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Papa diz que o mundo está em guerra, mas não de religiões!

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Em conversa com jornalistas no voo para a Polônia, Papa disse que a guerra no mundo é por dinheiro, não por religião

O Papa Francisco disse nesta quarta-feira, 27, que o mundo vive uma “guerra”, mas não é uma guerra de religiões, e sim pelo poder. A afirmação foi durante conversa com jornalistas no voo que o levou para Cracóvia, Polônia, onde participará da Jornada Mundial da Juventude.

Francisco recordou o sacerdote francês assassinado nesta terça-feira, 26, durante a celebração da Missa, ataque reivindicado pelo autoproclamado Estado Islâmico. “Alguém poderá pensar que estou falando de uma guerra de religiões. Não: todas as religiões querem a paz. A guerra querem-na os outros, entendido?”, disse.

Comentando o assassinato do padre Jacques Hamel na igreja de Saint-Etienne-du-Rouvray, próximo de Rouen, norte de França, que acabou também na morte dos dois terroristas, o Pontífice agradeceu as condolências recebidas neste momento, em particular as do presidente de França, François Hollande.

“Repete-se muito a palavra segurança, mas a verdadeira é guerra. O mundo está em guerra, guerra aos bocados”, alertou Francisco, reforçando a ideia de que se assiste a um terceiro conflito global, depois das Guerras Mundiais do século XX.

Em relação a estes conflitos, o Papa entende que a guerra não é tão “orgânica”, mas é “organizada”. “É guerra. Este santo sacerdote (Jacques Hamel) foi morto precisamente no momento em que oferecia a oração pela paz, é um dos muitos cristãos, tantos inocentes, tantas crianças”, advertiu, numa denúncia das perseguições religiosas no mundo.

Francisco deu como exemplo a situação na Nigéria, refutando a ideia de que é preciso desvalorizar situações como esta no continente africano. “Não podemos ter medo de dizer esta verdade: o mundo está em guerra porque perdeu a paz”, insistiu.

Após saudar um a um os 70 jornalistas de 15 países, o Papa voltou a pegar no microfone para sublinhar que estava falando de “uma guerra a sério, não de guerra de religiões”. “Falo de guerra de interesses,­ pelo domínio das populações”, precisou.

 

 

Por Redação, com Agência Ecclesia

fonte/texto: cancaonova.com

Liturgia – 02 de Agosto

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Evangelho (Mt 14,22-36): Logo em seguida, Jesus mandou que os discípulos entrassem no barco e fossem adiante dele para o outro lado do mar, enquanto ele despediria as multidões. Depois de despedi-las, subiu à montanha, a sós, para orar. Anoiteceu, e Jesus continuava lá, sozinho.

O barco, entretanto, já longe da terra, era atormentado pelas ondas, pois o vento era contrário. Nas últimas horas da noite, Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar. Quando os discípulos o viram andando sobre o mar, ficaram apavorados e disseram: «É um fantasma». E gritaram de medo. Mas Jesus logo lhes falou: «Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!». Então Pedro lhe disse: «Senhor, se és tu, manda-me ir ao teu encontro, caminhando sobre a água». Ele respondeu: «Vem!». Pedro desceu do barco e começou a andar sobre a água, em direção a Jesus. Mas, sentindo o vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou: «Senhor, salva-me!». Jesus logo estendeu a mão, segurou-o e lhe disse: «Homem de pouca fé, por que duvidaste?». Assim que subiram no barco, o vento cessou. Os que estavam no barco ajoelharam-se diante dele, dizendo: «Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus!».

Após a travessia, aportaram em Genesaré. Os habitantes daquele lugar reconheceram Jesus e espalharam a notícia por toda a região. Então levaram a ele todos os doentes; suplicavam que pudessem ao menos tocar a franja de seu manto. E todos os que tocaram ficaram curados.

 – Senhor, se és tu, manda-me ir ao teu encontro, caminhando sobre a água.

 

fonte/texto: evangeli.net

Papa Francisco
27/7/2016 REUTERS/David W Cerny

Francisco destaca três pedidos fundamentais na oração do Pai Nosso

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Citando a oração do ‘Pai Nosso’, Francisco lembrou que São Lucas menciona três súplicas fundamentais para o cristão

No Angelus deste domingo, 24, o Papa Francisco destacou a importância da oração como “ferramenta de trabalho” e “salvação de vida”.

“Senhor, ensina-me a rezar” foi a frase que o Pontífice destacou do Evangelho do dia (Lc 11, 1-13), recordando que a palavra ‘Pai’ é o segredo ‘fundamental’ da oração.

“É a chave que Ele nos dá para que possamos entrar também na relação de diálogo íntimo com o Pai”, afirmou, reiterando que “insistir com Deus não serve para convencê-lo, mas para fortalecer a nossa fé, nossa capacidade de lutar com Deus pelas coisas realmente importantes”.orar01

Citando a oração do ‘Pai Nosso’, Francisco lembrou que São Lucas menciona três súplicas: o pão, com o qual Jesus mostra o que é necessário e não o supérfluo; o perdão, que recebemos antes de tudo de Deus e que nos torna capazes de realizar gestos de reconciliação; e por fim, o terceiro pedido: ‘não nos deixeis cair em tentação’, um conceito que, segundo o Papa, expressa a nossa condição de estarmos sempre à mercê do mal e da corrupção.

“Não se pode viver sem pão, não se pode viver sem perdão e não se pode viver sem a ajuda de Deus para não cairmos em tentação”, assegurou o Pontífice, concluindo: “Sabemos bem o que são as tentações!”.

Milhares de fiéis, principalmente jovens, participaram da oração mariana do Angelus neste domingo, 24, e muitas bandeiras brasileiras enfeitaram a Praça São Pedro. A comitiva de São João da Boa Vista (SP), bastante numerosa, foi saudada pelo Papa no momento final. Muitos grupos estão em Roma a caminho da Polônia para a Jornada Mundial da Juventude.

 

Por redação, com Rádio Vaticano

fonte/texto: cancaonova.com

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Qual a validade das riquezas?

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Primeiro, temos que entender que tipo de riqueza queremos abordar. Pode ser material, espiritual, as virtudes naturais, as adquiridas, as da natureza, e muitas outras. Penso no “ser rico para Deus”. O Evangelho fala que “onde está teu tesouro, aí estará teu coração”, mas é uma riqueza que passa e não proporciona total felicidade, pois a riqueza deve ser duradoura e para sempre.

A verdadeira riqueza é aquela que dá sentido pleno para a vida. Para muitos, a saúde é uma grande riqueza, muito mais do que ter muitos bens materiais. Para outros, é rico quem tem a presença do amor de Deus, tem fé e confia na providência divina. As riquezas do mundo não conseguem satisfazer plenamente todos os vazios do coração humano, porque não têm a plenitude sobrenatural.

É fundamental ser rico aos olhos de Deus, porque isso significa ter verdadeira vida, que não depende do poder aquisitivo material. Um pobre, em relação ao ter, pode ser mais feliz do que um farto de bens materiais, porque quanto mais tem, mais quer ter e nunca se satisfaz com o que tem. Perdendo a dimensão espiritual do ter, a vida fica vazia de sentido e o coração nunca satisfeito.

Ganhar grande soma na loteria não significa felicidade. Pode ser até motivo de tristeza e de perda da liberdade. Isso pode não constituir valor do Reino, podendo até “desgraçar” a vida da pessoa, tornando-se um rico “insensato com as coisas do alto”. Pode impedir o acúmulo de bens duradouros, porque um coração obscurecido pelo dinheiro impede construir tesouros de vida eterna.

Olhando por outra ótica, a riqueza não constitui um mal em si mesmo. Apenas, quando mal administrada, pode desviar a atenção da pessoa de valores mais pontuais na dinâmica da vida. Uma pessoa rica pode fazer um bem muito grande, principalmente quando coloca sua riqueza a serviço do bem social, partilha criando bancos de emprego para tirar outras pessoas de situações desumanas.

A nossa verdadeira riqueza é Jesus Cristo, escondido na intimidade das pessoas e na prática de seus atos. Ela supera interesses próprios e usa critérios de compreensão da precariedade dos “tesouros” do mundo. O amor é mais forte do que todos os bens materiais, porque é capaz de criar relacionamentos e construir convivência sadia e fraterna entre as pessoas.

Por Dom Paulo Mendes Peixoto – Arcebispo de Uberaba

 

 

 

fonte: noticiascatolicas.com.br

Liturgia – 01 de Agosto

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Evangelho (Mt 14,13-21): Naquele tempo, ao ser informado da morte de João, Jesus partiu dali e foi, de barco, para um lugar deserto, a sós. Quando as multidões o souberam, saíram das cidades e o seguiram a pé. Ao sair do barco, Jesus viu uma grande multidão. Encheu-se de compaixão por eles e curou os que estavam doentes.

Ao entardecer, os discípulos aproximaram-se dele e disseram: «Este lugar é deserto e a hora já está adiantada. Despede as multidões, para que possam ir aos povoados comprar comida!». Jesus porém lhes disse: «Eles não precisam ir embora. Vós mesmos dai-lhes de comer!». Os discípulos responderam: «Só temos aqui cinco pães e dois peixes». Ele disse: «Trazei-os aqui».

E mandou que as multidões se sentassem na relva. Então, tomou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos para o céu e pronunciou a bênção, partiu os pães e os deu aos discípulos; e os discípulos os distribuíram às multidões. Todos comeram e ficaram saciados, e dos pedaços que sobraram recolheram ainda doze cestos cheios. Os que comeram foram mais ou menos cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças.

 – Ergueu os olhos para o céu…

 

fonte/texto: evangeli.net

Liturgia – 31 de Julho

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Evangelho (Lc 12,13-21): Alguém do meio da multidão disse a Jesus: «Mestre, dize ao meu irmão que reparta a herança comigo». Ele respondeu: “Homem, quem me encarregou de ser juiz ou árbitro entre vós?». E disse-lhes: «Atenção! Guardai-vos de todo tipo de ganância, pois mesmo que se tenham muitas coisas, a vida não consiste na abundância de bens».

E contou-lhes uma parábola: «A terra de um homem rico deu uma grande colheita. Ele pensava consigo mesmo: ‘Que vou fazer? Não tenho onde guardar minha colheita’. Então resolveu: ‘Já sei o que fazer! Vou derrubar meus celeiros e construir maiores; neles vou guardar todo o meu trigo, junto com os meus bens. Então poderei dizer a mim mesmo: Meu caro, tens uma boa reserva para muitos anos. Descansa, come, bebe, goza a vida!’ Mas Deus lhe diz: «Tolo! Ainda nesta noite, tua vida te será retirada. E para quem ficará o que acumulaste? Assim acontece com quem ajunta tesouros para si mesmo, mas não se torna rico diante de Deus».

 – A vida não consiste na abundância de bens.

 

fonte/texto: evangeli.net

Liturgia – 30 de Julho

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Evangelho (Mt 14,1-12): Naquele tempo, a fama de Jesus chegou aos ouvidos do rei Herodes. Ele disse aos seus cortesãos: «É João Batista! ele ressuscitou dos mortos; por isso, as forças milagrosas atuam nele».

De fato, Herodes tinha mandado prender João, acorrentá-lo e colocá-lo na prisão, por causa de Herodíades, a mulher de seu irmão Filipe. Pois João vivia dizendo a Herodes: «Não te é permitido viver com ela». Herodes queria matá-lo, mas ficava com medo do povo, que o tinha em conta de profeta.

Por ocasião do aniversário de Herodes, a filha de Herodíades dançou diante de todos, e agradou tanto a Herodes que ele prometeu, com juramento, dar a ela tudo o que pedisse. Instigada pela mãe, ela pediu: «Dá-me aqui, num prato, a cabeça de João Batista». O rei ficou triste, mas, por causa do juramento e dos convidados, ordenou que atendessem o pedido dela. E mandou cortar a cabeça de João, na prisão. A cabeça foi trazida num prato, entregue à moça, e esta a levou para a sua mãe. Os discípulos de João foram buscar o corpo e o enterraram. Depois vieram contar tudo a Jesus.

 – A fama de Jesus chegou aos ouvidos do rei Herodes.

fonte/texto: evangeli.net

Liturgia – 29 de Julho

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Evangelho (Lc 10,38-42): Naquele tempo, Jesus entrou num povoado, e uma mulher, de nome Marta, o recebeu em sua casa. Ela tinha uma irmã, Maria, a qual se sentou aos pés do Senhor e escutava a sua palavra. Marta, porém, estava ocupada com os muitos afazeres da casa. Ela aproximou-se e disse: «Senhor, não te importas que minha irmã me deixe sozinha com todo o serviço? Manda pois que ela venha me ajudar!». O Senhor, porém, lhe respondeu: «Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada com muitas coisas.No entanto, uma só é necessária. Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada».

 – Tu te preocupas e andas agitada com muitas coisas. No entanto, uma só é necessária.

 

 

 

fonte/texto: evangeli.net

Liturgia – 28 de Julho

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Evangelho (Mt 13,47-53): Naquele tempo, disse Jesus ao povo: «Reino dos Céus é ainda como uma rede lançada ao mar e que pegou peixes de todo tipo. Quando ficou cheia, os pescadores puxaram a rede para a praia, sentaram-se, recolheram os peixes bons em cestos e jogaram fora os que não prestavam. Assim acontecerá no fim do mundo: os anjos virão para separar os maus dos justos, e lançarão os maus na fornalha de fogo. Aí haverá choro e ranger de dentes. Entendestes tudo isso?» — «Sim», responderam eles. Então Ele acrescentou: «Assim, pois, todo escriba que se torna discípulo do Reino dos Céus é como um pai de família, que tira do seu tesouro coisas novas e velhas». Quando Jesus terminou de contar essas parábolas, partiu dali.

 – Recolhem em cestos o que é bom e jogam fora o que não presta

 

 

 

fonte/texto: evangeli.net

Liturgia – 27 de Julho

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Evangelho (Mt 13,44-46): Naquele tempo, Jesus disse às pessoas: «O Reino dos Céus é como um tesouro escondido num campo. Alguém o encontra, deixa-o lá bem escondido e, cheio de alegria, vai vender todos os seus bens e compra aquele campo.

»O Reino dos Céus é também como um negociante que procura pérolas preciosas. Ao encontrar uma de grande valor, ele vai, vende todos os bens e compra aquela pérola».

 – Vai vender todos os seus bens e compra aquele campo.

 

 

 

fonte/texto: evangeli.net