Santuário Astorga

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LITURGIA-25 DE FEVERERO segunda feira

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7ª SEMANA COMUM

(verde – ofício do dia)

Confiei, Senhor, na vossa misericórdia; meu coração exulta porque me salvais. Cantarei ao Senhor pelo bem que me fez (Sl 12,6).

A verdadeira sabedoria nos leva a estar em sintonia com Deus na oração. Esta alimenta nossa fé e é fundamental para nos libertar da realidade maléfica que perturba a sociedade.Primeira Leitura: Eclesiástico 1,1-10

Início do livro do Eclesiástico – 1Toda sabedoria vem do Senhor Deus. Ela esteve e está sempre com ele. 2Quem pode contar a areia do mar, as gotas de chuva, os dias do tempo? 3Quem poderá medir a altura do céu, a extensão da terra, a profundeza do abismo? 4Antes de todas as coisas foi criada a sabedoria, a inteligência prudente vem da eternidade. 5Fonte da sabedoria é a palavra de Deus no mais alto dos céus, e seus caminhos são os mandamentos eternos. 6A quem foi revelada a raiz da sabedoria? Quem conheceu as capacidades do seu engenho? 7A ciência da sabedoria, a quem foi revelada? E quem compreendeu sua grande experiência? 8Só um é o altíssimo, criador onipotente, rei poderoso e a quem muito se deve temer, assentado em seu trono e dominando tudo, Deus. 9Ele é quem a criou no espírito santo: ele a viu, a enumerou e mediu; 10ele a derramou sobre todas as suas obras e em cada ser humano, segundo a sua bondade. Ele a concede àqueles que o temem. – Palavra do Senhor.Salmo Responsorial: 92(93)

Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor!

  1. Deus é rei e se vestiu de majestade, / revestiu-se de poder e de esplendor! – R.
  2. Vós firmastes o universo inabalável, † vós firmastes vosso trono desde a origem, / desde sempre, ó Senhor, vós existis! – R.
  3. Verdadeiros são os vossos testemunhos, † refulge a santidade em vossa casa, / pelos séculos dos séculos, Senhor! – R.

Evangelho: Marcos 9,14-29

Aleluia, aleluia, aleluia.

Jesus Cristo salvador destruiu o mal e a morte; / fez brilhar, pelo evangelho, a luz e a vida imperecíveis (2Tm 1,10). – R.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, 14descendo Jesus do monte com Pedro, Tiago e João e chegando perto dos outros discípulos, viram que estavam rodeados por uma grande multidão. Alguns mestres da lei estavam discutindo com eles. 15Logo que a multidão viu Jesus, ficou surpresa e correu para saudá-lo. 16Jesus perguntou aos discípulos: “O que discutis com eles?” 17Alguém da multidão respondeu: “Mestre, eu trouxe a ti meu filho que tem um espírito mudo. 18Cada vez que o espírito o ataca, joga-o no chão e ele começa a espumar, range os dentes e fica completamente rijo. Eu pedi aos teus discípulos para expulsarem o espírito. Mas eles não conseguiram”. 19Jesus disse: “Ó geração incrédula! Até quando estarei convosco? Até quando terei que suportar-vos? Trazei aqui o menino”. 20E levaram-lhe o menino. Quando o espírito viu Jesus, sacudiu violentamente o menino, que caiu no chão e começou a rolar e a espumar pela boca. 21Jesus perguntou ao pai: “Desde quando ele está assim?” O pai respondeu: “Desde criança. 22E muitas vezes o espírito já o lançou no fogo e na água para matá-lo. Se podes fazer alguma coisa, tem piedade de nós e ajuda-nos”. 23Jesus disse: “Se podes!… Tudo é possível para quem tem fé”. 24O pai do menino disse em alta voz: “Eu tenho fé, mas ajuda a minha falta de fé”.

25Jesus viu que a multidão acorria para junto dele. Então ordenou ao espírito impuro: “Espírito mudo e surdo, eu te ordeno que saias do menino e nunca mais entres nele”. 26O espírito sacudiu o menino com violência, deu um grito e saiu. O menino ficou como morto, e por isso todos diziam: “Ele morreu!” 27Mas Jesus pegou a mão do menino, levantou-o e o menino ficou de pé. 28Depois que Jesus entrou em casa, os discípulos lhe perguntaram a sós: “Por que nós não conseguimos expulsar o

espírito?” 29Jesus respondeu: “Essa espécie de demônios não pode ser expulsa de nenhum modo, a não ser pela oração”. – Palavra da salvação.Reflexão:

No centro da cena e no meio da multidão alvoroçada, encontra-se um menino com sintomas de epilepsia. Ele simboliza o povo oprimido e desesperado. Recorrem aos discípulos para que o curem. Não conseguem; falta-lhes fé. Sentem-se impotentes diante do mal que aprisiona as pessoas. Jesus os recrimina: “Oh, geração incrédula! Até quando hei de suportar vocês?”. Recorrem a Jesus, a quem o pai conta o drama do menino. Mas também o pai, que representa a esperança da multidão, tem fé miúda: “Se podes fazer alguma coisa…”. Jesus reforça a lição sobre a fé: “Tudo é possível para quem crê”. Finalmente, Jesus ordena que o espírito surdo e mudo deixe a criança em paz. Aos discípulos decepcionados pela incapacidade de curar o menino, Jesus esclarece o motivo do fracasso: falta de fé e oração.

Fonte/texto:paulus.com.br

LITURGIA-24 DE FEVERERO DOMINGO

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7º DO TEMPO COMUM

(verde – 3ª semana do saltério)

Confiei, Senhor, na vossa misericórdia; meu coração exulta porque me salvais. Cantarei ao Senhor pelo bem que me fez (Sl 12,6).

Bendizendo o Senhor bondoso e compassivo, celebremos a Eucaristia, memorial da paixão, morte e ressurreição de Jesus. Nela somos convidados a fazer a experiência do amor misericordioso de Deus e refletir esse amor com nossa vida, superando o espírito de ódio e vingança para darmos lugar ao perdão e à bondade.Primeira Leitura: 1 Samuel 26,2.7-9.12-13.22-23

Leitura do primeiro livro de Samuel – Naqueles dias, 2Saul pôs-se em marcha e desceu ao deserto de Zif. Vinha acompanhado de três mil homens, escolhidos de Israel, para procurar Davi no deserto de Zif. 7Davi e Abisai dirigiram-se de noite até o acampamento e encontraram Saul deitado e dormindo no meio das barricadas, com a sua lança à cabeceira, fincada no chão. Abner e seus soldados dormiam ao redor dele. 8Abisai disse a Davi: “Deus entregou hoje em tuas mãos o teu inimigo. Vou cravá-lo em terra com uma lançada, e não será preciso repetir o golpe”. 9Mas Davi respondeu: “Não o mates! Pois quem poderia estender a mão contra o ungido do Senhor e ficar impune?” 12Então Davi apanhou a lança e a bilha de água que estavam junto da cabeceira de Saul, e foram-se embora. Ninguém os viu, ninguém se deu conta de nada, ninguém despertou, pois todos dormiam um profundo sono que o Senhor lhes tinha enviado. 13Davi atravessou para o outro lado, parou no alto do monte, ao longe, deixando um grande espaço entre eles. 22E Davi disse: “Aqui está a lança do rei. Venha cá um dos teus servos buscá-la! 23O Senhor retribuirá a cada um conforme a sua justiça e a sua fidelidade. Pois ele te havia entregue hoje em meu poder, mas eu não quis estender a minha mão contra o ungido do Senhor”. – Palavra do Senhor.Salmo Responsorial: 102(103)

O Senhor é bondoso e compassivo.

  1. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, / e todo o meu ser, seu santo nome! / Bendize, ó minha alma, ao Senhor, / não te esqueças de nenhum de seus favores! – R.
  2. Pois ele te perdoa toda culpa / e cura toda a tua enfermidade; / da sepultura ele salva a tua vida / e te cerca de carinho e compaixão. – R.
  3. O Senhor é indulgente, é favorável, / é paciente, é bondoso e compassivo. / Não nos trata como exigem nossas faltas / nem nos pune em proporção às nossas culpas. – R.
  4. Quanto dista o nascente do poente, / tanto afasta para longe nossos crimes. / Como um pai se compadece de seus filhos, / o Senhor tem compaixão dos que o temem. – R.

Segunda Leitura: 1 Coríntios 15,45-49

Leitura da primeira carta de são Paulo aos Coríntios – Irmãos, 45o primeiro homem, Adão, “foi um ser vivo”. O segundo Adão é um espírito vivificante. 46Veio primeiro não o homem espiritual, mas o homem natural; depois é que veio o homem espiritual. 47O primeiro homem, tirado da terra, é terrestre; o segundo homem vem do céu. 48Como foi o homem terrestre, assim também são as pessoas terrestres; e como é o homem celeste, assim também vão ser as pessoas celestes. 49E como já refletimos a imagem do homem terrestre, assim também refletiremos a imagem do homem celeste. – Palavra do Senhor.Evangelho: Lucas 6,27-38

Aleluia, aleluia, aleluia.

Eu vos dou este novo mandamento, / nova ordem, agora, vos dou; / que também vos ameis uns aos outros, / como eu vos amei, diz o Senhor (Jo 13,34). – R.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 27“A vós que me escutais, eu digo: amai os vossos inimigos e fazei o bem aos que vos odeiam, 28bendizei os que vos amaldiçoam e rezai por aqueles que vos caluniam. 29Se alguém te der uma bofetada numa face, oferece também a outra. Se alguém te tomar o manto, deixa-o levar também a túnica. 30Dá a quem te pedir e, se alguém tirar o que é teu, não peças que o devolva. 31O que vós desejais que os outros vos façam, fazei-o também vós a eles. 32Se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Até os pecadores amam aqueles que os amam. 33E se fazeis o bem somente aos que vos fazem o bem, que recompensa tereis? Até os pecadores fazem assim. 34E se emprestais somente àqueles de quem esperais receber, que recompensa tereis? Até os pecadores emprestam aos pecadores, para receber de volta a mesma quantia. 35Ao contrário, amai os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai sem esperar coisa alguma em troca. Então, a vossa recompensa será grande, e sereis filhos do Altíssimo, porque Deus é bondoso também para com os ingratos e os maus. 36Sede misericordiosos, como também o vosso Pai é misericordioso. 37Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados. 38Dai e vos será dado. Uma boa medida, calcada, sacudida, transbordante, será colocada no vosso colo; porque, com a mesma medida com que medirdes os outros, vós também sereis medidos”. – Palavra da salvação.Reflexão:

O Evangelho continua o “discurso da planície”, iniciado domingo passado. No texto de hoje, Jesus aprofunda as consequências das bem-aventuranças: propõe a superação da lei do talião, convida ao amor, tendo Deus como modelo, e exorta ao não julgamento. A seu exemplo, Jesus exige o amor sem limites para com todos, pede para rezar e fazer o bem desinteressadamente. Fazer tudo sem esperar nada em troca, a exemplo do Pai, que é misericordioso e bom para com todos. Devemos tratar os outros como gostaríamos que eles nos tratassem. O desejo do ser humano é poder viver, amar e sentir-se amado. A proposta do Evangelho é claramente contrária à violência e à vingança; é uma superação da lei do talião. Na nova sociedade que Jesus propõe, haverá novas relações, pautadas pela gratuidade e pelo desejo de superar a espiral da violência. Para superá-la, é preciso resistir com atitudes que a desmontem, desarmando quem aposta nela como solução. Combatendo a violência com a violência ou com a vingança nunca chegaremos a construir a cultura da paz. Para quem busca construir uma nova sociedade, onde não haja rancor, ódio e intolerância, a última palavra deve ser o amor e o perdão.

Fonte/texto:paulus.com.b

LITURGIA-23 DE FEVERERO SABADO

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SÃO POLICARPO – BISPO E MÁRTIR

(vermelho – ofício da memória)

Este santo lutou até a morte pela lei de seu Deus e não temeu as ameaças dos ímpios, pois se apoiava numa rocha inabalável.

Discípulo do evangelista João, o bispo Policarpo, nascido no ano 69 no território da atual Turquia, associou sua vida à de Cristo, acolhendo o martírio no ano 155. Seu testemunho de fé e de amor seja-nos exemplo de entrega ao projeto salvífico de Deus.Primeira Leitura: Hebreus 11,1-7

Leitura da carta aos Hebreus – Irmãos, 1a fé é um modo de já possuir o que ainda se espera, a convicção acerca de realidades que não se veem. 2Foi a fé que valeu aos antepassados um bom testemunho. 3Foi pela fé que compreendemos que o universo foi organizado por uma palavra de Deus. Assim, as coisas visíveis provêm daquilo que não se vê. 4Foi pela fé que Abel ofereceu a Deus um sacrifício melhor que o de Caim; e por causa dela, ele foi declarado justo, pois Deus aprovou a sua oferta. Graças a ela, mesmo depois de morto, Abel ainda fala! 5Foi pela fé que Henoc foi arrebatado, para não ver a morte; e não mais foi encontrado, porque Deus o arrebatou. Antes de ser arrebatado, porém, recebeu o testemunho de que foi agradável a Deus. 6Ora, sem a fé é impossível ser-lhe agradável, pois aquele que se aproxima de Deus deve crer que ele existe e que recompensa os que o procuram. 7Foi pela fé que Noé, avisado divinamente daquilo que ainda não se via, levou a sério o oráculo e construiu uma arca para salvar a sua família. Pela fé, ele se separou do mundo, tornando-se herdeiro da justiça que se obtém pela fé. – Palavra do Senhor.Salmo Responsorial: 144(145)

Bendirei o vosso nome pelos séculos, Senhor!

  1. Todos os dias haverei de bendizer-vos, / hei de louvar o vosso nome para sempre. / Grande é o Senhor e muito digno de louvores, / e ninguém pode medir sua grandeza. – R.
  2. Uma idade conta à outra vossas obras / e publica os vossos feitos poderosos; / proclamam todos o esplendor de vossa glória / e divulgam vossas obras portentosas! – R.
  3. Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem / e os vossos santos, com louvores, vos bendigam! / Narrem a glória e o esplendor do vosso reino / e saibam proclamar vosso poder! – R.

Evangelho: Marcos 9,2-13

Aleluia, aleluia, aleluia.

Abriram-se os céus e fez-se ouvir a voz do Pai: / Eis meu Filho muito amado, escutai-o, todos vós! (Mc 9,7) – R.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, 2Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João e os levou sozinhos a um lugar à parte sobre uma alta montanha. E transfigurou-se diante deles. 3Suas roupas ficaram brilhantes e tão brancas como nenhuma lavadeira sobre a terra poderia alvejar. 4Apareceram-lhe Elias e Moisés e estavam conversando com Jesus. 5Então Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: “Mestre, é bom ficarmos aqui. Vamos fazer três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias”. 6Pedro não sabia o que dizer, pois estavam todos com muito medo. 7Então desceu uma nuvem e os encobriu com sua sombra. E da nuvem saiu uma voz: “Este é o meu Filho amado. Escutai o que ele diz!” 8E, de repente, olhando em volta, não viram mais ninguém, a não ser somente Jesus com eles. 9Ao descerem da montanha, Jesus ordenou que não contassem a ninguém o que tinham visto, até que o Filho do homem tivesse ressuscitado dos mortos. 10Eles observaram essa ordem, mas comentavam entre si o que queria dizer “ressuscitar dos mortos”. 11Os três discípulos perguntaram a Jesus: “Por que os mestres da lei dizem que antes deve vir Elias?” 12Jesus respondeu: “De fato, antes vem Elias, para colocar tudo em ordem. Mas como dizem as Escrituras que o Filho do homem deve sofrer muito e ser rejeitado? 13Eu, porém, vos digo, Elias já veio, e fizeram com ele tudo o que quiseram, exatamente como as Escrituras falaram a respeito dele”. – Palavra da salvação.Reflexão:

O primeiro anúncio da paixão e morte de Jesus parece ter posto em crise seus discípulos. Por isso, Jesus quer mostrar-lhes que a vida dele não será um fracasso, mas terá um fim vitorioso. A alta montanha simboliza o lugar da manifestação divina. Jesus para lá se dirige com os três mais representativos entre os apóstolos e se transfigura diante deles. Dois representantes de todo o Antigo Testamento (Moisés, a Lei; Elias, os profetas) conversam, não com os apóstolos, mas com Jesus: o Antigo Testamento não tem mensagem direta aos cristãos; ela deve passar pelo filtro (interpretação) de Jesus. A nuvem é

símbolo da presença de Deus. De fato, da nuvem é que vem a voz: “Este é o meu Filho amado: escutai-o”. Moisés e Elias desaparecem, os apóstolos ficam apenas com Jesus, o único a quem devem ouvir e seguir.

Fonte/texto:paulus.com.br

LITURGIA-22 DE FEVERERO

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sexta feira

O Senhor disse a Simão Pedro: Roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, por tua vez, confirma os teus irmãos (Lc 22,32).

Inspirado por Deus, Pedro reconhece Jesus como o Messias. Celebrando a Cátedra de Pedro, professemos também nós a nossa fé em Cristo, enviado do Pai, e peçamos-lhe a graça de testemunhá-lo com palavras e obras.Primeira Leitura: 1 Pedro 5,1-4

Leitura da primeira carta de são Pedro – Caríssimos, 1exorto aos presbíteros que estão entre vós, eu, presbítero como eles, testemunha dos sofrimentos de Cristo e participante da glória que será revelada: 2sede pastores do rebanho de Deus, confiado a vós; cuidai dele não por coação, mas de coração generoso; não por torpe ganância, mas livremente; 3não como dominadores daqueles que vos foram confiados, mas, antes, como modelos do rebanho. 4Assim, quando aparecer o pastor supremo, recebereis a coroa permanente da glória. – Palavra do Senhor.Salmo Responsorial: 22(23)

O Senhor é o pastor que me conduz, / não me falta coisa alguma.

  1. O Senhor é o pastor que me conduz; / não me falta coisa alguma. / Pelos prados e campinas verdejantes, / ele me leva a descansar. / Para as águas repousantes me encaminha / e restaura as minhas forças. – R.
  2. Ele me guia no caminho mais seguro, / pela honra do seu nome. / Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, / nenhum mal eu temerei. / Estais comigo com bastão e com cajado, / eles me dão a segurança! – R.
  3. Preparais à minha frente uma mesa, / bem à vista do inimigo; / com óleo vós ungis minha cabeça, / e o meu cálice transborda. – R.
  4. Felicidade e todo bem hão de seguir-me / por toda a minha vida; / e na casa do Senhor habitarei / pelos tempos infinitos. – R.

Evangelho: Mateus 16,13-19

Aleluia, aleluia, aleluia.

Tu és Pedro, e sobre esta pedra / eu irei construir minha Igreja, / e as portas do inferno não irão derrotá-la (Mt 16,18). – R.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, 13Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do homem?” 14Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros, que é Elias; outros, ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”. 15Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” 16Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. 17Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. 18Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. 19Eu te darei as chaves do reino dos céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”. – Palavra da salvação.Reflexão:

Conhecida já em meados do século IV, esta festa nasceu do costume de se deixar uma cadeira (cátedra) vazia destinada a determinados mortos. Ora, por desconhecer o verdadeiro dia da morte de Pedro, a comunidade cristã de Roma o comemorava no dia 22 de fevereiro. Só mais tarde é que esta “cátedra” mortuária foi interpretada no sentido de cátedra episcopal, passando a se ver aí a tomada de posse da Igreja de Roma por parte do apóstolo Pedro. Na celebração eucarística, a oração do dia reforça o atual significado da festa: “Concedei, ó Deus todo-poderoso, que nada nos possa abalar, pois edificastes a vossa Igreja sobre aquela pedra que foi a profissão de fé do apóstolo Pedro”. Ótima ocasião para unir-nos ao papa e rezar por suas intenções.

Fonte/texto:paulus.com.br

Lei que elimina palavras “pai” e “mãe” nos formulários escolares é ridícula, diz Bispo

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PARIS, 20 Fev. 19 / 06:00 pm (ACI).- O presidente do Conselho Família e Sociedade da Conferência Episcopal da França (CEF), Dom Bruno Feillet, criticou a lei que elimina as palavras “pai” e “mãe” dos formulários administrativos das escolas substituindo-as por “progenitor 1” e “progenitor 2”, algo que considerou “ridículo”.

“Mais uma vez constatamos lamentavelmente uma tentativa do Parlamento de desconstruir a realidade familiar sob o pretexto de unificar os processos administrativos”, disse o também Bispo Auxiliar de Reims em uma declaração publicada no site da CEF.

O Prelado se referiu assim à emenda de lei aprovada na semana passada pelo Parlamento como parte de uma lei mais ampla que visa construir “uma escola de confiança”.

Esta emenda já havia sido debatida em 2013, quando foi aprovada a lei que permite casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Na ocasião, indica ‘The Telegraph’, o atual ministro da Educação, Jean-Michel Blanquer, se opôs à medida.

Agora, esta modificação tem o apoio do partido de maioria no Parlamento, République en Marche (REM), do presidente da França, Emmanuel Macron.

A emenda também foi criticada por coletivos homossexuais, que propõem que se possa escrever no formulário duas vezes a palavra “pai” ou duas vezes a palavra “mãe”.

Aqueles que votaram a favor afirmam que esta emenda eliminará a “discriminação” em relação às “famílias homoparentais”.

No entanto, organizações como a plataforma “La manif pour tous” – que lidera a luta contra a ideologia de gênero na França – alertaram que a emenda é “totalmente desumanizante”, já que “as crianças precisam de coisas claras”.

A emenda da lei deve ser discutida agora pelo Senado.

Dom Feillet escreveu em sua reflexão que, “para uma criança, não é indiferente que se diga, especialmente através de formulários administrativos, que tem um pai e uma mãe. Longe de estar ‘atrasados’ ou ‘defasados’, essa prática de escrever ‘pai’ e ‘mãe’ permite a cada pessoa orientar-se às gerações sucessivas. A escola, em particular, deve participar desta percepção profundamente estruturante”.

Para o Prelado, “essa higienização administrativa da vida familiar representa a transformação da ideologia de gênero que quer que seja indiferente ter pais do mesmo sexo ou de sexo diferente”.

“Além disso, em cada família, mesmo as poucas famílias onde existem dois adultos do mesmo sexo, estes não se apresentam como progenitor 1 e progenitor 2. Os pais teriam que se perguntar quem seria o número 1 e quem seria o número 2. E ,em caso de divórcio, o número 1 se converteria no número 2? Pode-se ver o ridículo desta pretensão”, indicou.

“Esperamos que o senso comum possa recuperar seu lugar, primeiramente, pelo bem das crianças”, concluiu o Bispo.

Fonte/texto:acidigital.com

Papa Francisco: escutemos o grito dos pequenos que pedem justiça

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O Papa Francisco abriu os trabalhos do encontro sobre “A proteção dos menores na Igreja” que começou nesta quinta-feira (21), no Vaticano, e vai até domingo. A introdução do Pontífice aconteceu logo depois da oração inicial, quando desejou “não simples e evidentes condenações, mas medidas concretas e eficazes a serem realizadas”.

Andressa Collet – Cidade do Vaticano

No início da manhã desta quinta-feira (21), o Papa Francisco introduziu os trabalhos do primeiro dia do encontro inédito sobre a proteção dos menores dentro da Igreja. A conferência reúne, pela primeira vez, os presidentes das Conferências Episcopais de todo o mundo no Vaticano para abordar o tema.

O Papa começou o encontro afirmando do seu forte desejo de responsabilidade em interpelar Patriarcas, Cardeais, Arcebispos, Bispos, Superiores Religiosos e Responsáveis “diante da chaga dos abusos sexuais perpetrados por homens da Igreja em detrimento dos menores”. Todos juntos e “com a docilidade” da condução do Espírito Santo, “escutemos o grito dos pequenos que pedem justiça”.

“ O santo Povo de Deus nos vê e espera de nós não simples e evidentes condenações, mas medidas concretas e eficazes a serem realizadas. ”

Responsabilidade pastoral e eclesial

O Pontífice pediu que o encontro tivesse a incumbência do “peso da responsabilidade pastoral e eclesial que nos obriga a discutir juntos, de maneira sinodal, sincera e aprofundada sobre como enfrentar esse mal que aflige a Igreja e a humanidade. O santo Povo de Deus nos vê e espera de nós não simples e evidentes condenações, mas medidas concretas e eficazes a serem realizadas. São necessárias medidas concretas”, acrescentou Francisco.

O Papa enalteceu, então, que o percurso de todos através desse encontro, no Vaticano, começa “armados da fé e do espírito de máxima parresia, de coragem e concretude”.

Como subsídio, disse Francisco, “me permito compartilhar com vocês alguns importantes critérios, formulados pelas diversas Comissões e Conferências Episcopais que chegaram até nós. São orientações para ajudar a nossa reflexão que serão entregues a vocês. São um simples ponto de partida que veio de vocês e volta para vocês”.

Transformar o mal em consciência e purificação

O Papa Francisco, então, agradeceu a Pontifícia Comissão para a Proteção dos Menores, a Congregação para a Doutrina da Fé e os membros da Comissão Organizadora pelo “excelente trabalho desenvolvido com grande empenho em preparar este encontro”. E o Pontífice finalizou:

“ Peço ao Espírito Santo de nos sustentar nestes dias e de nos ajudar a transformar esse mal em uma oportunidade de consciência e de purificação. A Virgem Maria nos ilumine para buscar curar as graves feridas que o escândalo da pedofilia causou seja nos pequenos que nos crentes. ”

Ouvir as vozes das vítimas

Os trabalhos do encontro iniciaram com uma oração, durante a qual alguns testemunhos de vítimas foram compartilhados – de quem não pôde falar ou foi silenciado. Os presentes na conferência elevaram as próprias orações para que cada um pudesse ouvir aqueles que “foram violados e feridos, maltratados e abusados”, reconhecendo “as feridas do povo para que seja feita justiça”.

“Não consentir que os nossos fracassos”, foi a oração ao Senhor, “façam os homens perderem a fé em ti e no teu Evangelho”. Um longo e denso silêncio seguiu a uma das experiências que foram lidas:

“Ninguém me escutava; nem os meus pais, nem os meus amigos, nem depois as autoridades eclesiásticas. Não me escutavam e nem mesmo o meu choro. E eu me questiono: por quê? E me questiono por que Deus não me escutou?”

Fonte/texto:vaticannews.va

20 de Abril – Santa Inês de Montepulciano

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A santa de hoje nasceu no centro da Itália, em Montepulciano, no ano de 1274. Sua família tinha muitas posses, mas possuía também o essencial para uma vida familiar feliz: o amor a Jesus Cristo.

Muito jovem, sentiu o chamado a consagrar-se totalmente ao Senhor, ingressando na família Dominicana. Uma mulher de penitência, oração, recolhimento e busca da vontade de Deus, que a fez galgar altos degraus na vida mística.

Próximo do lugar em que ela vivia, havia uma casa de prostituição, e Inês se compadecia dessas mulheres, e ofereceu penitências e orações por elas. Aquele lugar de pecado, virou lugar de oração, e muitas daquelas se converteram e algumas até entraram para a vida religiosa. Um grande milagre de Santa Inês ainda em vida.

Morreu com 43 anos de idade, e seu último conselho às suas irmãs foi: “Minhas filhas, amai-vos umas às outras porque a caridade é o sinal dos filhos de Deus!”.

Santa Inês de Montepulciano, rogai por nós!

 

fonte/texto: cancaonova.com

LITURGIA-20 DE ABRIL SABADO

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VIGÍLIA PASCAL

(branco – ofício próprio)

Em comunhão com as comunidades cristãs e com todo o universo, celebramos a Páscoa de Jesus, sua passagem da morte para a vida. Exultantes no Senhor ressuscitado nesta noite gloriosa, recordamos as maravilhas de Deus na história, renovamos nossa esperança e fortalecemos nossa fé. Vivamos em profunda alegria os momentos desta vigília: celebração da luz, liturgia da Palavra, liturgia batismal e liturgia eucarística.Primeira Leitura: Gênesis 1,1.26-31 – mais breve

Leitura do livro do Gênesis – 1No princípio Deus criou o céu e a terra. 26Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem e segundo a nossa semelhança, para que domine sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais de toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam sobre a terra”. 27E Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus ele o criou: homem e mulher os criou. 28E Deus os abençoou e lhes disse: “Sede fecundos e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a! Dominai sobre os peixes do mar, sobre os pássaros do céu e sobre todos os animais que se movem sobre a terra”. 29E Deus disse: “Eis que vos entrego todas as plantas que dão semente sobre a terra e todas as árvores que produzem fruto com sua semente, para vos servirem de alimento. 30E a todos os animais da terra, e a todas as aves do céu, e a tudo o que rasteja sobre a terra e que é animado de vida, eu dou todos os vegetais para alimento”. E assim se fez. 31E Deus viu tudo quanto havia feito, e eis que tudo era muito bom. Houve uma tarde e uma manhã: sexto dia. – Palavra do Senhor.Salmo Responsorial: 103(104)

Enviai o vosso Espírito, Senhor, / e da terra toda a face renovai.

  1. Bendize, ó minha alma, ao Senhor! / Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande! / De majestade e esplendor vos revestis / e de luz vos envolveis como num manto. – R.
  2. A terra vós firmastes em suas bases, / ficará firme pelos séculos sem fim; / os mares a cobriam como um manto, / e as águas envolviam as montanhas. – R.
  3. Fazeis brotar em meio aos vales as nascentes / que passam serpeando entre as montanhas; / às suas margens vêm morar os passarinhos, / entre os ramos eles erguem o seu canto. – R.
  4. De vossa casa, as montanhas irrigais, / com vossos frutos saciais a terra inteira; / fazeis crescer os verdes pastos para o gado / e as plantas que são úteis para o homem. – R.
  5. Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras, / e que sabedoria em todas elas! / Encheu-se a terra com as vossas criaturas! / Bendize, ó minha alma, ao Senhor! – R.

Segunda Leitura: Gênesis 22,1-2.9-13.15-18 – mais breve

Leitura do livro do Gênesis – Naqueles dias, 1Deus pôs Abraão à prova. Chamando-o, disse: “Abraão!” E ele respondeu: “Aqui estou”. 2E Deus disse: “Toma teu filho único, Isaac, a quem tanto amas, dirige-te à terra de Moriá e oferece-o ali em holocausto sobre um monte que eu te indicar”. 9Chegados ao lugar indicado por Deus, Abraão ergueu um altar, colocou a lenha em cima, amarrou o filho e o pôs sobre a lenha em cima do altar. 10Depois, estendeu a mão, empunhando a faca para sacrificar o filho. 11E eis que o anjo do Senhor gritou do céu, dizendo: “Abraão! Abraão!” Ele respondeu: “Aqui estou!” 12E o anjo lhe disse: “Não estendas a mão contra teu filho e não lhe faças nenhum mal! Agora sei que temes a Deus, pois não me recusaste teu filho único”. 13Abraão, erguendo os olhos, viu um carneiro preso num espinheiro pelos chifres; foi buscá-lo e ofereceu-o em holocausto no lugar do seu filho. 15O anjo do Senhor chamou Abraão, pela segunda vez, do céu 16e lhe disse: “Juro por mim mesmo – oráculo do Senhor –, uma vez que agiste desse modo e não me recusaste teu filho único, 17eu te abençoarei e tornarei tão numerosa tua descendência como as estrelas do céu e como as areias da praia do mar. Teus descendentes conquistarão as cidades dos inimigos. 18Por tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra, porque me obedeceste”. – Palavra do Senhor.Evangelho: Lucas 24,1-12

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – 1No primeiro dia da semana, bem de madrugada, as mulheres foram ao túmulo de Jesus, levando os perfumes que haviam preparado. 2Elas encontraram a pedra do túmulo removida. 3Mas, ao entrar, não encontraram o corpo do Senhor Jesus 4e ficaram sem saber o que estava acontecendo. Nisso, dois homens com roupas brilhantes pararam perto delas. 5Tomadas de medo, elas olhavam para o chão, mas os dois homens disseram: “Por que estais procurando entre os mortos aquele que está vivo? 6Ele não está aqui. Ressuscitou! Lembrai-vos do que ele vos falou, quando ainda estava na Galileia: 7‘O Filho do homem deve ser entregue nas mãos dos pecadores, ser crucificado e ressuscitar ao terceiro dia’”. 8Então as mulheres se lembraram das palavras de Jesus. 9Voltaram do túmulo e anunciaram tudo isso aos onze e a todos os outros. 10Eram Maria Madalena, Joana e Maria, mãe de Tiago. Também as outras mulheres que estavam com elas contaram essas coisas aos apóstolos. 11Mas eles acharam que tudo isso era desvario e não acreditaram. 12Pedro, no entanto, levantou-se e correu ao túmulo. Olhou para dentro e viu apenas os lençóis. Então voltou para casa, admirado com o que havia acontecido. – Palavra da salvação.Reflexão:

Relação das demais leituras e salmos (em ordem)

  • Salmo responsorial 15(16)
  • III leitura (Êxodo 14,15-15,1)
  • Salmo responsorial (Ex 15)
  • IV leitura (Isaías 54,5-14)
  • Salmo responsorial 29(30)
  • V leitura (Isaías 55,1-11)
  • Salmo responsorial (Is 12)
  • VI leitura (Baruc 3,9-15.32–4,4)
  • Salmo responsorial 18(19)
  • VII leitura (Ezequiel 36,16-28)
  • Salmo responsorial 41(42)
  • Carta (Romanos 6,3-11)
  • Salmo responsorial 117(118)

REFLEXÃO

O último capítulo do Evangelho de Lucas traça algumas cenas da ressurreição de Jesus. O texto de hoje relata a presença das mulheres junto ao túmulo onde fora posto o corpo do Mestre. É o primeiro dia da semana. Nova realidade nasce com a ressurreição de Jesus. Nova era inicia-se com a presença do Ressuscitado. Grande foi a surpresa das mulheres ao ver o túmulo vazio: não conseguiam acreditar no que viam. Personagens misteriosas esclarecem e anunciam que Jesus ressuscitou, como fora anunciado pela Escritura e como ele mesmo tinha falado. As mulheres são as primeiras mensageiras a levar a Boa Notícia: Jesus está vivo. Mas os homens não acreditam na palavra das mulheres. Pedro, representante do grupo, vai ao túmulo, constata e fica admirado com o que aconteceu. A grande Boa-Nova que as mulheres receberam dos dois homens e anunciaram é esta: Jesus está vivo na vida de Deus e na memória das pessoas; a vida triunfou sobre a morte. Portanto, não adianta procurá-lo no túmulo ou entre os mortos, pois ele está vivo. Jesus está com Deus, e Deus está presente no mais profundo mistério de nossa vida.

Fonte/paulus.com.br

Um doutor no Calvário: As observações de um perito sobre a morte de Cristo

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Autor do livro “A Paixão de Cristo segundo o Cirurgião”, o doutor Pierre Barbet, cirurgião do Hospital de São José, em Paris, é quem fez, até agora, o estudo médico mais completo da Paixão de Cristo, conforme se deduz do Santo Sudário. Na impossibilidade de abranger todos os aspectos, resumimos alguns de maior interesse.

a) Lesões sofridas na Via Crucis

Barbet descobre no Santo Sudário lesões provocadas pelas quedas de Jesus na Via Crucis. São chagas na face anterior do joelho, sobretudo na direita. Esta última apresenta escoriações de forma e tamanho diversos, de bordos recortados e situadas exatamente na região rotuliana. Para cima e para fora se observam duas chagas redondas de dois centímetros de diâmetro. As lesões são menos evidentes e numerosas no joelho esquerdo.

As marcas da cruz sobre as costas despontam com nitidez na imagem dorsal da silhueta da relíquia. Sobre o ombro direito, na parte externa da região supra escapular, é visível uma extensa zona escoriada para baixo e para dentro, que oferece a forma de um retângulo de 10 centímetros de comprimento por 9 de largura. Mais abaixo na região escapular, observa-se outra zona escoriada que apresenta as mesmas características (forma redonda com um diâmetro de 14 centímetros), exatamente situada na região subescapular, na ponta do omoplata esquerdo.

b) Topografia das chagas das mãos

Graças às observações do professor Barbet sobre o Santo Sudário, completadas depois com detidas experiências anatômicas, pôde-se localizar a topografia exata das chagas que produziram os pregos nas mãos de Jesus ao ser crucificado. Os pregos não atravessaram a palma, como vulgarmente se acredita, mas sim o carpo ou região do pulso, isto é, o pulso, precisamente pelo espaço livre, chamado de Destot, limitado pelos ossos semilunar, piramidal, grande e ganchoso. Com efeito, no Santo Sudário se descobre na mão esquerda, que é a mais visível, uma chaga redonda, muito nítida, na altura do carpo, da qual parte um filete de sangue que se irradia obliquamente para cima e para a direita até alcançar a margem cubital do antebraço.

c) O golpe da lança e a chaga do flanco

É crença muito comum situar o coração à esquerda do tórax, mas esta localização não é exata. O coração ocupa uma posição média e anterior e repousa sobre o diafragma, detrás dos pulmões e do peitilho ósseo esternocostal, no mediastino anterior. Somente sua ponta fica situada nitidamente à esquerda, enquanto sua base supera pela direita o esterno.

Certamente como consequência da opinião popular, que localiza o coração à esquerda do peito, existe uma tradição de opiniões que colocam o golpe de lança como desferido no flanco esquerdo de Jesus. Não todas, entretanto. Santo Agostinho, por exemplo, fala em “A Cidade de Deus” de latere dextro, flanco direito, tal como São Francisco de Assis. Segundo Barbet, o Santo Sudário veio elucidar com seu testemunho objetivo este problema, como tantos outros. A silhueta do tecido, com a manifestação clara da ferida, prova que o cadáver de Cristo sofreu o golpe da lança no costado direito e não no esquerdo. Observa-se assim na imagem anterior do lençol um enorme coágulo de sangue no lado direito, que se estende para cima uns seis centímetros e descende em uma dimensão de 15. Sua margem interna aparece mordiscada com recorte arredondado. Esta mancha de sangue ressalta no lençol, vista a pleno dia, por sua tonalidade carmim. A parte superior do coágulo, a mais próxima à chaga, é a mais espessa e a mais larga, e nela se distingue nitidamente um rastro oval, que é evidentemente a estampagem da chaga do flanco. Esta chaga mede 4,4 centímetros de comprimento por 1,5 de largura.

Barbet deduz que a ferida foi aberta por uma lança usada por um soldado de infantaria do chão, a qual penetrou pelo quinto espaço intercostal direito, atravessou a pleura e o pericárdio e feriu a aurícula direita. O sangue que brotou da ferida provinha de tal aurícula, e a água, do pericárdio, em virtude da agonia extraordinariamente penosa do Salvador.

Fonte/acidigital.com.br


Sexta-feira Santa, o Mistério da Cruz

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Sexta-feira Santa é o dia do silêncio e da adoração, dia no qual se medita com a Via-Sacra a Paixão de Cristo e se repercorre com Jesus o caminho da dor que leva à sua morte, uma morte que, sabemos, não é para sempre

Cidade do Vaticano

Depois disso Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que se cumprisse a Escritura, disse: “Tenho sede”. Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram num ramo de hissopo uma esponja embebida de vinagre e a levaram à sua boca. Ele tomou o vinagre e disse: “Está consumado”. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito” (Jo 18, 28-30).

Hoje as igrejas estão silenciosas. Na liturgia não há canto, não há música e não se celebra a Eucaristia, porque todo espaço é dedicado à Paixão e à morte de Jesus. Ajoelhamo-nos, para simbolizar a humilhação do homem terreno e a coparticipação ao sofrimento do Senhor. Porém, não é um dia de luto, mas um dia de contemplação do amor de Deus que chega para sacrificar o próprio Filho, verdadeiro Cordeiro pascal, para a salvação da humanidade.

A adoração da Cruz

A Cruz está presente na vida de todos os cristãos desde a purificação do pecado no Batismo, absolvição do Sacramento da Reconciliação, até o último momento da vida terrena com a Unção dos enfermos. Na Sexta-feira Santa somos convidados a adorar a Cruz para o dom da salvação que conseguimos através da sua vinda. Depois da ascese quaresmal o cristão está preparado para não fugir do sofrimento. Durante a liturgia os fiéis tocam a Cruz, a beijam e assim entram ainda mais em contato com a dor de Cristo que é a dor de todos, porque Ele carregou na Cruz os pecados de toda a humanidade para salvá-la.

No caminho da dor com Jesus

A encenação da Via-Sacra é uma prática extra litúrgica que muitas vezes é celebrada exatamente na Sexta-feira Santa para evocar e repercorrer juntos o caminho de Jesus para o Gólgota – o lugar da crucificação – e portanto meditar sobre a Paixão.

A Paixão de Cristo foi introduzida na Europa pelo dominicano beato Alvaro De Zamora da Cordoba em 1402 e mais tarde pelos Frades Menores e compreende 14 momentos ou “estações” nas quais nos detemos para refletir e rezar. São uma sequências de crescentes imagens dramáticas que culminam com a morte de Cristo, em cada uma delas Jesus é atacado pelo mal, para evidenciar, por contraste, a vitória d’Ele sobre a morte e sobre o pecado que será celebrada daqui a dois dias com o Domingo da Páscoa da Ressurreição.

Fonte/vaticanonews.va

19 de Abril – Santa Ema

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Por parte de mãe, não existia testemunho nem incentivo à santidade. O chamado que ela tinha no coração era ao matrimônio. Casou-se com o conde Ludgero e teve um filho, cujo chamado era para a vocação sacerdotal. Iluminado pelo testemunho da mãe, tornou-se sacerdote e depois bispo. Ao ficar viúva, essa santa discerniu e decidiu consagrar sua viuvez ao Senhor, numa vida de oração expressa na caridade. Muitos conventos e abadias foram construídos graças à sua generosidade. Ela vivia no meio da sociedade, administrando seus bens para o beneficio do próximo.

Santa Ema passou os últimos momentos de sua vida numa abadia, após 40 anos de dedicação a Deus, faleceu em 1045. Depois de muito tempo abriram seu túmulo, e encontraram o seu corpo todo em pó, exceto a sua mão direita estava intacta, pois era com essa mão que ela praticava a caridade ao próximo. Um sinal de que a santidade passa pela caridade.

Santa Ema, rogai por nós!

 

fonte/texto: cancaonova.com

LITURGIA-19 DE ABRIL SEXTA FEIRA

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PAIXÃO DO SENHOR

DIA DE JEJUM E ABSTINÊNCIA

(vermelho – ofício próprio)

Solidário com os pobres e sofredores, Jesus assume a cruz por fidelidade à missão que o Pai lhe confiou. Nesta tarde, unimo-nos a ele, servo sofredor, e acompanhamos seus passos rumo ao julgamento e à condenação. Celebremos em comunhão com os abandonados e com os que vivem em extrema pobreza.Primeira Leitura: Isaías 52,13-53,12

Leitura do livro do profeta Isaías – 13Ei-lo, o meu servo será bem-sucedido; sua ascensão será ao mais alto grau. 14Assim como muitos ficaram pasmados ao vê-lo – tão desfigurado ele estava, que não parecia ser um homem ou ter aspecto humano –, 15do mesmo modo ele espalhará sua fama entre os povos. Diante dele os reis se manterão em silêncio, vendo algo que nunca lhes foi narrado e conhecendo coisas que jamais ouviram. 53,1Quem de nós deu crédito ao que ouvimos? E a quem foi dado reconhecer a força do Senhor? 2Diante do Senhor, ele cresceu como renovo de planta ou como raiz em terra seca. Não tinha beleza nem atrativo para o olharmos, não tinha aparência que nos agradasse. 3Era desprezado como o último dos mortais, homem coberto de dores, cheio de sofrimentos; passando por ele, tapávamos o rosto; tão desprezível era, não fazíamos caso dele. 4A verdade é que ele tomava sobre si nossas enfermidades e sofria, ele mesmo, nossas dores; e nós pensávamos fosse um chagado, golpeado por Deus e humilhado! 5Mas ele foi ferido por causa de nossos pecados, esmagado por causa de nossos crimes; a punição a ele imposta era o preço da nossa paz, e suas feridas, o preço da nossa cura. 6Todos nós vagávamos como ovelhas desgarradas, cada qual seguindo seu caminho; e o Senhor fez recair sobre ele o pecado de todos nós. 7Foi maltratado e submeteu-se, não abriu a boca; como cordeiro levado ao matadouro ou como ovelha diante dos que a tosquiam, ele não abriu a boca. 8Foi atormentado pela angústia e foi condenado. Quem se preocuparia com sua história de origem? Ele foi eliminado do mundo dos vivos; e por causa do pecado do meu povo, foi golpeado até morrer. 9Deram-lhe sepultura entre ímpios, um túmulo entre os ricos, porque ele não praticou o mal nem se encontrou falsidade em suas palavras. 10O Senhor quis macerá-lo com sofrimentos. Oferecendo sua vida em expiação, ele terá descendência duradoura e fará cumprir com êxito a vontade do Senhor. 11Por esta vida de sofrimento, alcançará luz e uma ciência perfeita. Meu servo, o justo, fará justos inúmeros homens, carregando sobre si suas culpas. 12Por isso, compartilharei com ele multidões e ele repartirá suas riquezas com os valentes seguidores, pois entregou o corpo à morte, sendo contado como um malfeitor; ele, na verdade, resgatava o pecado de todos e intercedia em favor dos pecadores. – Palavra do Senhor.Salmo Responsorial: 30(31)

Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.

  1. Senhor, eu ponho em vós minha esperança; / que eu não fique envergonhado eternamente! / Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito, / porque vós me salvareis, ó Deus fiel! – R.
  2. Tornei-me o opróbrio do inimigo, / o desprezo e zombaria dos vizinhos / e objeto de pavor para os amigos; / fogem de mim os que me veem pela rua. / Os corações me esqueceram como um morto, / e tornei-me como um vaso espedaçado. – R.
  3. A vós, porém, ó meu Senhor, eu me confio / e afirmo que só vós sois o meu Deus! / Eu entrego em vossas mãos o meu destino; / libertai-me do inimigo e do opressor! – R.
  4. Mostrai serena a vossa face ao vosso servo / e salvai-me pela vossa compaixão. / Fortalecei os corações, tende coragem, / todos vós que ao Senhor vos confiais! – R.

Segunda Leitura: Hebreus 4,14-16; 5,7-9

Leitura da carta aos Hebreus – Irmãos, 14temos um sumo sacerdote eminente, que entrou no céu, Jesus, o Filho de Deus. Por isso, permaneçamos firmes na fé que professamos. 15Com efeito, temos um sumo sacerdote capaz de se compadecer de nossas fraquezas, pois ele mesmo foi provado em tudo como nós, com exceção do pecado. 16Aproximemo-nos então, com toda a confiança, do trono da graça, para conseguirmos misericórdia e alcançarmos a graça de um auxílio no momento oportuno. 5,7Cristo, nos dias de sua vida terrestre, dirigiu preces e súplicas, com forte clamor e lágrimas, àquele que era capaz de salvá-lo da morte. E foi atendido, por causa de sua entrega a Deus. 8Mesmo sendo Filho, aprendeu o que significa a obediência a Deus por aquilo que ele sofreu. 9Mas, na consumação de sua vida, tornou-se causa de salvação eterna para todos os que lhe obedecem. – Palavra do Senhor.Evangelho: João 18,1-19,42

Louvor e honra a vós, Senhor Jesus.

Jesus Cristo se tornou obediente, / obediente até a morte numa cruz, / pelo que o Senhor Deus o exaltou / e deu-lhe um nome muito acima de outro nome (Fl 2,8s). – R.

N (Narrador): Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, 1Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cedron. Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos. 2Também Judas, o traidor, conhecia o lugar, porque Jesus costumava reunir-se aí com os seus discípulos. 3Judas levou consigo um destacamento de soldados e alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus e chegou ali com lanternas, tochas e armas. 4Então Jesus, consciente de tudo o que ia acontecer, saiu ao encontro deles e disse:

P (Presidente): A quem procurais?

N: 5Responderam:

G (Grupo ou assembleia): A Jesus, o nazareno.

N: Ele disse:

P: Sou eu.

N: Judas, o traidor, estava junto com eles. 6Quando Jesus disse “sou eu”, eles recuaram e caíram por terra. 7De novo lhes perguntou:

P: A quem procurais?

N: Eles responderam:

G: A Jesus, o nazareno.

N: 8Jesus respondeu:

P: Já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais, então deixai que estes se retirem.

N: 9Assim se realizava a palavra que Jesus tinha dito: “Não perdi nenhum daqueles que me confiaste”. 10Simão Pedro, que trazia uma espada consigo, puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco. 11Então Jesus disse a Pedro:

P: Guarda a tua espada na bainha. Não vou beber o cálice que o Pai me deu?

N: 12Então os soldados, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram. 13Conduziram-no primeiro a Anás, que era o sogro de Caifás, o sumo sacerdote naquele ano. 14Foi Caifás que deu aos judeus o conselho: “É preferível que um só morra pelo povo”. 15Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus. Esse discípulo era conhecido do sumo sacerdote e entrou com Jesus no pátio do sumo sacerdote. 16Pedro ficou fora, perto da porta. Então o outro discípulo, que era conhecido do sumo sacerdote, saiu, conversou com a encarregada da porta e levou Pedro para dentro. 17A criada que guardava a porta disse a Pedro:

L (Leitor): Não pertences também tu aos discípulos desse homem?

N: Ele respondeu:

L: Não!

N: 18Os empregados e os guardas fizeram uma fogueira e estavam se aquecendo, pois fazia frio. Pedro ficou com eles, aquecendo-se. 19Entretanto, o sumo sacerdote interrogou Jesus a respeito de seus discípulos e de seu ensinamento. 20Jesus lhe respondeu:

P: Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sempre na sinagoga e no templo, onde todos os judeus se reúnem. Nada falei às escondidas. 21Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que falei; eles sabem o que eu disse.

N: 22Quando Jesus falou isso, um dos guardas que ali estava deu-lhe uma bofetada, dizendo:

L: É assim que respondes ao sumo sacerdote?

N: 23Respondeu-lhe Jesus:

P: Se respondi mal, mostra em quê; mas, se falei bem, por que me bates?

N: 24Então Anás enviou Jesus amarrado para Caifás, o sumo sacerdote. 25Simão Pedro continuava lá, em pé, aquecendo-se. Disseram-lhe:

G: Não és tu, também, um dos discípulos dele?

N: Pedro negou:

L: Não!

N: 26Então um dos empregados do sumo sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha, disse:

L: Será que não te vi no jardim com ele?

N: 27Novamente Pedro negou. E na mesma hora, o galo cantou. 28De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador. Era de manhã cedo. Eles mesmos não entraram no palácio, para não ficarem impuros e poderem comer a Páscoa. 29Então Pilatos saiu ao encontro deles e disse:

L: Que acusação apresentais contra este homem?

N: 30Eles responderam:

G: Se não fosse malfeitor, não o teríamos entregue a ti!

N: 31Pilatos disse:

L: Tomai-o vós mesmos e julgai-o de acordo com a vossa lei.

N: Os judeus lhe responderam:

G: Nós não podemos condenar ninguém à morte.

N: 32Assim se realizava o que Jesus tinha dito, significando de que morte havia de morrer. 33Então Pilatos entrou de novo no palácio, chamou Jesus e perguntou-lhe:

L: Tu és o rei dos judeus?

N: 34Jesus respondeu:

P: Estás dizendo isso por ti mesmo ou outros te disseram isso de mim?

N: 35Pilatos falou:

L: Por acaso sou judeu? O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste?

N: 36Jesus respondeu:

P: O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas teriam lutado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui.

N: 37Pilatos disse a Jesus:

L: Então tu és rei?

N: Jesus respondeu:

P: Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz.

N: 38Pilatos disse a Jesus:

L: O que é a verdade?

N: Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos judeus e disse-lhes:

L: Eu não encontro nenhuma culpa nele. 39Mas existe entre vós um costume, que pela Páscoa eu vos solte um preso. Quereis que vos solte o rei dos judeus?

N: 40Então, começaram a gritar de novo:

G: Este não, mas Barrabás!

N: Barrabás era um bandido. 19,1Então Pilatos mandou flagelar Jesus. 2Os soldados teceram uma coroa de espinhos e a colocaram na cabeça de Jesus. Vestiram-no com um manto vermelho, 3aproximavam-se dele e diziam:

G: Viva o rei dos judeus!

N: E davam-lhe bofetadas. 4Pilatos saiu de novo e disse aos judeus:

L: Olhai, eu o trago aqui fora, diante de vós, para que saibais que não encontro nele crime algum.

N: 5Então Jesus veio para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto vermelho. Pilatos disse-lhes:

L: Eis o homem!

N: 6Quando viram Jesus, os sumos sacerdotes e os guardas começaram a gritar:

G: Crucifica-o! Crucifica-o!

N: Pilatos respondeu:

L: Levai-o vós mesmos para o crucificar, pois eu não encontro nele crime algum.

N: 7Os judeus responderam:

G: Nós temos uma lei, e, segundo esta lei, ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus.

N: 8Ao ouvir essas palavras, Pilatos ficou com mais medo ainda. 9Entrou outra vez no palácio e perguntou a Jesus:

L: De onde és tu?

N: Jesus ficou calado. 10Então Pilatos disse:

L: Não me respondes? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e autoridade para te crucificar?

N: 11Jesus respondeu:

P: Tu não terias autoridade alguma sobre mim se ela não te fosse dada do alto. Quem me entregou a ti, portanto, tem culpa maior.

N: 12Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus. Mas os judeus gritavam:

G: Se soltas esse homem, não és amigo de César. Todo aquele que se faz rei declara-se contra César.

N: 13Ouvindo essas palavras, Pilatos levou Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado Pavimento, em hebraico “Gábata”. 14Era o dia da preparação da Páscoa, por volta do meio-dia. Pilatos disse aos judeus:

L: Eis o vosso rei!

N: 15Eles, porém, gritavam:

G: Fora! Fora! Crucifica-o!

N: Pilatos disse:

L: Hei de crucificar o vosso rei?

N: Os sumos sacerdotes responderam:

G: Não temos outro rei senão César.

N: 16Então Pilatos entregou Jesus para ser crucificado, e eles o levaram. 17Jesus tomou a cruz sobre si e saiu para o lugar chamado Calvário, em hebraico “Gólgota”. 18Ali o crucificaram, com outros dois: um de cada lado, e Jesus no meio. 19Pilatos mandou ainda escrever um letreiro e colocá-lo na cruz; nele estava escrito: “Jesus nazareno, o rei dos judeus”. 20Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade. O letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego. 21Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos:

G: Não escrevas “o rei dos judeus”, mas sim o que ele disse: “Eu sou o rei dos judeus”.

N: 22Pilatos respondeu:

L: O que escrevi está escrito.

N: 23Depois que crucificaram Jesus, os soldados repartiram a sua roupa em quatro partes, uma parte para cada soldado. Quanto à túnica, esta era tecida sem costura, em peça única de alto a baixo. 24Disseram então entre si:

G: Não vamos dividir a túnica. Tiremos a sorte para ver de quem será.

N: Assim se cumpria a Escritura que diz: “Repartiram entre si as minhas vestes e lançaram sorte sobre a minha túnica”. Assim procederam os soldados. 25Perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 26Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe:

P: Mulher, este é o teu filho.

N: 27Depois disse ao discípulo:

P: Esta é a tua mãe.

N: Dessa hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. 28Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse:

P: Tenho sede.

N: 29Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. 30Ele tomou o vinagre e disse:

P: Tudo está consumado.

N: E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.

Todos se ajoelham e faz-se uma pausa.

N: 31Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. 32Os soldados foram e quebraram as pernas de um e, depois, do outro que foram crucificados com Jesus. 33Ao se aproximarem de Jesus e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; 34mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. 35Aquele que viu dá testemunho, e seu testemunho é verdadeiro; e ele sabe que fala a verdade, para que vós também acrediteis. 36Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura, que diz: “Não quebrarão nenhum dos seus ossos”. 37E outra Escritura ainda diz: “Olharão para aquele que transpassaram”. 38Depois disso, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus – mas às escondidas, por medo dos judeus –, pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus. Pilatos consentiu. Então José veio tirar o corpo de Jesus. 39Chegou também Nicodemos, o mesmo que antes tinha ido de noite encontrar-se com Jesus. Levou uns trinta quilos de perfume feito de mirra e aloés. 40Então tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho, como os judeus costumam sepultar. 41No lugar onde Jesus foi crucificado havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado. 42Por causa da preparação da Páscoa, e como o túmulo estava perto, foi ali que colocaram Jesus. – Palavra da salvação.Reflexão:

O Evangelho desta Sexta-feira Santa é o longo relatório sobre o processo de julgamento, condenação e morte de Jesus segundo a narrativa de João, a qual não é mero relato do que aconteceu, visto que está repleta de simbologia. O sofrimento e a morte de Jesus são apresentados como ato pessoal e soberano de Cristo. O autor faz coincidir a morte de Jesus com o momento em que, no templo, eram sacrificados os cordeiros para a ceia pascal. Cristo, portanto, é o autêntico cordeiro pascal. Com sua morte na cruz, ele ressignificou o sofrimento humano, superando-o. O sofrimento é um mistério para todos, especialmente o sofrimento dos inocentes. Sem a fé, o sofrimento pode se tornar um absurdo. Deus não deseja o sofrimento a ninguém; ao contrário, é sempre solidário ao sofredor, até mesmo quando, aos olhos humanos, essa realidade não esteja nada evidente. A morte violenta de Jesus nos traz a lembrança de tantos inocentes que morrem em nossos dias, em consequência da violência que assola também o nosso país. “Por meio da cruz de Cristo, o maligno é vencido, a morte é derrotada, a vida nos é dada e a esperança nos é restituída” (papa Francisco).

Fonte/paulus.com.br

Hoje é celebrada a Quinta-feira Santa, dia da instituição da Eucaristia

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Igreja celebra hoje a Quinta-feira Santa. Neste dia, durante a Última Ceia, Jesus instituiu dois sacramentos: a Eucaristia e a Ordem Sacerdotal.

Esta data é comemorada pela Igreja com uma eucaristia especial. Nela, o sacerdote lava os pés de doze pessoas que representam os apóstolos, repetindo assim o gesto de Jesus Cristo.  Com esta ação, Jesus transmite a mensagem da caridade, quando diz: “Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz”.

Dessa forma, o Senhor Jesus dá um testemunho idôneo da vocação ao serviço do mundo e da Igreja que todos os fiéis devem seguir.

Por outro lado, também é celebrada a instituição do Sacramento da Ordem sacerdotal por Cristo e a instituição da Eucaristia.

A Santa Missa é então a celebração da Ceia do Senhor, na qual Jesus, na véspera da sua paixão, “enquanto ceava com seus discípulos, tomou pão…”.

Ele quis que, como em sua última Ceia, seus discípulos se reunissem e recordassem-no abençoando o pão e o vinho: “Fazei isto em memória de mim”.

Neste dia, há alegria e a Igreja rompe a austeridade quaresmal cantando o “Glória”: é a alegria de quem se sabe amado por Deus; porém, ao mesmo tempo, é sóbria e dolorida, porque é conhecido o preço que Cristo pagou por nós.

Hoje inicia a festa da “crise pascoal”, isto é, da luta entre a morte e a vida, já que a vida nunca foi absorvida pela morte mas sim combatida por ela. A noite do sábado de Glória é o canto à vitória, porém tingida de sangue, e hoje é o hino à luta, mas de quem vence, porque sua arma é o amor

Fonte/acidigital.com.br

18 de Abril – Santo Apolônio

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Santo do século II, era uma figura pública, um senador. Pôde assistir e se deixar tocar pelo testemunho de inúmeros mártires no tempo de Nero.

Ele percebia naqueles cristãos, que viviam dentro de um contexto pagão, o único e verdadeiro Deus presente naqueles martírios por amor a Cristo.

Já adulto, com a ajuda do Papa Eleutério, ele quis ser cristão e foi muito bem formado até chegar à graça do Batismo. Apolônio, como muitos, ao se deparar com a lei de Nero, teve que se dizer, pois também foi denunciado.

Ele não renunciou a Jesus, mesmo ocupando uma alta posição na sociedade. Seu amor a Deus foi concreto. Santo Apolônio é exemplo, para que sejamos testemunhas do amor de Deus, onde quer que estejamos, na profissão que exerçamos, com a idade que tenhamos.

Santo Apolônio, rogai por nós!

 

fonte/texto: cancaonova.com

LITURGIA- 18 DE ABRIL QUINTA FEIRA

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CEIA DO SENHOR

(branco – ofício próprio)

A cruz de nosso Senhor Jesus Cristo deve ser a nossa glória: nele está nossa vida e ressurreição; foi ele que nos salvou e libertou (Gl 6,14).

A celebração da Ceia do Senhor nos insere no tríduo de sua paixão, morte e ressurreição, ápice do ano litúrgico e fundamento de nossa fé. Somos convidados a entrar em comunhão com Jesus – que nos amou até o fim e nos deixou os dons do sacerdócio e da Eucaristia – para podermos imitá-lo na tarefa de libertar o mundo de suas escravidões. Elevemos nossa prece de gratidão por todo bem que Deus nos fez e continua a fazer.Primeira Leitura: Êxodo 12,1-8.11-14

Leitura do livro do Êxodo – Naqueles dias, 1o Senhor disse a Moisés e a Aarão no Egito: 2“Este mês será para vós o começo dos meses; será o primeiro mês do ano. 3Falai a toda a comunidade dos filhos de Israel, dizendo: No décimo dia deste mês, cada um tome um cordeiro por família, um cordeiro para cada casa. 4Se a família não for bastante numerosa para comer um cordeiro, convidará também o vizinho mais próximo, de acordo com o número de pessoas. Deveis calcular o número de comensais conforme o tamanho do cordeiro. 5O cordeiro será sem defeito, macho, de um ano. Podereis escolher tanto um cordeiro como um cabrito: 6e devereis guardá-lo preso até o dia catorze deste mês. Então toda a comunidade de Israel reunida o imolará ao cair da tarde. 7Tomareis um pouco do seu sangue e untareis os marcos e a travessa da porta, nas casas em que o comerdes. 8Comereis a carne nessa mesma noite, assada ao fogo, com pães ázimos e ervas amargas. 11Assim devereis comê-lo: com os rins cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão. E comereis às pressas, pois é a Páscoa, isto é, a ‘passagem’ do Senhor! 12E naquela noite passarei pela terra do Egito e ferirei na terra do Egito todos os primogênitos, desde os homens até os animais; e infligirei castigos contra todos os deuses do Egito, eu, o Senhor. 13O sangue servirá de sinal nas casas onde estiverdes. Ao ver o sangue, passarei adiante, e não vos atingirá a praga exterminadora quando eu ferir a terra do Egito. 14Este dia será para vós uma festa memorável em honra do Senhor, que haveis de celebrar, por todas as gerações, como instituição perpétua”. – Palavra do Senhor.Salmo Responsorial: 115(116B)

O cálice por nós abençoado / é a nossa comunhão com o sangue do Senhor.

  1. Que poderei retribuir ao Senhor Deus / por tudo aquilo que ele fez em meu favor? / Elevo o cálice da minha salvação, / invocando o nome santo do Senhor. – R.
  2. É sentida por demais pelo Senhor / a morte de seus santos, seus amigos. / Eis que sou o vosso servo, ó Senhor, / mas me quebrastes os grilhões da escravidão! – R.
  3. Por isso oferto um sacrifício de louvor, / invocando o nome santo do Senhor. / Vou cumprir minhas promessas ao Senhor / na presença de seu povo reunido. – R.

Segunda Leitura: 1 Coríntios 11,23-26

Leitura da primeira carta de são Paulo aos Coríntios – Irmãos, 23o que eu recebi do Senhor, foi isso que eu vos transmiti: na noite em que foi entregue, o Senhor Jesus tomou o pão 24e, depois de dar graças, partiu-o e disse: “Isto é o meu corpo que é dado por vós. Fazei isto em minha memória”. 25Do mesmo modo, depois da ceia, tomou também o cálice e disse: “Este cálice é a nova aliança, em meu sangue. Todas as vezes que dele beberdes, fazei isto em minha memória”. 26Todas as vezes, de fato, que comerdes desse pão e beberdes desse cálice, estareis proclamando a morte do Senhor, até que ele venha. – Palavra do Senhor.Evangelho: João 13,1-15

Glória a vós, ó Cristo, Verbo de Deus.

Eu vos dou este novo mandamento, / nova ordem agora vos dou, / que também vos ameis uns aos outros, / como eu vos amei, diz o Senhor (Jo 13,34). – R.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João – 1Era antes da festa da Páscoa. Jesus sabia que tinha chegado a sua hora de passar deste mundo para o Pai; tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. 2Estavam tomando a ceia. O diabo já tinha posto no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, o propósito de entregar Jesus. 3Jesus, sabendo que o Pai tinha colocado tudo em suas mãos e que de Deus tinha saído e para Deus voltava, 4levantou-se da mesa, tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a na cintura. 5Derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos, enxugando-os com a toalha com que estava cingido. 6Chegou a vez de Simão Pedro. Pedro disse: “Senhor, tu me lavas os pés?” 7Respondeu Jesus: “Agora não entendes o que estou fazendo; mais tarde compreenderás”. 8Disse-lhe Pedro: “Tu nunca me lavarás os pés!” Mas Jesus respondeu: “Se eu não te lavar, não terás parte comigo”. 9Simão Pedro disse: “Senhor, então lava não somente os meus pés, mas também as mãos e a cabeça”. 10Jesus respondeu: “Quem já se banhou não precisa lavar senão os pés, porque já está todo limpo. Também vós estais limpos, mas não todos”. 11Jesus sabia quem o ia entregar; por isso disse: “Nem todos estais limpos”. 12Depois de ter lavado os pés dos discípulos, Jesus vestiu o manto e sentou-se de novo. E disse aos discípulos: “Compreendeis o que acabo de fazer? 13Vós me chamais Mestre e Senhor e dizeis bem, pois eu o sou. 14Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. 15Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz”. – Palavra da salvação.Reflexão:

Jesus se reúne com seus discípulos e partilha sua última ceia com eles. Nesta ceia, ele revela muitos aspectos importantes: o amor que teve para com os seus até o fim, a ponto de doar a própria vida; anuncia seu fim próximo, chegou sua hora; lavou os pés dos apóstolos, prestou um serviço que era próprio dos escravos; Pedro resistiu para entrar na dinâmica do serviço… O Evangelho de João não traz o relato da instituição da Eucaristia. Este é substituído pelo lava-pés durante a última ceia. Com a celebração da ceia na quinta-feira santa, a Igreja dá início ao Tríduo Pascal, centro e ápice do ano litúrgico, quando se recorda a paixão, morte e ressurreição de Jesus. Nesta celebração temos a instituição da Eucaristia, do sacerdócio e do amor fraterno, representado pelo serviço do lava-pés. O lava-pés, durante a ceia, lembra que o aspecto importante da Eucaristia é o serviço prestado aos outros com amor. Os seguidores de Jesus são convidados a repetir o gesto do Mestre no cotidiano da vida. Assim como o Mestre, amar concretamente e não apenas com belas palavras. A melhor maneira de se assemelhar ao Pai é doar-se pelo bem dos outros; esse é o culto agradável a Deus.

Fonte/paulus.com.br

Como ganhar indulgência no Tríduo Pascal?

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Durante o Tríduo Pascal, os fiéis podem obter indulgência plenária para si próprio ou para os defuntos. Para isso, deve-se seguir as seguintes recomendações estabelecidas pela Santa Sé.

Quinta-feira Santa

1. Se durante a solene vigília do Santíssimo, após a Missa da Ceia do Senhor, recitar ou cantar o hino eucarístico “Tantum Ergo”.

2. Se visitar por meia hora o Santíssimo Sacramento reservado no monumento para adorá-lo.

Sexta-feira Santa

1. Se participar piedosamente da adoração da Cruz na solene celebração da Paixão do Senhor.

Sábado Santo

1. Se rezar a oração do Santo Rosário.

Vigília Pascal

1. Se participar da celebração da Vigília Pascal e nela renovar as promessas do Santo Batismo.

Domingo de Páscoa

1. Se receber com piedade e devoção bênção dada pelo Sumo Pontífice a Roma e ao mundo (bênção Urbi et Orbi), ou dada pelo Bispo aos fiéis confiados ao seu cuidado.

Além dessas condições estabelecidas para cada dia do Tríduo, para lucrar a indulgência, é necessário seguir as demais recomendações, que são:

A. Exclusão de todo afeto para qualquer pecado, inclusive venial.

B. Confissão sacramental, Comunhão Eucarística e oração pelas intenções do Sumo Pontífice. Estas três condições podem ser cumpridas dias antes ou depois da execução da obra enriquecida com a indulgência plenária; mas convém que a comunhão e a oração pelas intenções do Sumo Pontífice se realizem no mesmo dia em que se cumpre a obra.

Vale assinalar que, com uma só confissão sacramental é possível ganhar várias indulgências. Entretanto, convém que se receba frequentemente a graça do sacramento da Penitência, para aprofundar na conversão e na pureza de coração.

Por outro lado, com uma só Comunhão Eucarística e uma só oração pelas intenções do Santo Padre só se ganha uma indulgência plenária.

A condição de rezar pelas intenções do Pontífice se cumpre com um Pai Nosso e Ave-Maria; mas é concedida a cada fiel cristão a faculdade de rezar qualquer outra fórmula, segundo sua piedade e devoção.

Fonte/acidigital.com.br