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JMJs nas dioceses deve ser experiência missionária, diz Santa Sé

A Jornada Mundial da Juventude diocesana deve ser uma “experiência missionária” na qual “os jovens sejam convidados a visitar as pessoas em suas casas, levando-lhes uma mensagem de esperança, uma palavra de conforto ou simplesmente oferecendo-se para ouvir”, diz documento da Santa Sé publicado hoje 18 de maio estabelecendo as diretrizes para as JMJ diocesanas.

Preparado pelo Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, o documento diz que “para o Papa Francisco, as Jornadas Mundiais da Juventude constituem um impulso missionário de extraordinária força para toda a comunidade e, em particular, para as gerações mais jovens”. O dicastério recomenda que a Jornada da Juventude diocesana seja uma “ocasião de discernimento vocacional” e um “apelo à santidade”.

Na entrevista coletiva de apresentação do documento, o sacerdote brasileiro Alexandre Awi Mello, secretário do Dicastério para os Leigos, Família e Vida, explicou que o impulso de redigir estas diretrizes surgiu da decisão do papa Francisco, adotada em 20 de novembro de 2020 , de mudar a data da celebração da JMJ em nível diocesano transferindo-a do Domingo de Ramos para a Solenidade de Cristo Rei.

Desta forma, a Igreja iniciou um processo de conclusão da obra iniciada por São João Paulo II com a instauração da Jornada Mundial da Juventude, encontro trienal sediado em alguma cidade pré determindada para jovens católicos de todo o mundo. Segundo o padre Awi Mello, “faltou apreço pelas edições locais da JMJ, que em algumas dioceses funcionam muito bem, em outras não tanto”. Isto, no entanto, “não implica um redimensionamento da edição internacional”, disse o padre.

 

O padre João Chagas, que lidera o Gabinete Juvenil do Dicastério, disse na entrevista coletiva ser importante que a covid-19 não se torne “uma desculpa para não fazer nada com os jovens”. “Eles são os que mais precisam disto no momento. Onde a Igreja conseguiu ser mais criativa saindo ao encontro deles, teve seu trabalho valorizado”, concluiu o sacerdote brasileiro.

O documento do dicastério para os leigos recomenda que as Jornadas da Juventude sejam “uma festa da fé” para as dioceses, porque elas oferecem aos jovens “uma experiência viva e alegre de fé e comunhão, um espaço para experimentar a beleza do rosto do Senhor”.

«A Jornada Mundial da Juventude que se celebra em cada Igreja particular tem um grande significado e valor não só para os jovens que vivem naquela região, mas para toda a comunidade eclesial local», afirma o documento.

A jornada diocesana “serve para sensibilizar e formar toda a comunidade eclesial para que seja cada vez mais consciente da sua missão de transmitir a fé às novas gerações”, dizem as instruções. «A celebração destas Jornadas da Juventude em nível local é extremamente útil para manter viva na consciência eclesial a urgência de caminhar com os jovens”.

“Estas orientações pastorais”, afirma o documento, “pretendem encorajar as Igrejas particulares a aproveitar cada vez mais a celebração diocesana da JMJ e considerá-la uma ocasião propícia para planejar e realizar com criatividade iniciativas que mostrem que a Igreja considera sua missão com os jovens uma prioridade pastoral”.

Por fim, recorda-se a importância da mensagem que o Papa publica todos os anos para a celebração diocesana das JMJs.

«É conveniente que os encontros preparatórios e a própria JMJ diocesana se inspirem nas palavras que o Santo Padre dirigiu aos jovens, em particular, na passagem bíblica proposta na Mensagem», diz o documento.

Fonte:ACI.digital

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