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Consagre-se ao Preciosíssimo Sangue de Jesus

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Senhor Jesus Cristo, em Vosso nome e com o poder de Vosso Sangue Precioso, selamos cada pessoa, fato ou acontecimento por meio dos quais o inimigo nos queira prejudicar.

Com o poder do Sangue de Jesus, selamos toda potência destruidora no ar, na terra, na água, no fogo, abaixo da terra, nos abismos do inferno e no mundo do qual hoje nos moveremos.

Com o poder do Sangue de Jesus, rompemos toda interferência e ação do maligno. Nós Vos pedimos, Senhor, que envieis ao nosso lar e local de trabalho a Santíssima Virgem Maria acompanhada de São Miguel, São Gabriel, São Rafael e toda sua corte de santos anjos.

Com o poder do Sangue de Jesus, lacramos nossa casa, todos os que nela habitam (nomear cada um), as pessoas que o Senhor a ela enviará, assim como todos os alimentos e os bens que generosamente nos concede para nosso sustento.

Com o poder do Sangue de Jesus, lacramos terras, portas, janelas, objetos, paredes e pisos, o ar que respiramos, e na fé colocamos um círculo de Seu Sangue ao redor de toda nossa família.

Com o poder do Sangue de Jesus, lacramos os lugares onde vamos estar, neste dia, e as pessoas, empresas e instituições com quem vamos tratar.

Com o poder do Sangue de Jesus, lacramos nosso trabalho material e espiritual, os negócios de nossa família, os veículos, estradas, ares, ruas e qualquer meio de transporte que haveremos de utilizar.

Com Vosso Preciosíssimo Sangue, lacramos atos, mentes e corações de nossa Pátria, a fim de que Vossa paz e Vosso Coração nela reinem.

Nós Vos agradecemos, Senhor, pelo Vosso Preciosíssimo Sangue, pelo qual nós fomos salvos e preservados de todo mal. Amém.

Reze o Terço da Vitória pelo Sangue de Jesus

 

 

Fonte: cancaonova.com

Liturgia – 5 de Julho

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Evangelho (Mt 9,32-38): Naquele tempo as pessoas trouxeram a Jesus um possesso mudo. Expulso o demônio, o mudo começou a falar. As multidões ficaram admiradas e diziam: «Nunca se viu coisa igual em Israel». Os fariseus, porém, diziam: «É pelo chefe dos demônios que ele expulsa os demônios».

Jesus começou a percorrer todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, proclamando a Boa Nova do Reino e curando todo tipo de doença e de enfermidade. Ao ver as multidões, Jesus encheu-se de compaixão por elas, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor. Então disse aos discípulos: «A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que envie trabalhadores para sua colheita!».

 

Fonte:evangeli.net

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O segredo para ter um casamento feliz

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Pequenos gestos que reforçam os laços da vida conjugal feliz

Não é difícil de encontrar casais que relatam suas dificuldades no casamento, ainda que estejam casados há poucos meses. A impressão que a maioria desses casais têm é de que, enquanto estavam namorando, tudo era bem diferente. Eles comentam que, antes de oficializar o casamento, viviam melhor.

Se formos considerar a longevidade da proposta conjugal, certamente alguns poucos anos corresponderiam a um período de lua de mel. É o começo de uma vida nova que se desdobra.

O segredo para ter um casamento feliz é os casais aprenderem a deixar de conjugar os verbos na primeira pessoa – eu vou, eu quero, eu faço… – para conjugá-los na primeira pessoa do plural – nós vamos, nós queremos, nós faremos…

Muitas são as queixas de ambos. Parece que o romantismo vivido por eles no namoro e nas primeiras semanas de casados foi abandonado.

Se ficarem presos às coisas que deixamos para trás ou às situações que têm sido motivos de brigas, em muito pouco tempo os casais começarão a pensar em se separar, antes mesmo de fazerem a experiência da verdadeira vida conjugal, além da cama.

Diante das primeiras crises, eles reclamam que o cônjuge já não se preocupa em ser a mesma pessoa atenciosa com quem, um dia, se casaram. Com isso, muitas farpas são trocadas. Na tentativa de fazer valer sua opinião, o casal se prende ao objetivo de vencer uma batalha, na qual as palavras são as armas.

Obcecados em vencer a briga, eles se esquecem de que o objetivo da vida a dois está em eliminar os motivos de desavenças e não criar barreiras contra alguém que está no mesmo time.

Numa guerra, ainda que o soldado não seja morto, certamente alguns arranhões ele trará consigo. Tal situação não seria diferente para aqueles que travam uma guerra de palavras. Ainda que haja um vencedor, ambos perdem por causa dos resquícios das ofensas lançadas contra o outro.

Poderíamos fazer uma lista com muitas dicas usadas pelas revistas, mas nenhum conselho poderá ser útil se não houver a atitude de resgatar o primeiro objetivo que tiveram ao optar pelo casamento: ser feliz junto com a pessoa por quem se apaixonou. No entanto, nada será diferente se, nos momentos de crise, a pessoa começar a olhar apenas para os sinais que a fazem infeliz no casamento, pois, em pouco tempo, ela cogitará a hipótese de separação.

Em vez disso, será muito mais proveitoso para o casal fazer uma reflexão, em conjunto, sobre a situação, na tentativa de entender aquilo que poderia os tornar mais felizes dentro do novo estado de vida.

Mesmo que as nossas atividades e os nossos trabalhos não permitam que estejamos juntos, podemos fazer outras pequenas coisas que reforçam também os laços da vida de casados.

 

 

Fonte: cancaonova.com

Liturgia – 4 de Julho

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Evangelho (Mt 9,18-26): Enquanto Jesus estava falando, um chefe aproximou-se, prostrou-se diante dele e disse: “Minha filha faleceu agora mesmo; mas vem impor a mão sobre ela, e viverá”. Jesus levantou-se e o acompanhou, junto com os discípulos. Nisto, uma mulher que havia doze anos sofria de hemorragias veio por trás dele e tocou na franja de seu manto. Ela pensava consigo: “Se eu conseguir ao menos tocar no seu manto, ficarei curada”. Jesus voltou-se e, ao vê-la, disse: “Coragem, filha! A tua fé te salvou”. E a mulher ficou curada a partir daquele instante.

Chegando à casa do chefe, Jesus viu os tocadores de flauta e a multidão agitada, e disse: “Retirai-vos! A menina não morreu; ela dorme”. Mas eles zombavam dele. Afastada a multidão, ele entrou, pegou a menina pela mão, e ela se levantou. E a notícia disso espalhou-se por toda aquela região.

 

Fonte: evangeli.net

 

Fonte: evangeli.net

Liturgia – 30 de Junho

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Evangelho (Mt 9,1-8): Naquele tempo, entrando num barco, Jesus passou para a outra margem do lago e foi para a sua cidade. Apresentaram-lhe, então, um paralítico, deitado numa maca. Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: “Coragem, filho, teus pecados estão perdoados!”. Então alguns escribas pensaram: “Esse homem está blasfemando”. Mas Jesus, conhecendo os seus pensamentos, disse-lhes: “Por que tendes esses maus pensamentos em vossos corações? Que é mais fácil, dizer?: Os teus pecados são perdoados?, ou: Levanta-te e anda? Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem na terra poder para perdoar pecados, disse então ao paralítico: ‘Levanta-te, pega a tua maca e vai para casa'”. O paralítico levantou-se e foi para casa. Vendo isso, a multidão ficou cheia de temor e glorificou a Deus por ter dado tal poder aos seres humanos.

 

 

Fonte: evangeli.net

Liturgia – 29 de Junho

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Evangelho (Mt 16,13-19): Naquele tempo, Jesus foi à região de Cesaréia de Filipe e ali perguntou aos discípulos: “Quem é que as pessoas dizem ser o Filho do Homem?”. Eles responderam: “Alguns dizem que és João Batista; outros, Elias; outros ainda, Jeremias ou algum dos profetas”. “E vós”, retomou Jesus, “quem dizeis que eu sou?”. Simão Pedro respondeu: “Simão Pedro respondeu: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo!Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo». Jesus então declarou: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi carne e sangue quem te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. Por isso, eu te digo: tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e as forças do Inferno não poderão vencê-la. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus”.

 

Fonte: cancaonova.com

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Abuso sexual: o silêncio de uma inocente

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“Tudo começou quando eu tinha cinco anos. Um amigo da família, pessoa sempre presente na casa de minha avó, certo dia se aproximou de mim com carícias e toques. Tentou, algumas vezes, forçar uma relação sexual, porém, como eu reclamava e tentava fugir, ele não conseguiu, mas sempre me advertia que eu não poderia contar a ninguém o que ele fazia.

À medida que eu crescia, percebia que havia algo errado e tentava fugir, mas começaram as ameaças. Não houve agressão física, mas violência psicológica e sexual. A pressão era muito grande, e com frequência ele ameaçava: “Se você contar para alguém, mato sua avó”.

Na minha família, já havia um histórico de abuso sexual, inclusive meu tio foi preso por estupro. Por causa disso, quando eu tinha 13 anos, minha mãe me questionou se já havia acontecido comigo, pois, na época, eu era muito próxima do meu tio. De fato, com ele não aconteceu nada. Minha mãe, porém, pediu insistentemente que eu falasse a verdade, pois não iria se chatear ou ficar brava. Então, com coragem, contei que o rapaz que frequentava a casa da vovó, que também era amigo do meu tio, havia cometido os abusos contra mim. Naquele momento, ela não soube muito bem como reagir, só me disse para não contar ao meu pai e não frequentar a casa da minha avó quando o rapaz estivesse lá.

A história se repetiu

Não fui a única da família a sofrer abuso. Minhas primas, tias e minha mãe passaram por isso. Os abusadores sempre foram pessoas muito próximas; inclusive, não sofri apenas abuso do rapaz que frequentava a casa da minha avó, mas do meu próprio avô e do meu primo. Isso gerou em mim um trauma muito grande, e acabei me afastando do meu pai, com medo de que ele também viesse a fazer isso.

Sofri abusos dos 5 aos 12 anos. A situação só teve fim quando meu avô faleceu, pois o rapaz também parou de frequentar a casa da minha avó.

 

Além dos traumas na minha afetividade e sexualidade, percebo que a maior dificuldade enfrentada até hoje é no relacionamento com minha mãe, pois não conversamos muito sobre isso e não consigo entender o fato de ela nunca ter feito nada a respeito. Nunca procurou ajuda.

Trago muitas marcas, lembranças ruins e mágoas! Tantas vezes questionei por que Deus permitiu que isso acontecesse a uma criança, mas ainda não encontrei a resposta para muitos dos questionamentos que trago. Contudo, acredito que Deus tem um plano de amor para mim, e este deve ser bem grande! Acredito que, um dia, terei as respostas de que preciso.

Olho para minha história e vejo o quanto ela poderia ser apenas algo que deu errado, mas, com meu esforço e decisão, tendo sempre Deus à frente de minha vida, tenho superado o passado e já consigo conversar sobre isso sem chorar. Sei que a cura e a superação são um processo diário. Hoje, com 21 anos de idade, trabalho, moro sozinha e sonho em me casar e ser mãe. Tenho uma vida pela frente e quero conquistar muitas coisas.”

Jovem anônima

 

 

Liturgia – 28 de Junho

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Evangelho (Mt 8,23-27): Então Jesus entrou no barco, e seus discípulos o seguiram. Nisso, veio uma grande tempestade sobre o mar, a ponto de o barco ser coberto pelas ondas. Jesus, porém, dormia. Eles foram acordá-lo. “Senhor”, diziam, “salva-nos, estamos perecendo!” “Por que tanto medo, homens de pouca fé?”, respondeu ele. Então, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar, e fez-se uma grande calmaria. As pessoas ficaram admiradas e diziam: “Que homem é este, que até os ventos e o mar lhe obedecem?”.

 

Fonte: evangeli.net

Liturgia – 27 de Junho

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Evangelho (Mt 8,18-22): Vendo uma grande multidão ao seu redor, Jesus deu ordem de passar para a outra margem do lago. Nisso, um escriba aproximou-se e disse: “Mestre, eu te seguirei aonde fores”. Jesus lhe respondeu: «As raposas têm tocas e os pássaros do céu têm ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde repousar a cabeça”. Um outro dos discípulos disse a Jesus: “Senhor, permite-me que primeiro eu vá enterrar meu pai”. Mas Jesus lhe respondeu: “Segue-me, e deixa que os mortos enterrem os seus mortos”.

 

Fonte: evangeli.net

Liturgia – 24 de Junho

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Evangelho (Lc 1,57-66.80): Quando se completou o tempo da gravidez, Isabel deu à luz um filho. Os vizinhos e os parentes ouviram quanta misericórdia o Senhor lhe tinha demonstrado, e alegravam-se com ela. No oitavo dia, foram circuncidar o menino e queriam dar-lhe o nome de seu pai, Zacarias. A mãe, porém, disse:«Não. Ele vai se chamar João». Disseram-lhe: “Ninguém entre os teus parentes é chamado com este nome!». Por meio de sinais, então, perguntaram ao pai como ele queria que o menino se chamasse. Zacarias pediu uma tabuinha e escreveu: «João é o seu nome!” E todos ficaram admirados.

No mesmo instante, sua boca se abriu, a língua se soltou, e ele começou a louvar a Deus. Todos os vizinhos se encheram de temor, e a notícia se espalhou por toda a região montanhosa da Judéia. Todos os que ouviram a notícia ficavam pensando: “Que vai ser este menino?” De fato, a mão do Senhor estava com ele. O menino crescia e seu espírito se fortalecia. Ele vivia nos desertos, até o dia de se apresentar publicamente diante de Israel

 

Fonte: evangeli.net