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Missa e carreata na celebração dos 40 anos do restauro da imagem da Virgem Aparecida

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No domingo, 19 de agosto, será comemorado o 40º aniversário do restauro da imagem de Nossa Senhora Aparecida e as festividades terão início em São Paulo e continuarão em Aparecida.

A imagem original de Nossa Senhora Aparecida foi quebrada em mais de 200 pedaços após sofrer um atentado em 16 de maio de 1978. Logo depois, foi enviada ao Museu de Arte de São Paulo (MASP) e restaurada pela artista plástica e chefe do Departamento de Restauração, Maria Helena Chartuni.

Em 19 de agosto de 1978, a imagem restaurada retornou para o Santuário de Aparecida, data que é recordada neste fim de semana.

A programação comemorativa começará com Missa às 7h30 na Catedral da Sé, em São Paulo (SP). Logo após, uma carreata seguirá pela Dutra com a Imagem da Padroeira do Brasil até Aparecida (SP).

O principal ato do dia acontecerá às 14h, com a celebração da Missa no Altar Central da Basílica, que será presidida pelo Bispo emérito de Rubiataba (GO), o redentorista Dom José Carlos Oliveira.

Na época do atentado à imagem, o religioso era Superior da Província Redentorista de São Paulo e ainda hoje se lembra bem dos acontecimentos daquele ano.

Para o Prelado, naquele dia 19 de agosto de 1978, “ver a Imagem retornando no caminhão de Bombeiros foi uma felicidade muito grande. Tive o privilégio de estar ao lado dela na carreata que a trouxe de volta e fiquei impressionado com aquele corredor humano formado na Dutra”.

Nascido em Aparecida, Dom José foi “coroinha na Basílica Velha por muitos anos” e estudou seus primeiros anos no seminário nesta cidade. “Então, a ligação com nossa Padroeira sempre foi muito forte”, afirma.

O Bispo, porém, admite que foi após o atentado que teve sua fé ainda mais fortalecida. “O acontecimento foi muito triste para nós. Mas, quando o MASP nos avisou que a imagem estava restaurada, a alegria foi tão grande que apagou aquela tristeza pela quebra de Nossa Senhora. Ali nossa fé e nossa confiança também foi restaurada”, assinala.

Além de Dom José Carlos, outra personagem importante desta história da restauração que estará presente na Missa deste domingo é restauradora Maria Helena Chartuni, que conta também ter sido transformada após esse episódio, uma vez que estava afastada da Igreja desde a adolescência.

“Eu, sem saber, havia iniciado minha transformação, que me levaria a dizer, anos mais tarde, que Nossa Senhora começara, delicadamente, sutilmente, a restaurar minha vida, também despedaçada, enquanto eu juntava os fragmentos de sua Imagem de terracota! Foi uma bela troca e quem saiu ganhando fui eu”, comemora Chartuni.

Nesse sentido, também as comemorações pela retorno da imagem restaurada terão como foco a restauração do Brasil. Durante a celebração, rezaram pelo país e a sociedade, que na avaliação de Dom José Carlos, está fragmentada.

“Todas as vezes que me recordo da chegada apoteótica de Nossa Senhora, depois da restauração, fortaleço minha fé e sei que também a fé do povo brasileiro foi restaurada. Hoje pedimos que ela também restaure nosso país, seu governo, os três poderes e seu povo”, destaca.

A celebração contará também com a participação de militares do Corpo de Bombeiros e da Polícia Rodoviária Federal, que entronizarão da imagem da Padroeira no início da cerimônia. Antes disso, haverá uma acolhida solene com apresentação do Padre Antônio Maria na Tribuna Papa Bento XVI, a partir das 13h.

Fonte: www.acidigital.com

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Delinquentes assaltam e agridem bispo em sua casa

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O Bispo de Liège (Bélgica), Dom Jean-Pierre Delville, foi agredido e assaltado por um grupo de desconhecidos que entraram na sua casa na noite da terça – feira, 14 de agosto.

Segundo afirmou a Diocese de Liège em um comunicado de imprensa, na madrugada do dia 14 para 15 de agosto, os ladrões entraram na residência de Dom Delville por uma janela no primeiro andar.

Os criminosos “estavam encapuzados e eram profissionais” e “agrediram o Prelado e o seu afilhado que estava em sua casa” e “ameaçaram matá-los”.

“Eles os ameaçaram e pediram dinheiro, achando que o dinheiro arrecadado das igrejas estava no local”, assinalou a Diocese.

“Os ladrões explicaram que estavam procurando dinheiro para poder curar a filha de um deles, que tinha 5 anos e estava doente. Eles falavam alemão, uma língua estrangeira não identificada e não falavam muito bem francês”, explica o comunicado.

Os delinquentes pediram ouro a Dom Delville, mas ele “tinha apenas três cálices que se conservam no oratório e na capela do Prelado”.

Além disso, levaram “pinturas valiosas”, algumas de Picasso, e “quatro objetos de alabastro do século XVII que decoravam a sala do conselho”.

Depois, “prenderam o Prelado e o seu afilhado no banheiro, onde foram encontrados sãos e salvos no dia seguinte”.

Em declarações a ‘Radio Télévision Belge de la Communauté Française’(RTBF), Dom Delville expressou que perdoava os seus agressores, ao perceber que estas pessoas que o enfrentaram tinham um “contexto problemático”.

E acrescentou que os ladrões lhe disseram que estavam observando durante sete meses e acreditavam equivocadamente que havia uma grande quantidade de dinheiro no local. O Prelado afirmou que os fundos recolhidas nas paróquias não são enviados a esta sede da igreja.

Fonte: www.acidigital.com

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Relatório revela supostos abusos sexuais de sacerdotes na Pensilvânia

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A Suprema Corte do Estado da Pensilvânia (Estados Unidos) publicou na última terça-feira um relatório que detalha mais de mil supostos casos de abusos sexuais dos membros do clero durante várias décadas em seis dioceses.

O relatório divulgado no dia 14 de agosto detalha as denuncias realizadas nas Dioceses de Allentown, Erie, Greensburg, Harrisburg, Pittsburgh e Scranton, sobre as evidências de abusos e encobrimentos sistemáticos ao longo dos últimos 70 anos, 1947 até 2017.

O relatório de 884 páginas foi escrito por 23 membros de um grande júri, que durante 18 meses examinou meio milhão de páginas de documentos. O FBI ajudou na investigação.

O documento afirma ter identificado mais de mil vítimas de 300 sacerdotes acusados de maneira crível  e denuncia os esforços das autoridades eclesiásticas para ignorar, ocultar ou encobrir as acusações, tanto para proteger os sacerdotes acusados como para evitar o escândalo na Igreja.

O relatório também identificou uma série de práticas nas dioceses, que constituíam um “guia para esconder a verdade”.

Isso inclui o uso de frases como “confundir sentimentos” ou “contato inadequado” em vez de referir-se explicitamente à violação ou abuso sexual; ou nomear sacerdotes para investigar outras pessoas, em vez de usar uma equipe qualificada e objetiva.

Como consequência do encobrimento, quase todos os casos são muito antigos para serem julgados, embora tenham sido apresentadas duas acusações. Até agora, um sacerdote, Pe. John Sweeney, foi declarado culpado por agredir sexualmente um estudante no início dos anos 1990.

O relatório afirma que, embora fosse calculado mais de mil vítimas, o número real não é mensurável.

A maioria das vítimas dos casos examinados pelo grande júri eram homens. As idades das vítimas variaram de pré-adolescentes a seminaristas jovens adultos.

Os sacerdotes mencionados no relatório são acusados de vários crimes, incluindo violação, abuso sexual e toques indevidos. O relatório indica que alguns sacerdotes teriam manipulado as suas vítimas com álcool e pornografia.

Aproximadamente dois terços dos sacerdotes acusados morreram. O acusado mais jovem mencionado no relatório nasceu na década de 1990.

Nas últimas décadas, a Igreja nos Estados Unidos teve uma série de medidas proativas destinadas a criar um ambiente mais seguro para as crianças. Isto incluiu um processo de seleção mais rigoroso dos seminaristas, formação para os trabalhadores da paróquia sobre como identificar e prevenir o abuso, e novas políticas sobre como uma diocese deveria responder à má conduta denunciada.

Resposta dos bispos da Pensilvânia ao relatório

Em uma declaração emitida pela Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), os prelados expressaram que sentem “vergonha” pelas conclusões do relatório.

“Como um corpo de bispos, sentimo-nos envergonhados pelos pecados e omissões dos sacerdotes e bispos católicos. Rezamos para que todos os sobreviventes de abuso sexual encontrem cura, consolo e fortaleza na presença amorosa de Deus, enquanto a Igreja se compromete a continuar restaurando a confiança através do acompanhamento, da comunhão, da responsabilidade e da justiça”.

Além disso, da USCCB, as seis dioceses envolvidas no relatório publicaram declarações separadas nas quais reconheceram falhas para proteger as crianças e se comprometeram a trabalhar a fim que isso nunca mais aconteça.

Por exemplo, o Bispo de Harrisburg, Dom Ronald W. Gainer, disse em uma declaração que estava “triste” com o relatório, “porque novamente, lemos que as crianças inocentes foram vítimas de atos terríveis cometidos contra eles”.

Também pediu desculpas novamente aos sobreviventes e à sociedade, tanto pelos abusos cometidos no passado quanto pelos funcionários da Igreja que permitiram que eles ocorressem.

O Prelado disse aos fiéis que as políticas haviam mudado para garantir um ambiente mais seguro e que “a segurança e o bem-estar de nossos filhos é importante demais para não tomar medidas imediatas e definitivas”.

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Inundação de igreja não impediu casal de contrair matrimônio

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Em um vídeo que se tornou viral nas redes sociais, observa-se a celebração de um casamento em uma igreja completamente inundada durante a temporada de furacões nas Filipinas.

Trata-se de Jefferson e Jobel de los Angeles, que se casaram no sábado, 11 de agosto, na igreja paroquial de Nossa Senhora do Santíssimo Rosário, localizada na província filipina de Bulacan.

Foi uma cerimônia dupla, porque sua filha de cinco meses recebeu o sacramento do batismo.

Em um ano, as Filipinas foram atingidas por furacões cerca de 20 vezes, incluindo o tufão Yagi, que atingiu o país no último fim de semana e provocou inundações em várias cidades.

No vídeo, não parece que a noiva está preocupada pela igreja inundada e está sorrindo enquanto tenta segurar o vestido sobre a água.

Também aparecem o noivo, os familiares e os amigos compartilhando a alegria do sacramento, apesar de estarem com os pés e as pernas debaixo d’água.

“Mesmo se houver inundação ou chuva, nada pode me impedir. Só se casa uma vez. Você o adiria? Eu estava casando com o homem que eu amor. O meu vestido ficou molhado e pesado, mas eu disse a mim mesma que era como se eu estivesse andando em um tapete vermelho”, afirmou a noiva à AFP.

O vídeo foi publicado no Facebook e até agora recebeu mais de 249.000 visualizações.

Fonte: www.acidigital.com

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5 chaves para entender o dogma da Assunção da Virgem Maria

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No dia 15 de agosto a Igreja celebra o dogma da Assunção da Virgem Maria aos céus. A seguir confira alguns pontos importantes que nos ajudarão a entender melhor esta verdade de fé:

1. O que é um dogma?

Um dogma é uma verdade de fé absoluta, definitiva, infalível, irrevogável e inquestionável revelada por Deus, através das Sagradas Escrituras ou da Sagrada Tradição. Depois de ser proclamado não se pode revogar ou negar, nem pelo Papa nem por decisão conciliar.

Para que uma verdade se torne dogma, é necessário que seja proposta de maneira direta pela Igreja Católica aos fiéis como parte de sua fé e de sua doutrina, através de uma definição solene e infalível pelo Supremo Magistério da Igreja.

2. O Dogma da Assunção da Virgem

Segundo a tradição e a teologia da Igreja Católica, a Assunção da Virgem é a celebração de quando o corpo e a alma de Maria, Mãe de Jesus Cristo, foram glorificados e levados ao Céu no final da sua vida terrena. Não deve ser confundido com a Ascensão, a qual se refere a Jesus Cristo.

Diz-se que a ressurreição dos corpos acontecerá no final dos tempos, mas no caso da Virgem Maria este acontecimento foi antecipado por um privilégio singular.

Este dogma também é celebrado pela Igreja ortodoxa.

3. Declaração do dogma

Desde 1849 começaram a chegar à Santa Sé diversos pedidos a fim de que a Assunção da Virgem fosse declarada doutrina da fé. No dia 1º de novembro de 1950, o Papa Pio XII publicou a Constituição Apostólica Munificentissimus Deus que declara como dogma de fé a Assunção da Virgem Maria com estas palavras:

“Depois de elevar a Deus muitas e reiteradas preces e de invocar a luz do Espírito da Verdade, para glória de Deus onipotente, que outorgou à Virgem Maria sua peculiar benevolência; para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e vencedor do pecado e da morte; para aumentar a glória da mesma augusta Mãe e para gozo e alegria de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos Pedro e Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, terminado o curso da sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória do céu”.

4. Importância da Assunção da Virgem

Esta festa tem dois objetivos: a feliz partida de Maria desta vida e a assunção do seu corpo ao céu. A resposta do motivo desta celebração ser importante para os católicos é encontrada no Catecismo da Igreja Católica, que diz: “A Assunção da Santíssima Virgem constitui uma participação singular na Ressurreição do seu Filho e uma antecipação da Ressurreição dos demais cristãos” (966).

A importância da Assunção da Virgem para nós está relacionada com a Ressurreição de Jesus Cristo e a nossa ressurreição. O fato de que Maria esteja em corpo e alma já glorificada no Céu é a antecipação da nossa própria ressurreição, pois ela é um ser humano como nós.

5. Dormição ou Morte de Maria?

A Escritura não dá detalhes a respeitos dos últimos anos de Maria sobre a terra, de Pentecostes até a sua Assunção, apenas sabemos que a Virgem foi confiada por Jesus a São João. Ao declarar o dogma da Assunção de Maria, Pio XII não quis dizer se a Virgem morreu e ressuscitou em seguida ou se partiu diretamente ao céu. Muitos teólogos pensam que a Virgem morreu para se assemelhar mais a Jesus, mas outros sustentam a Dormição da Virgem, celebrada no Oriente desde os primeiros séculos.

Ambas as posições coincidem em que a Virgem Maria, por um privilégio especial de Deus, não experimentou a corrupção do seu corpo e foi assunta ao céu, onde reina viva e gloriosa, junto com Jesus.

Fonte: www.acidigital.com

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Mãe descobriu câncer durante a gravidez e disse não ao aborto

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Aos dois meses de gestação, Ana Beatriz Frecceiro Schmidt descobriu que estava com câncer de mama e foi recomendada pelos médicos a tirar o seu bebê; entretanto, decidiu seguir com a gravidez e fazer seu tratamento e hoje sua filha está saudável aos seis meses de vida.

Beatriz, ou Bia, como é apelidada, é a protagonista de um testemunho pró-vida que viralizou no Facebook na semana passada, quando os ministros do STF discutiam a ampliação da despenalização do aborto.

Ela é de Curitiba (PR) e como relatou no seu perfil nesta rede social, descobriu que estava com câncer em 19 de junho de 2017. Após amamentar o filho de apenas nove meses, apalpou o seio para ver se havia algum leite empedrado. Foi quando achou “uma bolinha”. Na época, ela já sabia que outro bebê estava a caminho. Bia estava grávida de dois meses. Após uma ecografia e uma biópsia, recebeu o diagnóstico: era um câncer de mama.

Porém, conforme recordou em entrevista a ACI Digital, no mesmo dia em que pegou o resultado, faleceu a avó de seu esposo, a quem ambos eram “muito ligados”. “Então, toda a minha atenção se voltou para o falecimento dela. Fomos ajudar minha sogra, liberar o corpo no hospital, ver o velório. Acabei nem tendo tempo de ter uma reação. Depois de uns cinco dias que ficamos voltados para isso e apoiando minha sogra, eu já estava acostumada com a ideia de ter câncer”, relatou.

Ana Beatriz explicou que o câncer em si não estava ligado diretamente à sua gravidez. “Não foi por causa da gestação que tive câncer”, ressaltou. Entretanto, “como o tipo de tumor que eu tive era hormonal – e a maioria é realmente hormonal –, a gravidez fez com que ele se desenvolvesse mais rápido”.

“Por isso – indicou –, eu descobri mais rápido, logo no começo. Se eu não estivesse grávida, talvez quando eu descobrisse, ele já estivesse em metástase”.

Mas, “como era hormonal e a gravidez é uma “bomba de hormônios”, os médicos queriam que eu tirasse minha bebê”, contou, ao destacar que ela estava no início da gestação e, por isso, ainda “tinha muito hormônio pela frente e os médicos não queriam que eu ficasse grávida e com câncer”.

A resposta de Ana Beatriz, porém, foi em defesa da vida de sua filha. “Eu decidi seguir com a gravidez, porque sou contra o aborto, eu acredito na vida, acredito no amor”, declarou.

“Eu jamais iria sacrificar a vida da minha filha para salvar a minha vida. Eu acho que todas as vidas têm o mesmo valor e jamais iria matar a minha filha para me salvar. Não ia conseguir viver com isso”, afirmou.

“Falei para todo mundo, ou íamos viver juntas, ou morreríamos juntas, mas não ia me separar dela, sacrificá-la, matá-la para me salvar. Então, eu lutei por nós duas e nós duas sobrevivemos”, testemunhou.

Ainda durante a gestação, Beatriz começou o tratamento contra o câncer. “Primeiro, fiz a mastectomia, que foi um pouco mais complicado, porque eu senti muito dor no pós-operatório”, contou.

Por estar grávida, Beatriz não podia tomar remédios fortes para conter a dor. “Não pude tomar anti-inflamatório, teve que ser na raça!”, recordou.

Entretanto, assinalou que era “consciente disso”. “Eu não tinha como esperar ela nascer para fazer o tratamento, porque estava no começo da gravidez e era muito hormônio no meu corpo. Então, tinha que me tratar grávida mesmo”.

Depois, quando estava com seis para sete meses de gravidez, começou a quimioterapia, período que descreveu como “tranquilo”. “Eu não sentia enjoo, não sentia nada. Muito pelo contrário, fazer a quimioterapia grávida me deu muita força. Como eu sabia que estava lutando por mim e por ela, tinha que ficar muito forte por nós duas”.

Durante todo este período, Beatriz encontrou seu sustento em Deus. “Eu sou cristã e tenho certeza de que foi minha força em Deus que me manteve de pé. Eu nunca perdi a fé, nunca me desesperei ou pensei que eu e Louise fôssemos morrer”.

“Eu tenho uma fé muito forte em Deus e na vida. Sei que Deus tem um propósito na minha vida e na da Louise, sei que ela foi um presente de Deus para mim. Todo tempo, toda essa parte difícil que passei, sabia que Deus estava comigo, me sustentando, me amparando”, garantiu.

Passado tudo isso, em 24 de janeiro de 2018, a pequena Louise nasceu de parto normal, um momento de grande conquista para esta mãe. “Na hora que ela saiu de dentro de mim e veio para o meu colo, eu chorava de gratidão, de alegria, de alívio. Vê-la gordinha, saudável, viva, tão perto de mim, ali no meu colo, sentir o cheirinho dela foi inexplicável, sensação de vitória”.

Hoje, Louise já está com seis meses, muito “saudável, um bebezinho feliz, é uma bênção, não chora, é risonha”, assinalou a orgulhosa mãe.

Ana Beatriz terminou as sessões de quimioterapia no mês passado “Meu cabelo está voltando a crescer. Eu faço tratamentos como a hormonioterapia, que me deixa um pouco cansada e me dá alguns efeitos colaterais, como dor no corpo. Mas, estou aprendendo a lidar com isso”, relatou.

“Ainda tenho umas cirurgias para fazer, para concluir esse processo. Mas, a parte mais difícil, que era a quimioterapia, eu já terminei. Sempre falo, quem fez quimioterapia grávida, faz qualquer coisa, essa parte agora de hormonioterapia, vou tirar de letra. Eu tive câncer, mas o câncer nunca me teve”, concluiu.

Fonte: www.acidigital.com

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Sua avó quis que o abortassem, mas sua mãe o deu em adoção e agora defende a vida

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Pablo Bodean é um jovem argentino que, no contexto do debate sobre o projeto do aborto livre, comoveu milhares de pessoas ao agradecer a sua mãe biológica por não abortá-lo, mas entregá-lo em adoção.

Bodean, que tem 28 anos, disse ao jornal ‘Clarín’ que a sua mãe tinha 19 anos quando engravidou e não tinha dinheiro para sustentá-lo.

“A minha mãe biológica me deixou em um hospital, porque a sua mãe disse para ‘não voltar com isso para casa’. Disse para abortá-lo ou deixá-lo. A minha mãe biológica seguiu com a gravidez”, contou.

Na cidade de Aldo Bonzi, na província de Buenos Aires, havia um casal que “não podia ter filhos. Durante o processo de adoção, o tema estava sendo complicado e demorava muito tempo, pelos documentos e todo o tema judicial”.

“A minha avó (adotiva), que era enfermeira do Hospital Muñiz me encontrou. Comentou aos meus pais (adotivos) que havia um bebê que queriam entregar para adoção”, continuou.

Bodean garantiu ao jornal ‘Clarín’ que seus pais adotivos sempre disseram a verdade, quem era a sua mãe e onde ela vivia.

Entretanto, “eu não me sentia preparado para ver o seu rosto. Eu tinha medo. Tinha que estar preparado para receber um rechaço, que me dissesse: ‘Não, você não é o meu filho'”.

Comentou que, “com o tempo, com a ajuda dos meus pais, dos meus amigos e de Deus, consegui perdoar aquela mulher”.

Bodean participa desde os 11 anos de idade de um grupo evangélico. Também trabalha em uma empresa química e ajuda os necessitados.

Além disso, luta para que melhorarem as leis de adoção, “porque atualmente é muito complicado, exigem muitas coisas e há muitos bebês na lista de espera. Querem ser adotados, mas não podem”.

“Há uma armadilha do governo, do Estado, e agora saiu este tema do aborto, dos ‘fetos’, como elas dizem”, disse ao jornal sobre as mulheres que são a favor da legalização do aborto. Elas “odeiam os homens, como eu odiava as mulheres”, contou.

Recordou que “na adolescência, eu me apaixonava por uma jovem e depois a deixava, porque pensava que nenhuma outra mulher iria me abandonar”. Atualmente está casado e vive na cidade de Tigre, localizada a 28 quilômetros da cidade de Buenos Aires.

Alguns anos depois, curou as suas feridas emocionais “com a ajuda de Deus”.

Desde meados de junho, quando o projeto do aborto livre foi debatido na Câmara dos Deputados, Pablo Bodean acampava todas as quartas-feiras em frente ao Congresso para defender a vida do nascituro, porque “em qualquer manual de ciência básica diz que há vida a partir da concepção”.

Indicou que “contei aos meus chefes a minha história de vida e me apoiaram”.

“Mesmo que, ao menos uma vida for mudada, esta marcha vale a pena”, comentou antes do anúncio, na madrugada do dia 9 de agosto, que o Senado argentino rechaçou o projeto de aborto livre.

Dos 72 senadores, 38 votaram contra a despenalização do aborto, 31 votaram a favor, dois se abstiveram e houve uma ausência.

O projeto de lei buscava permitir o aborto livre até a 14ª semana de gravidez e até os nove meses de gestação em casos de violação, de risco à saúde da mãe e inviabilidade do feto. Além disso, proibia a objeção de consciência institucional.

Com este resultado, o projeto foi fechado definitivamente neste ano legislativo e só poderia ser reaberto a um debate parlamentar em 2019.

Fonte: www.acidigital.com

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Assaltantes armados rendem funcionários e roubam Catedral de Londrina

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A Catedral Metropolitana de Londrina (PR) foi alvo de um assalto armado na manhã desta segunda-feira e, por este motivo, o templo foi fechado e as atividades e atendimentos agendados para hoje foram suspensos.

O caso foi divulgado pela própria Catedral, em nota publicada em sua página de Facebook, a qual foi compartilhada também pela Arquidiocese de Londrina.

O assalto aconteceu nas instalações administrativas, quando ao menos dois ladrões invadiram o local por volta das 8h e renderam cerca de 15 pessoas.

“Infelizmente os seguranças, funcionários, paroquianos e o Pe. Dirceu Reis, vigário, foram rendidos”, informou a nota.

Entretanto, “em curto espaço de tempo a Polícia Militar conseguiu controlar a situação violenta e render os assaltantes. Graças a Deus e a intercessão de Nossa Senhora Aparecida todos estão bem”, acrescentou.

Segundo relatou o site “Folha de Londrina”, os assaltantes renderam algumas pessoas, incluindo os seguranças, e as levaram para o segundo andar, onde Pe. Dirceu estava em reunião com alguns paroquianos.

Ao site, o sacerdote contou que foi “comunicado pela secretária” sobre o assalto e, como os criminosos subiram pelo elevador, ele teve tempo de avisar a polícia, que chegou ao local a tempo e conseguiu recuperar o dinheiro roubado.

Os dois assaltantes, que estavam bem vestidos para tentar despistar qualquer suspeita, foram encaminhados para a Central de Flagrantes. Ainda de acordo com o site, uma terceira pessoa, que ainda não foi identificada, teria sido responsável por informar os demais sobre a rotina financeira e os horários da igreja.

“Estão todos em pânico. Tirando o prejuízo físico, já que quebraram portas e vidros da Catedral, estamos bem. Deus e Nossa Senhora nos protegeram”, expressou Pe. Reis à ‘Folha de Londrina’.

Em sua nota, a Catedral pediu “que toda a comunidade se uma em oração a Deus pela paz nas famílias, na cidade e em nossa comunidade paroquial”.

Fonte: www.acidigital.com

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Igreja celebra hoje o Anjo Bom do Brasil, Bem-aventurada Dulce dos Pobres

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Neste dia 13 de agosto é celebrado o dia da Bem-aventurada Dulce dos Pobres, a religiosa baiana que dedicou sua vida ao serviço aos pobres e doentes e ainda hoje é conhecida como Anjo Bom do Brasil.

O 13 de agosto foi escolhido como o dia oficial da festa litúrgica da Beata porque foi nesta mesma data, em 1933, na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, em Sergipe, que Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, aos 19 anos de idade, recebia o hábito de freira e adotava, em homenagem à sua mãe, o nome de Irmã Dulce.

Segunda filha do dentista Augusto Lopes Pontes e de Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes, a pequena Maria Rita nasceu em 26 de maio de 1914, na capital baiana.  Perdeu sua mãe aos sete anos de idade.

Desde cedo, começou a manifestar seu interesse pela vida religiosa. Aos 13 anos, passou a acolher mendigos e doentes em sua casa, transformando a residência da família em um centro de atendimento. A casa ficou conhecida como ‘A Portaria de São Francisco’, devido ao grande número de carentes que se aglomeravam à sua porta. Nessa época, expressou pela primeira vez o desejo de se dedicar à vida religiosa.

Entrou para a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, na cidade de São Cristóvão, em Sergipe, em fevereiro 1933, tendo recebido o hábito agosto do mesmo ano, quando passou a ser chamada Irmã Dulce.

Sempre com muita fé, amor e serviço, o Anjo Bom iniciou na década de 1930 um trabalho assistencial nas comunidades carentes, sobretudo nos Alagados, conjunto de palafitas que se consolidara na parte interna do bairro de Itapagipe, na capital baiana.

Em 1939, Irmã Dulce invadiu cinco casas na Ilha dos Ratos, para abrigar os doentes que recolhia nas ruas de Salvador. Expulsa do lugar, peregrinou durante uma década, levando os seus doentes por vários locais da cidade. Até que em 1949, ocupou um galinheiro ao lado do convento, após a autorização da sua superiora, com os primeiros 70 doentes.

Esta iniciativa deu início à criação das Obras Sociais Irmã Dulce, instituição considerada hoje um dos maiores complexos de saúde pública do país, com cerca de quatro milhões de atendimentos ambulatoriais por ano.

“Quando nenhum hospital quiser aceitar algum paciente, nós aceitaremos. Esta é a última porta e por isso eu não posso fechá-la”, disse Irmã Dulce.

Em 1988, foi indicada pelo então presidente da República, José Sarney, com o apoio da Rainha Sílvia, da Suécia, para o Prêmio Nobel da Paz.

A religiosa também teve dois grandes momentos de sua vida ao lado de São João Paulo II. Em 7 de julho de 1980, encontrou-se com o então Papa que visitava pela primeira vez o Brasil. Na ocasião, ouviu dele o incentivo para prosseguir com a sua obra.

Os dois voltaram a se encontrar em 20 de outubro de 1991, na segunda visita do Sumo Pontífice ao Brasil. João Paulo II fez questão de quebrar o rigor da sua agenda e foi ao Convento Santo Antônio visitar a religiosa baiana, cuja saúde já se encontrava bastante debilitada em função de problemas respiratórios.

Cinco meses depois, no dia 13 de março de 1992, o Anjo Bom da Bahia faleceu, aos 77 anos.

Em janeiro de 2000, teve início o processo de canonização de Irmã Dulce. Em 2010, a Congregação para a Causa dos Santos reconheceu a autenticidade de um milagre atribuído à religiosa. Trata-se do caso de Claudia Cristina dos Santos, ocorrido em Itabaiana, em Sergipe.

Após dar à luz seu filho, Gabriel, a mulher sofreu uma forte hemorragia, durante 18 horas, tendo sido submetida a três cirurgias. Diante da gravidade do quadro, os familiares chamaram Padre José Almí para ministrar a unção dos enfermos. O sacerdote decidiu fazer uma corrente de oração pedindo a intercessão de Irmã Dulce e deu a Cláudia uma pequena relíquia da Bem-Aventurada. A hemorragia cessou subitamente.

Irmã Dulce foi beatificada no dia 22 de maio de 2011. Para ser canonizada, é necessária a comprovação de mais um milagre atribuído à freira baiana, que tenha ocorrido após 11 de dezembro de 2010, data da promulgação do decreto papal sobre o primeiro milagre.

Fonte: www.acidigital.com

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Jovem bem-sucedida deixa tudo para evangelizar na Etiópia: Agora sou feliz de verdade

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Tinha tudo: sucesso profissional, dinheiro, amigos e uma boa família, mas mesmo assim não era totalmente feliz. É a experiência de Belén Manrique, uma jovem espanhola de 33 anos missionária na Etiópia, que deixou tudo para evangelizar neste país.

“Eu sempre digo que a missão não é nada entediante. É mil vezes melhor do que podemos imaginar. É uma vida cheia de surpresas, se você se coloca nas mãos do Senhor”, disse no começo da sua entrevista ao Grupo ACI durante uma visita a Roma.

“Vivo em Adis Abeba, capital da Etiópia, e a minha missão é testemunhar o amor de Deus onde Ele me pede, construir a igreja porque ali é muito pobre. A comunidade cristã é muito fraca, por isso é muito importante ajudar as pessoas a conhecerem Jesus Cristo”, explica.

Em relação à sua vocação, conta que “não estava satisfeita com a vida que levava, o plano que Deus tinha para mim era outro, e quando descobri que ele queria que eu levasse o amor de Deus às pessoas que não o conhecem, não hesitei, não foi difícil deixar o trabalho de jornalista, nem deixar Madri”.

Na Etiópia, o seu primeiro destino foi o deserto da Somália, “onde a maioria dos habitantes são muçulmanos”. “Percebi que era necessário que a Igreja chegasse lá para levar o Evangelho às pessoas que não o conhecem e necessitam dele, como todos nós necessitamos”.

A jovem jornalista pertence ao Caminho Neocatecumenal. “Graças a este crescimento na fé, eu me encontrei com Jesus Cristo e percebi que é o único que traz felicidade ao homem. Foi onde eu encontrei a missão que o Senhor tinha pensado para mim”.

“A Etiópia é 50% muçulmana e 50% cristã, mas os cristãos ortodoxos são maioria. A Igreja Católica não chega nem a 1% da população”, explica Belén sobre a realidade religiosa do país.

“Estamos construindo uma missio ad gentes nos arredores de Adis Abeba, em um bairro onde a Igreja Católica não está presente. Além dos ortodoxos há muitos protestantes”.

Além disso, sublinha que “não se trata de ganhar seguidores, mas de ser testemunhas e fazer com que Jesus Cristo seja conhecido”.

“Quando digo na Etiópia que não estou casada e que de alguma maneira estou ‘comprometida’ com Jesus Cristo, e que deixei meu trabalho e a minha família pela missão, eles riem e não acreditam, não conseguem entender isso. Também se surpreendem de ver uma menina jovem, sem hábito religioso que diga estas coisas”.

“Recentemente, um menino me perguntou: ‘É possível ser católico sem ser religiosa ou sacerdote?’. A maioria dos católicos que chegaram à Etiópia são religiosas e sacerdotes e eles têm esse pensamento”.

Também há muitos os etíopes que deixam sua terra em busca de um futuro melhor. Belén detalha que “há dois tipos de imigrantes: os que fogem da guerra ou da falta de paz em seu país e outros que querem chegar, por exemplo à Europa, seduzidos pelo que veem na televisão, pela imagem que eles criam para si do que é este mundo que aparentemente é algo maravilhoso, perfeito, de luxos. Eles têm uma vida precária, muito dura, na qual trabalham muito”.

“Cada vez mais abandonam o mundo rural para viver na capital, buscando assim melhorar. Todos os dias há alguém que me pede que o leve ao meu país e eu digo que quem não vai regressar ao seu país sou eu. Conto que eu vivia nesse mundo idílico ao qual eles querem ir e renunciei a ele. Explico que as riquezas não dão felicidade, que eu tinha tudo isso que eles desejam e não me dava a felicidade. Sou muito mais feliz, porque quem dá a felicidade é Deus e o amor ao próximo”.

Fonte: www.acidigital.com