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A Igreja celebra o Batismo do Senhor

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“Quando o Salvador é lavado, todas as águas ficam puras para o nosso batismo; a fonte é purificada para que a graça batismal seja concedida aos povos que virão depois”, disse São Máximo de Turim no século V ao se referir ao Batismo do Senhor, que é celebrado neste domingo.

Com o Batismo do Senhor é concluído o tempo do Natal e a Igreja nos convida a olhar a humildade de Jesus que se converte em uma epifania(manifestação) da Santíssima Trindade.

“João batiza e Jesus se aproxima; talvez para santificar igualmente aquele que o batiza e, sem dúvida, para sepultar nas águas o velho Adão. Antes de nós, e por nossa causa, ele que é Espírito e carne santificou as águas do Jordão, para assim nos iniciar nos sacramentosmediante o Espírito e a água”, manifestou São Gregório Nazianzeno em um de seus sermões.

“O Espírito, acorrendo àquele que lhe é igual, dá testemunho da sua divindade. Vem do céu uma voz, pois também vinha do céu aquele de quem se dava testemunho”, acrescentou o santo.

Evangelho: Lc 3,15-16.21-22

Naquele tempo, 15o povo estava na expectativa e todos se perguntavam no seu íntimo se João não seria o Messias. 16Por isso, João declarou a todos: “Eu vos batizo com água, mas virá aquele que é mais forte do que eu. Eu não sou digno de desamarrar a correia de suas sandálias. Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo”.

21Quando todo o povo estava sendo batizado, Jesus também recebeu o batismo. E, enquanto rezava, o céu se abriu 22e o Espírito Santo desceu sobre Jesus em forma visível, como pomba. E do céu veio uma voz: “Tu és o meu Filho amado, em ti ponho o meu bem-querer”.

Fonte: acidigital.com

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Apresentam Athletica Vaticana, a primeira associação esportiva do Vaticano

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A primeira associação esportiva do Vaticano, Athletica Vaticana, foi apresentada nesta quinta-feira, 10 de janeiro, na Sala de Imprensa da Santa Sé.

Esta foi a primeira coletiva de imprensa em 2019 e a primeira moderada pelo diretor interino da Sala de Imprensa da Santa Sé, Alessandro Gisotti.

A Athletica Vaticana é constituída por funcionários da Santa Sé, homens e mulheres, sacerdotes, religiosos e leigos. Seu presidente é o subsecretário do Pontifício Conselho para a Cultura, Mons. Melchor Sánchez de Toca y Alameda.

Em declarações ao Grupo ACI, o sacerdote disse que “é um momento histórico, embora exista uma tradição de praticar esportes no Vaticano que remonta à época de São Pio X”, mas como “associação criada formalmente no Vaticano é a primeira”.

Em sua opinião, a Athletica Vaticana “nasceu com uma vocação pioneira de abrir um caminho para outras realidades”. Indicou que “a missão desta associação em primeiro lugar é a prática esportiva” e se divertir com isso. “Acho que a diversão é uma dimensão importante que às vezes se perde nos esportes, mas vai além”, disse.

“Também tem propósitos culturais, educacionais e espirituais. Trata-se de levar a mensagem da Igreja através da própria vida e da própria presença como fermento na massa no mundo do atletismo, que é um dos esportes mais populares atualmente, junto com o ciclismo e o futebol, sem a necessidade de grandes discursos, mas com o testemunho da própria vida”, declarou Mons. Sánchez de Toca.

Explicou que a iniciativa surgiu informalmente, mas “a diferença é que agora uma sociedade foi constituída no Vaticano, feita por e para os funcionários do Vaticano” e isso mostra o “interesse da Igreja no esporte”.

Por esta razão, “projetaram uma associação vaticana com a possibilidade de competir na Itália e no resto do mundo. Associação canônica do Estado da Cidade do Vaticano, com o objetivo de “promover a prática esportiva com abertura a uma série de iniciativas solidárias e culturais. Levar uma mensagem, testemunho da vida cristã no mundo dos esportes”, reiterou.

Como exemplo, no campo solidário, a Athletica Vaticana recebeu dois sócios honorários migrantes e membros da cooperativa Auxilium provenientes de Gâmbia e Senegal.

Por sua parte, o Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, Cardeal Gianfranco Ravasi, observou durante a apresentação que o esporte se relaciona com “cultura, religião e ética”.

“O esporte autêntico faz parte do ser humano, o jogo”, disse o Purpurado.

Ética no esporte

No entanto, Cardeal Ravasi disse que “é triste ver a violência nos estádios, racismo e doping no esporte”, que mostra uma “degeneração ética, triste, e é isso que queremos evitar”.

Lembrou que o Papa Francisco tem grande sintonia com o esporte e deu o exemplo da carteirinha que ele tem do San Lorenzo de Almagro, seu time de futebol favorito na Argentina; a ocasião em que ele abençoou a equipe de Cricket do Vaticano; e a vez em que utilizou o termo “Atletas de Cristo”.

Finalmente, o Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura explicou que São Domingos de Gusmão foi descrito como “o santo atleta” pelo escritor italiano Dante Alighieri na Divina Comédia.

A Athletica Vaticana assinou um acordo com o Comitê Olímpico Nacional Italiano (CONI) e está prestes a assinar outro com o Comitê Paralímpico Italiano (CIP) e o Comitê Olímpico Internacional (COI).

Estiveram presentes na apresentação o presidente do CONI, Giovanni Malagò, e do CIP, Luca Pancalli, o qual assegurou que “o esporte pode mudar a cultura de um país”.

Em sua cadeira de rodas, Pancalli assinalou que o Comitê Paralímpico Italiano busca não apenas cultivar a participação dos atletas, mas “mudar a percepção de deficiência na sociedade” para promover o valor da diversidade e expressar suas próprias capacidades.

Nesse sentido, Luca Pancalli disse que a nova associação vaticana é histórica porque “o esporte pode mudar a cultura”.

Após a apresentação, Michela Ciprietti, funcionária na farmácia vaticana e atleta, confirmou sua crença de que “o esporte pode ser um testemunho religioso, com objetivos solidários e espirituais” porque “é um meio que anula as diferenças”.

Além disso, explicou que atualmente a Athletica Vaticana é composta por cerca de 60 corredores e que são membros da Gendarmaria do Vaticano, da Guarda Suíça, dos serviços técnicos, da farmácia, leigos e religiosos. Ela lembrou que em setembro correram a ‘Roma Via Pacis’ ao lado de membros da comunidade judaica e muçulmana em Roma.

Fonte: acidigital.com

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Veleiro com quase 200 jovens poloneses navega rumo à JMJ Panamá

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Cerca de 200 jovens poloneses estão a poucos dias de completar uma missão entusiasmante e desafiadora que já leva 11 meses: atravessar o Atlântico de veleiro para chegar à Jornada Mundial da Juventude do Panamá (JMJ).

A bordo do Dar Mlodziezy (“Presente da Juventude”, em português), a tripulação pretende compartilhar sua cultura polonesa em cada país que visita, por ocasião da celebração dos 100 anos de independência da Polônia.

O barco deixou o porto de Gdynia (Polônia) em maio de 2018, para fazer um périplo que inclui 22 portos ao redor do mundo e cerca de mil pessoas na tripulação, sendo que alguns participaram apenas das primeiras etapas da viagem, outros embarcaram no meio do caminho.

Cerca de 600 são estudantes da marinha das cidades polonesas de Gdynia e Szczecin. O restante da tripulação é de vencedores do concurso de conhecimento sobre a História da Polônia e da Marinha.

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Em 9 de janeiro, o chamado “Cruzeiro da Independência” partiu de Los Angeles (Estados Unidos) para Acapulco (México), onde permaneceu até o dia 11, quando partiram para o Panamá.

Lá, cerca de 170 tripulantes participarão da JMJ, de 22 a 27 de janeiro, juntamente com a comunidade polonesa, somando assim cerca de 3.500 jovens reunidos no encontro. Eles também terão uma série de atividades culturais dentro da Diocese de Penonomé e na costa do Caribe.

Pe. Michał Siennicki, membro da tripulação e missionário Palotino, explicou a Vatican News que a cada dois meses houve uma mudança de jovens e de capelão.

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“No barco há pessoas de fé, mas também outros jovens que só foram batizados e não são praticantes. Meu primeiro desafio é ser um sacerdote disponível para todos (…). Muitas pessoas pediram o sacramento da confissão e muitas participaram da Missa todos os dias”, assinalou.

Em relação à JMJ, Pe. Siennicki disse que “todos estão em efervescência para encontrar o Papa. Os jovens poloneses se lembram da mensagem do Santo Padre em Cracóvia (2016), então esperam a sua nova mensagem no Panamá para se sentirem motivados novamente como pessoas que estão em busca de Cristo”.

Vídeo incorporado

O jovem Lukasz Chrabanski, membro da tripulação, explicou em que consiste um dia no barco. “Temos deveres como marinheiros normais e trabalhamos no sistema de três guardas, cada um durante 8 horas por dia.”

“Nós afrouxamos os cabos, amainamos as velas e as enrolamos. Ajudamos os cozinheiros a preparar comida para mais de 170 pessoas. Que grande desafio. (…) Mantemos nossas cabines a bordo, todo o barco limpo e ajudamos a tripulação nas tarefas diárias. Navegamos e observamos o mar, para ver se nada atrapalha o nosso caminho (…)”, contou.

Chrabanski também participou da JMJ em Cracóvia e afirmou que este evento é “a presença da alegria. Espero que o Panamá seja ainda melhor com o clima latino-americano”.

Após a JMJ, o veleiro vai navegar para Cartagena (Colômbia) e depois para Miami (Estados Unidos), para atravessar novamente o Atlântico rumo a Londres (Inglaterra) e finalmente para o porto de Gdynia (Polônia) em 20 de março.

Os jovens marinheiros poloneses do veleiro Dar Młodzieży se juntam ao grupo de 17 franceses que também atravessam o oceano em três barcos com destino à JMJ Panamá, acompanhados por quatro marinheiros profissionais e um capelão.

Fonte: acidigital.com

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14 de Janeiro – Santa Elisabete Ana Bayley Seton

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Primeira norte-americana a ser canonizada. Em 1975, sob o pontificado do papa Paulo VI, nasceu nos Estados Unidos, no ano de 1774 dentro de uma família cuja mãe era uma cristã não católica e o pai, conhecido como médico muito atarefado e famoso. A mãe faleceu e, infelizmente, a madrasta fazia sofrer Santa Elisabete. Seu refúgio era a oração e a Palavra de Deus. Era alguém que buscava cumprir os mandamentos do Senhor, responder como Cristo respondeu aos sofrimentos do seu tempo.

Santa Elisabete Ana Bayley Seton chegou a casar-se, teve vários filhos, mas, por falência de seu esposo, tiveram que entrar no ritmo da migração dos Estados Unidos para a Itália. Com as dificuldades da viagem e a fragilidade de seu esposo, ele faleceu. Ela continuou até chegar à Itália e ser acolhida por uma família amiga. Era uma família feliz porque seguiam a Cristo como católicos praticantes. Tudo aquilo foi mexendo com o coração de Santa Elisabete e ela quis se tornar católica. Não se sabe ao certo tornou-se católica ali na Itália ou nos Estados Unidos, mas o fato é que retornou para os Estados Unidos, foi acolhida pela Igreja Católica, mas pelos familiares que eram cristãos não-católicos não foi bem acolhida; foi até perseguida.

De fato, o ecumenismo é uma conquista de cada dia e em todos os tempos. Santa Elisabete Ana Bayley teve uma dificuldade (como uma minoria católica nos Estados Unidos) de tal forma, pois não encontrava espaço para a educação dos filhos, que inspiradamente começou uma obra que chegou a ser uma Congregação das Irmãs de São José, com o objetivo de formar as crianças numa fé cristã e católica.

Santa Elisabete, com apenas 47 anos, faleceu; mas deixou para todos os cristãos católicos do mundo inteiro o testemunho de um coração que buscou, em tudo, a obediência ao Senhor.

Santa Elisabete Ana Bayley, rogai por nós!

 

 

 

fonte/texto: cancaonova.com

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Papa: é em casa que a fé é transmitida

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Um sinfonia diferente na Capela Sistina na manhã deste domingo, Festa do Batismo do Senhor,  uniu às vozes do Coral Pontifício o choro e o balbuciar das crianças que foram batizadas pelo Santo Padre. Eram 27, acompanhadas pelos pais, padrinhos e madrinhas.

Ouça a reportagem!

Em sua breve homilia, pronunciada de forma espontânea, o Papa enfatizou a importância do testemunho dos pais na transmissão da fé: É em casa que a fé é transmitida!

Vocês pedem a fé à Igreja para os filhos de vocês. E hoje eles receberão o Espírito Santo, o dom da fé em seus corações, na sua alma. Mas esta fé, depois, deve se desenvolver, crescer”.

Papel dos pais na transmissão da fé

Mas antes de estudar a fé na Catequese que as crianças frequentarão mais adiante – chamou a atenção Francisco  – “a fé é transmitida. E este é um trabalho que diz respeito a vocês. É uma missão que vocês recebem hoje. Transmitir a fé. A transmissão da fé e isso se faz em casa. Porque a fé é sempre transmitida em dialeto, o dialeto da família, o dialeto da casa, no ambiente da casa.”

A missão dos pais, portanto, é “transmitir a fé com o exemplo, com as palavras, ensinando a fazer o sinal da cruz, acrescentou. E isso é importante. Há crianças que não sabem fazer o sinal da  cruz (…). Mas o importante, é transmitir a fé com a vida de fé de vocês. Que vejam  o amor dos cônjuges, que vejam a paz da casa, que vejam que Jesus está ali”.

Nunca brigar diante das crianças

Francisco então, dá um conselho aos pais:

“Nunca briguem diante das crianças. Nunca! É normal que os esposos briguem, é normal! Seria estranho se não. Mas façam de forma que eles não ouçam, não vejam. Vocês não sabem a angústia que tem uma criança quando vê os pais brigarem! Permitam-me este conselho, que ajudará vocês a transmitir a fé (…)”.

“É ruim brigar?”, pergunta o Papa. “Nem sempre. É normal, é normal”, responde. “Mas que as crianças não vejam, não escutem, pela angústia”, insiste.

“Mas tenham em mente isto”, reiterou o Pontífice: “A missão de vocês é transmitir a fé a eles, transmiti-la em casa, porque ali se aprende a fé. Depois se estuda na catequese”.

Deixando todos bem à vontade no recinto adornado com afrescos de Michelangelo, Rafael, Perugino e Sandro Botticelli, Francisco disse às mães para não se constrangerem em amamentar as crianças:

Vocês sabem que as crianças se sentem hoje em um ambiente que é estranho: muito calor, estão cobertas. E sentem o ar abafado – isto por primeiro – e depois choram porque tem fome, tem fome. E um terceiro motivo do choro é o “choro preventivo”. Como algo estranho, não? Não sabem o que acontecerá, “mas primeiro eu choro e depois vejamos…”. É uma defesa. Eu digo para vocês: que estejam acomodados. Cuidem para não cobri-los muito, e se choram de fome, os amamentem. Digo às mães: “Amamentem as crianças, tranquilas, o Senhor quer isto”. Porque elas – onde está o perigo?” – também têm uma vocação polifônica. Um começa a chorar, e o outro faz o contraponto, e o outro, e depois isto se torna um coral de choro. E assim sigamos em frente com esta cerimônia em paz, com a consciência que cabe a vocês a transmissão da fé”.

Fonte/texto:.vaticannews.va

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Papa: no Batismo estão as raízes de nossa vida em Deus

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Renovo a todos o convite para manter viva a memória do próprio Batismo. Ali estão as raízes da nossa vida em Deus; as raízes da nossa vida eterna, que Jesus Cristo nos deu com a sua Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição”.

No Angelus na Festa do Batismo do Senhor, o Papa Francisco voltou a pedir para não esquecermos a data de nosso Batismo: “Que seja uma data guardada em nosso coração para festejá-la todos os anos”, e convidou a invocarmos “com mais frequência o Espírito Santo”, “para poder viver com amor as coisas ordinárias, e assim, torná-las extraordinárias”.

Ouça e compartilhe!

Em sua alocução, o Papa destaca que “a liturgia nos chama a conhecer mais plenamente Jesus” e por isso o Evangelho do dia, “ilustra dois elementos importantes: a relação de Jesus com as pessoas e a relação de Jesus com o Pai”.

Jesus com a multidão

Dirigindo-se aos milhares de peregrinos presentes na Praça São Pedro, o Pontífice chama a atenção para o fato de que todo o povo que estava presente na cena do Batismo “não é apenas um pano de fundo”,  mas “um componente essencial do evento. Antes de mergulhar na água, Jesus “mergulha” na multidão, une-se a ela assumindo plenamente a condição humana, compartilhando tudo, exceto o pecado”.

“Em sua santidade divina, cheia de graça e de misericórdia, disse o Papa, o Filho de Deus se fez carne justamente para tomar sobre si e tirar o pecado do mundo. Assumir as nossas misérias, a nossa condição humana”. Deixando-se batizar por João, Jesus “manifesta a lógica e o sentido de sua missão”:

 

“Unindo-se ao povo que pede a João o Batismo da conversão, Jesus compartilha dele o profundo desejo de renovação interior. E o Espírito Santo que desce sobre Ele “em forma corpórea, como uma pomba”,  é o sinal de que com Jesus inicia um mundo novo, uma “nova criação”, da qual fazem parte todos aqueles que acolhem Cristo em sua vida”.

O “amor do Pai, que todos recebemos no dia do nosso Batismo, é uma chama que foi acesa em nosso coração, e requer ser alimentada mediante a oração e a caridade”.

Jesus em comunhão com o Pai

O segundo elemento destacado por Francisco, é a comunhão de Jesus com o Pai, e explica que “o Batismo é o  início da vida pública de Jesus, da sua missão no mundo como enviado do Pai para manifestar a sua bondade e o seu amor pelos homens”:

Tal missão é realizada em constante e perfeita união com o Pai e o Espírito Santo. Também a missão da Igreja e a de cada um de nós, para ser fiel e frutuosa, é chamada a inserir-se na de Jesus. Trata-se de regenerar continuamente na oração a evangelização e o apostolado, para dar um claro testemunho cristão, não segundo nossos projetos humanos, mas segundo o estilo de Deus”.

Viver em coerência com nosso Batismo

A Festa do Batismo do Senhor – recorda o Papa – “é uma ocasião propícia para renovar com gratidão e convicção as promessas do nosso Batismo, comprometendo-nos a viver diariamente em coerência com ele”. E reitera a importância de conhecermos a data de nosso Batismo, guardá-la no coração e festejá-la todos os anos.

Após rezar o Angelus e saudar os fiéis presentes, Francisco recordou que havia batizado um grupo de crianças:

“Esta manhã, de acordo com o costume desta Festa, tive a alegria de batizar um bom grupo de recém-nascidos. Rezemos por eles e por suas famílias. E, nesta ocasião, renovo a todos o convite para manter viva a memória do próprio Batismo. Ali estão as raízes da nossa vida em Deus; as raízes da nossa vida eterna, que Jesus Cristo nos deu com a sua Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição. No Batismo estão as raízes. E nunca esqueçam a data do nosso Batismo”.

Invocar com mais frequência o Espírito Santo

Antes de despedir-se com o tradicional “Bom domingo a todos. Não esqueçam de rezar por mim. Bom almoço e até logo”, o Papa pediu para que, a exemplo de Jesus, deixemo-nos guiar pelo Espírito Santo:

“Mas para isso, devemos invocá-lo! Aprendamos a invocar o Espírito Santo com mais frequência em nossos dias, para poder viver com amor as coisas ordinárias, e assim, torná-las extraordinárias.”

Fonte/texto:vaticannews.va

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LITURGIA-14 DE JANEIRO

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SEGUNDA-FEIRA

1ª SEMANA COMUM

(verde – ofício do dia da 1ª semana do saltério)

Ergamos os nossos olhos para aquele que tem o céu como trono; a multidão dos anjos o adora, cantando a uma só voz: Eis aquele cujo poder é eterno.
Expressão definitiva do projeto de Deus para a humanidade, Jesus inicia sua vida pública proclamando a proximidade do Reino. O Senhor nos conceda a graça da conversão e nos faça seguidores de seu Filho.

Primeira Leitura: Hebreus 1,1-6

Início da carta aos Hebreus – 1Muitas vezes e de muitos modos, falou Deus outrora aos nossos pais pelos profetas; 2nestes dias, que são os últimos, ele nos falou por meio do Filho, a quem ele constituiu herdeiro de todas as coisas e pelo qual também ele criou o universo. 3Este é o esplendor da glória do Pai, a expressão do seu ser. Ele sustenta o universo com o poder de sua palavra. Tendo feito a purificação dos pecados, ele sentou-se à direita da majestade divina, nas alturas. 4Ele foi colocado tanto acima dos anjos quanto o nome que ele herdou supera o nome deles. 5De fato, a qual dos anjos Deus disse alguma vez: “Tu és o meu Filho, eu hoje te gerei”? Ou ainda: “Eu serei para ele um Pai e ele será para mim um filho”? 6Mas, quando faz entrar o Primogênito no mundo, Deus diz: “Todos os anjos devem adorá-lo!”– Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 96(97)

Adorai o Senhor Deus, vós anjos todos!

  1. Deus é rei! Exulte a terra de alegria, / e as ilhas numerosas rejubilem! / Treva e nuvem o rodeiam no seu trono, / que se apoia na justiça e no direito. – R.
  2. E assim proclama o céu sua justiça, † todos os povos podem ver a sua glória. / Aos pés de Deus vêm se prostrar todos os deuses! – R.
  3. Porque vós sois o Altíssimo, Senhor, † muito acima do universo que criastes, / e de muito superais todos os deuses. – R.

Aleluia, aleluia, aleluia.

Convertei-vos e crede no evangelho, / pois o reino de Deus está chegando! (Mc 1,15) – R.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – 14Depois que João Batista foi preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o evangelho de Deus e dizendo: 15“O tempo já se completou e o reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no evangelho!” 16E, passando à beira do mar da Galileia, Jesus viu Simão e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. 17Jesus lhes disse: “Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens”. 18E eles, deixando imediatamente as redes, seguiram a Jesus. 19Caminhando mais um pouco, viu também Tiago e João, filhos de Zebedeu. Estavam na barca, consertando as redes; 20e logo os chamou. Eles deixaram seu pai, Zebedeu, na barca com os empregados e partiram, seguindo Jesus. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Consciente de sua missão e livre para movimentar-se, João Batista preparou, com total dedicação, a chegada do Messias. Lançado na prisão, sai de cena: “É preciso que ele cresça e eu diminua” (Jo 3,30). Jesus irrompe na vida pública, pronto para fazer a vontade do Pai: “Meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou” (Jo 4,34). Afirma que o Reino de Deus já se encontra presente, ao alcance de todos e propõe mudança radical: converter-se e acreditar no Evangelho. Ciente de que a tarefa é árdua, Jesus lança mão de colaboradores e os busca onde vivem e trabalham. E os convida a deixar o serviço e a família. Há, doravante, uma nova família a formar, a família de Deus. Para isso se requer a entrega total da própria vida.

Fonte/texto:paulus.

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LITURGIA-13 DE JANEIRO

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SEGUNDA-FEIRA

1ª SEMANA COMUM

(verde – ofício do dia da 1ª semana do saltério)

Ergamos os nossos olhos para aquele que tem o céu como trono; a multidão dos anjos o adora, cantando a uma só voz: Eis aquele cujo poder é eterno.
Expressão definitiva do projeto de Deus para a humanidade, Jesus inicia sua vida pública proclamando a proximidade do Reino. O Senhor nos conceda a graça da conversão e nos faça seguidores de seu Filho.

Primeira Leitura: Hebreus 1,1-6

Início da carta aos Hebreus – 1Muitas vezes e de muitos modos, falou Deus outrora aos nossos pais pelos profetas; 2nestes dias, que são os últimos, ele nos falou por meio do Filho, a quem ele constituiu herdeiro de todas as coisas e pelo qual também ele criou o universo. 3Este é o esplendor da glória do Pai, a expressão do seu ser. Ele sustenta o universo com o poder de sua palavra. Tendo feito a purificação dos pecados, ele sentou-se à direita da majestade divina, nas alturas. 4Ele foi colocado tanto acima dos anjos quanto o nome que ele herdou supera o nome deles. 5De fato, a qual dos anjos Deus disse alguma vez: “Tu és o meu Filho, eu hoje te gerei”? Ou ainda: “Eu serei para ele um Pai e ele será para mim um filho”? 6Mas, quando faz entrar o Primogênito no mundo, Deus diz: “Todos os anjos devem adorá-lo!”– Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 96(97)

Adorai o Senhor Deus, vós anjos todos!

  1. Deus é rei! Exulte a terra de alegria, / e as ilhas numerosas rejubilem! / Treva e nuvem o rodeiam no seu trono, / que se apoia na justiça e no direito. – R.
  2. E assim proclama o céu sua justiça, † todos os povos podem ver a sua glória. / Aos pés de Deus vêm se prostrar todos os deuses! – R.
  3. Porque vós sois o Altíssimo, Senhor, † muito acima do universo que criastes, / e de muito superais todos os deuses. – R.

Aleluia, aleluia, aleluia.

Convertei-vos e crede no evangelho, / pois o reino de Deus está chegando! (Mc 1,15) – R.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – 14Depois que João Batista foi preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o evangelho de Deus e dizendo: 15“O tempo já se completou e o reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no evangelho!” 16E, passando à beira do mar da Galileia, Jesus viu Simão e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. 17Jesus lhes disse: “Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens”. 18E eles, deixando imediatamente as redes, seguiram a Jesus. 19Caminhando mais um pouco, viu também Tiago e João, filhos de Zebedeu. Estavam na barca, consertando as redes; 20e logo os chamou. Eles deixaram seu pai, Zebedeu, na barca com os empregados e partiram, seguindo Jesus. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Consciente de sua missão e livre para movimentar-se, João Batista preparou, com total dedicação, a chegada do Messias. Lançado na prisão, sai de cena: “É preciso que ele cresça e eu diminua” (Jo 3,30). Jesus irrompe na vida pública, pronto para fazer a vontade do Pai: “Meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou” (Jo 4,34). Afirma que o Reino de Deus já se encontra presente, ao alcance de todos e propõe mudança radical: converter-se e acreditar no Evangelho. Ciente de que a tarefa é árdua, Jesus lança mão de colaboradores e os busca onde vivem e trabalham. E os convida a deixar o serviço e a família. Há, doravante, uma nova família a formar, a família de Deus. Para isso se requer a entrega total da própria vida.

Fonte/texto:paulus

01 13 SO HILÁRIO DE POITIERS

13 de Janeiro – Santo Hilário de Poitiers

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Um dos santos padres da Igreja de Cristo, ele nasceu no ano de 315, em Poitiers, na França. Buscava a felicidade; mas sua família, pagã, vivia segundo a filosofia hedonista, ligada ao povo grego-romano; ou seja, felicidade como sinônimo de prazeres, com puro bem-estar. Então, aquele jovem dado aos estudos, se perguntava quanto ao fim último do ser humano; não podia acabar tudo ali com a morte; foi perseguindo a verdade.

O Espírito Santo foi agindo até ele conhecer as Sagradas Escrituras. O Antigo Testamento o levou proclamar o Deus uno, que merece toda a adoração. Passando para o Novo Testamento, Santo Hilário foi evangelizado e, numa busca constante, ele se viu necessitado do santo batismo, entrar para Igreja de Cristo e se fazer membro deste Corpo Místico. Em 345, foi batizado. Não demorou muito já era sacerdote e, depois, ordenado bispo para o povo de Poitiers.

Ele sofria com as heresias do arianismo. Santo Hilário, pela sua pregação e seus escritos, foi chamado “O Atanásio do Ocidente”, porque ele combateu o Arianismo do Oriente. No tempo em que o imperador Constâncio começou a apoiar esta heresia, Santo Hilário não teve medo das autoridades. Se era para o bem do povo, ele anunciava com ousadia até ser exilado, mas não deixou de evangelizar nem mesmo na cadeia. Por conselho, o próprio imperador o assumiu de volta em 360, porque os conselheiros sabiam da grande influência desse santo bispo que não ficava apenas em Poitiers, mas percorria toda a França.

Ele voltou, convocou um Concílio em Paris, participou de tantos outros conselhos no ocidente, mas sempre defendendo essa verdade que é Jesus Cristo, verdadeiro Deus, verdadeiro homem.

Santo Hilário de Poitiers foi se consumindo por essa verdade. Pelos seus escritos que chegam até o tempo de hoje, percebe-se este amor por Jesus Cristo. Não só numa busca pessoal, mas de promover a salvação dos outros. No século IV, ele partiu para a glória.

Santo Hilário de Poitiers, rogai por nós!

 

 

 

fonte/texto: cancaonova.com

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LITURGIA-13 DE JANEIRO

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DOMINGO

BATISMO DO SENHOR

(branco – ofício da festa)

Batizado o Senhor, os céus se abriram e o Espírito Santo pairou sobre ele sob forma de pomba. E a voz do Pai se fez ouvir: Este é o meu Filho muito amado, nele está todo o meu amor! (Mt 3,16s)
Concluímos o tempo do Natal reunindo-nos para a celebração da festa do Batismo do Senhor, aquele que é mais forte do que João Batista. Ao buscar o batismo, Jesus se solidariza com todo o povo. Ungido pelo Espírito, assume publicamente a missão evangelizadora, como Filho amado do Pai, e nos chama a participar de sua obra.

Primeira Leitura: Isaías 42,1-4.6-7

Leitura do livro do profeta Isaías – Assim fala o Senhor: 1“Eis o meu servo – eu o recebo; eis o meu eleito – nele se compraz minha alma; pus meu espírito sobre ele, ele promoverá o julgamento das nações. 2Ele não clama nem levanta a voz, nem se faz ouvir pelas ruas. 3Não quebra uma cana rachada nem apaga um pavio que ainda fumega, mas promoverá o julgamento para obter a verdade. 4Não esmorecerá nem se deixará abater, enquanto não estabelecer a justiça na terra; os países distantes esperam seus ensinamentos. 6Eu, o Senhor, te chamei para a justiça e te tomei pela mão; eu te formei e te constituí como o centro de aliança do povo, luz das nações, 7para abrires os olhos dos cegos, tirar os cativos da prisão, livrar do cárcere os que vivem nas trevas”. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 28(29)

Que o Senhor abençoe, com a paz, o seu povo!

  1. Filhos de Deus, tributai ao Senhor, / tributai-lhe a glória e o poder! / Dai-lhe a glória devida ao seu nome, / adorai-o com santo ornamento! – R.
  2. Eis a voz do Senhor sobre as águas, / sua voz sobre as águas imensas! / Eis a voz do Senhor com poder! / Eis a voz do Senhor majestosa. – R.
  3. Sua voz no trovão reboando! / No seu templo os fiéis bradam: “Glória!” / É o Senhor que domina os dilúvios, / o Senhor reinará para sempre! – R.
Segunda Leitura: Atos 10,34-38

Leitura dos Atos dos Apóstolos – Naqueles dias, 34Pedro tomou a palavra e disse: “De fato, estou compreendendo que Deus não faz distinção entre as pessoas. 35Pelo contrário, ele aceita quem o teme e pratica a justiça, qualquer que seja a nação a que pertença. 36Deus enviou sua palavra aos israelitas e lhes anunciou a boa-nova da paz por meio de Jesus Cristo, que é o Senhor de todos. 37Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judeia, a começar pela Galileia, depois do batismo pregado por João: 38como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Ele andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os que estavam dominados pelo demônio, porque Deus estava com ele”. – Palavra do Senhor.

Evangelho: Lucas 3,15-16.21-22

Aleluia, aleluia, aleluia.

Abriram-se os céus e fez-se ouvir a voz do Pai: / Eis meu Filho muito amado; escutai-o, todos vós! (Mc 9,7) – R.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – Naquele tempo, 15o povo estava na expectativa e todos se perguntavam no seu íntimo se João não seria o Messias. 16Por isso, João declarou a todos: “Eu vos batizo com água, mas virá aquele que é mais forte do que eu. Eu não sou digno de desamarrar a correia de suas sandálias. Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo”. 21Quando todo o povo estava sendo batizado, Jesus também recebeu o batismo. E, enquanto rezava, o céu se abriu 22e o Espírito Santo desceu sobre Jesus em forma visível, como pomba. E do céu veio uma voz: “Tu és o meu Filho amado, em ti ponho o meu benquerer”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

O povo estava na expectativa pela vinda de um libertador e buscava o batismo ministrado por João no rio Jordão. Pairava uma dúvida na cabeça do povo: seria o Batista o Messias tão esperado que viria libertá-lo? João responde dizendo que “alguém mais forte” está para chegar. Ele simplesmente batiza com água, sinal de purificação e de conversão, e se coloca a serviço; mas o que virá (Jesus) batizará com “espírito e fogo”, batismo de salvação (espírito) e julgamento (fogo). É o dinamismo do espírito e o fogo de Pentecostes que animam os discípulos para a vivência e o anúncio da Boa-Nova do Messias. Em seguida, o próprio Jesus se mistura ao povo e busca o batismo de João. Enquanto é batizado, o céu se abre e “uma voz do céu” proclama Jesus “Filho amado do Pai”. A festa do batismo de Jesus é ocasião propícia para refletir e renovar nosso compromisso batismal. O batismo nos integra à comunidade e nos torna comprometidos com o projeto de Jesus. Juntos, como irmãos e irmãs, vamos caminhando com o Mestre, que nos convoca a dar continuidade à sua missão. Ouvindo a voz do Pai, que se manifesta pelo seu Espírito, fortalecemos e renovamos nossa fidelidade no seguimento a Jesus.

Fonte/texto:paulus