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O grande potencial do turismo no Brasil e a fé que move o turismo religioso

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O grande potencial do turismo no Brasil e a fé que move o turismo religioso

As férias estão aí, junto delas chega a estação mais quente do ano, o verão que começa dia 21 de dezembro. Esse é o período de interromper a rotina, arrumar as malas e curtir um bom descanso. Se a ideia é fugir das preocupações e da correria do dia a dia, o planejamento é fundamental.

De acordo com o levantamento do ministério, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Santa Catarina e Minas Gerais estão entre os estados que serão mais visitados no período das festas de fim de ano (Natal e Réveillon) e das férias escolares em todo o país. Segundo a projeção do MTur, Rio Grande do Sul, Paraná, Ceará, Pernambuco e Goiás são destinos que também receberão um volume expressivo de turistas neste período.

Em várias dessas cidades é possível o viajante encontrar roteiros do turismo religioso. Roteiros que passam por localidades que são referências de oração e de fé. “A Pastoral do Turismo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) com sua espiritualidade, formação e serviços se empenha na organização e desenvolvimento das atividades evangelizadoras nas suas mais variadas dimensões e desafios”, destaca o bispo auxiliar de Belém (PA) e referencial da pastoral do Pastoral do Turismo da CNBB, dom Irineu Roman.Em tempos de vacas magras, já quem não tem como viajar, o jeito é reorganizar a agenda e aproveitar o descanso no seu estado mesmo. O Brasil tem muito a oferecer e pode ser um destino incrível se você souber curtir a sua cidade como um ponto turístico. Essa dinâmica reserva sempre lugares incríveis para serem descobertos.

São museus, parques, monumentos… Pontos turísticos que pessoas do mundo inteiro viajam para conhecer. Além disso, turistar na cidade em que se vive pode ajudar a redescobrir a história do local, valorizar o que é local e ajudar a preservar a história.

É nesse caminho que nos deparamos com o turismo religioso. São igrejas, mosteiros e santuários que recebem anualmente milhares de turistas. Exemplo disso é a Basílica Nacional de Aparecida, em São Paulo (SP), maior santuário mariano do mundo, Santuário de São Francisco das Chagas, em Canidé (CE); a Basílica Santuário Nossa Senhora de Nazaré, em Belém (PA); Santuário Basílica do Divino Pai Eterno – Trindade (GO).

Catedral Basílica de Salvador. Foto: Sara Gomes

Salvador (BA) é outro roteiro muito visitado por fieis. Além das igrejas históricas da cidade. Desde setembro, a Catedral Basílica de Salvador, que é a Igreja Mãe das paróquias da Arquidiocese de Salvador, agora está com as portas abertas novamente após 3 anos e 8 meses em processo de restauração.

“A escolha por roteiros religiosos nas férias é uma realidade que une a fé, a contemplação do patrimônio cultural e religioso e o encontro com outras culturas além de ajudar a fazer do tempo de descanso uma oportunidade de encontro com Deus que se manifesta, de forma especial, nos santuários e locais de grande devoção”, destaca o coordenador nacional da Pastoral do Turismo da CNBB.

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“São José é o homem dos sonhos com os pés no chão”, afirma o Papa

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“José é o homem que sabe acompanhar em silêncio” e é “o homem dos sonhos”. Nessas duas expressões, o Papa Francisco definiu as características de São José, ao qual dedica a homilia desta manhã (18/12) na capela da Casa Santa Marta. Neste tempo de Advento, o Pontífice recordou as crianças com deficiência da Eslováquia, que realizaram as bolas para a árvore de Natal colocada no altar.

A sabedoria dos bons pais

Nas Sagradas Escrituras, conhecemos José como “um homem justo, que observa a lei, um trabalhador, humilde, apaixonado por Maria”. Num primeiro momento, diante do incompreensível, “prefere colocar-se de lado”, mas depois “Deus lhe revela a sua missão”. E assim José abraça a sua tarefa, o seu papel, e acompanha o crescimento do Filho de Deus “em silêncio, sem julgar, sem falar mal, sem fofocar”.

Ajuda a crescer, a se desenvolver. Assim procurou um lugar para que o filho nascesse; cuidou dele; o ajudou a crescer; lhe ensinou a profissão: muitas coisas… Em silêncio. Jamais tomou para si a propriedade do filho: o deixou crescer em silêncio. Deixa crescer: seria a palavra que nos ajudaria muito, a nós, que por natureza sempre queremos colocar o nariz em tudo, sobretudo na vida dos outros. “E por que faz isso? Por que faz aquilo…?” E começam a fofocar, falar…. E ele deixa crescer. Protege. Ajuda, mas em silêncio.

Uma atitude sábia que o Papa reconhece em muitos pais: a capacidade de esperar, sem dar bronca logo, mesmo diante do erro. É fundamental saber esperar, antes de dizer a palavra capaz de fazer crescer. Esperar em silêncio, como faz Deus com os seus filhos, com os quais tem muita paciência.

O homem dos sonhos

Na homilia, o Pontífice esclarece que São José era um homem concreto, mas com o coração aberto, “o homem dos sonhos”, não “um sonhador”.

O sonho é um lugar privilegiado para buscar a verdade, porque ali não nos defendemos da verdade. Vêm e… Deus fala também nos sonhos. Nem sempre, porque normalmente é o nosso inconsciente que vem, mas Deus muitas vezes escolheu falar nos sonhos. E o fez muitas vezes, na Bíblia se vê, não? Nos sonhos. Mas José era o homem dos sonhos, mas não era um sonhador, eh? Não tinha fantasias. Um sonhador é outra coisa: é aquele que crê… vai… está no ar e não tem os pés no chão. José tinha os pés no chão. Mas era aberto.

Não perder o prazer de sonhar

Por fim, Francisco pede que não se perca a capacidade de sonhar, a capacidade de se abrir ao amanhã com confiança, apesar das dificuldades que possam aparecer.

Não perder a capacidade de sonhar o futuro: cada um de nós. Cada um de nós: sonhar a nossa família, os nossos filhos, os nossos pais. Ver como eu gostaria que fosse a vida deles. Os sacerdotes também: sonhar os nossos fiéis, o que queremos para eles. Sonhar como sonham os jovens, que são “sem pudor” ao sonhar, e ali encontram um caminho. Não perder a capacidade de sonhar, porque sonhar é abrir as portas para o futuro. Ser fecundos no futuro.

Fonte/texto:/noticiascatolicas.com.br

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Papa: a boa política está ao serviço da paz

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“Paz para esta casa!” Com estes votos o Papa Francisco inicia o novo ano e abre a sua Mensagem para o Dia Mundial da Paz, divulgada nesta terça-feira, 18, em vista da recorrência do próximo 1º de janeiro. São as palavras com as quais Jesus envia os apóstolos em missão e a casa da qual fala, é “toda família, comunidade, todo país, todo continente” e é também “a nossa casa comum”, da qual Deus nos confia os cuidados.

O desafio da boa política

O coração da mensagem, datada de 8 de dezembro de 2018, é a estreita relação entre a paz e a política da qual Francisco descreve potencialidades e vícios na perspectiva presente e futura, colocando ambas em um  “desafio” diário, em um “grande projeto” fundado “na responsabilidade recíproca e na interdependência dos seres humanos”.

A paz, como uma “flor frágil que tenta florescer no meio das pedras de violência” – escreve o Papa, citando o poeta Charles Peguy – se choca com “abusos” e “injustiças”, “marginalização e destruição” que a política provoca, quando “não é vivida como um serviço à comunidade”.

A boa política, por outro lado, é um “veículo fundamental para construir cidadania e obras” e, se “implementada no respeito fundamental da vida, liberdade e dignidade”, pode se tornar uma “forma eminente de caridade”.

Caridade e virtude por uma política a serviço da paz e dos direitos

E se a ação do homem é sustentada e inspirada pela caridade, recorda Francisco citando Caritas in Veritate de Bento XVI – “contribui para a edificação daquela cidade universal de Deus para a qual avança a história da família humana”.

 

É um programa em que os políticos de todas as afiliações podem encontrar-se, contanto que operem para o bem da família humana, praticando virtudes que “sujeitam-se ao bom agir político”: justiça, equidade, respeito, sinceridade, honestidade, lealdade.

O bom político é – conforme descrito pelas bem-aventuranças do cardeal vietnamita François Xavier Nguyễn Vãn Thuận que o Papa retoma – quem tem a consciência de seu papel, quem é coerente, credível, capaz de ouvir, corajoso e comprometido com a unidade e a mudança radical. Disto a certeza expressa na Mensagem de que “a boa política está a serviço da paz”.

Virtudes e vícios da política

Mas a política não é feita apenas de virtudes e de respeito pelos direitos humanos fundamentais. Francisco dedica um parágrafo de sua Mensagem aos “vícios” que “enfraquecem o ideal de uma autêntica democracia”. São aquele que ele define “inépcia pessoal”, “distorções no meio ambiente e nas instituições”, sobretudo a corrupção e, em seguida, o não respeito das regras, a justificação do poder com a força, a xenofobia, o racismo: eles “tiram credibilidade aos sistemas”, são “a vergonha da vida pública e colocam em perigo a paz social”.

Política, jovens e confiança no outro

Mas há também outro aspecto vicioso da política que o Papa destaca e que tem a ver com o futuro e os jovens. Quando o exercício do poder político – escreve ele – visa apenas “salvaguardar os interesses de certos indivíduos”, o futuro “fica comprometido e os jovens podem ser tentados pela desconfiança, por ser verem condenados a permanecer à margem”.

Quando, por outro lado, a política é concretamente traduzida em encorajar jovens talentos e vocações que requerem a sua realização, a paz propaga-se nas consciências e “torna-se uma confiança dinâmica”. Uma política está, portanto, a serviço da paz – afirma Francisco. – se reconhece os carismas de cada pessoa entendida como “uma promessa que pode liberar novas energias”.

Necessidade de artesãos da paz

Mas o clima de confiança, é a consideração do Pontífice, não é “sempre fácil”, em particular “nestes tempos”. A esse respeito, Francisco recorda o “medo do outro” generalizado, os “fechamentos”, “os nacionalismos” que marcam a política de hoje,  colocando em discussão a fraternidade de que nosso mundo globalizado tanto necessita. Disto a referência a “artesãos da paz” e autênticos “mensageiros” de Deus que animam nossas sociedades.

A este desejo se soma também, por parte do Papa, um apelo – cem anos após o fim da Primeira Guerra Mundial – de cessar com a “proliferação descontrolada de armas” e com a “escalada em termos de intimidação”.

Recordam-nos a paz – diz o Pontífice-  especialmente as muitas crianças vítimas da guerra . “A paz não pode jamais reduzir-se ao mero equilíbrio das forças e do medo. Manter o outro sob ameaça significa reduzi-lo ao estado de objeto e negar a sua dignidade.

A política da paz inspirada no Magnificat

O afresco que emerge da Mensagem do Papa conclui-se no último parágrafo com ênfase na relação entre direitos e deveres, para reiterar que – como nos recorda o septuagésimo aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos – o “grande projeto político da paz” baseia-se na “responsabilidade recíproca e na interdependência dos seres humanos”.

Isso nos desafia no compromisso diário e nos pede uma “conversão de coração e da alma”. Para aqueles que querem se comprometer na “política da paz”, o Papa sugere por fim o espírito do Magnificat que Maria canta em nome de todos os homens:  A «misericórdia [do Todo-Poderoso] estende-se de geração em geração sobre aqueles que O temem. Manifestou o poder do seu braço e dispersou os soberbos. Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes (…), lembrado da sua misericórdia, como tinha prometido a nossos pais, a Abraão e à sua descendência, para sempre» (Lc 1, 50-55).

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Eleições no Togo: grito de alarme de um sacerdote católico

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Enquanto se aproxima o escrutínio legislativo de 20 de dezembro, a situação está ficando cada vez mais tensa no País. Muitas organizações da sociedade civil e os líderes religiosos pedem que as eleições sejam adiadas até que sejam realizadas as reformas.

Cidade do Vaticano

As eleições parlamentares terão certamente lugar a 20 de dezembro no Togo, anunciou esta quinta-feira o governo. O clima está a ficar cada vez mais tenso à medida que o escrutínio se aproxima. Pelo menos quatro pessoas foram mortas no início desta semana em Lomé e numa das fortalezas da oposição, depois de um fim de semana que já era tenso.

O país atravessa uma grave crise política há mais de um ano com manifestações a exigir a saída do presidente Faure Gnassingbé, que sucedeu ao seu pai em 2005. A coalizão da oposição, que boicota estas eleições parlamentares e denuncia “irregularidades” na sua preparação, havia convocado manifestações por uns dez dias, de 8 a 18 de dezembro, para exigir a interrupção do processo eleitoral.

Colocar o povo no centro das decisões

Muitas vozes da sociedade civil, mas também autoridades religiosas, exigem que as reformas constitucionais tenham lugar antes de qualquer votação.

O Padre Pierre Channel Affognon é o Capelão nacional dos quadros católicos do Togo e primeiro porta-voz do movimento “forças Vivas Esperança para o Togo”, e não esconde a sua preocupação por uma conflagração do país.

Para ele, o Togo corre de facto o risco de experimentar novos ciclos de violência depois de uma votação rejeitada por uma grande parte da população. O Padre Affognon contesta particularmente o facto de que os líderes políticos, tanto no poder como na oposição, deixaram o povo togolês à própria sorte, enquanto os desafios da pobreza e do desenvolvimento são imensos.

Papa: mesmo nos problemas e sofrimentos, Deus nos guia sempre

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“A consciência de que nas dificuldades podemos sempre dirigir-nos ao Senhor, e de que Ele jamais refuta nossas invocações, é um grande motivo de alegria”: disse o Papa Francisco na oração do Angelus ao meio-dia deste III Domingo do Advento (16/12), chamado domingo da alegria.

De fato, o Santo Padre enfatizou que neste domingo a liturgia nos convida à alegria, destacando as palavras com as quais o profeta Sofonias se dirige à pequena porção do povo de Israel: “Alegra-te, filha de Sião, grita de alegria, Israel, exulta e aclama com todo o coração, filha de Jerusalém!” (3,14). “Gritar de alegria, exultar, alegrar-se: este é o convite deste domingo”, prosseguiu.

“Os habitantes da cidade santa são chamados a alegrar-se porque o Senhor revogou a sua condenação”, frisou o Pontífice e acrescentou – atendo-se liturgia dominical – que Deus perdoou, não quis punir, consequentemente, para o povo não há mais motivo de tristeza e de desconforto, mas tudo leva a uma gratidão alegre a Deus, que quer sempre resgatar e salvar aqueles que ama.

Domingo Gaudete, domingo da alegria

O amor do Senhor pelo seu povo é incessante, comparável à ternura do pai pelos filhos, do esposo pela esposa, como diz ainda Sofonias: “Alegrar-se-á por tua casa, renovar-te-á por seu amor, exultará por ti com grito de alegria” (v. 17). “Este é – assim se chama – domingo da alegria. O terceiro domingo do Advento, antes do Natal”, disse ainda.

Este apelo do profeta é particularmente apropriado no tempo em que nos preparamos para o Natal, disse o Papa, “porque se aplica a Jesus, o Emanuel, o Deus-conosco: a sua presença é a fonte da alegria”.

“As palavras do anjo Gabriel à Virgem são como um eco das palavras do profeta. O que diz o arcanjo Gabriel?: ‘Alegrai, cheia de graça, o Senhor é convosco’ (Lc 1,28). Isso é, ‘alegrai-vos’, diz a Nossa Senhora. Numa aldeia perdida da Galileia, no coração de uma jovem mulher desconhecida para o mundo, Deus acende a centelha da felicidade para o mundo inteiro.”

E hoje o mesmo anúncio é dirigido à Igreja, chamada a acolher o Evangelho para que se torne carne, vida concreta, e diz à Igreja, a todos nós: «Alegrai-vos, pequena comunidade cristã, pobre e humilde, mas bonita a meus olhos porque desejai ardentemente meu Reino, tendes fome e sede de justiça, teceis com paciências com textura de paz, não segui os poderosos do momento, mas permaneceis fielmente ao lado dos pobres. E assim não tendes medo de nada, mas vosso coração é na alegria”.

Na presença do Senhor, nosso coração na alegria

“Se nós caminharmos assim, na presença do Senhor, nosso coração estará sempre na alegria. A alegria de alto nível, quando há, repleta, a alegria humilde de todos os dias, isto é, a paz. A paz é a menor alegria, mas é a alegria.”

Francisco lembrou que também São Paulo na liturgia deste domingo nos exorta a não angustiar-nos sem esperança por nada, mas em toda circunstância apresentar a Deus nossos pedidos, nossas necessidades, nossas preocupações, “com orações e súplicas” (Fil 4,6).

“Nenhuma preocupação, nenhum medo jamais conseguirá tirar-nos a serenidade que vem não de coisas humanas, das consolações humanas: não; a serenidade que vem de Deus, do saber que Deus guia amorosamente nossa vida, e o faz sempre. Mesmo em meio aos problemas e aos sofrimentos, esta certeza alimenta a esperança e a coragem.”

Advento, tempo de conversão

Mas para acolher o convite do Senhor à alegria, prosseguiu o Santo Padre, é preciso ser pessoas dispostas a interrogar-se. O que significa isso? “Justamente como aqueles que, após ter ouvido a pregação de João Batista, lhe perguntam: ‘Tu pregas assim. E nós, o que devemos fazer? O que devo fazer? (Lc 3,10)’. Essa pergunta é o primeiro passo para a conversão que somos convidados a realizar neste tempo do Advento”, exortou Francisco.

Na saudação aos vários grupos de fiéis e peregrinos presentes, o Pontífice lembrou que na semana passada foi aprovado em Marraquexe, em Marrocos, o Pacto Mundial por uma Migração Segura, Ordenada e Regular, que se propõe a ser um quadro de referência para a comunidade internacional.

Portanto, faço votos de que a comunidade internacional, “graças também a este instrumento, possa atuar com responsabilidade, solidariedade e compaixão por aqueles que, por vários motivos, deixaram seu país, e confio esta intenção às orações de vocês”, disse o Papa.

Bênção dos “Bambinelli”, imagens do Menino Jesus

Francisco dirigiu-se de modo especial às crianças de Roma, presentes na Praça São Pedro para a bênção dos “Bambinelli”, imagens do Menino Jesus a serem colocadas no presépio. O Pontífice agradeceu aos Oratórios Romanos e aos voluntários.

O Papa abençoou as imagens do Menino Jesus ressaltando que o Espírito Santo colocará no coração delas a humildade, a ternura e a bondade de Jesus. “Este é o verdadeiro Natal! Que seja assim para vocês e para seus familiares.”

Fonte/texto:http://noticiascatolicas.com.br

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9 recomendações da Igreja para viver o Natal

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Natal é a solenidade que recorda o nascimento de Jesus Cristo, Deus feito homem para salvar a humanidade, e para vivê-lo corretamente e aprofundar seu significado, a Igreja fez uma série de recomendações.

Estas recomendações estão no Capítulo IV do Diretório sobre a Piedade Popular e a Liturgia, elaborado pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos da Santa Sé e publicado em 2002.

As recomendações são as seguintes:

1. Aprofundar no dom dado por Deus

A Santa Sé exortou a aprofundar que o Natal é um “dom que é uma expressão do amor infinito de Deus que ‘tanto amou o mundo que nos deu o seu Filho único’”.

Por isso, nesta solenidade , deve-se valorizar a “solidariedade com o homem pecador, pelo qual, em Jesus, Deus se fez homem” e que “o Filho de Deus ‘sendo rico se fez pobre’ para nos enriquecer ‘por meio da sua pobreza’”.

2. Refletir sobre o valor da vida

A Santa Sé recordou que no Natal se destaca “o valor sagrado da vida” e “o maravilhoso evento que acontece no parto de cada mulher, porque Maria deu à luz” ao Salvador do mundo.

3. Celebrar com simplicidade

No Diretório sobre a Piedade Popular e a Liturgia, o Vaticano recomendou viver esta celebração em um “clima de simplicidade, de pobreza, de humildade e de confiança em Deus, que envolve os acontecimentos do nascimento do Menino Jesus”.

Indicou que é importante aprofundar o sentido religioso do Natal para que “não se torne um terreno fértil para o consumismo nem para a infiltração do neopaganismo”.

4. Cantar canções de Natal

No texto, a Santa Sé sublinhou que os cantos de Natal são “instrumentos muito poderosos para transmitir a mensagem da alegria e da paz do Natal” e, por isso, recomendam cantá-los na véspera do Natal.

5. Ler em família a passagem do nascimento de Jesus

O documento do Vaticano indicou que a véspera do Natal é “uma ocasião de oração para toda a família” e recomendou ler “a passagem do nascimento de Jesus segundo São Lucas”.

Além disso, incentivou a cantar “as canções típicas do Natal e a rezar as orações e os louvores, especialmente das crianças, protagonistas deste encontro familiar”.

6. Rezar diante da árvore de Natal

A Santa Sé convidou as famílias a rezar em torno da árvore de Natal, porque “independentemente da sua origem histórica, atualmente é um símbolo fortemente evocativo, bastante comum nos ambientes cristãos; evoca tanto a árvore da vida, plantada no jardim do Éden, como a árvore da cruz, e assim adquire um significado cristológico”.

“Cristo é a verdadeira árvore da vida, nascida da nossa linhagem, da terra virgem Santa Maria, árvore sempre verde, fecunda de frutos”, precisou.

7. Dar presentes aos pobres

No documento, a Igreja Católica indicou que, “entre os presentes colocados na árvore de Natal, não deveriam faltar os presentes para os pobres: eles fazem parte de toda a família cristã”.

8. Compartilhar a ceia de Natal

Outro gesto sugerido pelo Vaticano é fazer uma ceia de Natal porque nela “se manifestam com toda a sua força a firmeza e a alegria dos laços familiares”.

“A família cristã que todos os dias, segundo a tradição, abençoa a mesa e agradece ao Senhor pelo dom dos alimentos, realizará este gesto com maior intensidade e atenção na ceia do Natal”, assegurou.

9. Participar da Missa

A Santa Sé convidou os fiéis a participar da Missa na véspera de Natal porque “tem um grande sentido litúrgico e um apreço popular”.

Destacou que, no início da Eucaristia, entoa-se “a canção do anúncio do nascimento do Senhor, com a fórmula do Martirológio Romano”, no momento da “apresentação dos dons para o ofertório sempre haverá uma lembrança concreta dos pobres” e  a “oração dos fiéis deverá assumir um caráter verdadeiramente universal, inclusive, onde for apropriado, com o uso de várias línguas como um sinal”.

“No final da celebração, poderá haver a adoração dos fiéis ao Menino Jesus e o momento de colocá-lo no presépio da igreja ou em algum lugar próximo”, manifestou o Diretório sobre a Piedade Popular e a Liturgia.

Fonte: acidigital.com

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Feliz aniversário Papa Francisco!

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Hoje, 17 de dezembro, o Papa Francisco completa 82 anos de vida. Milhões de fiéis se alegram em todo mundo pelo aniversário do Pontífice nascido na Argentina e que sempre pede que se lembrem dele nas orações.

Jorge Mario Bergoglio nasceu no seio de uma família católica no dia 17 de dezembro de 1936, no bairro de Flores, Buenos Aires, sendo o mais velho de cinco filhos do casal formado por Mario José Bergoglio e Regina Maria Sívori, ambos imigrantes italianos.

Foi batizado no dia de Natal de 1936 na Basílica Maria Auxiliadora e São Carlos, do bairro de Almagro, em Buenos Aires.

Em sua infância, foi aluno do Colégio Salesiano dos Santos Anjos e estudou na Escola Nacional de Educação Técnica Nº 27 Hipólito Yrigoyen, onde se graduou como técnico em química. Em seguida, trabalhou no laboratório Hickethier-Bachmann.

Durante sua juventude, teve uma doença pulmonar e foi submetido a uma cirurgia na qual foi extirpada uma parte de um pulmão, o que não o impediu de desenvolver suas atividades com normalidade.

Em 11 de março de 1958, ingressou no noviciado da Companhia de Jesus no Seminário de Villa Devoto. Como noviço da Companhia de Jesus, terminou seus estudos no Seminário Jesuíta de Santiago, no Chile.

Entre 1967 e 1970, cursou estudos de teologia na Faculdade de Teologia do Colégio Máximo de San José. Foi ordenado sacerdote no dia 13 de dezembro de 1969, poucos dias antes de completar 33 anos.

Continuou seus estudos de 1970 a 1971 na Universidade de Alcalá de Henares (Espanha) e, em 22 de abril de 1973, fez sua profissão como jesuíta. De volta à Argentina, foi mestre de noviços na Vila Barilari; professor na Faculdade de Teologia de San Miguel; consultor provincial da Companhia de Jesus, cargo que ocupou até 1979; e reitor do Colégio Máximo da Faculdade.

Foi nomeado Bispo Auxiliar de Buenos Aires pelo Papa João Paulo II em 20 de maio de 1992. Quando a saúde do então Arcebispo de Buenos Aires, Cardeal Antonio Quarracino, começou a se debilitar, Dom Bergoglio foi designado Arcebispo Coadjutor em 3 de junho de 1997. Ao falecer o Cardeal Quarracino, ele o sucedeu no cargo de Arcebispo de Buenos Aires em 28 de fevereiro de 1998.

Durante o consistório de 21 de fevereiro de 2001, o Papa João Paulo II o criou Cardeal. Como Cardeal, fez parte da Comissão para a América Latina; da Congregação para o Clero; do Pontifício Conselho para a Família; da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos; do Conselho Ordinário da Secretaria Geral para o Sínodo dos Bispos; e da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica.

Foi presidente da Conferência Episcopal Argentina em dois períodos consecutivos, de novembro de 2005 até novembro de 2011. Integrou também o Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM).

O Cardeal Bergoglio sempre teve um estilo de vida singelo e austero. Vivia em um apartamento pequeno em vez da residência episcopal, renunciou à sua limusine e a seu motorista, deslocava-se em transporte público e preparava sua própria comida.

Gosta de ópera, tango e é amante do futebol. Ele segue sendo sócio ativo do Clube Atlético San Lorenzo de Almagro, seu time do coração.

Em 13 de março de 2013, foi eleito Pontífice, sucedendo o agora Papa Emérito Bento XVI.

Fonte: acidigital.com

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Mais de 10 milhões peregrinaram à Basílica de Guadalupe, no México

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A festa da Virgem de Guadalupe mobilizou mais de 10,6 milhões de pessoas ao seu santuário na Cidade do México, onde está a imagem original que apareceu na tilma de São Juan Diego há quase 500 anos.

De acordo com o governo da Cidade do México, foi reportado um “saldo branco”, referindo-se à ausência de mortes, “ante a chegada de 10 milhões e 603 mil peregrinos na Basílica de Guadalupe, na capital do país, por ocasião da celebração da festa guadalupana”.

O número de fiéis foi registrado entre os dias 9 e 12 de dezembro e foi maior do que no ano passado, quando 7 milhões e 280 mil peregrinos visitaram a Basílica de Guadalupe para a festa da Virgem.

A peregrinação multitudinária, uma das maiores do mundo, motivou a mobilização de mais de 22 mil funcionários públicos por ocasião do programa “Bem-vindo Peregrino”.

Para a diretora de Comunicações da Arquidiocese Primaz do México, Marilú Esponda, o grande fluxo de visitantes à Basílica de Guadalupe deixa claro que “a fé do nosso povo em sua Mãe está à flor da pele, está viva”.

Em diálogo com o Grupo ACI, Esponda destacou que o fervor popular foi evidenciado nas “diversas histórias de pessoas que vieram de outros estados, de muito longe, cada uma com a sua própria história, suas próprias necessidades, manifestando o seu agradecimento ou seus vários pedidos à Virgem Maria“.

Esta devoção, destacou, “nos enche de esperança neste momento em que vivemos em nossa sociedade”.

Neste ano, a Arquidiocese do México, através do seu semanário ‘Desde la Fe’, realizou uma cobertura especial para divulgar as celebrações da Virgem de Guadalupe a milhões de pessoas através das redes sociais e da internet.

“Sabemos que este é um evento importante, a Virgem de Guadalupe é como a capital espiritual da América”, disse. Por isso, fizeram “um grande esforço para transmitir da melhor maneira possível às pessoas que não puderam estar presentes”.

‘Desde la Fe’ transmitiu ao vivo tanto o fluxo de peregrinos à Basílica de Guadalupe, como o canto “Las Mañanitas” por volta da meia-noite do dia 11 para o dia 12 de dezembro.

Em 12 de dezembro, transmitiram a “Missa das Rosas”, presidida pelo Arcebispo do México, Cardeal Carlos Aguiar, na Basílica de Guadalupe.

“Nos próximos anos, queremos continuar realizando estas transmissões e, de várias maneiras mais criativas e inovadoras, fazer chegar o amor da Virgem de Guadalupe a mais pessoas”, assegurou Esponda.

Em sua homilia durante a Missa das Rosas, em 12 de dezembro, o Cardeal Aguiar destacou que na Virgem de Guadalupe “encontramos o apoio, a proteção, o cuidado e, sobretudo, o amor de uma mãe que nos leva ao seu filho, fonte da sabedoria”.

Fonte: acidigital.com

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EUA apresenta “lista negra” dos responsáveis por perseguição religiosa no mundo

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WASHINGTON DC, 15 Dez. 18 / 05:00 am (ACI).- Os Estados Unidos apresentaram nesta semana a “lista negra” de países e organizações terroristas que são responsáveis por “violações sistemáticas constantes e notórias da liberdade religiosa”.

Entre os países que fazem parte desta lista negra, por permitirem, ou serem agentes eles próprios de tais violações, estão, Paquistão, China, Eritreia, Irã, Mianmar Coreia do Norte, Sudão, Arábia Saudita, Tajiquistão e Turcomenistão.

Há ainda outros dois países colocados em “vigilância especial”. São eles a Rússia e as Ilhas Comores.

Quanto aos grupos terroristas responsáveis por ataques relacionados a questões religiosas, perseguição e opressão de minorias, estão a Frente al-Nusra, na Síria; a Al Qaeda, na Península Arábica; a Al Qaeda e a Al-Shabab, na Somália; o Boko Haram, na Nigéria e em outros países da África Ocidental; os rebeldes Houthi, do Iêmen; o Estado Islâmico, na Síria e Iraque; e os Taliban, essencialmente no Afeganistão.

Esta lista do relatório anual do Congresso foi apresentada pelo secretário de Estado, Mike Pompeo, na última terça-feira. Para ele, é necessário agir de forma a “proteger e promover” a liberdade religiosa no mundo. Disse ainda que os Estados Unidos vão assumir um papel preponderante nessa matéria.

“Em muitos lugares no mundo, pessoas continuam a sofrer assédio, prisões ou até mesmo a morte apenas por quererem viver as suas vidas de acordo com suas crenças”, disse Pompeo em um comunicado, acrescentando que “os Estados Unidos não ficarão indiferentes diante de tal opressão”.

Caso do Paquistão

A inclusão do Paquistão nesta lista representa “um dos casos mais surpreendentes”, segundo assinalou a Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN).

O Paquistão tem estado, desde há algum tempo, na mira de organizações de defesa dos direitos humanos, por causa do assédio e perseguição a minorias religiosas, nomeadamente xiitas e cristãos.

Ao colocar este país na lista dos piores infratores em matéria de liberdade religiosa, torna possível a aplicação de sanções por parte dos Estados Unidos, nomeadamente em nível comercial e econômico.

Entretanto, indica ACN, esta inclusão do Paquistão pode ser considerada “um pouco estranha, pois ocorre apenas semanas depois de o Supremo Tribunal de Justiça ter ilibado a cristã Asia Bibi de todas as acusações que pendiam sobre si, resultado de uma visão distorcida da famosa Lei da Blasfêmia”.

A mãe católica Asia Bibi esteve cerca de oito anos na prisão, tendo sido condenada à morte por blasfêmia por ter bebido um copo de água de um poço, ao que foi acusada de contaminar a água.

Em outubro, o Supremo Tribunal reavaliou o processo, inocentando Bibi, mas, apesar desta decisão, ela precisa continuar escondida, em local incerto, devido a ameaças contra sua vida. Esta fato, afirma ACN, é “sinal de que o Paquistão é um país onde as questões religiosas são vividas com uma intensidade por vezes perigosa”.

Fonte/texto:acidigital.com00

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