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17 de Agosto – São Jacinto

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O santo de hoje nasceu no ano de 1183 em Cracóvia (Polônia) e chamava-se Jacó. Com o apoio da família, ingressou para a vida religiosa tendo conhecido São Domingos de Gusmão em Roma no ano de 1221. Desta forma, passou a fazer parte da Família Dominicana. Os Dominicanos, por sua vez, deram-lhe o nome de Frei Jacinto.

Documentos seguros indicam-nos que era pregador em Cracóvia, em 1228, no convento da Santíssima Trindade, e que pregava a cruzada contra os Prussianos em 1238. Morreu a 15 de agosto de 1257.

Era parente do Bispo de Cracóvia e durante a sua vida foram fundados os conventos de Breslau, Sandomir e Dantziga. Em 1228, a partir do capítulo geral dominicano de Paris, Jacinto juntamente com outros dominicanos foram transferidos para Rússia, onde sua evangelização atingiu também os Balcãs, a Prússia e a Lituânia. Substituíram os Cistercienses, menos bem preparados. Mas os Tártaros, em 1241 e 42, destruíram numerosos conventos e fizeram muitos mártires.

Depois da passagem deles, a obra apostólica foi retomada e Jacinto retornou à Cracóvia. Jacinto é considerado o apóstolo da Polônia. Desde 1260, três anos após sua morte, o seu túmulo atraía peregrinos. O culto dele abrangeu toda a Polônia. Foi canonizado pelo Papa Clemente VIII, em 1594.

São Jacinto, rogai por nós!

 

 

fonte/texto: cancaonova.com

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Inundação de igreja não impediu casal de contrair matrimônio

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Em um vídeo que se tornou viral nas redes sociais, observa-se a celebração de um casamento em uma igreja completamente inundada durante a temporada de furacões nas Filipinas.

Trata-se de Jefferson e Jobel de los Angeles, que se casaram no sábado, 11 de agosto, na igreja paroquial de Nossa Senhora do Santíssimo Rosário, localizada na província filipina de Bulacan.

Foi uma cerimônia dupla, porque sua filha de cinco meses recebeu o sacramento do batismo.

Em um ano, as Filipinas foram atingidas por furacões cerca de 20 vezes, incluindo o tufão Yagi, que atingiu o país no último fim de semana e provocou inundações em várias cidades.

No vídeo, não parece que a noiva está preocupada pela igreja inundada e está sorrindo enquanto tenta segurar o vestido sobre a água.

Também aparecem o noivo, os familiares e os amigos compartilhando a alegria do sacramento, apesar de estarem com os pés e as pernas debaixo d’água.

“Mesmo se houver inundação ou chuva, nada pode me impedir. Só se casa uma vez. Você o adiria? Eu estava casando com o homem que eu amor. O meu vestido ficou molhado e pesado, mas eu disse a mim mesma que era como se eu estivesse andando em um tapete vermelho”, afirmou a noiva à AFP.

O vídeo foi publicado no Facebook e até agora recebeu mais de 249.000 visualizações.

Fonte: www.acidigital.com

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16 de Agosto – Santo Estevão da Hungria

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A grande alegria de Deus é ver os Seus projetos realizados na vida de Seus filhos, sendo assim os santos não foram aqueles que não tinham defeitos, mas pessoas pecadoras que se abriram e cooperaram com a obra do Espírito Santo em suas vidas. O santo de hoje, nascido no ano de 979, foi filho do primeiro duque húngaro convertido ao Cristianismo através da pregação de Santo Adalberto, Bispo de Praga.

Voik era o seu nome, até ser batizado na adolescência, recebendo o nome de Estevão, o primeiro mártir cristão, tendo sempre como guia e mestre o Bispo de Praga. Santo Estevão casou-se com a piedosa e inteligente Gisela, a qual muito lhe ajudou no governo do povo húngaro, já que precisou unificar muitas tribos dispersas e até mesmo bem usar a ação militar para conter oposições internas e externas.

Ele, até entrar no Céu em 1038, não precisou preocupar-se com a evangelização inicial do povo, mas ocupou-se do aprofundamento do seu povo na graça chamada Cristianismo. De todo o coração, alma e espírito, estreitou cada vez mais a comunhão com o Papa e a Igreja de Roma, isto sem esquecer de ajudar na formação de uma hierarquia eclesiástica húngara, assim como na construção de igrejas, mosteiros e na propagação da Sã Doutrina Católica e devoção a Nossa Senhora.

Santo Estevão, por ser “o primeiro Rei que consagrou a sua nação a Nossa Senhora”, tem uma estátua na Basílica de Nossa Senhora de Fátima e um vitral na capela do Calvário húngaro.

Santo Estevão da Hungria, rogai por nós!

 

 

fonte/texto: cancaonova.com

Liturgia – 16 de Agosto

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Evangelho (Mt 18,21—19,1): Naquele tempo, Pedro dirigiu-se a Jesus perguntando: «Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?». Jesus respondeu: «Digo-te, não até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes. O Reino dos Céus é, portanto, como um rei que resolveu ajustar contas com seus servos. Quando começou o ajuste, trouxeram-lhe um que lhe devia uma fortuna inimaginável. Como o servo não tivesse com que pagar, o senhor mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher, os filhos e tudo o que possuía, para pagar a dívida. O servo, porém, prostrou-se diante dele pedindo: ‘Tem paciência comigo, e eu te pagarei tudo’. Diante disso, o senhor teve compaixão, soltou o servo e perdoou-lhe a dívida.

»Ao sair dali, aquele servo encontrou um dos seus companheiros que lhe devia uma quantia irrisória. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Paga o que me deves’. O companheiro, caindo aos pés dele, suplicava: ‘Tem paciência comigo, e eu te pagarei’. Mas o servo não quis saber. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que estava devendo. Quando viram o que havia acontecido, os outros servos ficaram muito sentidos, procuraram o senhor e lhe contaram tudo. Então o senhor mandou chamar aquele servo e lhe disse: ‘Servo malvado, eu te perdoei toda a tua dívida, porque me suplicaste. Não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti? O senhor se irritou e mandou entregar aquele servo aos carrascos, até que pagasse toda a sua dívida. É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão».

Quando terminou essas palavras, Jesus deixou a Galiléia e foi para a região da Judéia, pelo outro lado do Jordão.

«Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim?»

fonte/texto: evangeli.net

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5 chaves para entender o dogma da Assunção da Virgem Maria

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No dia 15 de agosto a Igreja celebra o dogma da Assunção da Virgem Maria aos céus. A seguir confira alguns pontos importantes que nos ajudarão a entender melhor esta verdade de fé:

1. O que é um dogma?

Um dogma é uma verdade de fé absoluta, definitiva, infalível, irrevogável e inquestionável revelada por Deus, através das Sagradas Escrituras ou da Sagrada Tradição. Depois de ser proclamado não se pode revogar ou negar, nem pelo Papa nem por decisão conciliar.

Para que uma verdade se torne dogma, é necessário que seja proposta de maneira direta pela Igreja Católica aos fiéis como parte de sua fé e de sua doutrina, através de uma definição solene e infalível pelo Supremo Magistério da Igreja.

2. O Dogma da Assunção da Virgem

Segundo a tradição e a teologia da Igreja Católica, a Assunção da Virgem é a celebração de quando o corpo e a alma de Maria, Mãe de Jesus Cristo, foram glorificados e levados ao Céu no final da sua vida terrena. Não deve ser confundido com a Ascensão, a qual se refere a Jesus Cristo.

Diz-se que a ressurreição dos corpos acontecerá no final dos tempos, mas no caso da Virgem Maria este acontecimento foi antecipado por um privilégio singular.

Este dogma também é celebrado pela Igreja ortodoxa.

3. Declaração do dogma

Desde 1849 começaram a chegar à Santa Sé diversos pedidos a fim de que a Assunção da Virgem fosse declarada doutrina da fé. No dia 1º de novembro de 1950, o Papa Pio XII publicou a Constituição Apostólica Munificentissimus Deus que declara como dogma de fé a Assunção da Virgem Maria com estas palavras:

“Depois de elevar a Deus muitas e reiteradas preces e de invocar a luz do Espírito da Verdade, para glória de Deus onipotente, que outorgou à Virgem Maria sua peculiar benevolência; para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e vencedor do pecado e da morte; para aumentar a glória da mesma augusta Mãe e para gozo e alegria de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos Pedro e Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, terminado o curso da sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória do céu”.

4. Importância da Assunção da Virgem

Esta festa tem dois objetivos: a feliz partida de Maria desta vida e a assunção do seu corpo ao céu. A resposta do motivo desta celebração ser importante para os católicos é encontrada no Catecismo da Igreja Católica, que diz: “A Assunção da Santíssima Virgem constitui uma participação singular na Ressurreição do seu Filho e uma antecipação da Ressurreição dos demais cristãos” (966).

A importância da Assunção da Virgem para nós está relacionada com a Ressurreição de Jesus Cristo e a nossa ressurreição. O fato de que Maria esteja em corpo e alma já glorificada no Céu é a antecipação da nossa própria ressurreição, pois ela é um ser humano como nós.

5. Dormição ou Morte de Maria?

A Escritura não dá detalhes a respeitos dos últimos anos de Maria sobre a terra, de Pentecostes até a sua Assunção, apenas sabemos que a Virgem foi confiada por Jesus a São João. Ao declarar o dogma da Assunção de Maria, Pio XII não quis dizer se a Virgem morreu e ressuscitou em seguida ou se partiu diretamente ao céu. Muitos teólogos pensam que a Virgem morreu para se assemelhar mais a Jesus, mas outros sustentam a Dormição da Virgem, celebrada no Oriente desde os primeiros séculos.

Ambas as posições coincidem em que a Virgem Maria, por um privilégio especial de Deus, não experimentou a corrupção do seu corpo e foi assunta ao céu, onde reina viva e gloriosa, junto com Jesus.

Fonte: www.acidigital.com

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Mãe descobriu câncer durante a gravidez e disse não ao aborto

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Aos dois meses de gestação, Ana Beatriz Frecceiro Schmidt descobriu que estava com câncer de mama e foi recomendada pelos médicos a tirar o seu bebê; entretanto, decidiu seguir com a gravidez e fazer seu tratamento e hoje sua filha está saudável aos seis meses de vida.

Beatriz, ou Bia, como é apelidada, é a protagonista de um testemunho pró-vida que viralizou no Facebook na semana passada, quando os ministros do STF discutiam a ampliação da despenalização do aborto.

Ela é de Curitiba (PR) e como relatou no seu perfil nesta rede social, descobriu que estava com câncer em 19 de junho de 2017. Após amamentar o filho de apenas nove meses, apalpou o seio para ver se havia algum leite empedrado. Foi quando achou “uma bolinha”. Na época, ela já sabia que outro bebê estava a caminho. Bia estava grávida de dois meses. Após uma ecografia e uma biópsia, recebeu o diagnóstico: era um câncer de mama.

Porém, conforme recordou em entrevista a ACI Digital, no mesmo dia em que pegou o resultado, faleceu a avó de seu esposo, a quem ambos eram “muito ligados”. “Então, toda a minha atenção se voltou para o falecimento dela. Fomos ajudar minha sogra, liberar o corpo no hospital, ver o velório. Acabei nem tendo tempo de ter uma reação. Depois de uns cinco dias que ficamos voltados para isso e apoiando minha sogra, eu já estava acostumada com a ideia de ter câncer”, relatou.

Ana Beatriz explicou que o câncer em si não estava ligado diretamente à sua gravidez. “Não foi por causa da gestação que tive câncer”, ressaltou. Entretanto, “como o tipo de tumor que eu tive era hormonal – e a maioria é realmente hormonal –, a gravidez fez com que ele se desenvolvesse mais rápido”.

“Por isso – indicou –, eu descobri mais rápido, logo no começo. Se eu não estivesse grávida, talvez quando eu descobrisse, ele já estivesse em metástase”.

Mas, “como era hormonal e a gravidez é uma “bomba de hormônios”, os médicos queriam que eu tirasse minha bebê”, contou, ao destacar que ela estava no início da gestação e, por isso, ainda “tinha muito hormônio pela frente e os médicos não queriam que eu ficasse grávida e com câncer”.

A resposta de Ana Beatriz, porém, foi em defesa da vida de sua filha. “Eu decidi seguir com a gravidez, porque sou contra o aborto, eu acredito na vida, acredito no amor”, declarou.

“Eu jamais iria sacrificar a vida da minha filha para salvar a minha vida. Eu acho que todas as vidas têm o mesmo valor e jamais iria matar a minha filha para me salvar. Não ia conseguir viver com isso”, afirmou.

“Falei para todo mundo, ou íamos viver juntas, ou morreríamos juntas, mas não ia me separar dela, sacrificá-la, matá-la para me salvar. Então, eu lutei por nós duas e nós duas sobrevivemos”, testemunhou.

Ainda durante a gestação, Beatriz começou o tratamento contra o câncer. “Primeiro, fiz a mastectomia, que foi um pouco mais complicado, porque eu senti muito dor no pós-operatório”, contou.

Por estar grávida, Beatriz não podia tomar remédios fortes para conter a dor. “Não pude tomar anti-inflamatório, teve que ser na raça!”, recordou.

Entretanto, assinalou que era “consciente disso”. “Eu não tinha como esperar ela nascer para fazer o tratamento, porque estava no começo da gravidez e era muito hormônio no meu corpo. Então, tinha que me tratar grávida mesmo”.

Depois, quando estava com seis para sete meses de gravidez, começou a quimioterapia, período que descreveu como “tranquilo”. “Eu não sentia enjoo, não sentia nada. Muito pelo contrário, fazer a quimioterapia grávida me deu muita força. Como eu sabia que estava lutando por mim e por ela, tinha que ficar muito forte por nós duas”.

Durante todo este período, Beatriz encontrou seu sustento em Deus. “Eu sou cristã e tenho certeza de que foi minha força em Deus que me manteve de pé. Eu nunca perdi a fé, nunca me desesperei ou pensei que eu e Louise fôssemos morrer”.

“Eu tenho uma fé muito forte em Deus e na vida. Sei que Deus tem um propósito na minha vida e na da Louise, sei que ela foi um presente de Deus para mim. Todo tempo, toda essa parte difícil que passei, sabia que Deus estava comigo, me sustentando, me amparando”, garantiu.

Passado tudo isso, em 24 de janeiro de 2018, a pequena Louise nasceu de parto normal, um momento de grande conquista para esta mãe. “Na hora que ela saiu de dentro de mim e veio para o meu colo, eu chorava de gratidão, de alegria, de alívio. Vê-la gordinha, saudável, viva, tão perto de mim, ali no meu colo, sentir o cheirinho dela foi inexplicável, sensação de vitória”.

Hoje, Louise já está com seis meses, muito “saudável, um bebezinho feliz, é uma bênção, não chora, é risonha”, assinalou a orgulhosa mãe.

Ana Beatriz terminou as sessões de quimioterapia no mês passado “Meu cabelo está voltando a crescer. Eu faço tratamentos como a hormonioterapia, que me deixa um pouco cansada e me dá alguns efeitos colaterais, como dor no corpo. Mas, estou aprendendo a lidar com isso”, relatou.

“Ainda tenho umas cirurgias para fazer, para concluir esse processo. Mas, a parte mais difícil, que era a quimioterapia, eu já terminei. Sempre falo, quem fez quimioterapia grávida, faz qualquer coisa, essa parte agora de hormonioterapia, vou tirar de letra. Eu tive câncer, mas o câncer nunca me teve”, concluiu.

Fonte: www.acidigital.com

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15 de Agosto – Assunção de Nossa Senhora, Mãe de Deus

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Hoje, solenemente, celebramos o fato ocorrido na vida de Maria de Nazaré, proclamado como dogma de fé, ou seja, uma verdade doutrinal, pois tem tudo a ver com o mistério da nossa salvação. Assim definiu pelo Papa Pio XII em 1950 através da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus: “A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre foi assunta em corpo e alma à glória celestial.”

Antes, esta celebração, tanto para a Igreja do Oriente como para o Ocidente, chamava-se “Dormição”, porque foi sonho de amor. Até que se chegou ao de “Assunção de Nossa Senhora ao Céu”, isto significa que o Senhor reconheceu e recompensou com antecipada glorificação todos os méritos da Mãe, principalmente alcançados em meio às aceitações e oferecimentos das dores.

Maria contava com 50 anos quando Jesus subiu ao Céu. Tinha sofrido muito: as dúvidas do seu esposo, o abandono e pobreza de Belém, o desterro do Egito, a perda prematura do Filho, a separação no princípio do ministério público de Jesus, o ódio e perseguição das autoridades, a Paixão, o Calvário, a morte do Filho e, embora tanto sofrimento, São Bernardo e São Francisco de Sales é quem nos aponta o amor pelo Filho que havia partido como motivo de sua morte.

É probabilíssima, e hoje bastante comum, a crença de a Santíssima Virgem ter morrido antes que se realizasse a dispersão dos Apóstolos e a perseguição de Herodes Agripa, no ano 42 ou 44. Teria então uns 60 anos de idade. A tradição antiga, tanto escrita como arqueológica, localiza a sua morte no Monte Sião, na mesma casa em que seu Filho celebrara os mistérios da Eucaristia e, em seguida, tinha descido o Espírito Santo sobre os Apóstolos.

Esta a fé universal na Igreja desde tempos remotíssimos. A Virgem Maria ressuscitou, como Jesus, pois sua alma imortal uniu-se ao corpo antes da corrupção tocar naquela carne virginal, que nunca tinha experimentado o pecado. Ressuscitou, mas não ficou na terra e sim imediatamente foi levantada ou tomada pelos anjos e colocada no palácio real da glória. Não subiu ao Céu, como fez Jesus, com a sua própria virtude e poder, mas foi erguida por graça e privilégio, que Deus lhe concedeu como a Virgem antes do parto, no parto e depois do parto, como a Mãe de Deus.

Nossa Senhora da Assunção, rogai por nós!

 

 

 

fonte/texto: cancaonova.com

Liturgia – 15 de Agosto

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Evangelho (Lc 1,39-56): Naqueles dias, Maria partiu apressadamente para a região montanhosa, dirigindo-se a uma cidade de Judá. Ela entrou na casa de Zacarias e saudou Isabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou de alegria em seu ventre, e Isabel ficou repleta do Espírito Santo. Com voz forte, ela exclamou: «Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! Como mereço que a mãe do meu Senhor venha me visitar? Logo que a tua saudação ressoou nos meus ouvidos, o menino pulou de alegria no meu ventre. Feliz aquela que acreditou, pois o que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido!».

Maria então disse: «A minha alma engrandece o Senhor, e meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, porque ele olhou para a humildade de sua serva. Todas as gerações, de agora em diante, me chamarão feliz, porque o Poderoso fez para mim coisas grandiosas. O seu nome é santo, e sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem. Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os que tem planos orgulhosos no coração. Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes. Encheu de bens os famintos, e mandou embora os ricos de mãos vazias. Acolheu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência, para sempre». Maria ficou três meses com Isabel. Depois, voltou para sua casa.

«A minha alma engrandece o Senhor, e meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador»

fonte/texto: evangeli.net

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Sua avó quis que o abortassem, mas sua mãe o deu em adoção e agora defende a vida

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Pablo Bodean é um jovem argentino que, no contexto do debate sobre o projeto do aborto livre, comoveu milhares de pessoas ao agradecer a sua mãe biológica por não abortá-lo, mas entregá-lo em adoção.

Bodean, que tem 28 anos, disse ao jornal ‘Clarín’ que a sua mãe tinha 19 anos quando engravidou e não tinha dinheiro para sustentá-lo.

“A minha mãe biológica me deixou em um hospital, porque a sua mãe disse para ‘não voltar com isso para casa’. Disse para abortá-lo ou deixá-lo. A minha mãe biológica seguiu com a gravidez”, contou.

Na cidade de Aldo Bonzi, na província de Buenos Aires, havia um casal que “não podia ter filhos. Durante o processo de adoção, o tema estava sendo complicado e demorava muito tempo, pelos documentos e todo o tema judicial”.

“A minha avó (adotiva), que era enfermeira do Hospital Muñiz me encontrou. Comentou aos meus pais (adotivos) que havia um bebê que queriam entregar para adoção”, continuou.

Bodean garantiu ao jornal ‘Clarín’ que seus pais adotivos sempre disseram a verdade, quem era a sua mãe e onde ela vivia.

Entretanto, “eu não me sentia preparado para ver o seu rosto. Eu tinha medo. Tinha que estar preparado para receber um rechaço, que me dissesse: ‘Não, você não é o meu filho'”.

Comentou que, “com o tempo, com a ajuda dos meus pais, dos meus amigos e de Deus, consegui perdoar aquela mulher”.

Bodean participa desde os 11 anos de idade de um grupo evangélico. Também trabalha em uma empresa química e ajuda os necessitados.

Além disso, luta para que melhorarem as leis de adoção, “porque atualmente é muito complicado, exigem muitas coisas e há muitos bebês na lista de espera. Querem ser adotados, mas não podem”.

“Há uma armadilha do governo, do Estado, e agora saiu este tema do aborto, dos ‘fetos’, como elas dizem”, disse ao jornal sobre as mulheres que são a favor da legalização do aborto. Elas “odeiam os homens, como eu odiava as mulheres”, contou.

Recordou que “na adolescência, eu me apaixonava por uma jovem e depois a deixava, porque pensava que nenhuma outra mulher iria me abandonar”. Atualmente está casado e vive na cidade de Tigre, localizada a 28 quilômetros da cidade de Buenos Aires.

Alguns anos depois, curou as suas feridas emocionais “com a ajuda de Deus”.

Desde meados de junho, quando o projeto do aborto livre foi debatido na Câmara dos Deputados, Pablo Bodean acampava todas as quartas-feiras em frente ao Congresso para defender a vida do nascituro, porque “em qualquer manual de ciência básica diz que há vida a partir da concepção”.

Indicou que “contei aos meus chefes a minha história de vida e me apoiaram”.

“Mesmo que, ao menos uma vida for mudada, esta marcha vale a pena”, comentou antes do anúncio, na madrugada do dia 9 de agosto, que o Senado argentino rechaçou o projeto de aborto livre.

Dos 72 senadores, 38 votaram contra a despenalização do aborto, 31 votaram a favor, dois se abstiveram e houve uma ausência.

O projeto de lei buscava permitir o aborto livre até a 14ª semana de gravidez e até os nove meses de gestação em casos de violação, de risco à saúde da mãe e inviabilidade do feto. Além disso, proibia a objeção de consciência institucional.

Com este resultado, o projeto foi fechado definitivamente neste ano legislativo e só poderia ser reaberto a um debate parlamentar em 2019.

Fonte: www.acidigital.com

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Assaltantes armados rendem funcionários e roubam Catedral de Londrina

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A Catedral Metropolitana de Londrina (PR) foi alvo de um assalto armado na manhã desta segunda-feira e, por este motivo, o templo foi fechado e as atividades e atendimentos agendados para hoje foram suspensos.

O caso foi divulgado pela própria Catedral, em nota publicada em sua página de Facebook, a qual foi compartilhada também pela Arquidiocese de Londrina.

O assalto aconteceu nas instalações administrativas, quando ao menos dois ladrões invadiram o local por volta das 8h e renderam cerca de 15 pessoas.

“Infelizmente os seguranças, funcionários, paroquianos e o Pe. Dirceu Reis, vigário, foram rendidos”, informou a nota.

Entretanto, “em curto espaço de tempo a Polícia Militar conseguiu controlar a situação violenta e render os assaltantes. Graças a Deus e a intercessão de Nossa Senhora Aparecida todos estão bem”, acrescentou.

Segundo relatou o site “Folha de Londrina”, os assaltantes renderam algumas pessoas, incluindo os seguranças, e as levaram para o segundo andar, onde Pe. Dirceu estava em reunião com alguns paroquianos.

Ao site, o sacerdote contou que foi “comunicado pela secretária” sobre o assalto e, como os criminosos subiram pelo elevador, ele teve tempo de avisar a polícia, que chegou ao local a tempo e conseguiu recuperar o dinheiro roubado.

Os dois assaltantes, que estavam bem vestidos para tentar despistar qualquer suspeita, foram encaminhados para a Central de Flagrantes. Ainda de acordo com o site, uma terceira pessoa, que ainda não foi identificada, teria sido responsável por informar os demais sobre a rotina financeira e os horários da igreja.

“Estão todos em pânico. Tirando o prejuízo físico, já que quebraram portas e vidros da Catedral, estamos bem. Deus e Nossa Senhora nos protegeram”, expressou Pe. Reis à ‘Folha de Londrina’.

Em sua nota, a Catedral pediu “que toda a comunidade se uma em oração a Deus pela paz nas famílias, na cidade e em nossa comunidade paroquial”.

Fonte: www.acidigital.com