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Notícias do Santuário

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Papa expressa sua solidariedade as vítimas do terremoto na Indonésia

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Medo na Indonésia, onde um terremoto de magnitude 6,9 atingiu a ilha turística de Lombok, domingo (05/08), causando centenas de mortos e feridos. Milhares de imóveis ficaram danificados e moradores precisaram deixar suas casas. Como Bali, onde o tremor também foi sentido, Lombok é conhecida por praias e montanhas. O epicentro foi localizado a 10,5 km de profundidade a 2 km ao sul de Loloan, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). Foi a segunda vez que a terra tremeu em uma semana.

 

Papa consola as vítimas com mensagem de proximidade

Em mensagem de pesar assinada pelo Secretário de Estado, Cardeal Pietro Parolin, Francisco se dirige às autoridades eclesiásticas e civis da Indonésia expressando a grande tristeza que o abateu ao saber da “trágica perda de vidas e da destruição” causada pelo terremoto.

 

Oração, força e consolação

O Papa expressa sua solidariedade a todos e assegura orações “especialmente pelo descanso dos mortos, a cura dos feridos e a consolação de todos aqueles que sofrem pela perda de seus entes queridos. Ao encorajar as autoridades civis e as pessoas envolvidas nos esforços de busca e salvamento das vítimas deste desastre, Francisco invoca para a população consolação e força concedendo a todos as bênçãos de Deus.

 

Ajudas de emergência

Há necessidade urgente de pessoal médico, medicamentos e suprimentos de alimentos para pessoas que tiveram que deixar suas casas devido a danos estruturais.

Várias ONGs já estão engajadas lidando com a emergência. Save the Children aponta que em algumas áreas de Lombok, 8 em cada 10 casas estão destruídas, mas os agentes humanitários estão trabalhando e os parceiros locais estão fornecendo cuidados especiais para as crianças.

“ Apesar da revogação do ‘alarme tsunami’, as pessoas estão desorientadas e fogem com medo, pois Lombok está sem eletricidade e isso torna as comunicações muito difíceis. ”

A Indonésia está em uma das regiões mais propensas a tremores e atividade vulcânica do mundo: o Círculo de Fogo do Pacífico. Cerca de 7 mil tremores atingem essa área por ano, em sua maioria de magnitude moderada.

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Papa Francisco reza diante do túmulo de seu predecessor Paulo VI

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Na manhã desta segunda-feira, 6 de agosto, festa da Transfiguração do Senhor e 40º aniversário da morte de Paulo VI, o Papa Francisco desceu à Cripta Vaticana para um momento de oração diante do túmulo de seu predecessor.

Beatificado por Francisco em 19 de outubro de 2014, numa celebração na Praça São Pedro na conclusão do Sínodo extraordinário dos bispos sobre a família, Paulo VI será canonizado em 14 de outubro próximo.

Fonte: www.vaticannews.com

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O Milagre de Hiroshima: Jesuítas sobreviveram à bomba atômica graças ao Rosário

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Há 73 anos aconteceu a explosão da bomba atômica em Hiroshima, um dos episódios mais dramáticos na história da humanidade. No dia 6 de agosto de 1945, festa da Transfiguração, muito perto de onde caiu a bomba “Little Boy”, quatro sacerdotes jesuítas alemães sobreviveram a esta catástrofe e a radiação – que matou milhares de pessoas nos meses seguintes – não causou nenhum efeito neles. Esta história, documentada por historiadores e médicos, é conhecida como o Milagre de Hiroshima.

Os jesuítas Hugo Lassalle, superior no Japão, Hubert Schiffer, Wilhelm Kleinsorge e Hubert Cieslik, estavam na casa paroquial da Igreja jesuíta de Nossa Senhora da Assunção, em um dos poucos edifícios que resistiu à bomba. No momento da explosão, um dos jesuítas estava celebrando a Eucaristia, outro tomando café da manhã e o outros estavam nos arredores da paróquia.

Conforme escreveu o Pe. Hubert Cieslik em um jornal, somente sofreram pequenos ferimentos por causa de cristais quebrados, mas nenhum efeito da radiação, nenhuma perda de audição, nem qualquer outro dano.

Os médicos que atenderam os jesuítas, alguns dias após a explosão da bomba, lhes advertiram que a radiação recebida lhes causaria lesões graves, assim como doenças e inclusive uma morte prematura.

Mas, este prognóstico nunca aconteceu. Não desenvolveram nenhum transtorno e em 1976, exatamente 31 anos após a explosão da bomba, o Pe. Schiffer foi ao Congresso Eucarístico na Filadélfia, relatou sua história e disse que os quatro jesuítas ainda estavam vivos e sem nenhuma doença. Foram examinados por dezenas de doutores cerca de 200 vezes ao longo dos anos seguintes e nunca encontraram em seus corpos qualquer consequência da radiação.

Os quatro religiosos nunca duvidaram de que tinham gozado da proteção divina e, em particular, da Virgem: “Nós acreditamos que sobrevivemos porque estávamos vivendo a Mensagem de Fátima. Nós vivíamos e rezávamos o Rosário diariamente naquela casa”, explicaram.

O Pe. Schiffer escreveu “O Rosário de Hiroshima”, um livro por meio do qual relata tudo o que ele vivenciou.

Em 2015, ao recordar os 70 anos da explosão atômica em Hiroshima, o Bispo de Niigata e Presidente da Cáritas Ásia, Dom Tarcisius Isao Kikuchi, difundiu uma mensagem na qual sublinhou que o Japão pode contribuir à paz “não com novas armas, mas com suas atividades de nobreza e grande história no crescimento mundial, de maneira particular nas consideradas nações em via de desenvolvimento”.

O Prelado acrescentou que “com esta contribuição ao desenvolvimento, que leva a pleno respeito e à realização da dignidade humana, seria muito apreciado e respeitado pela comunidade internacional”. Todos os anos, entre os dias 5 e 15 de agosto, o país celebra uma Oração pela Paz.

Em Hiroshima e Nagasaki morreram cerca de 246 mil pessoas, a metade faleceu no momento do impacto e o resto das pessoas algumas semanas depois pelos efeitos da radiação. A bomba de Hiroshima coincidiu com a solenidade da Transfiguração do Senhor e a rendição do Japão ocorreu no dia 15 de agosto, solenidade da Assunção da Virgem Maria.

Fonte: www.acidigital.com

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Em 6 de agosto de 1978, quarenta anos atrás, falecia Paulo VI, recordado por Francisco no Angelus deste domingo.

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Enquanto se delineava uma sociedade “secularizada e hostil”, Paulo VI soube conduzir com “sabedoria visionária” e “às vezes na solidão”, o leme do barco de Pedro, sem perder a alegria e a confiança no Senhor. Com estas palavras pronunciadas em 19 de outubro de 2014, o Papa Francisco beatificou Giovanni Battista Montini, falecido há quarenta anos, em 6 de agosto de 1978 em Castel Gandolfo, na festa litúrgica da Transfiguração do Senhor. O Pontífice recordou o Beato Paulo VI também Angelus deste domingo, rezando para que “do céu interceda pela Igreja que tanto amou e pela paz no mundo.”

 

A mensagem da humanidade

“Esta vida mortal é, apesar de suas dificuldades, seus obscuros mistérios, seu sofrimento e sua fragilidade inevitável, um fato belíssimo, um prodígio sempre original”, lê-se nas meditações do Papa Montini, em que falava de um acontecimento – a “vida do homem” – digna de ser “cantada em alegria”.

“A mensagem de humanidade de Paulo VI encontramos no “Pensamento da morte” e também no testamento: ali há uma síntese de como o Papa Montini entendia o homem e, em particular, o homem à imagem de Deus”, explicou ao Vatican News o padre redentorista Antonio Marrazzo, postulador da Causa de Canonização do Papa Paulo VI.

 

A civilização do amor

“Na sua morte há quarenta anos – acrescenta – a Igreja continua um caminho diferente, que começou com o Concílio, justamente levando em consideração o magistério de Montini: colocar o homem no centro torna-se o foco, mas também a atenção dirigida ao homem não tanto e somente como um aspecto antropológico em si mesmo, mas como imagem de Deus, o homem desejado por Deus à sua semelhança, um homem que é valor, que tem uma dignidade”.

Montini havia levado em frente esse discurso “desde quando era jovem sacerdote – esclarece o postulador – sempre se preocupando com os últimos. Seu legado consiste precisamente nesta grande guinada que deu à Igreja: devemos prestar atenção ao homem na mesma medida com a qual Deus presta,  com esta atitude – diria hoje o Papa Francisco – de misericórdia, de uma misericórdia que Montini nos faz entender que é feita de ternura, de atenção, de compreensão do limite do homem, sem julgar inutilmente, mas buscando antes construir. Montini falou de civilização do amor, o amor que não é baseado na condenação, mas na compreensão e na recuperação, porque em cada homem permanece o traço de Deus, que devemos tentar fazer sair fora, desabrochar.”

 

Cristo homem universal

Um pontificado de 15 anos o de Paulo VI, que começou imediatamente após o Conclave em junho de 1963, quando o cardeal Montini, sacerdote e bispo de origem lombarda, nascido em Concesio em 1897, foi escolhido para levar a seu termo o Concílio Vaticano II e guiá-lo com mão segura, para uma Igreja “samaritana”, “serva da humanidade”, mais inclinada a “mensagens de confiança” do que a “presságios fatais”.

Dos precedentes anos na diplomacia, permanece a arte da escuta e da construção da paz. Do trabalho com os jovens, desponta a transmissão de uma fé inteligente e livre, de uma cultura sedenta de verdade e aberta ao diálogo. No período como arcebispo de Milão, transmite uma forte experiência de uma Igreja do povo, próxima às pessoas, e junto com a modernidade.

No próximo dia 14 de outubro, ele será canonizado. “O Papa Francisco – destaca o padre Marrazzo – decidiu que Paulo VI será canonizado com Romero, que é um mártir, e com outros santos da caridade. A santidade não tem uma cifra especial baseada no papel desempenhado na vida. A santidade canonizada pela Igreja é sobretudo apresentar um modelo de vida cristã e, ao mesmo tempo, um especial intercessor diante de Deus.

No caso de Paulo VI, o que nos deixa é a centralidade de Cristo, a atenção a ele. Ao ler Cristo homem universal, nós encontramos nele também essa pessoa que não somente – como diz o próprio Montini – permite de nos conectarmos diretamente ao Deus Uno e Trino, mas também de considerar-nos todos como gênero humano, sem exceção, abolindo qualquer discriminação. Um sentido profundo de Igreja, a Igreja comunidade, a Igreja corpo místico”.

 

Protetor da vida nascente

Paulo VI na Humanae Vitae, cinquenta anos atrás, afirmou a íntima união entre o amor conjugal e a abertura à vida.

“Montini – recorda o missionário redentorista – sempre disse que queria uma Encíclica sobre o amor conjugal e sobre a continuidade criativa de Deus dada ao homem: dar vida, colaborar no dar vida. É interessante que precisamente os dois milagres – tanto o apresentado para a beatificação como o da próxima canonização – se refiram a algo especial: são dois milagres que ocorreram em fetos, uma vida que ainda não se manifestou como história, mas que já é história.

Assim, poderíamos definir Montini como protetor da vida nascente. Porque ambas as mães e famílias invocaram Montini em uma situação desesperada para o feto. Sobretudo no último caso, uma menina italiana, de Verona, que cresceu da 13ª para a 24ª semana sem esperança, porque não havia o líquido amniótico e havia o perigo de ela nascer morta ou fortemente deformada e com poucas horas de vida.

Na realidade, a criança hoje é saudável. Quem propôs à família rezar a Montini foi um ginecologista, justamente durante o período de beatificação, em outubro de 2014; e então a criança nasceu no dia de Natal. Esses dois milagres nos fazem entender que da raiz, da  vida nascente, há todo o discurso que virá depois: já são pessoas que – conclui o padre Marrazzo – por Deus são considerados filhos”.

Fonte: www.vaticannews.va

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Mais importante do que as coisas materiais é cultivar a fé, sublinha o Papa Francisco

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Antes da oração do Ângelus no domingo, o Papa Francisco explicou o Evangelho do dia, quando a multidão procura de Jesus, mas isso “não basta que as pessoas o procurem, ele quer que as pessoas o conheçam; quer que a busca por Ele e o encontro com Ele ultrapasse a satisfação imediata das necessidades materiais”.

“O Senhor nos convida a não esquecer que, é importante preocupar-nos com o pão, e mais importante ainda “é cultivar nossa relação com Ele, fortalecer nossa fé n’Ele, que é o pão da vida, vindo para saciar a nossa fome de verdade, a nossa fome de justiça, a nossa fome de amor”, explicou.

O Pontífice, na varanda do Palácio Apostólico afirmou que “Jesus veio para nos trazer algo mais, a abrir a nossa existência a um horizonte mais amplo em relação às preocupações cotidianas do alimentar-se, vestir-se, da carreira e assim por diante”.

“Ele, verdadeiro ‘pão da vida’, quer saciar não apenas os corpos, mas também as almas, dando o alimento espiritual que pode satisfazer a fome mais profunda”, acrescentou.

Francisco falou do convite de Jesus às pessoas “a procurar não a comida que não dura, mas aquela que permanece para a vida eterna”. “Trata-se de um alimento que Jesus nos dá todos os dias: sua Palavra, seu Corpo, seu Sangue. As pessoas ouvem o convite do Senhor, mas não entendem o seu significado”, explicou.

As pessoas pensam que Jesus pede a elas “para observarem os preceitos para obter outros milagres, como a multiplicação dos pães. É uma tentação comum, esta, de reduzir a religião somente à prática das leis, projetando em nossa relação com Deus a imagem da relação entre os servos e seus patrões: os servos devem executar as tarefas que o patrão determinou, para ter a sua benevolência”.

Mas a resposta de Jesus, disse o Papa, é a mesma para hoje: “A obra de Deus é que vocês acreditem naquele que ele enviou”:

“Essas palavras são dirigidas também a nós hoje: a obra de Deus não consiste tanto no ‘fazer’ coisas, mas em ‘creer’, n’Aquele que Ele enviou. Isto significa que a fé em Jesus nos permite realizar as obras de Deus”.

“Se nos deixarmos envolver nesta relação de amor e confiança com Jesus, poderemos fazer boas obras que perfumam de Evangelho, pelo bem e às necessidades dos irmãos”.

Fonte: www.acidigital.com

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Papa Francisco adverte sobre uma das causas do suicídio juvenil

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O Papa Francisco teve um encontro na manhã de quinta-feira com estudantes jesuítas, no qual refletiu sobre as consequências do desemprego, que atualmente afeta muitos jovens e que se tornou uma das causas do suicídio juvenil.

Em um diálogo com os jesuítas que participaram do curso “European Jesuits in formation”, em Roma, o Santo Padre refletiu sobre as dificuldades que muitos jovens encontram no momento de entrar no mercado de trabalho.

O Pontífice sublinhou que “a pessoa que não tem um trabalho se sente sem dignidade. A falta de trabalho destrói a dignidade. Ainda mais: não se trata do fato de não poder comer, porque sempre podem ir à Caritas e te oferecem comida. O problema é não poder levar o pão para casa: isso destrói a dignidade”.

Francisco afirmou que, “quando vemos tantos jovens sem trabalho, deveríamos nos perguntar por quê. Certamente encontrarão a razão: existe uma reestruturação da economia mundial, onde a economia, que é concreta, deixa lugar à finança, que é abstrata. No centro, há a finança, e a finança é cruel: não é concreta, é abstrata”.

“E neste caso se aposta em algo que não é concreto, mas é líquido ou gasoso, tendo como ponto central o mundo das finanças. Todavia ali seria o lugar do homem e da mulher. Hoje isto, acredito, é o grande pecado contra a dignidade da pessoa: tirar a pessoa do ponto central”.

Em seu discurso, o Papa chamou a atenção sobre o crescente número de suicídios de jovens. “O número de suicídios de jovens está em aumento, mas os governos, não todos, não publicam os números exatos: publicam-no até certo ponto, porque é vergonhoso. E por que estes jovens se enforcam e se suicidam? Em quase todos os casos a principal razão é a falta de trabalho. Não conseguem se sentir úteis”.

Por outro lado, “outros jovens não optam pelo suicídio, mas buscam a alienação, buscam dependências, e hoje a dependência é um modo de fugir da falta de dignidade. Pensem que por detrás de cada dose de cocaína há uma grande indústria mundial que possibilita isso, e provavelmente, é onde circula a maior quantidade de dinheiro no mundo”.

Do mesmo modo, “outros jovens, através do celular, encontram coisas que envolvem como projeto de vida: ‘Ah, eu pego um avião e entro para o ISIS. Pelo menos vou ter milhares de dólares todos os meses e algo para fazer’. Isso é verdade, acontece!”.

“Suicídios, dependências e participação em guerrilhas são as três opções para os jovens de hoje quando não têm trabalho”, sublinhou.

Finalmente, assegurou que “o problema tem solução, mas precisa encontrar o modo certo, há necessidade da palavra profética, há necessidade da criatividade humana, fazer muitas coisas. É necessário sujar as mãos”.

Fonte: www.acidigital.com

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Vídeo-mensagem do Papa com intenção de oração para agosto

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O Santo Padre propõe ao Apostolado da Oração, neste mês de agosto, uma vídeo-mensagem intitulada: “As famílias, um tesouro”.

Por isso, o Papa propõe a seguinte intenção Universal para este mês de agosto: “Para que as grandes escolhas econômicas e políticas protejam as famílias como um tesouro da humanidade”.

Vídeo-mensagem: “As famílias, um tesouro”

Vídeo-mensagem

Na sua vídeo-mensagem, Francisco afirma: «Ao falar das famílias, muitas vezes me vem à mente a imagem de um tesouro. O ritmo de vida atual, o estresse, a pressão do trabalho e também a pouca atenção das instituições podem colocá-las em perigo.

Não é suficiente falar da sua importância; mas é preciso propor medidas concretas e desenvolver seu papel na sociedade, mediante uma boa política familiar.

Peçamos juntos, a Jesus, para que as grandes escolhas econômicas e políticas protejam a família como um tesouro da humanidade».

Semana da Família

Em sintonia com a vídeo-mensagem do Papa para o Apostolado da Oração, a Igreja no Brasil também irá celebrar a Semana Nacional da Família, de 12 a 18 próximos, sobre o tema “O Evangelho da Família, alegria para o mundo” em preparação ao IX Encontro mundial da Família a realizar-se em Dublin, na Irlanda, de 22 a 26 de agosto.

Falando sobre o tema central da Semana da Família, o bispo de Osasco (SP) e Presidente da Comissão Episcopal da Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, Dom João Bosco Barbosa de Sousa afirma: “O Evangelho da Família ressalta o lado positivo da Família, como boa notícia, como bem, como dom de Deus”. A segunda parte do tema “alegria para o mundo”, acentua o fato de que ser família não é um aspecto doutrinal, um valor apenas para cristãos ou pessoas religiosas, mas uma riqueza para o mundo e para toda a humanidade”.

Encontro Mundial das Famílias

De fato, de 22 a 26 de agosto, terá lugar em Dublin, Irlanda, o IX Encontro Mundial das Famílias na presença do Papa Francisco.

A este respeito, Dom João Bosco faz votos de que “este encontro possa reforçar o trabalho de evangelização, realizado pela Pastoral Familiar; esclarecer questões e chamar a atenção de todos para a importância da família, instituída segundo a vontade de Deus, a fim de que se torne “alegria para o mundo”.

O Brasil estará representado no Encontro Mundial da Família, em Dublin, além das numerosas famílias inscritas, por Dom João Bosco, Presidente da Comissão para a Vida e Família da CNBB, o assessor nacional da Comissão, Padre Jorge Alves Filho, e o casal coordenador da Pastoral nacional Familiar, Luiz Zilfredo e Carmen Rodrigues Stolf. (Notícias da CNBB)

Fonte: www.vaticannews.va

 

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Papa Francisco muda o parágrafo do Catecismo sobre a pena de morte

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O Santo Padre recebeu em audiência, no dia 11 de maio p.p., no Vaticano, o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal Luís Ladaria, durante a qual aprovou a nova redação do Catecismo da Igreja Católica (n. 2267), sobre a “pena de morte”.

O novo Rescrito do Papa, ou seja, a decisão papal sobre a questão da pena de morte, foi publicado na manhã desta quinta-feira, no Vaticano:

“Durante muito tempo, o recurso à pena de morte, por parte da legítima autoridade, era considerada, depois de um processo regular, como uma resposta adequada à gravidade de alguns delitos e um meio aceitável, ainda que extremo, para a tutela do bem comum”.

No entanto, hoje, torna-se cada vez mais viva a consciência de que a dignidade da pessoa não fica privada, apesar de cometer crimes gravíssimos. Além do mais, difunde-se uma nova compreensão do sentido das sanções penais por parte do Estado. Enfim, foram desenvolvidos sistemas de detenção mais eficazes, que garantem a indispensável defesa dos cidadãos, sem tirar, ao mesmo tempo e definitivamente, a possibilidade do réu de se redimir.

Por isso, a Igreja ensina, no Novo Catecismo, à luz do Evangelho, que “a pena de morte é inadmissível, porque atenta contra a inviolabilidade e dignidade da pessoa, e se compromete, com determinação, em prol da sua abolição no mundo inteiro”.

Fonte: www.vaticannews.va

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Festival Halleluya 2018 bate recorde de solidariedade

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Conhecido como o maior evento católico da América, o Festival Halleluya 2018 se tornou um dos festivais mais solidários do Brasil, tendo batido recorde da arrecadação de alimentos e doações de sangue.

Há 16 anos, o evento, promovido pela Comunidade Católica Shalom, tem uma parceria com o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce) para a coleta de sangue.

Neste ano, durante os dias em que aconteceu o festival no Condomínio Espiritual Uirapuru, em Fortaleza (CE), de 25 a 29 de julho, foram coletadas 1022 bolsas de sangue, superando a meta de 900 bolsas.

Outra ação solidária que rendeu bons resultados foi a doação de alimentos. Foram arrecadados 3500 quilos de alimentos não perecíveis, os quais serão destinados aos projetos de Promoção Humana da Comunidade Shalom, que atendem pessoas em situação de risco.

Esta 22ª edição do Festival Halleluya reuniu uma mar de pessoas, com mais de 1 milhão e meio de participantes que aproveitaram cinco dias de música, artes, esportes radicais, cultura e fé.

Para o assistente local da Shalom em Fortaleza, Pe. Sílvio Scopel, o evento foi surpreendente. “Desde a quarta-feira”, foi recebido “um público maior do que se esperava”, disse.

“Os shows foram maravilhosos, além dos espaços temáticos que foram protagonistas este ano. Foi um Halleluya surpreendente que nos deixa muito felizes como Comunidade Católica Shalom e já na expectativa do de 2019”.

“Em nome, da Comunidade Shalom, agradecemos a população de Fortaleza e de todo o Ceará por abraçar e viver da melhor forma o Festival Halleluya. Jovens, crianças, adultos e muitas famílias que saíram de suas casas e optaram por viver essa experiência de fé, de paz e de encontro pessoal com Deus”, completou.

O evento recebeu 22 atrações musicais consagradas da música católica no palco principal, entre os quais Adriana Arydes, Irmã Kelly Patrícia, Rosa de Saron, Suely Façanha, Padre Fábio de Melo e Irmã Cristina, vencedora do ‘The Voice Itália’ em 2014.

Um dos espaços mais visitados pelos presentes foi o espaço da misericórdia. De acordo com os organizadores, 3406 pessoas receberam oração e aconselhamento; foram atendidas 3450 confissões; 1389 pessoas participaram dos cursos.

Grande movimentação também do público nos espaços vida, adventure, tenda eletrônica, games, lounge, acessibilidade e, principalmente, no palco alternativo que recebeu 24 atrações locais concentrando um público médio de mil pessoas por noite.

Outro destaque foi o Halleluya Kids que recebeu 2839 crianças, em um espaço adaptado ao público infantil.

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Bispos do Brasil erguem a voz contra o aborto às vésperas de audiência sobre o tema

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O Brasil trava mais uma batalha contra o aborto nesta semana, quando ocorre audiência publica para abordar a descriminalização desta prática no país; por isso, diversos Bispos se pronunciaram contra, denunciando um ativismo judicial e exortando os cidadãos a se manifestarem em defesa da vida.

Nos dias 3 e 6 de agosto, acontece a audiência pública convocada pela ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), para debater a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 442/2017 (ADPF 442), que foi proposta pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).

Esta ADPF 442 questiona os artigos 124 e 126 do Código Penal, que tipificam o crime de aborto, alegando a sua inconstitucionalidade. Assim, propõe a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação.

A Audiência Pública será realizada na sala de sessões da Primeira Turma do STF, Anexo II-B, dias 3 e 6 de agosto, das 8h40 às 12h50 e das 14h30 às 18h50.

A Igreja Católica, por meio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), se fará presente e participará da audiência no dia 6 de agosto, às 9h10, representada pelo Bispo de Rio Grande (RS), Dom Ricardo Hoerpers, que mestre e doutor em Bioética e Teologia Moral na Academia Alfonsiana, em Roma, e pelo Padre José Eduardo de Oliveira e Silva, da Diocese de Osasco (SP).

Frente a esta discussão, Prelados de todo os país ergueram suas vozes para expressar repúdio à ADPF 442, ao mesmo tempo em que chamara a população em seu unir em oração e atos concretos em favor da vida.

Em uma nota de repúdio, o Arcebispo de Goiânia (GO), juntamente com os Bispos Auxiliares Dom Levi Bonatto e Dom Moacir Arantes, e todos os membros da União dos Juristas Católicos de Goiânia (Unijuc), denunciaram o ativismo judicial aplicado para buscar aplicar o aborto no Brasil, uma vez que a questão não encontrou abertura no Legislativo.

“O Congresso Nacional em momento algum se omitiu em tratar do tema e nunca admitiu, como legítimos representantes de toda a nação, a normalização da abominável prática de matar crianças no ventre da mãe”, afirmam.

Segundo a nota, “o tema foi judicializado para cortar caminhos e excluir o Congresso Nacional do debate legítimo e democrático processo que vigora no legislativo”.

“Esse ato fere a organização constitucional dos Poderes e constitui ativismo dentro do Poder Judiciário, que é altamente nocivo às bases do Estado Democrático de Direito em que vivemos, pois realiza uma invasão de competências do Poder Legislativo pelo Judiciário”, denunciam.

Nesse sentido, acrescenta a nota, “conclama-se os fiéis para se unirem em oração contínua para que prevaleça, em todas as autoridades dos três Poderes, a consciência do direito natural que sustenta o valor absoluto da vida, bem como a consciência dos fundamentos legais de proteção a esse valor, sem condicionamento, e ainda da harmonia do funcionamento dos Poderes entre si”.

Também o Bispo de Chapecó (SC), Dom Odelir José Magri, exortou “ao Supremo Tribunal Federal, a defesa da vida desde a concepção até o seu ocaso natural e a garantia das prerrogativas do Congresso Nacional como a instância legitimada para regular a matéria”.

Em nota de repúdio ao STF, o Prelado ressaltou que “o aborto não é uma conquista, mas é um drama social que corrói as mesmas raízes da convivência humana”.

Assim, também convocou as “comunidades a unirem-se em oração e a se mobilizarem, promovendo atividades pelo respeito da dignidade integral da vida humana”.

Por sua vez, o Bispo de Campo Limpo (SP), Dom Luiz Antônio Guedes, recordou que “o direito à vida do ser humano é inato e não outorgado pela sociedade ou pelo governo”, conforme o artigo 5º da Constituição Federal.

Além disso, sublinhou, “a maioria da população brasileira é a favor da vida e contra o aborto”. Porém, o que se verifica no país é “uma invasão da ‘cultura da morte’ já denunciada por São João Paulo II”.

“Nossa Igreja Particular de Campo Limpo repudia a ADPF – 442 proposta ao Supremo Tribunal Federal, bem como o chamado ‘Ativismo do Judiciário’, ou seja, a intromissão do Supremo Tribunal na elaboração de leis, pois essa função compete ao Congresso Nacional”, expressou.

Diante dessa realidade, o Bispo de Cornélio Procópio (PR), Dom Manoel João Francisco, convocou todos a sair “de nossa inércia”.

“Enquanto pessoas de fé, e como cidadãos e cidadãs, vamos nos manifestar de maneira pública, pacífica e firme. As redes sociais estão aí como instrumentos que podem nos ajudar. Os ministros e ministras do Supremo Tribunal Federal precisam saber que não é de sua competência legislar, nem é direito deles e delas, decidir contra a vontade e a consciência da maioria das cidadãs e dos cidadãos brasileiros”.

Para o Bispo de Caçador (SC), Dom Severino Clasen, a ADPF ameaça “o espaço mais sagrado e seguro da vida humana, o útero materno, desrespeitando e matando a dignidade da mulher que gera vida”.

“Enquanto a sociedade se omite no seu dever de cuidar e criar alternativas para que a mulher se encante com o seu dom de gerar, políticos e grupos tendenciosos, que não tem compromisso com a dignidade, com a ética, com a fé e com o princípio inalienável do cuidado e do acolhimento, estão interessados em aprovar leis para matar nascituros”, denunciou.

Assim, para fazer frente a esta situação, o Bispo de Joinville (SC), Dom Francisco Carlos Bach, propôs que, “ao invés de apoiarmos o aborto, lutemos para que o projeto de lei 478/2007, conhecido como o ‘Estatuto do Nascituro’, que tramita no Congresso Nacional há mais de uma década, possa ser urgentemente apreciado, aprovado e aplicado”.

Além disso, os Prelados recordaram também a situação das mulheres. O Bispo de Bragança Paulista (SP), Dom Sérgio Aparecido Colombo, indicou que “o aborto mata não só uma vida indefesa, mas aquela que a gerou e isso é contra o Projeto do Deus da vida, revelado por Jesus Cristo seu Filho”.

Nesse sentido, exortou: “Acompanhemos com atenção, dando sempre nosso apoio para que a vida prevaleça. Não nos falte a capacidade de indignação diante de tal ameaça, com também a oração para iluminar as mentes daqueles que expressarão sua opinião. Não está em jogo credo ou religião, mas a grandeza e a beleza da vida sempre a ser acolhida e amada”.

“A vida é Dom de Deus e preservá-la é a nossa vocação primeira”, expressou.

Fonte: www.acidigital.com