Santuário Astorga

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Desconhecidos atacam igreja em plena Missa

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Igreja de São Vicente de Paulo / Foto: Blogspot Chile Igrejas Católicas – Facebook Congregação da Missão Santiago
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Liturgia-19 de Outubro

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Evangelho (Lc 12,1-7): Entretanto, milhares de pessoas se ajuntaram, a ponto de uns pisarem os outros. Jesus começou a falar, primeiro a seus discípulos: Cuidado com o fermento dos fariseus, que é a hipocrisia. Não há nada de oculto que não venha a ser revelado, e não há nada de escondido que não venha a ser conhecido. Portanto, tudo o que tiverdes dito na escuridão, será ouvido à luz do dia; e o que tiverdes pronunciado ao pé do ouvido, nos quartos, será proclamado sobre os telhados. A vós, porém, meus amigos, eu digo: não tenhais medo dos que matam o corpo e depois não podem fazer mais nada. Vou mostrar-vos a quem deveis temer: temei Aquele que, depois de fazer morrer, tem o poder de lançar-vos no inferno. Sim, eu vos digo, a este deveis temer. Não se vendem cinco pardais por duas moedinhas? No entanto, nenhum deles é esquecido por Deus. Até mesmo os cabelos de vossa cabeça estão todos contados. Não tenhais medo! Vós valeis

mais do que muitos pardais

REFLEXÃO

«Não temais, pois. Mais valor tendes vós do que numerosos pardais»

Pe. Salomon BADATANA
(Wau, Sudão do Sul)

Hoje, contemplamos Nosso Senhor Jesus Cristo dirigindo-se à multidão depois de se ter enfrentado com as autoridades religiosas judaicas, ou seja, com os fariseus e os escribas. O Evangelho conta-nos que a multidão era tão grande que se atropelavam uns aos outros. Aí fica claro que estavam sedentos da Palavra de Jesus, que falava com tão extraordinária autoridade aos seus líderes religiosos.

Mas S. Lucas informa-nos que, antes de mais, Jesus começou a falar aos seus discípulos dizendo: «Guardai-vos do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia» (Lc 12,1). Nosso Senhor quer levar-nos à prática da sinceridade e transparência, superando a hipocrisia com que procediam os fariseus e os escribas, pois mostravam uma atitude externa não conforme com o seu caminho interior de vida: fingiam ser o que não eram.

É contra isto que Jesus nos quer prevenir no Evangelho de hoje quando diz: «Nada há escondido que não venha a ser conhecido.» (Lc 12,2). Sim, tudo virá a ser revelado. Por este motivo devemos lutar para ajustar a nossa vida de acordo com o que professamos e proclamamos. Obviamente, isto não é fácil. Mas não devemos temer, pois o nosso Deus está atento. Tal como disse S. João Paulo II, «o amor de Deus não impõe cargas que não possamos levar (…). Porque para tudo o que nos peça, Ele nos capacitará com a ajuda necessária». Nada se passa sem que Ele o saiba. Até os nossos cabelos estão contados! Sim, nós temos valor perante Deus. Não tenhamos medo, pois o seu amor não tem limites.

Senhor, concede-nos a sabedoria para conduzirmos a nossa vida de acordo com as exigências da nossa fé, mesmo no meio das dificuldades deste mundo. Ámen.

REFLEXÃO

Fonte/texto:http://evangeli.net

News

A partir deste sábado, a TV Evangelizar começa a transmitir a missa do Santuário Astorga ao vivo em rede nacional

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A TV Evangelizar irá transmitir, semanalmente, as sábados, as missas das 19h do Santuário Nossa Senhora Aparecida de Astorga. Todo o território nacional poderá acompanhar as missas a partir deste sábado (20).

Na região de Maringá (PR) a transmissão acontece no CANAL  31, 30 digital / NET 22.

Sediada em Curitiba, a rede de televisão TV Evangelizar é mantida pelo Padre Reginaldo Manzotti e tem uma programação voltada ao público religioso católico. Surgiu em 16 de dezembro de 2011, ainda com o nome TV Lumen, quando a PUC-PR com dificuldades de operar a emissora comercialmente, cedeu o canal à Associação Evangelizar é Preciso, que é idealizada e coordenada por Manzotti.

Desde 2015, a TV Evangelizar transmite sua programação em rede nacional em parceria com a RCI.

10-18-sao-lucas

18 de Outubro – São Lucas

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Estamos em festa na liturgia da Igreja, pois lembramos a vida e o testemunho do evangelista São Lucas.

Nasceu em Antioquia da Síria, médico de profissão foi convertido pelo apóstolo São Paulo, do qual se tornou inseparável e fiel companheiro de missão. Colaborador no apostolado, o grande apóstolo dos gentios em diversos lugares externa a alta consideração que tinha por Lucas, como portador de zelo e fidelidade no coração. Ambos fazem várias viagens apostólicas, tornando-se um dos primeiros missionários do mundo greco-romano. Tornou-se excepcional para a vida da Igreja por ter sido dócil ao Espírito Santo, que o capacitou com o carisma da inspiração e da vivência comunitária, resultando no Evangelho segundo Lucas e na primeira história da Igreja, conhecida como Atos dos Apóstolos.

No Evangelho segundo Lucas, encontramos o Cristo, amor universal, que se revela a todos e chama Zaqueu, Maria Madalena, garante o Céu para o “bom” ladrão e conta as lindas parábolas do pai misericordioso e do bom samaritano. Nos Atos dos Apóstolos, que poderia também se chamar Atos do Espírito Santo, deparamos com a ascensão do Cristo, que promete o batismo no Espírito Santo, fato que se cumpre no dia de Pentecostes, e é inaugurada a Igreja, que desde então vem evangelizando com coragem, ousadia e amor incansável todos os povos.

Uma tradição – que recolheu no séc. XIV Nicéforo Calisto, inspirado numa frase de Teodoro, escritor do séc. VI – diz-nos que São Lucas foi pintor e fala-nos duma imagem de Nossa Senhora saída do seu pincel. Santo Agostinho, no séc. IV, diz-nos pela sua parte que não conhecemos o retrato de Maria; e Santo Ambrósio, com sentido espiritual, diz-nos que era figura de bondade. Este é o retrato que nos transmitiu São Lucas da Virgem Maria: o seu retrato moral, a bondade da sua alma. O Evangelho de boa parte das Missas de Maria Santíssima é tomado de São Lucas, porque foi ele quem mais longamente nos contou a sua vida e nos descobriu o seu Coração. Duas vezes esteve preso São Paulo em Roma e nos dois cativeiros teve consigo São Lucas, “médico queridíssimo”. Ajudava-o no seu apostolado, consolava-o nos seus trabalhos e atendia-o e curava-o com solicitude nos seus padecimentos corporais. No segundo cativeiro, do ano 67, pouco antes do martírio, escreve a Timóteo que “Lucas é o único companheiro” na sua prisão. Os outros tinham-no abandonado. O historiador São Jerônimo afirma que Lucas viveu a missão até a idade de 84 anos, terminando sua vida com o martírio. Por isso, no hino das Laudes rezamos: “Cantamos hoje, Lucas, teu martírio, teu sangue derramado por Jesus, os dois livros que trazes nos teus braços e o teu halo de luz”. É considerado o Padroeiro dos médicos, por também ele ter exercido esse ofício, conforme diz São Paulo aos Colossenses (4,14): “Saúda-vos Lucas, nosso querido médico”.

São Lucas, rogai por nós!

 

fonte/texto: cancaonova.com

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liturgia-18 de Outubro

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Evangelho (Lc 10,1-9): O Senhor escolheu outros setenta e dois e enviou-os, dois a dois, à sua frente, a toda cidade e lugar para onde ele mesmo devia ir. E dizia-lhes: «A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita. Eis que vos envio como cordeiros para o meio de lobos. Não leveis bolsa, nem sacola, nem sandálias, e não vos demoreis para saudar ninguém pelo caminho!

»Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: ‘A paz esteja nesta casa! ’ Se ali morar um amigo da paz, a vossa paz repousará sobre ele; senão, ela retornará a vós. Permanecei naquela mesma casa; comei e bebei do que tiverem, porque o trabalhador tem direito a seu salário. Não passeis de casa em casa. Quando entrardes numa cidade e fordes bem recebidos, comei do que vos servirem, curai os doentes que nela houver e dizei: ‘O Reino de Deus está próximo de vós’».

REFLEXÃO

«O Reino de Deus está próximo de vós»

Fray Lluc TORCAL Monje del Monastério de Sta. Mª de Poblet
(Santa Maria de Poblet, Tarragona, Espanha)

Hoje, na festa de São Lucas —o Evangelista da mansidão de Cristo — a Igreja proclama este Evangelho que nos apresenta as características centrais do apóstolo de Cristo.

O apóstolo é, no primeiro lugar, aquele que foi chamado pelo Senhor, designado por Ele mesmo, com o propósito de ser enviado no seu nome: É Jesus quem chama a quem quer para lhe confiar uma missão concreta! «O Senhor escolheu outros setenta e dois e enviou-os, dois a dois, à sua frente, a toda cidade e lugar para onde ele mesmo devia ir» (Lc 10,1).

O apóstolo pode ter sido chamado pelo Senhor, mas também depende totalmente Dele. «Não leveis bolsa, nem sacola, nem sandálias, e não vos demoreis em saudar ninguém pelo caminho!» (Lc 10,4). Esta proibição de Jesus aos discípulos indica, acima de tudo, que eles deixarão em suas mãos aquilo que é mais essencial para viver:

O Senhor, que veste os lírios dos campos e dá alimento aos pássaros, quer que seu discípulo busque, em primeiro lugar, o Reino dos céus e não, que, «não fiqueis ansiosos com o que comer ou beber. Não vos inquieteis! Os pagãos deste mundo é que vivem procurando todas essas coisas, mas o vosso Pai sabe que delas precisais» (Lc 12,29-30).

O apóstolo é, também, quem prepara o caminho do Senhor, anunciando sua paz, curando os enfermos e manifestando, assim, a vinda do Reino. A tarefa do apóstolo é, então, fundamental em e para a vida da Igreja, porque dela depende a futura acolhida ao Mestre entre os homens.

O melhor testemunho que nos pode oferecer a festa de um Evangelista, daquele que narrou o anuncio da Boa Nova, é fazer-nos mais conscientes da dimensão apostólico-evangelizadora de nossa vida cristã.

Fonte/texto:http://evangeli.net

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Audiência: não amar é o primeiro passo para matar

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Cerca de 20 mil fiéis participaram esta quarta-feira (17/10) da Audiência Geral na Praça São Pedro.

Sob um céu nublado, o Papa fez a alegria dos peregrinos passando de papamóvel entre a multidão antes de pronunciar a sua catequese, dando prosseguimento ao ciclo sobre os 10 mandamentos.

Como na semana passada, Francisco aprofundou a quinta palavra do Decálogo: ‘não matarás’, recordando que aos olhos de Deus a vida humana é preciosa, sagrada e inviolável.

Desprezar é matar

Jesus no Evangelho revela um sentido ainda mais profundo para este Mandamento: a ira, o insulto e o desprezo contra um irmão é uma forma de assassinato. “Nós estamos acostumados a insultar. Isso faz mal, é uma forma de matar a dignidade de uma pessoa. Seria belo se este ensinamento de Jesus entrasse na mente e no coração. Não insultar mais ninguém: seria um bom propósito. Para Jesus, se você despreza, insulta e odeia, isso é homicídio.”

Quando vamos à missa, prosseguiu o Papa, deveríamos ter esta atitude de reconciliação com as pessoas com as quais tivemos problemas. “Mas às vezes falamos mal das pessoas enquanto esperamos o sacerdote. Isso não é possível. Vamos pensar na importância do insulto, do desprezo, do ódio. Jesus os insere na linha do assassinato.”

Para aniquilar uma pessoa, portanto, basta ignorá-la.

“ A indiferença mata. É como dizer ao outro: você é um morto para mim, porque você o matou em seu coração Não amar é o primeiro passo para matar; e não matar é o primeiro passo para amar. ”

De fato, desprezar o irmão é fazer como Caim que, quando Deus lhe perguntou onde estava seu irmão Abel, respondeu: “Por acaso sou guardião do meu irmão?” “Somos sim os guardiões dos nossos irmãos, somos guardiões uns dos outros!”, respondeu o Pontíf

Precisamos de perdão

A vida humana necessita de amor, disse ainda o Papa, reiterando que o amor autêntico é o que Cristo nos mostrou, isto é, a misericórdia. Não matar é incluir, valorizar, perdoar.

Não podemos viver sem o amor que perdoa, que acolhe quem nos fez mal. Nenhum de nós sobrevive sem misericórdia, todos necessitamos do perdão. Não basta “não fazer nada de mal”, do homem se exige mais, ele deve fazer o bem, significa viver segundo o Senhor Jesus, que deu a vida por nós e por nós ressuscitou.

“Uma vez, repetimos todos juntos uma frase de um santo sobre isto: não fazer mal é coisa boa, mas não fazer o bem não é bom. Precisamos sempre fazer o bem, ir além”, disse ainda Francisco.

Eis então que a Palavra “não matarás” se torna um apelo essencial: é um apelo ao amor.

 
Fonte/testo:.vaticannews

CNBB comemora 66 anos junto à comunidade e ao projeto Social Correndo Atrás de um Sonho

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“Corrida comemorativa dos 66 anos da CNBB” anunciava no microfone, às 7h45 da manhã, o locutor Jairo Freire na praça central ao lado da paróquia São Paulo, no Incra 8, em Brazlândia (DF), local que a entidade escolheu para marcar esta passagem de seu aniversário.

Organizada pelos colaboradores(as) da entidade, a programação se desenvolveu no domingo, 14/10, em parceria com o Projeto Social Correndo Atrás de um Sonho, coordenado pela CNBB, e envolveu cerca de 300 corredores e atletas do Distrito Federal de diferentes faixas etárias. Foram arrecadados de alimentos, por meio da inscrições, que serão doados às famílias envolvidas no projeto. O lema: “Perseverança, Mansidão e Firmeza” inspirou esta celebração junto aos colaboradores da CNBB.

Na primeira parte, crianças e adultos, de diferentes idades, participaram da Corrida Comemorativa dos 66 anos da CNBB, divulgada amplamente no site de corridas do DF. Gesifran Martins, coordenador do projeto, destacou como mais positivo a integração da CNBB, projeto social e comunidade. Na categoria corrida “Infantil”, os corredores tinham entre 6 a 15 anos de idade, disputando por faixas diferentes.

Na categoria adulto, que concentrou a maior parte dos corredores, a idade foi de 16 a 69 anos. O grupo de Corredores do Novo Gama (DF), composto por cinco amigos, marcou presença na corrida. Nelcy Campos, de 44 anos, elogiou a organização e a humildade com que os organizadores trataram os participantes.

Os vencedores da categoria adulto foram Joel Soares de Araújo, 27 anos, da Ceilândia (DF), que completou o circuito de 7 quilômetros em 24 minutos e 02 segundos. Daisy Silva, monitora de esportes do projeto Social Correndo Atrás de um Sonho, levou o primeiro lugar no feminino, com 29 minutos e 20 segundos. Os vencedores gerais na categoria infantil, cujo circuito foi de 1 quilômetro, foram Marco Antônio Gomes da Silva, com 02 minutos e 19 segundos, e Maria Eduarda, com 02 minutos e 37 segundos.

Celebração eucarística – A comemoração do aniversário, após a entrega de troféus por dom Leonardo Steiner, secretário-geral da CNBB, e colaboradores(as) da entidade, continuou com uma celebração eucarística presidida pelo secretário-geral e concelebrada pelo padre Antônio da Paixão, subsecretário adjunto geral da entidade, na paróquia São Paulo, ao lado da praça onde foram realizadas as corridas.

Em sua homilia, dom Leonardo, após lembrar da comunhão da atual presidência com a comemoração, ressaltou que a CNBB, a exemplo do que pede a mensagem do Evangelho do dia, acompanha o projeto Correndo Atrás de um Sonho porque acredita que é com os pequenos (crianças e adolescentes) que se é possível alcançar o Reino de Deus. Ao final da celebração foi apresentado um vídeo, com duração de 9 minutos, que retoma a história do Projeto Social Correndo Atrás de um Sonho.

No salão paroquial, a festa seguiu com almoço servido para 300 pessoas (membros da comunidade, colaboradores da CNBB, familiares e participantes do projeto social). A celebração encerrou-se com o lançamento da pedra fundamental na área cedida à CNBB para a construção da sede do projeto social Correndo Atrás de um Sonho. No local será edificada a sede própria do projeto, segundo a assistente do social da CNBB, Antônia Mendes. Na área próxima à pista de corrida, será construído um centro de treinamento, com espaço destinado à realização de oficinas e treinamento de várias modalidades esportivas. O centro será aberto a toda comunidade.

Junto à pedra fundamental, após a bênção realizada por dom Leonardo, os colaboradores(as) da CNBB, colocaram um livro no qual foram escritas mensagens de esperança para o futuro do projeto social. Gesifran é esperançoso. “Eu vislumbro muito mais trabalho e responsabilidade. Também teremos mais competitividade com um espaço melhor para trabalhar com os meninos nos treinos”, orgulha-se.

Fonte/texto:noticiascatolicas

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17 de Outubro – Santo Inácio de Antioquia

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Neste dia deparamos com a fé ardente, doação completa e amor singular ao Cristo do mártir Inácio, sucessor de São Pedro em Antioquia da Síria, que desde a infância conviveu com a primeira geração dos cristãos.

Como Bispo foi muito amado em Antioquia e no Oriente todo, pois sua santidade brilhava, tanto que o prenderam devido a sua liderança na religião cristã, durante o Império de Trajano, por volta do ano 107.

Chamado Teóforo – portador de Deus – Inácio, ao ser transportado para Roma, sabia que cristãos de influência na corte imperial poderiam impedi-lo de alcançar Cristo pelo martírio, por isso, dentre tantas cartas que enviara para as comunidades cristãs, a fim de edificar, escreveu em especial à Igreja Católica em Roma: “Eu vos suplico, não mostreis comigo uma caridade inoportuna. Permiti-me ser pasto das feras, pelas quais me será possível alcançar Deus, sou trigo de Deus e quero ser moído pelos dentes dos leões, a fim de ser apresentado como pão puro a Cristo. Escutai, antes, as feras, para que se convertam em meu sepulcro e não deixem rasto do meu corpo. Então serei verdadeiro discípulo de Cristo”.

Nesta mesma carta há uma preciosa afirmação sobre a presença de Cristo na Eucaristia: “Não encontro mais prazer no alimento corruptível nem nos gozos desta vida, o que desejo é o pão de Deus, este pão que é a carne de Cristo e, por bebida, quero seu sangue, que é o amor incorruptível”.

Santo Inácio escreveu sete cartas: Epístola a Policarpo de Esmirna, Epístola aos Efésios, Epístola aos Esmirniotas, Epístola aos Filadélfos, Epístola aos Magnésios, Epístola aos Romanos, Epístola aos Tralianos.

Santo Inácio foi, de fato, atirado às feras no Coliseu em Roma no ano 107, e hoje intercede para que comecemos a ter a têmpera dos mártires a fim de nos doarmos por amor.

Santo Inácio de Antioquia, rogai por nós!

 

 

fonte/texto: cancaonova.com

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Lturgia-17 de Outubro

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Evangelho (Lc 11,42-46): Naquele tempo, o Senhor disse: «Ai de vós, fariseus, porque pagais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as outras ervas, mas deixais de lado a justiça e o amor de Deus. Isto é que deveríeis praticar, sem negligenciar aquilo. Ai de vós, fariseus, porque gostais do primeiro assento nas sinagogas e de serdes cumprimentados nas praças. Ai de vós, porque sois como túmulos que não se vêem, sobre os quais as pessoas andam sem saber». Um doutor da Lei tomou a palavra e disse: «Mestre, falando assim, insultas também a nós!». Jesus respondeu: «Ai de vós igualmente, doutores da Lei, porque carregais as pessoas com fardos insuportáveis, e vós mesmos, nem com um só dedo, não tocais nesses fardos!».

REFLEXÃO

«Isto é que deveríeis praticar, sem negligenciar aquilo»

+ Rev. D. Joaquim FONT i Gassol
(Igualada, Barcelona, Espanha)

Hoje o Divino Mestre dá-nos algumas lições: entre elas, fala-nos dos dízimos e também da coerência que devem ter os educadores (pais, mestres e todo cristão apóstolo). No Evangelho segundo São Lucas da Missa de hoje, o ensino aparece de maneira mais sintética, mas nas passagens paralelas de Mateus (23,1ss.) é bastante extenso e concreto. Todo o pensamento do Senhor conclui em que a alma de nossa atividade deve de ser a justiça, a caridade, a misericórdia e a fidelidade (cf. Lc 11,42).

Os dízimos no Antigo Testamento e nossa atual colaboração com a Igreja, segundo as leis e os costumes, vão na mesma linha. Mas dando o valor da lei obrigatória às pequenas coisas—como o faziam os Mestres da Lei— é exagerado e fadigoso: «Ai de vós igualmente, doutores da Lei, porque carregais as pessoas com fardos insuportáveis, e vós mesmos, nem com um só dedo, não tocais nesses fardos!» (Lc 11,46).

É verdade que as pessoas que afinam tem delicadezas de generosidade. Tivemos vivências recentes de pessoas que da colheita trazem para a Igreja —para o culto e para os pobres— 10% (o dízimo); outros que reservam a primeira flor (as primícias), o melhor fruto do seu horto; ou também oferecem a mesma quantia que gastaram na viagem de lazer ou de férias; outros trazem o produto preferido do seu trabalho, tudo isso com o mesmo fim. Adivinha-se ai assimilado, o espírito do Santo Evangelho. O amor é engenhoso; das coisas pequenas obtém alegrias e méritos perante Deus.

O bom pastor passa na frente do rebanho. Os bons pais são modelo: o exemplo arrasta. Os bons educadores esforçam-se em viver as virtudes que ensinam. Isso é a coerência. Não só com um dedo, senão com a mão toda: Vida de Sacrário, devoção à Virgem, pequenos serviços no lar, difundir bom humor cristão… «As almas grandes dão-se conta das pequenas coisas» (São Josemaria).

Fonte/texto:http://evangeli.net

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Em um dia como hoje, São João Paulo II foi eleito Papa

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REDAÇÃO CENTRAL, 16 Out. 18 / 07:00 am (ACI).- Em um dia como hoje, 16 de outubro de 1978, São João Paulo II – Karol Wojtyla – foi eleito Supremo Pontífice da Igreja Católica e 263º sucessor do Apóstolo Pedro.

O pontificado de São João Paulo II foi o maior da história da Igreja, durando aproximadamente 27 anos.

Karol Józef Wojtyla nasceu em Wadowice, uma pequena cidade a cerca de 50 quilômetros de Cracóvia (Polônia), em 18 de maio de 1920. Era o mais novo dos três filhos de Karol Wojtyla e Emília Kaczorowska.

Após ser eleito Papa em 1978, São João Paulo II exerceu seu ministério com incansável espírito missionário. Realizou 104 viagens apostólicas fora da Itália e 146 dentro deste país. Além disso, como Bispo de Roma, visitou 317 das 333 paróquias romanas.

Seu amor pelos jovens o impulsionou a iniciar em 1985 as Jornadas Mundiais da Juventude. Sua atenção para a família o levou a inaugurar os Encontros Mundiais das Famílias, em 1994.

Entre seus principais documentos estão: 14 Encíclicas, 15 Exortações Apostólicas, 11 Constituições Apostólicas e 45 Cartas Apostólicas.

São João Paulo II promulgou o Catecismo da Igreja Católica, à luz da Revelação, interpretada com devida autorização do Concílio Vaticano II. Reformou o Código de Direito Canônico e o Código dos Cânones das Igrejas Orientais; e reorganizou a Cúria Romana.

João Paulo II faleceu no dia 2 de abril de 2005, às 21:37 (hora local), dia da oitava de Páscoa e domingo da Divina Misericórdia.

Desde aquela noite até o dia 8 de abril, dia em que se celebraram as exéquias do Pontífice, mais de três milhões de peregrinos renderam homenagem a João Paulo II, inclusive enfrentando 24 horas de fila a fim de acessar a basílica de São Pedro.

Cinco anos após a morte de João Paulo II, em 28 de abril, o Papa Bento XVIiniciou a sua causa de beatificação e canonização, aberta oficialmente pelo Cardeal Camillo Ruini, vigário general da Diocese de Roma, em 28 de junho de 2005.

Bento XVI o beatificou no dia 1º de maio de 2011 e o Papa Francisco o canonizou, junto com João XXIII, em 27 de abril de 2014.

Fonte/texto:acidigital00