Santuário Astorga

Notícias do Santuário

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O canteiro celeste preparado por Deus

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Deus nos criou para Si, para a suprema alegria de viver em Sua companhia para sempre, na eternidade. O lugar que Jesus está lhe reservando no céu foi conquistado pelo preço do Seu Sangue. Ele morreu para que você tivesse a vida eterna: a máxima felicidade.

Quando plantamos alface ou outra hortaliça, primeiro o semeamos num canteiro, onde a terra é fofa e bem regada. Depois, quando as mudas estão maiores e mais fortes, são transplantadas para o canteiro definitivo. Assim também é o tempo designado por Deus, que semeou e está cuidando do lindo canteiro que é a sua família.

O Senhor não plantou hortaliças, mas filhos, para que no céu Ele possa nos colocar, um por um, cada um a seu tempo, no canteiro definitivo. A certeza de que o Senhor está preparando para cada um de nós um canteiro, no qual passaremos a eternidade ao Seu lado, nos gera uma esperança revigorada. Somos combatentes na esperança!

Por, Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

 

fonte/texto: cancaonova.com

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O que é a pastoral do Empreendedor?

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Pastoral do Empreendedor

É uma pastoral da Igreja, com uma missão específica: cuidar pastoralmente dos empreendedores. Como sabemos, os empreendedores frequentam as nossas missas e os nossos grupos, mas se encontram como ovelhas sem pastor, ou seja, sem um olhar direcionado e afetuoso. Falta-lhes, portanto, um espaço onde possam ser acolhidos e compreendidos, onde suas buscas e anseios sejam contemplados. Dessa forma, nasce a Pastoral do Empreendedor, para ser um lugar de acolhida e vivência da Palavra de Deus, com linguagem e dinâmica próprias do mundo do empreendedorismo. A Pastoral do Empreendedor é diferente de uma associação de empreendedores católicos ou algo parecido, ela está ligada diretamente à paróquia e à diocese, como todas as outras pastorais, onde o modelo é o Bom Pastor e o diretor espiritual é o pároco ou outro padre designado.

O que faz a Pastoral do Empreendedor?

Evangelização entre os empreendedores. Proclama-se a Boa Nova de Jesus Cristo, por meio de uma linguagem apropriada, extraindo dos textos sagrados luzes e exemplos que possam iluminar o dia a dia dos negócios. Sabemos que a Palavra de Deus é rica em fatos, orações, histórias, parábolas e instruções que bem interpretadas se tornam recursos de sabedoria para o empreendedor nos seus momentos de decisão. A Pastoral, também, fomenta no empreendedor a espiritualidade, ensinando-o a orar com os acontecimentos do cotidiano e ter uma postura de fé diante dos obstáculos. Para isso, realizam-se missas com homilias e orações direcionadas aos empreendedores, bem como retiros de finais de semana e reuniões quinzenal , com estudos da Palavra.

Como fazer para ter a Pastoral do Empreendedor na sua paróquia?

É muito simples. Basta reunir um grupo de empreendedores interessados e procurar o pároco, demonstrando o interesse de criar a Pastoral do Empreendedor. Depois da autorização do pároco, é hora de começar a se reunir, de preferência semanalmente. Os empreendedores são muito criativos e organizados por natureza. A Pastoral do Empreendedor deve ter essas características. Deve ser dinâmica, organizada, criativa, ter metas claras, planejamentos e o tempo otimizado. A Palavra de Deus precisa ser interpretada a partir das angustias e preocupações dos empreendedores. Dessa maneira, basta ter boa vontade, o coração aberto e deixar o Espírito Santo agir!.

Saiba mais sobre a Pastoral do Empreendedor

1 – MISSÃO

Fomentar nas pessoas com perfil empreendedor, a confiança ilimitada em Deus e a ética cristã, tendo Jesus como referência de sucesso.

4 – VISÃO

Propagar a iniciativa da Pastoral do Empreendedor em todas as Paróquias e Dioceses, semeando a Boa Nova e a vivência do amor Cristão no universo dos negócios.

5 – VALORES

  • Gratidão à Deus, aos predecessores e a comunidade.
  • Fé.
  • Comunhão.
  • Humildade.
  • Gratuidade no servir.
  • Ética cristã.
  • Compaixão.
  • Respeito à dignidade humana.
  • Cuidado com o Empreendedor.

2 – OBJETIVO GERAL

Acolher, cuidar e evangelizar o empreendedor para vivificar o Reino de Deus.

3 – OBEJTIVOS ESPECÍFICOS

  • Fomentar a vivência da fé cristã católica na vida do empreendedor e em seus empreendimentos.
  • Proporcionar aos empreendedores um ambiente favorável e fecundo ao seu desenvolvimento espiritual.
  • Estimular a reflexão e partilha sobre a Palavra de Deus e a ética cristã.
  • Conscientizar os empreendedores de que empreendedorismo e cristianismo podem caminhar juntos.

Saiba mais em: www.pastoraldoempreendedor.org.br

 

Texto Por Pe. Alex

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Seja um construtor de pontes

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Quero partilhar com vocês uma história que me ensinou muito. Havia dois irmãos, cada um com uma fazenda recebida por herança, que era dividida por um rio. Os irmãos se tornaram inimigos por muito tempo. Logo, um deles contratou um carpinteiro e pediu para ele construir uma cerca muito alta, para não ver a fazenda do seu irmão.

O carpinteiro, por sua vez, construiu uma ponte que ligava uma fazenda a outra. O irmão muito irritado com a ponte, mandou o carpinteiro embora. Em seguida, os dois irmãos se encontraram nessa ponte e viveram uma profunda reconciliação.

Chamaram de volta o carpinteiro para trabalhar com eles, pois havia feito um bem enorme para os dois. Então, este lhes respondeu: Eu não posso, porque ainda tenho muitas pontes para construir neste mundo.

O que aprendo com essa história é que preciso ser um homem de fé. Trabalho para Deus e não posso construir cercas, somente pontes. Convido você a construir muitas pontes no dia de hoje.

Deus ficará muito alegre com nosso serviço. Somos responsáveis pelas nossas atitudes, palavras, ações e tudo o que fazemos. Por isso, sejamos construtores de pontes!

Por, Wellington Jardim (Eto)
Cofundador da Comunidade Canção Nova e administrador da FJPI

 

fonte/texto: cancaonova.com

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Cordeiro de Deus

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Os antigos judeus costumavam oferecer sacrifícios de animais para mostrar sua adoração, gratidão, petição do perdão dos pecados e outros favores a Deus. Estando para sair da escravidão do Egito, liderados por Moisés, por ordem divina sacrificaram cordeiros de um ano. Com o sangue dos mesmos, tingiam os umbrais das entradas das casas para que, à passagem do anjo exterminador, não morresse ninguém deles, ao contrário dos egípcios que não tinham esse sinal e tiveram mortos os filhos mais velhos.

No entanto, tais sacrifícios não tinham força, por si mesmos, de perdoarem pecados e sim de solicitar a ajuda divina, tentando agradar a Deus. Seu sacerdócio era como mediação de oração e culto. Jesus, no entanto, exerceu a mediação salvadora, ou seja, o sacrifício foi de si mesmo. Ele mesmo foi o cordeiro imolado em nome da humanidade toda e de todos os tempos. Por ser Ele o Filho natural de Deus, seu sacrifício foi de verdadeiro pontífice. Por isso mesmo, realizou a redenção ou salvação de todos os seres humanos.

João Batista, precursor de Jesus, declara, em relação a Ele: “Eis o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1,29). De fato, Jesus tem o poder de tirar os pecados. Ele mesmo o atesta quando curou o paralítico, mostrando que tinha poder de perdoar e, da mesma forma, de fazer milagres (Cf. Lc 5,17-26).

Jesus quis dar a própria carne e seu sangue para nos alimentar. Mas o fez da forma miraculosa da Eucaristia. Com o poder divino Ele podia transformar o pão e o vinho em seu corpo e sangue, para termos real possibilidade de nos alimentarmos dele. Não é só símbolo. Ele mesmo disse: “É o meu corpo… fazei isto em memória de mim” (Lucas 22,19).

Na contemplação do sacrifício do Cordeiro de Deus somos levados à gratidão a Ele. Poderíamos oferecer a todos nós em sacrifício, mas não teríamos o efeito de alcançarmos a vida eterna. Uma só vez Jesus morrendo em sua natureza humana bastou para todos termos condição de salvação eterna. No entanto, para isso precisamos de nos colocar junto ao sacrifício do Cordeiro Divino. Nós o fazemos acompanhando seus passos e ensinamentos. Assim, implantaremos mais justiça nesta terra. Faremos a inclusão social de quem é deixado de lado. Seremos mais solidários com os que sofrem. Daremos de nós para melhorar o convívio social, a família, a política… Não nos omitiremos em promover a cidadania para todos, dentro da ética, da moral pessoal e social. Seremos pessoas corresponsáveis com o bem de todos.

Tendo a presença de Jesus o povo se acercava dele com grande esperança de resolver seus problemas. Com fé nele resolvemos, acima de tudo, nossos problemas de busca de sentido para a vida, a ponto de também nos sacrificarmos, a seu exemplo, para colaborarmos com a promoção da vida plena e de sentido para todos.

Por Dom José Alberto Moura – Arcebispo de Montes Claros (MG)

 

 

fonte/texto: noticiascatolicas.com.br/

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Saber partilhar o caminho

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A vida é um caminho. Traz consigo a dinamicidade da busca, dos projetos, dos fracassos e realizações. Move-se entre o passado que herdamos, o presente no qual estamos inseridos e o futuro que é nosso projeto e horizonte do caminhar. Como tal, a vida será sempre uma construção pessoal, intransferível. Porém, ao mesmo tempo, somos feitos para a comunhão. Ninguém caminha sozinho. Daí a necessidade de saber partilhar o caminho com alguém. Não se trata somente das pessoas com as quais convivemos em nossa família, profissão, comunidade de fé ou ambientes de lazer. Trata-se da companhia do caminho, de um “irmão mais experiente” com quem partilhamos tudo o que faz parte de nossa vida. Na dimensão profissional está crescendo o número de pessoas que procuram um “profissional de coaching”, este deve ter a capacidade de conduzir seus passos para alcançar as metas que deseja. Tem a missão de ajudar a pessoa a caminhar na direção que ela quer ir. O “coaching” apoia a pessoa para que ela possa tornar-se quem quer ser. Em nossa vida espiritual e cristã também precisamos de um condutor, orientador, mestre (além do introdutor, catequista, grupo e comunidade). Hoje, faz-se mais necessária ainda esta figura, pois o processo de iniciação e formação cristã precisa ser acompanhado, conduzido, orientado, visto que a transmissão cultural da fé praticamente já não existe.

O cristão, em primeiro lugar, caminha na certeza da presença de Deus. O salmista diz: “Ele me guia por bons caminhos, por causa do seu nome. Embora eu caminhe por um vale tenebroso, nenhum mal eu temerei, pois junto a mim estás.” (Sl 22). Foi o pedido que Deus fez a Abraão: “E tu, caminha na minha presença.” (Gn 17,1). Todos os dias, como discípulo se coloca à escuta da sua presença que se revela de muitas formas. “A cada manhã o Senhor desperta o meu ouvido para escutar como discípulo”. (Is 50,4). Deus é a primeira e mais importante companhia. Ele nos criou para a comunhão com Ele. Quando o ser humano quer, orgulhosamente, viver sem esta presença, quebra esta harmonia e fere a si próprio.

A Igreja tem uma longa tradição na arte de acompanhar, de ouvir e orientar. Esta figura se chama de orientador espiritual ou mestre espiritual. Uma imagem bíblica para exemplificar é a dos Discípulos de Emaús (Lc 24,13-35). Os dois discípulos falam de si, daquilo que os entristece. Jesus Ressuscitado se aproxima, começa a caminhar com eles, ouve atentamente, se interessa pela sua vida, pelos seus problemas. Depois, com habilidade traz a Palavra da Escritura que serve para iluminar, dar sentido à vida, e, sobretudo, aquece o coração. Ajuda-os a superar sua tristeza. Abrem os olhos e erguem a cabeça. Continuam a caminhar, agora renovados.

Para isto precisamos, em primeiro lugar, procurar a pessoa certa, que saiba “ouvir com o coração”: um padre, um monge, uma religiosa ou um leigo. Depois, a confiança de entregar a vida nas mãos de outrem, reconhecendo-o como irmão maior e orientador. Então, a abertura de si mesmo. Verbalizar os movimentos interiores de alegria, consolo, interrogações, dúvidas, decepções, tristezas e tudo o que tece a vida no cotidiano. Quanto sofrimento pode ser evitado se tivermos a coragem de partilhá-lo com alguém. Quantas famílias poderiam viver em harmonia ou até ter evitado uma separação se tivessem buscado ajuda, em tempo, com pessoas certas.

A grande vantagem deste caminho partilhado é a possibilidade de discernir com mais clareza o projeto de Deus, sua vontade sobre a vida. Assim, através da leitura do presente, pode-se ter uma direção, um sentido que nos orienta no caminhar. Aquele que orienta nunca substitui a liberdade pessoal da pessoa, que sempre tem a última e definitiva palavra.

Por Dom Adelar Baruffi – Bispo de Cruz Alta (RS)

 

 

fonte/texto: noticiascatolicas.com.br/

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A vontade de Deus na vida profissional

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Viver mal a vida profissional, sem competência nem bom desempenho é uma forma de desobedecer a vontade de Deus. O trabalho foi colocado em nossa vida por Deus como “um meio de santificação”. Depois que o homem pecou no Paraíso, perdendo o “estado de justiça” e “santidade” originais, Deus Pai fez do trabalho um meio de redenção para o homem.

“Porque escutaste a voz de tua mulher e comeste da árvore que eu te proibira de comer, maldito é o solo por causa de ti. Com sofrimentos dele te nutrirás todos os dias de tua vida. Ele produzirá para ti espinhos e cardos e comerás a erva dos campos. Com suor do teu rosto comerás teu pão até que retornes ao solo, pois dele foste tirado” (Gen 3,17-19).

Vida profissional, matéria-prima de salvação

Mais do que um castigo para o homem, o trabalho foi inserido na sua vida para a redenção. Por causa do pecado, o trabalho agora é acompanhado do “suor”, mas deste sofrimento Deus fez matéria-prima de salvação.

Sem o trabalho do homem não há o pão e o vinho que, na Mesa Eucarística, se transformam no Corpo e no Sangue de Cristo. Sem o trabalho do homem não teríamos o pão de cada dia na mesa, a roupa, a casa, o transporte, o remédio, a cultura entre outros. Tudo que chega a nós é fruto do trabalho de alguém; é por isso que o labor é santo e nos santifica quando realizado com fé, conforme a vontade de Deus.

São Josemaria Escrivá, fundador do Opus Dei, durante a celebração de uma Santa Missa, no campus da grande universidade de Navarra, na Espanha, fez uma histórica homilia, como título “Amar o Mundo Apaixonadamente”. Ele fundou a prelazia para difundir a santidade na vida profissional e nas atividades diárias. Na homilia, ele falava da necessidade de “materializar a vida espiritual”. O objetivo era combater a perigosa tentação do cristão de “levar uma espécie de vida dupla: a vida interior, a vida de relação com Deus, por um lado; e, por outro, diferente e separada, a vida familiar, profissional e social, cheia de pequenas realidades terrenas”.

Santo Escrivá, um santo dos nossos dias, canonizado em 2002 por João Paulo II, olhava a vida com grande otimismo e considerava o trabalho e as relações humanas com alegria ao dizer: “O mundo não é ruim, porque saiu das mãos de Deus”. “Qualquer modo de evasão das honestas realidades diárias é para os homens e mulheres do mundo coisa oposta à vontade de Deus”.

Na verdade, somente com essa ótica podemos entender plenamente o mundo com os olhos de Deus. Nem o marxismo cultural, materialista e ateu, nem o consumismo desenfreado de nossos dias, nem o hedonismo, que busca o prazer como fim, podem dar ao homem moderno a felicidade e a verdadeira paz.

Qualquer que seja o trabalho, sendo honesto, é belo aos olhos de Deus Pai, porque com ele estamos “cooperando com Deus na obra da criação”. Não importa se a vida profissional consiste nos simples afazeres de uma doméstica ou nas complicadas tarefas de um cirurgião que salva uma vida, tudo é importante diante do Senhor. O que mais importa é a intensidade do amor com que cada trabalho é realizado. Ele se tornará eterno na vida futura.

São Josemaria Escrivá falava da necessidade de o Cristianismo ser encarnado na vida cotidiana.

“Tudo o que fizerdes, fazei-o de bom coração, como para o Senhor e não para os homens. Sabeis que recebereis como recompensa a herança das mãos do Senhor. Servi ao Senhor Jesus Cristo” (Col 3,13).

Fazer tudo para o Senhor

Tudo o que realizamos na vida profissional deve ser feito “para o Senhor”. Não importa o que seja, se é grande ou pequeno, deve ser feito tendo o Senhor como o “Patrão”. Se você é lavadeira, então lave cada camisa ou cada calça como se o próprio Jesus fosse vesti-las. Se você cozinha, faça a comida como se o Senhor fosse comê-la. Se você é um pintor de paredes, pinte a casa como se ela fosse a morada do Senhor. Se você varre a rua, limpe-a como se o Senhor fosse passar por ela. Se você é um aluno, estude a lição como se o professor fosse o Senhor Deus.

É isso que São Paulo quer nos ensinar quando diz que “tudo deve ser feito de bom coração, como para o Senhor, e não para os homens”. É claro que com essa “nova ótica”, você vai trabalhar da melhor maneira possível, com todo o talento, cuidado, dedicação, competência, honestidade, pontualidade e perfeição, porque o fará para Deus. Isso santifica, isso muda a nossa vida; e é a vontade de Deus. Isso o fará feliz. Quando trabalhamos assim, toda a vida se torna “sagrada”, pois é vivida plenamente para Deus.

É importante também notar o que São Paulo diz a seguir: “Sabeis que recebereis como recompensa a herança das mãos do Senhor”. Que herança é essa? É a vida eterna, o céu, o prêmio por você ter sido fiel no pouco. Isso mostra que cada minuto do nosso labor, aqui na terra, vivido por amor a Deus, com “reta intenção” de agradá-Lo, transforma-se em semente de eternidade.

Por Felipe Aquino via Canção Nova

 

fonte/texto: noticiascatolicas.com.br/

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Este infeliz gritou a Deus e foi ouvido Sl (33)

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Ao rezar o salmo 33, me vi neste infeliz que grita a Deus

Temos passado muitas situações difíceis no mundo. A crise que nos assola, o medo de doenças desconhecidas, a falta de segurança, o fim dos relacionamentos e tantas notícias que nos causam uma enorme desesperança.
Mas o que fazer em meio a tudo isso? Como agir em meio a estes sofrimentos?

Meus irmãos, a única coisa que me sustenta é a Fé. Eu sei que Deus sabe do que vivo, dos meus medos, dos meus sofrimentos, eu sei que Deus está comigo sempre! Ao rezar com o salmo 33, ao fixar o olhar neste trecho: “Este infeliz gritou a Deus e foi ouvido”, me vi neste infeliz. Que sofre, que não tem a quem recorrer na terra, mas sua única esperança é o Senhor.

Queridos, hoje quero convidá-los a rezar este salmo, a meditá-lo, precisamos cada vez mais nos apoiar em Deus, pois é Ele o único que pode nos livrar do mal. Eu preciso de Deus, você precisa de Deus e o mundo inteiro precisa de Deus.

Vamos rezar juntos pela paz no mundo e pelas aflições que temos vivido? Conto com a sua ajuda na oração.

Seu irmão,
Wellington Jardim (Eto)
Cofundador da Comunidade Canção Nova e administrador da FJPII

 

fonte/texto: cancaonova.com

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Em tudo, dai graças ao Senhor!

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Aquele que em tudo dá graças ao Senhor, é quem confia verdadeiramente no socorro divino

“Estais sempre alegres, orai incessantemente, dai graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus a vosso respeito em Cristo Jesus” (I Ts 16-18).
Existem momentos e situações em nossas vidas nos quais é difícil dar graças a Deus. Como você, eu também já passei por situações assim. Mas tenho aprendido, com a graça de Deus, que quanto mais dolorosos e difíceis são esses momentos, tanto mais nós precisamos nos voltar para Deus, certos de que, a Divina Providência nos acompanha e nos assiste. Creia: Deus está em tudo e tem o controle de todas as coisas em suas mãos.
Fomos criados para o louvor, para a adoração e para a ação de graças porque temos origem divina. Nosso lugar é o céu, nossa meta é o céu. De lá viemos e para lá voltaremos com a graça de Deus e os joelhos no chão!
Deus não nos daria uma ordem – como a que nos foi dada nessa passagem bíblica: 1 Tessalonicenses 5,16-18 – se não tivéssemos condições de cumpri-la. O Senhor nos pede que – em tudo, em todas as circunstâncias, em qualquer situação, aconteça o que acontecer –, demos graças, oremos e estejamos sempre alegres.
Meu filho, minha filha, coragem! A alegria, o louvor, a adoração e a ação de graças são remédios para o coração. Não desanime, vá em frente, coragem!

Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib

 

 

 

fonte/texto: cancaonova.com

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Quando a amizade passa pela prova da paixão

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É necessário deixar a amizade passar pelo filtro, pela prova dos sentimentos

Na amizade, encantamo-nos com algo que descobrimos no outro. Afinal, se estamos juntos, é porque temos afinidades e escolhemos ser amigos. Por isso, é natural que, por vezes, o companheirismo com o sexo oposto gere mais do que uma simples amizade. O amigo começa a aparecer com mais frequência em nossos pensamentos e o bom sentimento em relação a ele toma tons de atração ou paixão. Mas temos de ficar atentos! Não é porque estamos buscando viver uma vida de santidade, com amizades sadias e santas para, consequentemente, chegar a um namoro santo e cristão, que estamos isentos de sentir carência, sensação de solidão e impulsos, desejos e fantasias. Isso é inerente ao ser humano, portanto, sinal de que o seu físico e o seu psicológico continuam funcionando muito bem, graças a Deus!

Não tome decisões prematuras. Namoricos em grupos de oração, em grupos de jovens e universitários, quando decididos às pressas, prejudicam até o andamento da comunidade em que estão.

Tudo pode ser muito mais positivo quando cultivamos um pouco de paciência ao tratar esses sinais do coração. Antes de se declarar e talvez estragar o que vocês já têm, deixe a amizade passar pelo filtro, pela prova dos sentimentos.

Afinal, que amor é esse? Amigos ou namorados?

Quando perceber que está paquerando seu amigo, vá com calma. Se o sentimento não for resultado de solidão e carência, ele continuará e, provavelmente, crescerá, dando-lhe certeza do que realmente está ocorrendo em seu interior. O amor falará por si e tirará sua dúvida.

No geral, os namoros mais felizes nascem a partir de uma amizade antes cultivada, mas se o sentimento for motivado puramente pela carência, sensação de solidão, impulsos primitivos e naturais do ser humano, logo diminuirá e acabará passando. Você terá, então, a alegria e a certeza de ter uma grande amizade, nada mais que isso.

Note também os sinais que a outra pessoa transmite e seja verdadeiro com você mesmo, para não viver numa ilusão; finalmente, pergunte a Deus, pois Ele sabe o motivo real pelo qual essa pessoa entrou na sua vida. O Senhor revela Sua vontade por meio da Palavra e de sinais, autenticando o que as faculdades humanas do coração e da razão nos apontam. Ninguém está ao seu lado à toa, e em cada um de nós existe a beleza do propósito de elevar os outros ao céu.

Por Sandro Arquejada

 

fonte/texto: cancaonova.com

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O que é a eutanásia?

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Eutanásia significa morte sem dor ou morte suave. A Igreja, “que está sempre ao lado da vida”, como afirmou João Paulo II, ensina que devemos ter um respeito especial por aqueles cuja vida está diminuída ou enfraquecida. As pessoas doentes ou deficientes devem ser amparadas para levar uma vida tão normal quanto possível, e nunca as eliminar ou lhes apressar a morte.

Quando o ser humano está debilitado e sofrendo, então, mais ainda deve aumentar o nosso amor por ele, e não o contrário: eliminá-lo com a desculpa de eliminar o seu sofrimento. Não se trata de um animal sem alma, criado à imagem de Deus.

O termo eutanásia, etimologicamente falando, significa morte sem dor ou morte suave. O Catecismo da Igreja Católica (CIC) ensina que: “Sejam quais forem os motivos e os meios, a eutanásia direta consiste em pôr fim à vida de pessoas deficientes, doentes ou moribundas. É moralmente inadmissível.” (CIC § 2277).

A Igreja também ensina que: “Assim, uma ação ou uma omissão que, em si ou na intenção, gera a morte a fim de suprimir a dor constitui um assassinato gravemente contrário à dignidade da pessoa humana e ao respeito pelo Deus vivo, seu Criador. O erro de juízo na qual se pode ter caído de boa-fé não muda a natureza deste assassinato, que sempre deve ser condenado e excluído” (Cf. Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, decl. Iura et bona: 1980).

Por outro lado, a Igreja entende e aceita que não se pode prolongar além do justo e necessário a vida do ser humano; não se trata de praticar a “obstinação terapêutica”. Então, a interrupção de procedimentos médicos caros, perigosos, extraordinários ou desproporcionais aos resultados esperados pode ser legítima. Não se quer dessa maneira provocar a morte; aceita-se não poder impedi-la. As decisões devem ser tomadas pelo paciente, se tiver a competência e a capacidade para isso; caso contrário, pelos que têm direitos legais, respeitando sempre a vontade razoável e os interesses legítimos do paciente” (cf. CIC § 2278).

A Igreja orienta o procedimento médico e ensina que “mesmo quando a morte é considerada iminente, os cuidados comumente devidos a uma pessoa doente não podem ser legitimamente interrompidos. O emprego de analgésicos para aliviar os sofrimentos do moribundo, ainda que com o risco de abreviar seus dias, pode ser moralmente conforme à dignidade humana se a morte não é desejada, nem como fim nem como meio, mas somente prevista e tolerada como inevitável. Os cuidados paliativos constituem uma forma privilegiada de caridade desinteressada. Por esta razão devem ser encorajados.” (CIC § 2279).

Diferença entre eutanásia direta da eutanásia indireta

Distingue-se a eutanásia direta da eutanásia indireta ou negativa. A eutanásia direta é o ato de matar o paciente. Vem a ser um homicídio ilícito. Nem mesmo a compaixão para com o paciente justifica a eliminação de sua vida, pois os fins não justificam os meios. Sabemos que, muitas vezes, é no momento de sofrimento que a pessoa tem seu encontro com Deus, se converte, se confessa e encontra a salvação de sua alma. Ao apressar-se a morte da pessoa, por uma falsa caridade, pode-se tirar dela a oportunidade que o próprio Deus quer lhe dar.

O homem não tem o direito de dispor nem da sua vida nem da vida do irmão inocente. Nenhuma situação dolorosa justifica a eutanásia direta.

De resto, sob o rótulo de compaixão podem esconder-se motivos espúrios, como por exemplo o desejo de pôr fim a uma vida incômoda e trabalhosa, o de evitar gastos pesados, o de repartir quanto antes a herança… sentimentos estes egoístas.

A eutanásia indireta consiste em não dar ao paciente os meios de subsistência. Estes podem ser ordinários (soro, alimentação, injeções,…) ou extraordinários (desproporcionais). Não é lícita a suspensão de meios ordinários, pois equivale ao homicídio indireto. Quanto aos meios extraordinários, observe-se o seguinte: quando os recursos extraordinários (maquinaria tecnológica das UTIs) não produzem efeitos proporcionais à parafernália aplicada, é lícito desligá-las desde que os médicos não vejam probabilidade de melhora do paciente. Essa possibilidade deve ser criteriosamente avaliada, de modo a evitar precipitação ou tendências egoístas. Assim se evita a distanásia (a morte dolorosa) como também se evita a eutanásia direta. Pratica-se então a ortotanásia, que é o procedimento correto.

Por Felipe Aquino via Canção Nova

 

 

fonte/texto: noticiascatolicas.com.br