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epaselect epa06315117 Filipino street children rest near the Association of South East Asian Nations (ASEAN) Summit and Related Meetings venue in Manila, Philippines, 08 November 2017. The Philippines will host the 31st ASEAN Summit and Related Meetings from 10 to 14 November, during which ASEAN leaders will also meet their counterparts from Australia, Canada, China, the European Union, India, Japan, New Zealand, Russia, South Korea and the United States.  EPA/FRANCIS R. MALASIG

Papa: percorrer o caminho da pobreza para ser discípulo verdadeiro

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Na missa celebrada esta manhã (18/10) na capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco falou de três formas de pobreza às quais o discípulo é chamado: das riquezas, das perseguições e da solidão.

A reflexão do Pontífice foi inspirada na Oração da Coleta e no Evangelho de Lucas, que narra do envio dos 72 discípulos em pobreza, “sem bolsa, nem sacola, nem sandálias”, porque o Senhor quer que o caminho do discípulo seja pobre.

Desapegar das riquezas

As “três etapas” da pobreza começam com o distanciamento do dinheiro e das riquezas e é a condição para empreender o caminho do discipulado. Consiste em ter um “coração pobre”. E se no trabalho apostólico são necessárias estruturas ou organizações que pareçam um sinal de riqueza, que sejam bem usadas, mas com a atitude de desapego, advertiu o Papa.

O jovem rico do Evangelho, de fato, comoveu o coração de Jesus, mas depois não foi capaz de seguir o Senhor porque tinha “o coração preso às riquezas”. “Se você quiser seguir o Senhor, escolha o caminho da pobreza e se tiver riquezas, que sejam para servir os outros, mas com o coração desapegado. O discípulo, afirmou ainda o Papa, não deve ter medo da pobreza, ou melhor: deve ser pobre.

As perseguições por causa do Evangelho

A segunda forma de pobreza é a das perseguições. Sempre no Evangelho de hoje, o Senhor envia os discípulos “como cordeiros para o meio dos lobos”. E ainda hoje existem muitos cristãos perseguidos e caluniados por causa do Evangelho:

Ontem, na Sala do Sínodo, um bispo de um desses países onde há perseguição contou de um jovem católico levado por um grupo de rapazes que odiavam a Igreja, fundamentalistas; foi agredido e depois jogado dentro de uma cisterna, lançando lama até que chegou ao seu pescoço: “Diga pela última vez: você renuncia a Jesus Cristo?” – “Não!”. Jogaram uma pedra e o mataram. Todos nós ouvimos isso. E não aconteceu nos primeiros séculos: é de dois meses atrás! É um exemplo. Mas quantos cristãos hoje sofrem as perseguições físicas: “Oh, ele blasfemou! Para a forca!”.

Francisco recordou ainda que existem outras formas de perseguição:

A perseguição da calúnia, das fofocas e o cristão fica calado, tolera esta “pobreza”. Às vezes, é necessário se defender para não provocar escândalo… As pequenas perseguições no bairro, na paróquia… pequenas, mas são a prova: a prova de uma pobreza. É o segundo tipo de pobreza que o Senhor nos pede. O primeiro, deixar as riquezas, não ser apegado com o coração às riquezas; o segundo, receber humildemente as perseguições, tolerar as perseguições. Esta é uma pobreza.

A pobreza do sentir-se abandonado

Há uma terceira forma de pobreza: a da solidão, do abandono. O exemplo nos é dado na Primeira Leitura da liturgia de hoje, extraída da Segunda Carta de São Paulo a Timóteo, na qual o “grande Paulo”, “que não tinha medo de nada”, diz que em sua primeira defesa no tribunal, ninguém o assistiu: “Todos me abandonaram”, disse ele, acrescentando que o senhor esteve ao seu lado e lhe deu forças.

O Papa Francisco se deteve no abandono do discípulo: como pode acontecer a um jovem ou uma jovem de 17 ou 20 anos, que com entusiasmo deixam as riquezas para seguir Jesus, depois “com firmeza e fidelidade” toleram “calúnias, perseguições diárias e ciúmes”, “pequenas ou grandes perseguições”, e no final o Senhor também pode pedir “a solidão do fim”:

Penso no maior homem da humanidade, e esta qualificação vem da boca de Jesus: João Batista. O maior homem nascido de uma mulher. Grande pregador: as pessoas iam a ele para serem batizadas. Como foi o seu fim? Sozinho, no cárcere. Pensem no que é um cárcere e como poderiam ser as prisões daquele tempo, porque se as de hoje são assim, pensem naquelas… Sozinho, esquecido, degolado pela fraqueza de um rei, o ódio de uma adúltera e o capricho de uma garota: assim, terminou o maior homem da história. Sem ir muito longe, muitas vezes nas casas para idosos onde vivem sacerdotes e religiosas que dedicaram suas vidas à pregação, eles se sentem sozinhos, sós com o Senhor: ninguém se lembra deles.

Uma forma de pobreza que Jesus prometeu a Pedro, dizendo-lhe: “Quando você era jovem, ia aonde queria; quando for velho, vão levar você para onde não quer”. O discípulo é pobre no sentido que não é apegado às riqueza. Este é o primeiro passo. Depois é pobre porque “é paciente diante das perseguições pequenas ou grandes”, e terceiro passo, é pobre porque entra no  estado de espírito de sentir-se abandonado ou no final da vida. O caminho de Jesus termina com a oração ao Pai: Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?

O Papa convidou a rezar por todos os discípulos, “sacerdotes, religiosas, bispos, papas, leigos para que “saibam percorrer o caminho da pobreza como o Senhor deseja”.

 Fonte/texto:vaticannews

Desconhecidos atacam igreja em plena Missa

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Igreja de São Vicente de Paulo / Foto: Blogspot Chile Igrejas Católicas – Facebook Congregação da Missão Santiago
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A partir deste sábado, a TV Evangelizar começa a transmitir a missa do Santuário Astorga ao vivo em rede nacional

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A TV Evangelizar irá transmitir, semanalmente, as sábados, as missas das 19h do Santuário Nossa Senhora Aparecida de Astorga. Todo o território nacional poderá acompanhar as missas a partir deste sábado (20).

Na região de Maringá (PR) a transmissão acontece no CANAL  31, 30 digital / NET 22.

Sediada em Curitiba, a rede de televisão TV Evangelizar é mantida pelo Padre Reginaldo Manzotti e tem uma programação voltada ao público religioso católico. Surgiu em 16 de dezembro de 2011, ainda com o nome TV Lumen, quando a PUC-PR com dificuldades de operar a emissora comercialmente, cedeu o canal à Associação Evangelizar é Preciso, que é idealizada e coordenada por Manzotti.

Desde 2015, a TV Evangelizar transmite sua programação em rede nacional em parceria com a RCI.

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Audiência: não amar é o primeiro passo para matar

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Cerca de 20 mil fiéis participaram esta quarta-feira (17/10) da Audiência Geral na Praça São Pedro.

Sob um céu nublado, o Papa fez a alegria dos peregrinos passando de papamóvel entre a multidão antes de pronunciar a sua catequese, dando prosseguimento ao ciclo sobre os 10 mandamentos.

Como na semana passada, Francisco aprofundou a quinta palavra do Decálogo: ‘não matarás’, recordando que aos olhos de Deus a vida humana é preciosa, sagrada e inviolável.

Desprezar é matar

Jesus no Evangelho revela um sentido ainda mais profundo para este Mandamento: a ira, o insulto e o desprezo contra um irmão é uma forma de assassinato. “Nós estamos acostumados a insultar. Isso faz mal, é uma forma de matar a dignidade de uma pessoa. Seria belo se este ensinamento de Jesus entrasse na mente e no coração. Não insultar mais ninguém: seria um bom propósito. Para Jesus, se você despreza, insulta e odeia, isso é homicídio.”

Quando vamos à missa, prosseguiu o Papa, deveríamos ter esta atitude de reconciliação com as pessoas com as quais tivemos problemas. “Mas às vezes falamos mal das pessoas enquanto esperamos o sacerdote. Isso não é possível. Vamos pensar na importância do insulto, do desprezo, do ódio. Jesus os insere na linha do assassinato.”

Para aniquilar uma pessoa, portanto, basta ignorá-la.

“ A indiferença mata. É como dizer ao outro: você é um morto para mim, porque você o matou em seu coração Não amar é o primeiro passo para matar; e não matar é o primeiro passo para amar. ”

De fato, desprezar o irmão é fazer como Caim que, quando Deus lhe perguntou onde estava seu irmão Abel, respondeu: “Por acaso sou guardião do meu irmão?” “Somos sim os guardiões dos nossos irmãos, somos guardiões uns dos outros!”, respondeu o Pontíf

Precisamos de perdão

A vida humana necessita de amor, disse ainda o Papa, reiterando que o amor autêntico é o que Cristo nos mostrou, isto é, a misericórdia. Não matar é incluir, valorizar, perdoar.

Não podemos viver sem o amor que perdoa, que acolhe quem nos fez mal. Nenhum de nós sobrevive sem misericórdia, todos necessitamos do perdão. Não basta “não fazer nada de mal”, do homem se exige mais, ele deve fazer o bem, significa viver segundo o Senhor Jesus, que deu a vida por nós e por nós ressuscitou.

“Uma vez, repetimos todos juntos uma frase de um santo sobre isto: não fazer mal é coisa boa, mas não fazer o bem não é bom. Precisamos sempre fazer o bem, ir além”, disse ainda Francisco.

Eis então que a Palavra “não matarás” se torna um apelo essencial: é um apelo ao amor.

 
Fonte/testo:.vaticannews

CNBB comemora 66 anos junto à comunidade e ao projeto Social Correndo Atrás de um Sonho

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“Corrida comemorativa dos 66 anos da CNBB” anunciava no microfone, às 7h45 da manhã, o locutor Jairo Freire na praça central ao lado da paróquia São Paulo, no Incra 8, em Brazlândia (DF), local que a entidade escolheu para marcar esta passagem de seu aniversário.

Organizada pelos colaboradores(as) da entidade, a programação se desenvolveu no domingo, 14/10, em parceria com o Projeto Social Correndo Atrás de um Sonho, coordenado pela CNBB, e envolveu cerca de 300 corredores e atletas do Distrito Federal de diferentes faixas etárias. Foram arrecadados de alimentos, por meio da inscrições, que serão doados às famílias envolvidas no projeto. O lema: “Perseverança, Mansidão e Firmeza” inspirou esta celebração junto aos colaboradores da CNBB.

Na primeira parte, crianças e adultos, de diferentes idades, participaram da Corrida Comemorativa dos 66 anos da CNBB, divulgada amplamente no site de corridas do DF. Gesifran Martins, coordenador do projeto, destacou como mais positivo a integração da CNBB, projeto social e comunidade. Na categoria corrida “Infantil”, os corredores tinham entre 6 a 15 anos de idade, disputando por faixas diferentes.

Na categoria adulto, que concentrou a maior parte dos corredores, a idade foi de 16 a 69 anos. O grupo de Corredores do Novo Gama (DF), composto por cinco amigos, marcou presença na corrida. Nelcy Campos, de 44 anos, elogiou a organização e a humildade com que os organizadores trataram os participantes.

Os vencedores da categoria adulto foram Joel Soares de Araújo, 27 anos, da Ceilândia (DF), que completou o circuito de 7 quilômetros em 24 minutos e 02 segundos. Daisy Silva, monitora de esportes do projeto Social Correndo Atrás de um Sonho, levou o primeiro lugar no feminino, com 29 minutos e 20 segundos. Os vencedores gerais na categoria infantil, cujo circuito foi de 1 quilômetro, foram Marco Antônio Gomes da Silva, com 02 minutos e 19 segundos, e Maria Eduarda, com 02 minutos e 37 segundos.

Celebração eucarística – A comemoração do aniversário, após a entrega de troféus por dom Leonardo Steiner, secretário-geral da CNBB, e colaboradores(as) da entidade, continuou com uma celebração eucarística presidida pelo secretário-geral e concelebrada pelo padre Antônio da Paixão, subsecretário adjunto geral da entidade, na paróquia São Paulo, ao lado da praça onde foram realizadas as corridas.

Em sua homilia, dom Leonardo, após lembrar da comunhão da atual presidência com a comemoração, ressaltou que a CNBB, a exemplo do que pede a mensagem do Evangelho do dia, acompanha o projeto Correndo Atrás de um Sonho porque acredita que é com os pequenos (crianças e adolescentes) que se é possível alcançar o Reino de Deus. Ao final da celebração foi apresentado um vídeo, com duração de 9 minutos, que retoma a história do Projeto Social Correndo Atrás de um Sonho.

No salão paroquial, a festa seguiu com almoço servido para 300 pessoas (membros da comunidade, colaboradores da CNBB, familiares e participantes do projeto social). A celebração encerrou-se com o lançamento da pedra fundamental na área cedida à CNBB para a construção da sede do projeto social Correndo Atrás de um Sonho. No local será edificada a sede própria do projeto, segundo a assistente do social da CNBB, Antônia Mendes. Na área próxima à pista de corrida, será construído um centro de treinamento, com espaço destinado à realização de oficinas e treinamento de várias modalidades esportivas. O centro será aberto a toda comunidade.

Junto à pedra fundamental, após a bênção realizada por dom Leonardo, os colaboradores(as) da CNBB, colocaram um livro no qual foram escritas mensagens de esperança para o futuro do projeto social. Gesifran é esperançoso. “Eu vislumbro muito mais trabalho e responsabilidade. Também teremos mais competitividade com um espaço melhor para trabalhar com os meninos nos treinos”, orgulha-se.

Fonte/texto:noticiascatolicas

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Em um dia como hoje, São João Paulo II foi eleito Papa

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REDAÇÃO CENTRAL, 16 Out. 18 / 07:00 am (ACI).- Em um dia como hoje, 16 de outubro de 1978, São João Paulo II – Karol Wojtyla – foi eleito Supremo Pontífice da Igreja Católica e 263º sucessor do Apóstolo Pedro.

O pontificado de São João Paulo II foi o maior da história da Igreja, durando aproximadamente 27 anos.

Karol Józef Wojtyla nasceu em Wadowice, uma pequena cidade a cerca de 50 quilômetros de Cracóvia (Polônia), em 18 de maio de 1920. Era o mais novo dos três filhos de Karol Wojtyla e Emília Kaczorowska.

Após ser eleito Papa em 1978, São João Paulo II exerceu seu ministério com incansável espírito missionário. Realizou 104 viagens apostólicas fora da Itália e 146 dentro deste país. Além disso, como Bispo de Roma, visitou 317 das 333 paróquias romanas.

Seu amor pelos jovens o impulsionou a iniciar em 1985 as Jornadas Mundiais da Juventude. Sua atenção para a família o levou a inaugurar os Encontros Mundiais das Famílias, em 1994.

Entre seus principais documentos estão: 14 Encíclicas, 15 Exortações Apostólicas, 11 Constituições Apostólicas e 45 Cartas Apostólicas.

São João Paulo II promulgou o Catecismo da Igreja Católica, à luz da Revelação, interpretada com devida autorização do Concílio Vaticano II. Reformou o Código de Direito Canônico e o Código dos Cânones das Igrejas Orientais; e reorganizou a Cúria Romana.

João Paulo II faleceu no dia 2 de abril de 2005, às 21:37 (hora local), dia da oitava de Páscoa e domingo da Divina Misericórdia.

Desde aquela noite até o dia 8 de abril, dia em que se celebraram as exéquias do Pontífice, mais de três milhões de peregrinos renderam homenagem a João Paulo II, inclusive enfrentando 24 horas de fila a fim de acessar a basílica de São Pedro.

Cinco anos após a morte de João Paulo II, em 28 de abril, o Papa Bento XVIiniciou a sua causa de beatificação e canonização, aberta oficialmente pelo Cardeal Camillo Ruini, vigário general da Diocese de Roma, em 28 de junho de 2005.

Bento XVI o beatificou no dia 1º de maio de 2011 e o Papa Francisco o canonizou, junto com João XXIII, em 27 de abril de 2014.

Fonte/texto:acidigital00

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Papa: é possível sonhar um mundo sem fome. Falta vontade política

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Podemos sonhar um futuro sem fome, mas isso só é legítimo se nos envolvermos em processos tangíveis, relações vitais, planos operativos e compromissos reais”, afirma Francisco em mensagem para o Dia Mundial da Alimentação.

Cidade do Vaticano

Ação conjunta baseada na solidariedade e na justiça: este é o fulcro da mensagem que o Papa Francisco enviou ao Diretor Geral da FAO,  José Graziano da Silva, por ocasião do Dia Mundial da Alimentação.

Celebrado em 16 de outubro, o tema deste ano é “As nossas ações são o nosso futuro. Um mundo com Fome Zero em 2030 é possível”.

Tristeza e amargura

No texto, o Pontífice lamenta que não cessa de aumentar o número de seres humanos que passam fome.

“ Quando falta a solidariedade, todos estamos cientes hoje de que as soluções técnicas e os projetos, mesmo os mais elaborados, não são capazes de enfrentar a tristeza e a amargura de quem sofre por não conseguir alimentar-se de maneira suficiente e saudável. ”

Este não pode ser simplesmente mais um Dia, escreve o Papa, mas deveria servir para “ousar transformar em sofrimento pessoal aquilo que acontece no mundo”, pedindo que os Estados e sociedade civil redobrem os esforços para combater a fome.

Vergonha

Francisco fala de vergonha pelo fato de não se registrar avanços em humanidade e solidariedade ao mesmo passo dos avanços nos campos da tecnologia e da ciência.

“Todos somos chamados a ir mais longe. Podemos e devemos fazer melhor com os desvalidos. Para isso, é preciso passar à ação, de modo que desapareça completamente o flagelo da fome.”

Falta vontade política

O Papa cita a iniciativa a Agenda 2030, com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, e Fome Zero, que exigem que as organizações internacionais, como a FAO, envolvam responsavelmente os Estados-membros a fim de empreenderem e levarem a cabo ações a nível local, deixando de lado interesses eleitorais e mesquinhos.

“ Falta realmente vontade política. É preciso querer de verdade acabar com a fome, mas isto não acontecerá se, em última instância e antes de tudo, não houver a convicção ética, comum a todos os povos e às diferentes visões religiosas, que coloca no centro de qualquer iniciativa o bem integral da pessoa. ”

Isso significa abordar uma dimensão estrutural que o drama da fome esconde: a desigualdade extrema, a má distribuição dos recursos do planeta, as consequências das mudanças climáticas ou 17os infindáveis e sangrentos conflitos que devastam muitas regiões.

Sonhar um futuro sem fome

É preciso assumir, com firmeza e determinação, o problema do outro, defende o Papa.

“Podemos sonhar um futuro sem fome, mas isso só é legítimo se nos envolvermos em processos tangíveis, relações vitais, planos operativos e compromissos reais.”

 Fonte/texto:vaticannews
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Hoje é celebrada Santa Margarida Maria Alacoque, serva do Sagrado Coração do Jesus

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CNBB presta homenagem aos professores do Brasil

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MENSAGEM AOS PROFESSORES E ÀS PROFESSORAS

“Educar conforme a justiça!”
(2Tm 3,16)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, manifesta, neste dia de 15 de outubro de 2018, sua reverência e sua admiração aos professores e às professoras de nosso país. Queremos nos unir a todos aqueles que, em nossa sociedade, reconhecem e valorizam os que dedicam sua vida a ensinar e educar as novas gerações. Sua missão é importante, sua missão é sublime. Seu trabalho, unido ao dos pais, da família, é fundamental para a construção de uma sociedade em que prevaleçam a fraternidade e a solidariedade, a justiça e a paz.
Num encontro com educadores, o Papa Francisco, por meio de algumas perguntas, destacou aspectos importantes dessa nobre missão: “Velais pelos vossos alunos, ajudando-os a desenvolverem um espírito crítico, um espírito livre, capaz de cuidar do mundo atual? Um espírito que seja capaz de procurar novas respostas para os múltiplos desafios que a sociedade coloca hoje à humanidade? Sois capazes de estimulá-los para não se desinteressarem da realidade que os rodeia, não se desinteressarem daquilo que está acontecendo a seu redor?” (Visita à PUC de Quito – Equador, 07.07.2015).
Feitos esses questionamentos, o Papa deu-lhes algumas recomendações: “Para tal, é preciso tirar-lhes da sala de aula, a sua mente tem que sair da sala de aula, seu coração tem que sair da sala de aula. Como entra, nos currículos universitários ou nas diferentes áreas do trabalho educativo, a vida que nos rodeia com as suas perguntas, suas interpelações, suas controvérsias? Como geramos e acompanhamos o debate construtivo que nasce do diálogo em prol de um mundo mais humano? O diálogo, esta palavra-ponte, esta palavra que cria pontes”.
Sim, nossos professores e professoras são chamados a promover o diálogo, “esta palavra que cria pontes”. Dialogar é ter a capacidade de escutar o outro, de respeitar o diferente, de aproximar os contrários. O diálogo é o primeiro passo para descobrirmos que somos irmãos e irmãs, não adversários e, muito menos, inimigos. A diferença nos enriquece. Precisamos muito de educadores e educadoras que despertem nas crianças, adolescentes e jovens essa maneira de ser, de viver e de conviver, principalmente em tempos como os atuais, de polarização política, de discursos que dividem e da exacerbação do individualismo. É preciso educar as novas gerações para saberem ouvir, pesquisar, analisar, avaliar e permanecer abertas a novas perspectivas que podem dar maior fundamentação às suas existências.
Neste dia dos professores e das professoras, recordamos a necessidade de receberem um salário mais justo, um ambiente mais digno de trabalho. Pedimos que não desanimem diante da dispersão, da violência, da incompreensão. A força do Espírito fortaleça na missão de despertar crianças, adolescentes e jovens para a beleza da justiça, da verdade, da fraternidade e da vida.
Maria, a Senhora Aparecia, Mãe e Mestra, interceda pelos professores e pelas professoras do Brasil!

Fonte/texto:cnbb.

Papa: o verdadeiro cristão é apaixonado pelo Senhor

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O Papa Francisco celebrou a missa, nesta terça-feira (09/10), na Casa Santa Marta e em sua homilia destacou que a palavra-chave para não errar em nossa vida de cristãos é ser “apaixonados” pelo Senhor e Dele obter inspiração para as nossas ações.

Assim era Paulo, o Apóstolo que hoje descreve a própria vida na Primeira Leitura extraída da Carta aos Gálatas. Um equilíbrio entre “contemplação e serviço”, duas qualidades ilustradas no Evangelho de Lucas da liturgia de hoje, centrado nas figuras de Marta e Maria, irmãs de Lázaro de Betânia, que receberam Jesus em sua casa.

Cristãos atarefados e sem a paz do Senhor

“São duas irmãs que, com sua maneira de agir, nos ensinam como deve caminhar a vida do cristão”, explicou Francisco. “Maria escutava o Senhor, enquanto Marta era perturbada porque estava ocupada nos serviços”. Marta é uma daquelas mulheres “fortes, ressaltou o Papa, é capaz também de repreender o Senhor por não estar presente na morte de seu irmão Lázaro. Sabe como “avançar”, é corajosa, mas não possui a “contemplação”, incapaz de “perder tempo olhando para o Senhor”:

Existem muitos cristãos que vão, sim, à missa aos domingos, mas depois estão sempre atarefados. Não têm tempo nem para os filhos, nem para brincar com os filhos. É feio isso! “Tenho muita coisa para fazer, estou ocupado…” No final das contas se tornam cultores da religião dos atarefados: um grupo de atarefados que está sempre fazendo… mas pare, olhe para o Senhor, tome o Evangelho, ouça a Palavra do Senhor, abra o seu coração … Não: sempre a linguagem das mãos, sempre … Faz o bem, mas não o bem cristão: um bem humano. Falta a contemplação. A Marta faltava isso. Corajosa, ela sempre prosseguiu, carregava as coisas nas mãos, mas lhe faltava a paz: perder tempo olhando para o Senhor.

Apaixonado pelo Senhor

Ao contrário, Maria: a sua atitude não é um “estar ali passiva”. Ela “olhava para o Senhor porque o Senhor tocava o coração e dali, da inspiração do Senhor, é de onde vem o trabalho que tem que ser feito depois”. É a regra de São Bento, “Ora et labora”, que encarnam os monges e monjas de clausura, que certamente não “ficam o dia todo olhando para o céu. Rezam e trabalham”, disse Francisco. E acima de tudo é o que o Apóstolo Paulo encarnou, como está escrito na Primeira Leitura de hoje: “quando Deus o escolheu”, ressaltou o Papa, “ele não foi pregar” imediatamente, mas “foi rezar”, “contemplar o mistério de Jesus Cristo que lhe foi revelado”:

Tudo o que Paulo fazia tinha este espírito de contemplação, de olhar o Senhor. Era o Senhor que falava do seu coração, porque Paulo era um apaixonado pelo Senhor. E esta é a palavra-chave para não errar: apaixonados. Nós, para saber de que parte estamos, se exageramos porque fazemos uma contemplação demasiada abstrata, inclusive gnóstica, ou se muito atarefados, devemos nos questionar: “Sou apaixonado pelo Senhor? Estou certo, estou certa de que Ele me escolheu? Ou vivo o meu cristianismo assim, fazendo coisas… sim, faço isto, isto, faço mas e o coração? Contempla?”.

Contemplação e serviço, o caminho da nossa vida

É como quando um marido volta para casa do trabalho e encontra sua mulher a acolhê-lo: quem está realmente apaixonado não deixa acomodar e depois continua fazendo os deveres domésticos, mas “dedica tempo para estar com ele”. Eis então, também nós tomamos tempo para o Senhor a serviço dos outros:

Contemplação e serviço: este é o nosso caminho da vida. Cada um de nós pense: quanto tempo por dia dedico a contemplar o mistério de Jesus? E depois: como trabalho? Trabalho tanto que parece uma alienação, ou trabalho coerente com a minha fé, trabalho como um serviço que vem do Evangelho? Nos fazer bem pensar nisto.

Fonte/texto:noticiascatolicas