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É oficial: Governadora do Alabama assina lei que proíbe abortos

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A governadora do Alabama (Estados Unidos), Kay Ivey, assinou nesta quarta-feira, 15 de maio, a Lei de Proteção da Vida Humana do Alabama (HB314), que proíbe o aborto em praticamente todos os casos.

“Hoje, sancionei a Lei de Proteção da Vida Humana do Alabama, um projeto de lei que foi aprovado por maioria absoluta em ambas a câmaras do Legislativo. Para muitos dos que aprovam este projeto de lei, este é um poderoso testemunho da crença profundamente arraigada dos cidadãos do Alabama de que toda vida é preciosa e que toda vida é um dom sagrado de Deus”, expressou a governadora em um comunicado oficial.

A lei, que foi aprovada pelo Senado do Alabama em 14 de maio, entraria em vigor nos próximos seis meses, caso não seja barrada nos tribunais, e aplicaria sanções apenas aos médicos e não às mães.

Ivey explicou que a nova lei busca anular a legislação sobre aborto estabelecida há mais de 100 anos no Alabama.

No entanto, a lei inclui uma emenda que permitiria realizar o aborto apenas nos casos em que “seja necessário para prevenir um grave risco para a saúde da mãe do nascituro”.

Esta nova lei poderia ser um passo para desafiar a decisão da Suprema Corte no caso Roe vs. Wade, que abriu as portas para o aborto nos Estados Unidos em 1973.

A governadora do Alabama também parabenizou “os autores do projeto de lei, a Deputada Terri Collins e o Senador Clyde Chambliss, por sua sólida liderança nesta importante questão”.

Fonte/texto:acidigital.com.br

Papa aos agentes de saúde: a humanidade de Cristo é a maior escola

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O Papa Francisco recebeu em audiência, nesta sexta-feira (17/05), no Vaticano, a Associação Católica de Agentes de Saúde, por ocasião do 40º aniversário da fundação que se dedica à promoção cristã dos serviços de saúde e assistenciais.

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“Alegra-me compartilhar com vocês o objetivo de defender e promover a vida, a partir dos mais indefesos ou necessitados de assistência por serem doentes, idosos ou marginalizados”, iniciou o Santo Padre, recordando que nas últimas décadas o sistema de assistência transformou-se radicalmente, e a tecnologia alcançou níveis impensáveis, “porém colocando de modo cada vez mais forte problemas de caráter ético”.

Objeção de consciência

“Embora muitos considerem que qualquer possibilidade oferecida pela técnica seja moralmente utilizável, na realidade toda a prática médica ou intervenção no ser humano deve ser avaliada com atenção se efetivamente respeita a vida e a dignidade humana”, sobre isso Papa Francisco afirma:

“ A prática da objeção de consciência, em casos extremos nos quais é colocado em perigo a integridade da vida humana, baseia-se na exigência pessoal de não agir de modo incompatível com o próprio convencimento ético, mas representa também um sinal para o ambiente de saúde no qual se encontra, assim como para os próprios pacientes e seus familiares ”

Porém, o Papa recorda que a “escolha da objeção deve ser feita com respeito para que não se torne motivo de desprezo ou de orgulho o que deve ser feito com humildade”. “Deve-se sempre procurar o diálogo, principalmente com os que têm posições diversas, escutando sempre seus pontos de vista e procurando transmitir o seu”, sem arrogância, esclarece o Papa.

Testemunhar o Evangelho ao lado dos excluídos

Ficar ao lado “dos últimos, dos excluídos é o melhor modo para compreender a fundo e com verdade as várias situações e o bem moral implícito”, e este é o caminho para testemunhar o Evangelho: “Justamente a humanidade de Cristo é o tesouro inexaurível e a maior escola, da qual temos continuamente o que aprender” completa Francisco.

Atenção ao espírito

Depois de comentar que os doentes devem ser tratados como pessoas e não como números o Papa evidencia a importância da atenção ao espírito:

“ A cura, entre outras coisas, não passa apenas pelo corpo, mas também pelo espírito, pela capacidade de reencontrar confiança e de reagir; por isso o doente não deve ser tratado como uma máquina, e o plano de saúde público ou particular não deve considerá-lo parte de uma cadeia de montagem ”

Francisco recorda que as pessoas e as doenças não são iguais e que os agentes de saúde devem esforçar-se neste ponto.

Em seguida fala da formação dos Agentes de Saúde por parte da Associação dizendo que “não deve ser apenas de confronto, estudo e atualização, mas deve ser dada uma particular atenção à espiritualidade, de modo que seja redescoberta e apreciada esta fundamental dimensão da pessoa, muitas vezes ignorada nos nossos tempos, mas importante, principalmente para os doentes e familiares”.

Papa aos Lassalistas: a educação não pode ser apenas um trabalho, mas uma missão

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O Papa Francisco recebeu em audiência, nesta quinta-feira (16/05), na Sala Clementina, no Vaticano, os Irmãos das Escolas Cristãs, conhecidos também como Lassalistas, por ocasião dos trezentos anos da morte de seu fundador, São João Batista de La Salle, um pioneiro no campo da educação que na sua época criou um sistema educacional inovador.

“O seu exemplo e o seu testemunho confirmam a atualidade original de sua mensagem para a comunidade cristã de hoje, iluminando o caminho a seguir. Ele foi um inovador brilhante e criativo na visão da escola, na concepção do professor e nos métodos de ensino.”

“ A sua visão da escola o levou a reconhecer cada vez mais que a educação é um direito de todos, também dos pobres. ”

Não obstante a sua rica herança de família, São João Batista de La Salle deixou tudo “para dedicar-se inteiramente à educação da classe social mais baixa. Criou uma comunidade de leigos para levar adiante o seu ideal, convencido de que a Igreja não pode ficar alheia às contradições sociais dos tempos com as quais é chamada a confrontar-se”.

A escola é uma realidade séria

Segundo o Papa, “esta convicção o levou a instituir uma experiência original de vida consagrada: a presença de religiosos educadores que, sem ser sacerdotes, interpretassem de maneira nova o rosto dos ‘monges leigos’, imergindo-se totalmente na realidade de seu tempo e contribuindo para o progresso da sociedade civil.”

“O contato cotidiano com o mundo escolar amadureceu nele a consciência de identificar uma nova concepção do professor. Ele estava convencido de que a escola é uma realidade séria, que precisa de pessoas adequadamente preparadas”, mas ele tinha diante de si “todas as carências estruturais e funcionais de uma instituição precária que precisava de ordem e forma”.

Ouça a reportagem

São João Batista de La Salle “percebeu que a educação não pode ser apenas um trabalho, mas uma missão. Por isso, circundou-se de pessoas adequadas para a escola popular, inspiradas pelo cristianismo, com aptidão para a educação. Dedicou todas as suas energias na formação dessas pessoas, tornando-se um exemplo e modelo para elas, que tiveram que exercer um serviço ao mesmo tempo eclesial e social”.

Uma escola aberta a todos

“A fim de dar respostas concretas às demandas de seu tempo no campo da educação, São João Batista de La Salle empreendeu reformas audaciosas dos  métodos de ensino. Nisso, ele foi movido por um extraordinário realismo pedagógico”, sublinhou Francisco.

“Substituiu a língua francesa pela latina, que era normalmente usada no ensino, dividiu os alunos em grupos homogêneos de aprendizagem em vista de um trabalho mais eficaz, instituiu os seminários para os professores rurais, ou seja, para os jovens que queriam se tornar professores sem fazerem parte de nenhuma instituição religiosa, fundou as Escolas dominicais para adultos e duas casas, um para jovens delinquentes e a outra para a recuperação de encarcerados.”

“ Ele sonhava uma escola aberta a todos. Por isso, enfrentou também as necessidades educacionais extremas, introduzindo um método de reabilitação através da escola e do trabalho. ”

“Nessas realidades de formação, iniciou uma pedagogia corretiva que, em contraste com o uso dos tempos, levava aos jovens punidos o estudo e o trabalho, com atividades artesanais, em vez de meras celas ou chibatadas.”

Protagonistas de uma cultura da ressurreição

O Papa exortou os filhos espirituais de São João Batista de La Salle a “aprofundar e imitar a sua paixão pelos últimos e descartados”.

“ Seguindo o seu testemunho apostólico, sejam protagonistas de uma ‘cultura da ressurreição’, especialmente nos contextos existenciais em que prevalece a cultura da morte. Não se cansem de procurar aqueles que se encontram nos ‘sepulcros’ modernos da confusão, degradação, desconforto e pobreza, para oferecer uma nova esperança de vida. ”

“O impulso pela missão educacional, que fez de seu fundador um mestre e testemunha para muitos de seu tempo, e o seu ensinamento, possam ainda hoje alimentar seus projetos e sua ação.”

“A sua figura, sempre muito atual, é um dom para a Igreja e um precioso estímulo para a sua Congregação, chamada a uma adesão a Cristo renovada e animada. Que vocês possam cumprir a sua missão entre as gerações jovens com vigor renovado e com a audácia reformadora que caracterizou São João Batista de La Salle: anunciem a todos o Evangelho da esperança e da caridade”, concluiu Francisco.

Projeto de lei obrigaria sacerdotes a violarem segredo de confissão nos EUA

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O Arcebispo de Los Angeles, Dom José Gomez, recordou que “a confissão é sagrada para todo sacerdote e para todo católico”, diante do projeto de lei que obrigaria os confessores a quebrarem este segredo sacramental para denunciar um abuso sexual, caso esta informação seja recebida através deste meio.

Em uma coluna intitulada “A confissão é sagrada”, o prelado se referiu ao projeto de lei 360, do Senado do Estado da Califórnia, que ordenaria os sacerdotes a divulgarem as informações sobre abuso sexual de menores que escutarem em confissão.

Dom Gomez explicou que este projeto é “uma ameaça mortal à liberdade religiosa de todos os católicos”. “O mais alarmante é que esse projeto está sendo promovido sem qualquer evidência de que protegerá as crianças”, acrescentou.

O Arcebispo recordou que os sacerdotes católicos já são obrigados a denunciar na Califórnia. “Isso significa que somos obrigados por lei a denunciar os casos de abuso sexual que suspeitemos, exceto se soubermos disso no confessionário”, ressaltou.

O projeto de lei 360 afirma que “abusou-se em grande escala do segredo sacramental do clero com respeito ao penitente e isso teve como consequência o abuso não denunciado e sistemático de milhares de crianças pertencentes a múltiplos credos e religiões”.

A este respeito, o Prelado de origem mexicana destacou que “isso, simplesmente, não é verdade. As audiências sobre este projeto de lei não apresentaram um único caso, nem na Califórnia nem em qualquer outro lugar, onde esse tipo de crime poderia ter sido evitado se um sacerdote tivesse revelado informações que tivesse escutado em confissão. Por que ninguém pede ao autor deste projeto de lei que forneça evidências de suas acusações contra a Igreja?”.

Dom Gomez também escreveu que “o projeto de lei 360 do Estado pretende resolver uma crise que não existe. O fato é que o abuso sexual infantil não é um pecado que as pessoas confessam aos sacerdotes no confessionário. Aqueles que prestam assistência psicológica a tais depredadores nos dizem que, infelizmente, muitos deles tendem a manter o segredo, são manipuladores e não conseguem compreender o grave dano de suas ações”.

O Arcebispo de Los Angeles explicou depois que é muito mais provável que jornalistas e advogados escutem mais pessoas admitindo ter cometido estes delitos. “No entanto, este projeto de lei não propõe eliminar o segredo profissional entre o advogado e o cliente, ou a proteção das fontes dos jornalistas. Dirige-se somente aos sacerdotes católicos”.

O abuso sexual e o segredo de confissão

Dom Gomez também afirmou que “o abuso sexual infantil é um pecado horrível e um crime que aflige todos os setores da nossa sociedade. Na Igreja Católica, enfrentamos esse escândalo durante muitos anos”.

“Em todo o estado, as dioceses colocaram em prática políticas e programas para que as crianças estejam seguras. Pegamos as impressões digitais e checamos os antecedentes do pessoal da Igreja, contamos com pessoas que ajudam as vítimas e temos protocolos rígidos para lidar com as denúncias contra sacerdotes e outras pessoas que trabalham para a Igreja”, indicou.

Como resultado, “é raro que haja novos casos de abuso sexual infantil por parte de sacerdotes, tanto na Arquidiocese de Los Angeles como em outras dioceses da Califórnia”.

“A Igreja está velando constantemente pela proteção das crianças e nos comprometemos em ajudar todas as vítimas sobreviventes para que possam curar-se”

No entanto, disse o Arcebispo de Los Angeles, “do ponto de vista da política pública, se o objetivo é prevenir o abuso sexual infantil, não faz sentido focar a atenção nos sacerdotes católicos nem no Sacramento da Penitência e Reconciliação, que é o nome formal da confissão”.

“Os católicos acreditamos que no confessionário podemos contar a Deus tudo o que está em nosso coração e buscar sua misericórdia sanadora. O sacerdote é apenas um instrumento; ele age na “pessoa de Cristo”. Confessamos nossos pecados, não a um homem, mas a Deus”.

Portanto, o Prelado enfatizou: “a privacidade dessa conversa íntima, nossa capacidade de falar com total honestidade a partir de nossos lábios aos ouvidos de Deus, é algo absolutamente essencial para nosso relacionamento com Deus”.

Dom Gomez lembrou-se então de São Mateus Correa Magallanes, um sacerdote pertencente aos Cavaleiros de Colombo, uma importante organização católica nos Estados Unidos.

Durante a perseguição sofrida pela Igreja no México em 1927, ele “escutava as confissões dos prisioneiros que estavam detidos nas prisões, pelo governo. E de repente, um general apontou uma arma para sua cabeça, ameaçando matá-lo se ele não revelasse o que os prisioneiros haviam contado em confissão”.

Pe. Mateus então disse: “Você pode fazer isso, mas deve saber que um sacerdote deve guardar o segredo da confissão. Estou disposto a morrer”. Pouco depois, levaram-no para fora da cidade e o mataram.

O Arcebispo de Los Angeles finalmente ressaltou que “o projeto de lei 360 do Estado deveria ser rejeitado. E teríamos que continuar trabalhando juntos para encontrar formas eficazes de combater esse flagelo do abuso sexual infantil em nossa sociedade”.

“E peçamos a nossa Santíssima Mãe Maria que nos ajude a curar todas as vítimas e sobreviventes de abuso e nos ajude a construir uma sociedade na qual todas as crianças sejam amadas, protegidas e estejam seguras”, concluiu.

Fonte: acidigital.com

Papa Francisco pede que fiéis rezem o Terço todos os dias neste mês de Maio

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Ao concluir a Audiência Geral, nesta quarta-feira, 15 de maio, o Papa Francisco convidou a rezar o terço diariamente, em particular, durante este mês mariano.

“Estamos na metade do ‘mês de Maria’, que tradicionalmente chama o povo cristão a multiplicar seus gestos cotidianos de veneração e imitação da Mãe de Deus. Busquemos rezar o Terço todos os dias, oferecendo a Deus o mínimo de tempo que lhe devemos”, pediu o Papa.

Deste modo, o Santo Padre disse aos peregrinos de língua portuguesa presentes na Praça de São Pedro que “aproximaremos assim o Céu dos homens”.

Nesta linha, o Pontífice também desejou que “a luz de Jesus ressuscitado brilhe sempre em seus corações” e os animou a ser “a bênção de Deus” para todos.

Por outro lado, Francisco convidou os peregrinos de língua italiana a imitarem Nossa Senhora e também os exortou a serem “corajosos e capazes de abrir o coração a Deus e aos irmãos, para poderem ser instrumentos da misericórdia e da ternura de Deus”.

Fonte: acidigital.com

Papa nomeia bispos para as dioceses de Nova Iguaçu (RJ) e Ipameri (GO)

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Nova Iguaçu terá como bispo Dom Gilson Andrade da Silva; Ipameri recebe Dom José Francisco Rodrigues do Rêgo

 

O Papa Francisco aceitou a renúncia de Dom Luciano Bergamin, da diocese de Nova Iguaçu (RJ) e nomeou como novo bispo Dom Gilson Andrade da Silva, até o momento bispo coadjutor da mesma diocese.

Também para a diocese de Ipameri (GO) houve nomeação: Dom José Francisco Rodrigues do Rêgo, da diocese de Uruaçu, ex-Vigário Geral e Pastor da Catedral, será o novo bispo.

Dom Gilson

Nascido em 11 de setembro de 1966, no Rio de Janeiro (RJ), Dom Gilson Andrade da Silva foi ordenado padre em 4 de agosto de 1991, na Catedral de Petrópolis (RJ). Como sacerdote, exerceu várias funções, como vice-reitor e reitor de seminário, vigário paroquial, membro do Conselho Diocesano de Pastoral, coordenador diocesano da Pastoral Juvenil, membro do Conselho Presbiteral e do Colégio de Consultores.

Licenciado em Sagrada Teologia pela Pontifícia Universidade da Santa Cruz (Roma – 1997-1999), Dom Gilson também já foi professor de Filosofia e de Teologia na Universidade Católica de Petrópolis e diretor do Instituto de Teologia, Filosofia, Ciências Humanas da mesma universidade.

Em 27 de julho de 2011, foi nomeado bispo auxiliar de São Salvador da Bahia, recebendo a ordenação episcopal no dia 24 de setembro. Em junho de 2018, foi nomeado bispo coadjutor de Nova Iguaçu (RJ).

Dom José Francisco

O Rev. José Francisco Rodrigues do Rêgo nasceu em 24 de dezembro de 1966 em Barras, no Estado do Piauí. Concluiu seus estudos em filosofia na Faculdade João Paulo II da Arquidiocese do Rio de Janeiro e no Seminário Teológico Nossa Senhora de Fátima em Brasília. Em seguida obteve o reconhecimento do título de Filosofia na Faculdade Católica de Anápolis no Estado de Goiás e o de Teologia na Pontifícia Universidade Católica de Goiás.

Foi ordenado sacerdote em 13 de dezembro de 1992, incardinado na diocese de Uruaçu, onde ocupou os seguintes cargos: Pároco de Nossa Senhora da Abadia em Barro Alto (1993-1997); Reitor do Seminário Menor São José em Uruaçu (1998); Pároco de Santa Teresinha do Menino Jesus em Santa Teresinha de Goiás (1999-2001); Pároco de Nossa Senhora Aparecida em Minaçu; Presidente da Associação do Clero São João Maria Vianney, da Diocese de Uruaçu; Membro do Conselho dos Sacerdotes; Coordenadora da Pastoral Sacerdotal (2012-2016); Membro do Colégio de Consultores (desde 2011). Atualmente é vigário geral e pároco da catedral.

Fonte/texto:cancaonova.com

Terroristas assassinam sacerdote e cinco fiéis e incendeiam igreja em Burkina Faso

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Cerca de 30 terroristas entraram numa igreja católica durante a Missa dominical do dia 12 de maio e assassinaram o sacerdote e outros cinco fiéis em Burkina Faso, em seguida, colocaram fogo no templo.

De acordo com a Agência de Informação de Burkina, organismo de informações governamental, os agressores, que foram identificados como “terroristas”, chegaram em motocicletas à igreja na cidade de Dablo.

Estando do lado de dentro, ordenaram que as mulheres e crianças saíssem do local. Então, executaram os seis homens, incluindo o sacerdote.

Após o crime, os terroristas incendiaram a igreja e alguns bares na cidade.

Embora não haja certeza sobre quem estaria por trás do ataque, a BBC britânica assinalou que extremistas islâmicos intensificaram seus ataques nos últimos 3 anos.

Nas últimas cinco semanas, três igrejas foram atacadas no país.

A agência vaticana Fides informou que no início de abril deste ano, 62 pessoas morreram no norte de Burkina Faso após um atentado terrorista e um posterior confronto entre comunidades.

Em 28 de abril, seis protestantes foram mortos no norte do país.

Estima-se que cerca de 60% dos habitantes de Burkina Faso professam o islamismo, enquanto os cristãos, com maioria católica, representam pouco mais de 20% da população.

Fonte: acidigital.com

Canonização da primeira santa brasileira é um dos processos mais rápidos da história

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O Brasil recebeu com alegria a notícia de que Irmã Dulce, o Anjo Bom da Bahia, como é conhecida a beata, será em breve elevada aos altares tornando-se a primeira mulher nascida no Brasil a ter seu nome inscrito no livro dos santos, graças ao reconhecimento de um segundo milagre atribuído à sua intercessão, apenas 27 anos após seu falecimento.

Segundo destaca o site Obras Sociais da Irmã Dulce (OSID), sua canonização será a terceira mais rápida da história recente da Igreja, “atrás apenas da santificação do Papa João Paulo II (9 anos após sua morte) e de Madre Teresa de Calcutá (19 anos após o falecimento da religiosa)”. Vale recordar que os mais rápidos da história dos santos lusófonos seguem sendo o de Santo Antônio de Lisboa (ou Santo Antônio de Pádua), canonizado 11 meses após seu falecimento no dia 30 de maio de 1232 e São Teotônio, canonizado 1 ano depois de sua morte ocorrida em 1162 pelo Papa Alexandre III.

Com respeito ao segundo milagre, cujo reconhecimento foi divulgado há poucas horas pelo Vaticano, o site das Obras Sociais da futura santa, confirmou que o fato passou por três etapas de avaliação: “uma reunião com peritos médicos (que deram o aval científico), com teólogos, e, finalmente, a aprovação final do colégio cardinalício, tendo sua autenticidade reconhecida de forma unânime em todos os estágios”.

Embora ainda se desconheça os detalhes, a Arquidiocese de Salvador (BA) e as Obras Sociais da Irmã Dulce (OSID) confirmaram ao portal G1 de notícias que o milagre conseguido pela intercessão da beata baiana se tratou da cura de uma pessoa que recuperou a visão.

Como de praxe, a identidade da pessoa que recebeu a graça, o lugar onde reside e outros detalhes sobre as circunstâncias do milagre, permanecerão em reserva.

Este é o segundo milagre atribuído à Irmã Dulce, que se destacou pelo cuidado dos mais pobres, das crianças necessitadas e dos enfermos. O primeiro, que permitiu que a religiosa fosse proclamada Beata, foi reconhecido em outubro de 2010 e tratou-se da cura de uma mulher “que apresentava um quadro de forte hemorragia não controlável”, recorda o G1.

“Em um período de 18h, a mulher chegou a passar por três cirurgias, mas o sangramento não cessava. Contudo, sem nenhuma intervenção médica, e após pedir a intercessão de Irmã Dulce, a hemorragia subitamente parou e a paciente se recuperou”, acrescenta o site de notícias brasileiro.

Segundo o site das Obras Sociais da Irmã Dulce (OSID), “a freira baiana foi coroada como a primeira beata nascida na Bahia e passou a se chamar Bem-Aventurada Dulce dos Pobres, tendo o dia 13 de agosto como data oficial de celebração de sua festa litúrgica”.

A Beata Irmã Dulce nasceu em Salvador (BA), no dia 26 de maio de 1914 e faleceu em 22 de maio de 1992 no convento Santo Antônio, junto dos doentes que ela cuidava. Seus restos mortais foram levados a uma capela dentro do Santuário dedicado à devoção da futura santa, localizado no bairro do Bonfim, na capital baiana.

 

Fonte: acidigital.com

Esmoleiro do Papa realiza “gesto desesperado” para ajudar os necessitados em Roma

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O Cardeal Konrad Krajewski, Esmoleiro Pontifício e colaborador do Papa Francisco nas obras de caridade, realizou um “gesto desesperado” ao ligar os medidores de eletricidade de um edifício onde, durante vários dias, mais de 400 pessoas ficaram sem este serviço que foi cortado devido à falta de pagamentos.

O jornal do Vaticano, L’Osservatore Romano (LOR), assinalou na edição de segunda-feira, 13 de maio, que no último sábado, 11, o Cardeal, ao ser “informado sobre a gravidade da situação em que se encontravam mais de 400 pessoas, dentre as quais muitas crianças, por causa do corte da empresa que fornece a energia elétrica por um problema de inadimplência, foi à via de la Santa Croce in Gerusalemme”, no centro de Roma, “e reativou pessoalmente os medidores”.

“Eu intervim pessoalmente, ontem (sábado) à noite, para ligar novamente os medidores de energia. Foi um gesto desesperado. Havia mais de 400 pessoas sem eletricidade, com famílias e crianças, sem a possibilidade de fazer funcionar as geladeiras”, disse o cardeal Krajewski à agência italiana ANSA.

O que o Cardeal fez, indica LOR, é “um gesto de humanidade realizado com a consciência das possíveis consequências que poderia sofrer, com a convicção de que era necessário fazê-lo para o bem dessas famílias”.

“Se chegar alguma multa, pagarei”, disse o Cardeal a alguns meios de comunicação italianos.

LOR também ressalta que por vários dias os moradores do local, sem água quente e sem poder utilizar as geladeiras, já recebiam ajuda do Vaticano com o envio de uma ambulância, médicos e comida.

Segundo ANSA, a dívida de energia elétrica acumulada desde 2013 ultrapassaria 300 mil euros, cerca de 337 mil dólares americanos.

O Esmoleiro também disse que neste edifício “há vidas humanas e estamos no coração de Roma. Quase 500 pessoas abandonadas ao seu próprio destino, famílias que não têm para onde ir, pessoas que lutam para sobreviver”.

Por isso, disse, é importante fazer as seguintes perguntas: “Por que estão ali? Por qual motivo? Como é possível que as famílias se encontrem nesse tipo de situação?”.

Fonte/texto:vaticannews.va

Do perdão de Jesus na Cruz brota a paz, mas devemos pedir “livrai-nos do mal”

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A oração de Jesus nos deixa a mais preciosa das heranças: a presença do Filho de Deus que nos libertou do mal, lutando para convertê-lo. Na hora do combate final, intima a Pedro para embainhar a espada, ao ladrão arrependido assegura o Paraíso, a todos os homens ao seu redor, inconscientes da tragédia que estava ocorrendo, oferece uma palavra de paz: “Pai, perdoai-os, porque não sabem o que fazem”.

Jackson Erpen – Cidade do Vaticano

“Do perdão de Jesus na Cruz brota a paz, a verdadeira paz vem de lá (…). O Senhor nos dá a paz, nos dá o perdão, mas nós devemos pedir “livrai-nos do mal”, para não cair no mal. Esta é a nossa esperança.”

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Diante dos milhares de fiéis presentes na Praça São Pedro para a Audiência Geral, o Papa Francisco deu continuidade ao seu ciclo de catequeses sobre a oração do Pai Nosso, falando nesta quarta-feira sobre a expressão “Livrai-nos do mal!”

A presença ameaçadora do mal

“Com esta expressão – explicou –  aquele que reza não somente pede para não ser abandonado no tempo da tentação, mas também suplica para ser libertado do mal. O verbo grego original é muito forte: evoca a presença do maligno que nos rodeia e quer nos devorar (cf 1 Pe 5, 8) e do qual pedimos a Deus a liberação”.

Jesus, de fato, ensina aos seus amigos a colocarem a invocação do Pai antes de tudo, até mesmo e especialmente nas vezes em que o maligno faz sentir a sua presença ameaçadora.

De fato – observa Francisco – a oração cristã é uma oração filial e não uma oração infantil (…). Se não existissem as últimas palavras do “Pai Nosso”, “como os pecadores, os perseguidos, os desesperados, os moribundos poderiam rezar”? pergunta. A última súplica é justamente a nossa súplica quando estivermos no limite, sempre. E explica:

“Há um mal em nossa vida, que é uma presença indiscutível. Os livros de história são o desolador catálogo de quanto a nossa existência neste mundo tem sido uma aventura muitas vezes fracassada. Há um mal misterioso, que certamente não é obra de Deus – sim, não é obra de Deus -, mas penetra silencioso entre as páginas da história. Silencioso como a serpente que carrega o veneno silenciosamente.”

“Em alguns momentos – enfatizou o Pontífice – parece até mesmo assumir o controle: em certos dias, sua presença parece até mesmo mais nítida do que aquela da misericórdia de Deus. Nos momentos do desespero é mais nítida”:

A pessoa que reza não é cega, e vê com clareza diante de seus olhos esse mal que é tão presente e tão em contradição com o mistério próprio de Deus. Não há ninguém entre nós que possa dizer estar isento do mal, ou de não ser ao menos tentado. Todos nós sabemos o que é o mal, todos nós sabemos o que é a tentação, todos nós experimentamos na própria carne a tentação, de qualque pecado. Mas o tentador que nos sugere – faz isto, pensa isto, vai por aquele caminho – nos leva ao mal.”

O último grito do Pai Nosso contra este mal

O último grito do “Pai Nosso” – diz  o Pontífice – é lançado contra este mal “de abas largas”, que abarca as mais diversas experiências: o luto do homem, a dor inocente, a escravidão, a instrumentalização do outro, o choro de crianças inocentes. Todos esses eventos clamam no coração do homem e tornam-se voz na última palavra da oração de Jesus.

E precisamente na narrativa da Paixão – acrescentou – algumas expressões do “Pai Nosso” encontram seu eco mais impressionante: “Abbà! Pai! Tudo é possível para ti. Afasta de mim este cálice! Contudo não seja o que eu quero, mas o que tu queres”:

“Jesus experimentou plenamente o ferimento do mal. Não somente a morte, mas a morte na Cruz. Não somente a solidão, mas também o desprezo, a humilhação. Não somente a aversão, mas também crueldade, a hostilidade contra ele. Eis o que é o homem: um ser devotado à vida, que sonha o amor e o bem, mas que depois continuamente expõe a si mesmo e seus semelhantes ao mal, a ponto de sermos tentados a nos desesperarmos com o homem”.

Neste sentido, o “Pai Nosso” assemelha-se a uma sinfonia que pede para ser cumprida em cada um de nós. O cristão sabe quão subjugador é o poder do mal e, ao mesmo tempo,  experimenta o quanto Jesus, que nunca sucumbiu às sua lisonjas, está do nosso lado e vem em nosso auxílio.

Jesus promete libertar-nos do mal

Assim, a oração de Jesus nos deixa a mais preciosa das heranças, enfatiza o Papa: a presença do Filho de Deus que nos libertou do mal, lutando para convertê-lo. Na hora do combate final, intima a Pedro para embainhar a espada, ao ladrão arrependido assegura o Paraíso, a todos os homens ao seu redor, inconscientes da tragédia que estava ocorrendo, oferece uma palavra de paz: “Pai, perdoai-os, porque não sabem o que fazem”:

Do perdão de Jesus na Cruz brota a paz,  a verdadeira paz vem de lá: o dom do Ressuscitado é a paz, um dom que nos dá Jesus (…). O Senhor nos dá a paz, nos dá o perdão, mas nós devemos pedir “livrai-nos do mal”, para não cair no mal. Esta é a nossa esperança, a força que nos dá Jesus, Jesus ressuscitado, que está aqui, em meio a nós, está aqui. Está aqui, e aquela força que nos dá para seguir em frente e nos promete libertar-nos do mal“.

Fonte/texto:vaticannews.va