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Entre 26 e 31 de julho de 2023, 17 dioceses portuguesas vão acolher jovens de todo o mundo durante os “Dias nas Dioceses”. O evento antecederá a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em Lisboa como “um caminho de preparação para os peregrinos e para as comunidades anfitriãs”, disseram os organizadores. “Os jovens vão ter uma experiência eclesial de partilha de fé, do ser Igreja nas comunidades de acolhimento nos dias anteriores à JMJ Lisboa”, afirmou o comitê organizador da jornada. Os “Dias nas Dioceses” acontecerão nas dioceses de Algarve, Angra, Aveiro, Beja, Braga, Bragança-Miranda, Coimbra, Évora, Funchal, Guarda, Lamengo, Leiria-Fátima, Portalegre-Castelo Branco, Porto, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu. As dioceses de Lisboa, Santarém e Setúbal não participarão desses dias, pois vão acolher os jovens durante a JMJ Lisboa 2023, de 1º a 6 de agosto. Segundo os organizadores, durante esses dias, os participantes “vão conhecer a Igreja local, com as suas especificidades, as pessoas e a região”. O programa dos “Dias nas Dioceses” está sendo preparado com base em cinco pilares: acolhimento, descoberta, missão, cultura e envio. “As dioceses vão oferecer a sua identidade religiosa e cultural, através de uma proposta criativa da sua realidade. Os movimentos juvenis, como parte da Igreja e das dinâmicas diocesanas, também são chamados a estar presentes e a dar o seu contributo, nesta experiência de acolhimento e partilha”, afirmou a organização. Durante os “Dias nas Dioceses”, os jovens ficarão alojados “preferencialmente” em casas de famílias nas paróquias e em instalações públicas.

São Hugo foi bispo de Grenoble (França) entre 1080 e 1132 e sua eleição se deu quando nem era sacerdote.

Em Grenoble, permaneceu como bispo durante 50 anos, apesar de ter apresentado sua renúncia em cinco oportunidades ante cinco pontífices diferentes. Também contribuiu para a fundação da Ordem dos Cartuxos.

O santo nasceu na França em 1052 e seu nome significa “o inteligente”. Foi nomeado cônego na cidade de Valence e, aos 28 anos já estava instruído em ciências eclesiásticas. Era tão bom que seu bispo lhe pediu que o acompanhasse ao Concílio de Avignon de 1080.

 

Os bispos lhe propuseram que se fosse ordenado sacerdote para se encarregar da diocese de Grenoble, mas Hugo se opunha, porque era muito tímido e se achava indigno.

O delegado do papace conseguiu convencê-lo e lhe conferiu a ordenação sacerdotal. Em seguido, foi levado a Roma para que o papa Gregório VII o ordenasse Bispo.

Ao chegar a Grenoble, viu que a situação de sua diocese era desastrosa e, por isso, encarregou-se de introduzir a reforma gregoriana. Combateu uma séria de abusos como os cargos eclesiásticos conseguidos com dinheiro (simonia); não cumprimento do celibato pelos sacerdotes; leigos apoderados de bens da Igreja; dívidas com empregados da Igreja; e um povo que não recebia instrução em religião.

Por vários anos, dedicou-se a combater corajosamente todos esses abusos dedicando longas horas à oração e à meditação. Do mesmo modo, recorria sua diocese de paróquia em paróquia corrigindo erros e ensinando como fazer o bem.

Chegou a se tornar um grande orador e, como rezava muito antes de pregar, seus sermões comoviam profundamente os seus ouvintes e alcançavam várias conversões.

Pouco antes de sua morte, perdeu a memória e a única coisa que lembrava eram os salmos e o Pai Nosso. Passou seus últimos dias repetindo essas orações.

São Hugo morreu com quase 80 anos, em 1º de abril de 1132. O papa Inocêncio II o declarou santo dois anos depois de sua morte.

Fonte:ACI.digital

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