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Hoje é celebrada a Festa da Cátedra de São Pedro

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Neste dia 22 de fevereiro, a Igreja celebra a Festa da Cátedra de São Pedro, uma ocasião importante que remonta ao século IV e que rende comemoração ao primado e autoridade do Apóstolo Pedro, o primeiro Papa da Igreja.

Além disso, esta celebração recorda a autoridade conferida por Cristo ao Apóstolo quando lhe diz, conforme relatam os Evangelhos: “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei minha Igreja. E as portas do inferno não prevalecerão sobre ela”.

A palavra “cátedra” significa assento ou trono e é a raiz da palavra catedral, a Igreja onde um bispo tem o trono do qual prega. Sinônimo de cátedra é também “sede” (assento). A “sede” é o lugar de onde um bispo governa sua diocese. Por exemplo, a Santa Sé é a sede do Papa.

A cátedra ou sede que atualmente se conserva na Basílica de São Pedro em Roma foi doada por Carlos, o Calvo, ao Papa João VIII no século IX, por ocasião de sua viagem a Roma para sua coroação como imperador romano do ocidente. Este trono se conserva como uma relíquia, em uma magnífica composição barroca, obra do Gian Lorenzo Bernini construída entre 1656 e 1665.

A obra do Bernini está emoldurada por pilastras. No centro situa-se o trono de bronze dourado, em cujo interior se encontra a cadeira de madeira e que é decorada com um relevo representando a “traditio clavum” ou “entrega de chaves”.

O trono se apoia sobre quatro grandes estátuas, também em bronze, que representam quatro doutores da Igreja, em primeiro plano Santo Agostinho e Santo Ambrósio, para a Igreja latina, e Santo Atanásio e São João Crisóstomo, para a Igreja oriental.

Por cima do trono aparece um sol de alabastro decorado com estuque dourado rodeado de anjos que emolduram uma vidraça em que está representada uma pomba de 162 cm de envergadura, símbolo do Espírito Santo. É a única vidraça colorida de toda a Basílica de São Pedro.

Todos os anos nesta data, o altar monumental que acolhe a Cátedra de São Pedro permanece iluminado o dia todo com dúzias de velas e celebram-se numerosas missas da manhã até o entardecer, concluindo com a Missa do Capítulo de São Pedro.

Dupla invade igreja e assalta secretaria de paróquia em Porto Alegre

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Em plena luz do dia, dois ladrões não pouparam nem a paróquia São Judas Tadeu, na Vila  João Pessoa, na zona leste de Porto Alegre. O local estava aberto para receber fiéis e roubaram o dinheiro das doações. Na tarde de quarta-feira (21), os assaltantes entraram na igreja, próximo do horário em que fecharia as portas, renderam um funcionário e cometeram o crime. 

Câmeras de segurança que foram instaladas exatamente uma semana antes da ação registraram o crime. Por volta das 17h20min, a dupla sobe a escadaria da igreja e entra na secretaria, que fica próxima à porta da edificação. No local, estava apenas um homem que trabalha no local há oito meses.

Aos policiais, o secretário contou que, em um primeiro momento, os criminosos pediram informações sobre como realizar um batismo. Enquanto explicava, foi surpreendido por um dos ladrões, que sacou uma arma da mochila que carregava. “Caiu a casa, caiu a casa”, diziam os ladrões, conforme relatou a vítima à Polícia Civil.

O secretário foi obrigado a deitar no chão. Os criminosos pegaram a carteira da vítima, que estava no bolso, e exigiram o dinheiro das doações. Em seguida, os assaltantes fugiram com cerca de R$ 500 da igreja e os pertences do secretário, como documentos, dinheiro e o celular. 

— Foi assustador no momento. Não me agrediram, mas o psicológico fica abalado — contou o homem, que preferiu não ser identificado.

Segundo a administração do local, medidas de segurança serão tomadas para evitar novos crimes. O local não abriu as portas nesta quinta-feira (21).

Conforme a 19ª Delegacia de Polícia, a vítima vai ser ouvida nesta sexta-feira (22). Os investigadores trabalham para tentar identificar os dois criminosos. 

Fonte: gauchazh.clicrbs.com.br

Há 18 anos, São João Paulo II criou Cardeal o agora Papa Francisco

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No dia 21 de fevereiro de 2001, há 18 anos, São João Paulo II criou Cardeal o então Arcebispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio, que fazia parte do primeiro grupo de 43 novos cardeais do terceiro milênio.

Alguns anos depois, em 27 de abril de 2014, o Papa Francisco declarou santos São João Paulo II e São João XXIII, em uma cerimônia histórica e sem precedentes, na qual reuniu os quatro Pontífices, com a presença do Papa Emérito Bento XVI.

João Paulo II, que criou 231 cardeais durante aproximadamente 27 anos de pontificado, assinalou em 2001 que estes eram “os primeiros cardeais criados no novo milênio” e destacou que, “após ter bebido em abundância nas fontes da misericórdia divina durante o Ano Santo”, a barca mística da Igreja se preparava “para ‘se fazer novamente ao largo’, para transmitir ao mundo a mensagem da salvação”.

Naquela ocasião, o Papa Wojtyla disse aos novos cardeais que “o mundo está se tornando cada vez mais complexo e mutável, e a consciência viva de discrepâncias existentes gera ou aumenta as contradições e os desequilíbrios”.

“O enorme potencial do progresso científico e técnico, assim como o fenômeno da globalização, que ampliam continuamente novas áreas, nos exigem estar abertos ao diálogo com toda pessoa e com toda instância social a fim de dar a todos uma razão da esperança que levamos em nossos corações”, expressou.

“A fim de responder adequadamente às novas tarefas, é necessário cultivar uma comunhão cada vez mais íntima com o Senhor. A própria cor púrpura de vossas vestes recorda- vos essa urgência. Essa cor não é o símbolo do amor apaixonado a Cristo? Nesse vermelho rutilante não está o fogo ardente do amor à Igreja que deve igualmente alimentar em vós a disponibilidade, se necessário, até o supremo testemunho do sangue?”.

“Ao contemplá-los, o povo de Deus deve poder encontrar um ponto de referência concreto e luminoso que o estimule a ser verdadeiramente luz do mundo e sal da terra”, encorajou São João Paulo II.

Fonte: acidigital.com

Incêndio em prédios causa mortes em Bangladesh; Papa lamenta tragédia

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Papa Francisco enviou um telegrama em que lamenta o incidente no país asiático

Pelo menos 70 pessoas morreram após um incêndio em Daca, em Bangladesh, de acordo com um oficial dos bombeiros. O incêndio tomou conta de diversos prédios antigos e se espalhou rapidamente. O número de mortos, de acordo com os bombeiros, pode subir enquanto os escombros são vasculhados.

Em outros incidentes com fogo, as causas apontadas foram regulamentações ruins e perícias mal feitas.

Este já é considerado o pior incêndio na cidade desde 2012 e teve início na noite desta quarta-feira, 20, em um prédio de cinco andares. Em seguida, o fogo se espalhou para o bairro conhecido como Chawkbazar, região com mais de 300 anos de existência. Moradores disseram que já haviam solicitado às autoridades por diversas vezes que realocassem os armazéns daquela área, mas não foram atendidos.

Cerca de 200 bombeiros trabalharam por mais de cinco horas para conter as chamas em um bairro altamente povoado, com mais de três milhões de pessoas. Os bombeiros disseram que lutaram para conseguir água suficiente para apagar as chamas e tiveram que bombear suprimentos de uma mesquita próxima.

Papa lamenta tragédia

Por meio do Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Pietro Parolin, o Papa Francisco enviou um telegrama em que lamenta as mortes e perdas que a população sofreu.

“Sua Santidade ficou profundamente triste ao saber da perda de vidas e danos causados por esta conflagração no centro de Daca”, informou Parolin no telegrama. “Ele estende sua solidariedade a todos os afetados e ora especialmente pelo repouso dos que se foram e pela cura dos que se feriram. O Papa Francisco pede coragem às autoridades de emergência ao ajudar as vítimas desta tragédia, e sobretudo ele invoca as bênçãos divinas de consolação e força”, finalizou.

Fonte: cancaonova.com

Papa Francisco: Doutrinar crianças com ideologia de gênero é uma maldade

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VATICANO, 03 Out. 16 / 12:30 pm (ACI).- Na coletiva de imprensa que ofereceu aos jornalistas a bordo do avião no qual regressou para Roma vindo da Geórgia e do Azerbaijão, o Papa Francisco disse que a doutrinação das crianças com a ideologia de gênero é uma maldade.

O Santo Padre respondeu a uma pergunta sobre as suas afirmações na Geórgia, no sábado, 1º de outubro, quando disse que “uma grande inimiga, uma ameaça contra o matrimônio é a teoria de gênero”.

A este respeito, o Papa recordou o que lhe disse um pai de família na França sobre algo que aconteceu quando comia com sua família e isso foi o que disse sobre ideologia de gênero:

“Antes de tudo, acompanhei na minha vida de sacerdote, de bispo e até de Papa pessoas com tendência e também com prática homossexual. Eu as acompanhei e aproximei do Senhor, alguns não podiam, mas acompanhei e nunca abandonei ninguém, que isto fique claro.

As pessoas devem ser acompanhadas como as acompanha Jesus. Quando uma pessoa tem essa condição e chega diante de Jesus, o Senhor não lhe dirá: Vai embora porque você é homossexual! Não! Eu me referi sobre a maldade que se faz hoje com a doutrinação da teoria de gênero.

Um pai francês me contou que falava na mesa com os filhos – católicos eles e a esposa, católicos não tão comprometidos, mas católicos – e perguntou ao menino de 10 anos: ‘O que quer ser quando crescer?’ ‘Uma menina’.

O pai notou que o livro da escola ensinava a teoria de gênero e isso vai contra as coisas naturais. Uma coisa é a pessoa ter essa tendência, essa opção, e também quem muda de sexo. Outra coisa é ensinar nas escolas esta linha para mudar a mentalidade. Isso eu chamo de colonizações ideológicas”.

Fonte/texto:acidigital.com

Lei que elimina palavras “pai” e “mãe” nos formulários escolares é ridícula, diz Bispo

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PARIS, 20 Fev. 19 / 06:00 pm (ACI).- O presidente do Conselho Família e Sociedade da Conferência Episcopal da França (CEF), Dom Bruno Feillet, criticou a lei que elimina as palavras “pai” e “mãe” dos formulários administrativos das escolas substituindo-as por “progenitor 1” e “progenitor 2”, algo que considerou “ridículo”.

“Mais uma vez constatamos lamentavelmente uma tentativa do Parlamento de desconstruir a realidade familiar sob o pretexto de unificar os processos administrativos”, disse o também Bispo Auxiliar de Reims em uma declaração publicada no site da CEF.

O Prelado se referiu assim à emenda de lei aprovada na semana passada pelo Parlamento como parte de uma lei mais ampla que visa construir “uma escola de confiança”.

Esta emenda já havia sido debatida em 2013, quando foi aprovada a lei que permite casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Na ocasião, indica ‘The Telegraph’, o atual ministro da Educação, Jean-Michel Blanquer, se opôs à medida.

Agora, esta modificação tem o apoio do partido de maioria no Parlamento, République en Marche (REM), do presidente da França, Emmanuel Macron.

A emenda também foi criticada por coletivos homossexuais, que propõem que se possa escrever no formulário duas vezes a palavra “pai” ou duas vezes a palavra “mãe”.

Aqueles que votaram a favor afirmam que esta emenda eliminará a “discriminação” em relação às “famílias homoparentais”.

No entanto, organizações como a plataforma “La manif pour tous” – que lidera a luta contra a ideologia de gênero na França – alertaram que a emenda é “totalmente desumanizante”, já que “as crianças precisam de coisas claras”.

A emenda da lei deve ser discutida agora pelo Senado.

Dom Feillet escreveu em sua reflexão que, “para uma criança, não é indiferente que se diga, especialmente através de formulários administrativos, que tem um pai e uma mãe. Longe de estar ‘atrasados’ ou ‘defasados’, essa prática de escrever ‘pai’ e ‘mãe’ permite a cada pessoa orientar-se às gerações sucessivas. A escola, em particular, deve participar desta percepção profundamente estruturante”.

Para o Prelado, “essa higienização administrativa da vida familiar representa a transformação da ideologia de gênero que quer que seja indiferente ter pais do mesmo sexo ou de sexo diferente”.

“Além disso, em cada família, mesmo as poucas famílias onde existem dois adultos do mesmo sexo, estes não se apresentam como progenitor 1 e progenitor 2. Os pais teriam que se perguntar quem seria o número 1 e quem seria o número 2. E ,em caso de divórcio, o número 1 se converteria no número 2? Pode-se ver o ridículo desta pretensão”, indicou.

“Esperamos que o senso comum possa recuperar seu lugar, primeiramente, pelo bem das crianças”, concluiu o Bispo.

Fonte/texto:acidigital.com

Papa Francisco: escutemos o grito dos pequenos que pedem justiça

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O Papa Francisco abriu os trabalhos do encontro sobre “A proteção dos menores na Igreja” que começou nesta quinta-feira (21), no Vaticano, e vai até domingo. A introdução do Pontífice aconteceu logo depois da oração inicial, quando desejou “não simples e evidentes condenações, mas medidas concretas e eficazes a serem realizadas”.

Andressa Collet – Cidade do Vaticano

No início da manhã desta quinta-feira (21), o Papa Francisco introduziu os trabalhos do primeiro dia do encontro inédito sobre a proteção dos menores dentro da Igreja. A conferência reúne, pela primeira vez, os presidentes das Conferências Episcopais de todo o mundo no Vaticano para abordar o tema.

O Papa começou o encontro afirmando do seu forte desejo de responsabilidade em interpelar Patriarcas, Cardeais, Arcebispos, Bispos, Superiores Religiosos e Responsáveis “diante da chaga dos abusos sexuais perpetrados por homens da Igreja em detrimento dos menores”. Todos juntos e “com a docilidade” da condução do Espírito Santo, “escutemos o grito dos pequenos que pedem justiça”.

“ O santo Povo de Deus nos vê e espera de nós não simples e evidentes condenações, mas medidas concretas e eficazes a serem realizadas. ”

Responsabilidade pastoral e eclesial

O Pontífice pediu que o encontro tivesse a incumbência do “peso da responsabilidade pastoral e eclesial que nos obriga a discutir juntos, de maneira sinodal, sincera e aprofundada sobre como enfrentar esse mal que aflige a Igreja e a humanidade. O santo Povo de Deus nos vê e espera de nós não simples e evidentes condenações, mas medidas concretas e eficazes a serem realizadas. São necessárias medidas concretas”, acrescentou Francisco.

O Papa enalteceu, então, que o percurso de todos através desse encontro, no Vaticano, começa “armados da fé e do espírito de máxima parresia, de coragem e concretude”.

Como subsídio, disse Francisco, “me permito compartilhar com vocês alguns importantes critérios, formulados pelas diversas Comissões e Conferências Episcopais que chegaram até nós. São orientações para ajudar a nossa reflexão que serão entregues a vocês. São um simples ponto de partida que veio de vocês e volta para vocês”.

Transformar o mal em consciência e purificação

O Papa Francisco, então, agradeceu a Pontifícia Comissão para a Proteção dos Menores, a Congregação para a Doutrina da Fé e os membros da Comissão Organizadora pelo “excelente trabalho desenvolvido com grande empenho em preparar este encontro”. E o Pontífice finalizou:

“ Peço ao Espírito Santo de nos sustentar nestes dias e de nos ajudar a transformar esse mal em uma oportunidade de consciência e de purificação. A Virgem Maria nos ilumine para buscar curar as graves feridas que o escândalo da pedofilia causou seja nos pequenos que nos crentes. ”

Ouvir as vozes das vítimas

Os trabalhos do encontro iniciaram com uma oração, durante a qual alguns testemunhos de vítimas foram compartilhados – de quem não pôde falar ou foi silenciado. Os presentes na conferência elevaram as próprias orações para que cada um pudesse ouvir aqueles que “foram violados e feridos, maltratados e abusados”, reconhecendo “as feridas do povo para que seja feita justiça”.

“Não consentir que os nossos fracassos”, foi a oração ao Senhor, “façam os homens perderem a fé em ti e no teu Evangelho”. Um longo e denso silêncio seguiu a uma das experiências que foram lidas:

“Ninguém me escutava; nem os meus pais, nem os meus amigos, nem depois as autoridades eclesiásticas. Não me escutavam e nem mesmo o meu choro. E eu me questiono: por quê? E me questiono por que Deus não me escutou?”

Fonte/texto:vaticannews.va

Papa: somos eternos mendigos de amor

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“Os homens e as mulheres são eternamente mendigos de amor – somos mendigos de amor, temos necessidade de amor – procurando um lugar onde serem finalmente amados, mas não o encontram (…). No caminho correm o risco de nunca encontrar completamente o tesouro que buscam desde o primeiro dia de vida: o amor”, destacou o Papa Francisco em sua catequese sobre o “Pai Nosso” na Audiência Geral.

Jackson Erpen – Cidade do Vaticano

O amor de Deus é fiel e não nos abandona nunca, por isto não devemos temer. “Mesmo que por infelicidade nosso pai terreno tenha se esquecido de nós, e ficamos com ressentimento com ele, não nos é negada a experiência fundamental da fé cristã: a de saber que somos filhos muito amados de Deus, e que não há nada na vida que possa apagar o seu amor apaixonado por nós”.Ouça e compartilhe!

Na Audiência Geral desta quarta-feira – realizada simultaneamente na Sala Paulo VI e na Basílica de São Pedro, onde havia recebido previamente uma peregrinação de 2.500 fiéis de Benevento – Francisco deu continuidade a sua série de catequeses sobre o Pai Nosso, recordando que a figura de nossos pais nos ajudam a entender o mistério da “paternidade de Deus”, mas para isto, devemos sempre “refiná-las”, “purificá-las”, pois assim como nenhum de nós teve pais perfeitos, tampouco nós seremos pais ou pastores perfeitos. E se entra neste mistério da paternidade de Deus, através da oração.

Falando aos peregrinos presentes na Sala Paulo VI e na Basílica de São Pedro, o Santo Padre recordou que “vivemos nossas relações de amor sempre sob o signo de nossos limites e também de nosso egoísmo”, motivo pelo qual “são frequentemente poluídas por desejos de posse ou manipulação do outro”.

Somos mendigos de amor

Por isso que quando falamos de Deus como “Pai” pensando na imagem de nossos pais – especialmente se eles nos amaram –  “devemos ir  além”:LEIA TAMBÉM

Audiência Geral de 20 de fevereiro de 2019

20/02/2019

Audiência Geral de 20 de fevereiro de 2019

“O amor de Deus é o do Pai “que está nos céus”, segundo a expressão que Jesus nos convida a usar: é o amor total que nós, nesta vida, experimentamos apenas de forma imperfeita. Os homens e as mulheres são eternamente mendigos de amor – somos mendigos de amor, temos necessidade de amor – procurando um lugar onde serem finalmente amados, mas não o encontram. Quantas amizades e quantos amores desiludidos existem no nosso mundo, quantos!”

O Papa observa que do  “deus grego do amor”, que “é o mais trágico de todos” – pois não fica claro “se ele é um ser angélico ou um demônio” – se pode pensar “na natureza ambivalente do amor humano”, “capaz de florescer e viver forte em um momento do dia e imediatamente após, murchar e morrer”.

Amamos de forma fraca e intermimente

A expressão do Profeta Oseias:  “Vosso amor é como a nuvem da manhã, como o orvalho que logo se dissipa”, ilustra bem a “congênita fraqueza de nosso amor”, observa.  “Aqui está o que o nosso amor é muitas vezes: uma promessa que se esforça para permanecer, uma tentativa que logo seca e evapora, um pouco como quando o sol sai de manhã e faz desaparecer o orvalho da noite”:

“Quantas vezes nós, homens, amamos desta maneira tão fraca e intermitente. Todos temos experiência disso: amamos, mas depois aquele amor acabou ou ficou fraco. Desejosos de querer bem, nos deparamos com nossos limites, com a pobreza de nossas forças: incapazes de manter uma promessa que nos dias de graça parecia fácil de cumprir. No fundo, até mesmo o apóstolo Pedro teve medo e teve que fugir. O apóstolo Pedro não foi fiel ao amor de Jesus. Tem sempre esta fraqueza que nos faz cair”.

“ Somos mendigos que no caminho correm o risco de nunca encontrar completamente o tesouro que buscam desde o primeiro dia de vida: o amor ”

No entanto – chama a atenção o Papa Francisco – “existe um outro amor, aquele do Pai “que está nos céus”. Ninguém deve duvidar de ser destinatário desse amor. Ele nos ama, “me ama”, podemos dizer”:

“Ainda que nosso pai e nossa mãe – uma hipótese histórica – não tivessem nos amado, existe um Deus no céu que nos ama como ninguém na terra jamais o fez ou poderia fazê-lo.  O amor de Deus é constante, sempre! O profeta Isaías diz: “Pode uma mulher esquecer-se daquele que amamenta de seu filho, não ter ternura pelo fruto de suas entranhas? Mesmo que ela o esquecesse, eu não te esqueceria nunca”. Eis que estás gravada na palma de minhas mãos”. Mesmo que todos os nossos amores terrenos desmoronassem, e não restar nada nas mãos além de pó, existe sempre para todos nós, ardente, o amor único e fiel de Deus”.

Francisco recorda que hoje a tatuagem está na moda:

“ Fiz uma tatuagem de ti em minhas mãos. Eu estou nas mãos de Deus, assim, e não posso tirá-lo. O amor de Deus é como o amor de uma mãe, que nunca se pode esquecer. E se uma mãe se esquece? “Eu não te esquecerei”, diz o Senhor. Este é o amor perfeito de Deus, assim somos amados por Ele. ”

Na fome de amor que todos sentimos – disse o Papa – não procuramos algo que não existe:  esse é, ao contrário, o convite para conhecer a Deus que é Pai”, como aconteceu com a conversão de Santo Agostinho.

Não estamos sozinhos

A expressão “nos céus” – explicou o Papa – “não quer expressar uma distância, mas uma diferença radical de amor, uma outra dimensão de amor, um amor incansável, um amor que permanecerá para sempre, que está ao alcance da mão. Basta dizer “Pai Nosso que está nos céus” e este amor vem!”.

“Portanto – foi a exortação do Papa ao concluir – não tenha medo! Nenhum de nós está sozinho. E mesmo que por infelicidade teu pai terreno tenha se esquecido de ti, e ficaste ressentido com ele, não te é negada a experiência fundamental da fé cristã: a de saber que tu és filho muito amado de Deus, e que não há nada na vida que possa apagar o seu amor apaixonado por ti”.

Bento XVI

Ao concluir sua saudação aos peregrinos de língua italiana, antes de cantar o Pai Nosso, o Santo Padre recordou que na próxima sexta-feira celebra-se a festa da Cátedra de São Pedro Apóstolo, e pediu orações pelo seu ministério e pelo Papa emérito Bento XVI: “Rezem por mim e pelo meu ministério, também por Bento XVI, para que confirme sempre e em toda parte os irmãos na fé”.

Fonte/texto:vaticannews.va

O amor de Deus é fiel e não abandona nunca, destaca Papa

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Seguindo no ciclo de catequeses sobre o Pai Nosso, Papa falou hoje sobre o amor do Pai que está nos céus por seus filhos, um amor que nada pode apagar

Da Redação, com Boletim da Santa Sé

Papa Francisco fala aos fiéis reunidos para a tradicional catequese de quarta-feira / Foto: Reprodução Youtube Vatican News

Na catequese desta quarta-feira, 20, o Papa Francisco reiterou aos fiéis a certeza do amor de Deus. O Pontífice destacou que o amor de Deus é fiel e não abandona nunca, por isto não é preciso temer; saber que se é filho amado de Deus é a experiência fundamental da fé cristã.

O Santo Padre deu continuidade ao ciclo de catequeses sobre a oração do Pai Nosso, ressaltando que o primeiro passo de toda oração cristã é o ingresso em um mistério, aquele da paternidade de Deus. “Não se pode rezar como os papagaios; ou você entra no mistério, na consciência de que Deus é o teu Pai, ou não reza”.

A figura dos pais é comumente usada para entender em que medida Deus é Pai, mas segundo o Papa é preciso, em alguma medida, refinar essa figura, purificá-la. “Quando falamos de Deus como ‘pai’, enquanto pensamos na imagem dos nossos pais, especialmente se nos quiseram bem, ao mesmo tempo devemos ir além. Porque o amor de Deus é aquele do Pai ‘que está nos céus’, segundo a expressão que Jesus nos convida a usar: é o amor total que nós, nesta vida, experimentamos apenas de forma imperfeita. Os homens e as mulheres são eternamente mendigos de amor, somos mendigos de amor, temos necessidade de amor, procuram um lugar onde serem finalmente amados, mas não o encontram. Quantas amizades e quantos amores desiludidos existem no nosso mundo, quantos!”

Citando a mitologia, Francisco mencionou que do deus grego do amor – o mais trágico de todos, uma vez que não se entende se é um ser angélico ou um demônio – pode-se pensar na natureza ambivalente do amor humano: capaz de florescer e de viver forte em um momento do dia e imediatamente após, murchar e morrer.

“Quantas vezes nós homens amamos deste modo tão frágil e intermitente. Todos temos esta experiência: amamos, mas depois aquele amor caiu ou se tornou fraco. Desejosos de querer bem, nos deparamos com nossos limites, com a pobreza de nossas forças: incapazes de manter uma promessa que nos dias de graça parecia fácil de cumprir. No fundo, até mesmo o apóstolo Pedro teve medo e teve que fugir. O apóstolo Pedro não foi fiel ao amor de Jesus. Tem sempre esta fraqueza que nos faz cair. Somos mendicantes que no caminho correm o risco de nunca encontrar completamente o tesouro que buscam desde o primeiro dia de vida: o amor”.

Porém, existe o outro amor, ressaltou o Papa, aquele amor do Pai que “está nos céus” e ninguém deve duvidar ser destinatário desse amor. “Ainda que nosso pai e nossa mãe não tivessem nos amado, existe um Deus no céu que nos ama como ninguém na terra jamais o fez ou poderia fazê-lo. O amor de Deus é constante (…) Mesmo que todos os nossos amores terrestres desmoronassem, e não restasse nada nas mãos além de pó, existe sempre para todos nós, ardente, o amor único e fiel de Deus”.

Por fim, Francisco explicou que a expressão “nos céus” não quer exprimir uma distância, mas uma diversidade radical de amor, outra dimensão de amor, um amor que não se cansa, que sempre permanecerá, que está sempre à mão.

“Portanto, não tema! Nenhum de nós está sozinho. E mesmo que por infelicidade teu pai terreno tenha se esquecido de ti, e ficaste ressentido com ele, não te é negada a experiência fundamental da fé cristã: a de saber que tu és filho muito amado de Deus, e que não há nada na vida que possa apagar o seu amor apaixonado por ti”.

Fonte: cancaonova.com

Nomeado novo bispo para diocese de Viana, no Maranhão

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A diocese de Viana, no Maranhão, que estava vacante desde dezembro de 2017, recebe nesta quarta-feira, 20, a notícia da nomeação de um novo bispo: padre Evaldo Carvalho dos Santos, até então pároco da Paróquia Santo Antônio em Quixeramobim (CE), foi nomeado pelo Papa Francisco.

Natural de Fortaleza, no Ceará, padre Evaldo cursou Filosofia e Teologia no Instituto de Pastoral Regional, em Belém (PA). Fez Especialização em Serviço Social, Políticas Públicas e Direitos Sociais, pela Universidade Estadual do Ceará (UECE).

Ordenado presbítero no ano de 1998, em Fortaleza, padre Evaldo já exerceu várias funções em seu ministério sacerdotal: superior provincial da Província de Fortaleza da Congregação da Missão; diretor do Seminário da Província de Fortaleza (Propedêutico, Filosofia e Teologia); membro da Diretoria da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) – Núcleo Fortaleza; pároco da Paróquia São Pedro e São Paulo, em Fortaleza; vigário paroquial da Paróquia Nossa Senhora dos Remédios, em Fortaleza; pároco da Paróquia Santo Antônio em Quixeramobim e vigário forâneo da Forania II, na diocese de Quixadá.

Com a nomeação, padre Evaldo será o sexto bispo a assumir a diocese de Viana, vacante desde a saída de Dom Sebastião Lima Duarte, transferido para a diocese de Caxias, no Maranhão, em dezembro de 2017.

Saudação

Como de costume, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil emitiu uma saudação ao novo bispo, acolhendo-o na pessoa do secretário-geral da entidade, Dom Leonardo Steiner.

“Padre Evaldo, sinta-se acolhido como novo membro da nossa Conferência Episcopal. Desejamos um fecundo ministério, sob a proteção da Mãe de Jesus e nossa”, expressa a mensagem.

Fonte: cancaonova.com