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Hoje a Igreja celebra a natividade de São João Batista, o “profeta do Altíssimo”

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Igreja celebra o nascimento de João como um acontecimento sagrado. Dentre os nossos antepassados, não há nenhum cujo nascimento seja celebrado solenemente”, explicou o Bispo Santo Agostinho (354-430) em seus sermões nos primeiros séculos do cristianismo, sobre a natividade de São João Batista, que é celebrada neste dia 24 de junho.

“João apareceu, pois, como ponto de encontro entre os dois Testamentos, o antigo e o novo. O próprio Senhor o chama de limite quando diz: A lei e os profetas até João Batista”, acrescentou o Santo Doutor da Igreja.

São João Batista nasceu seis meses antes de Jesus Cristo. No primeiro capítulo de Lucas narra-se que Zacarias era um sacerdote judeu casado com Santa Isabel e não tinha filhos, porque ela era estéril. Estando já com a idade muito avançada, o anjo Gabriel apareceu a ele e comunicou que sua esposa teria um filho que seria o precursor do Messias, a quem daria o nome João. Zacarias duvidou desta notícia e Gabriel lhe disse que ficaria mudo até que tudo fosse cumprido.

Meses depois, quando Maria recebeu o anúncio de que seria a Mãe do Salvador, a Virgem foi ver sua prima Isabel e permaneceu ajudando-a até o nascimento de São João.

Assim, como o nascimento do Senhor é celebrado todo 25 de dezembro, perto do solstício de inverno no hemisfério norte (o dia mais curto do ano), o nascimento de São João é em 24 de junho, próximo do solstício de verão no hemisfério norte (o dia mais longo). Dessa forma, depois de Jesus, os dias vão aumentando, e depois de João, os dias vão diminuindo, até que se volte “a nascer o sol”.

A Igreja assinalou essas datas no século IV, com a finalidade de que se sobrepusessem às duas festas importantes do calendário greco-romano: o “dia do sol” (25 de dezembro) e o “dia de Diana” no verão, cuja festa comemorava a fertilidade. O martírio de São João Batista é comemorado em 29 de agosto.

O Profeta do Altíssimo

Em 24 de junho de 2012, por ocasião desta festa, o Papa Bento XVI afirmou que o exemplo de São João Batista chama os cristãos “converter-nos, a testemunhar Cristo e anunciá-lo todo o tempo”.

Em suas palavras prévias à oração mariana do Ângelus, recordou a vida de São João Batista e indicou que “com exceção da Virgem Maria, João Batista é o único santo do qual a liturgia festeja o nascimento, e isto porque ele está estreitamente relacionado com o mistério da Encarnação do Filho de Deus”.

“Desde o seio materno João é o precursor de Jesus: a sua concepção prodigiosa é anunciada pelo Anjo a Maria como sinal de que ‘nada é impossível a Deus’”.

Bento XVI recordou que o “pai de João, Zacarias — marido de Isabel, parente de Maria — era sacerdote do culto judaico. Ele não acreditou imediatamente no anúncio de uma paternidade já inesperada, e por isso ficou mudo até ao dia da circuncisão do menino, ao qual ele e a esposa deram o nome indicado por Deus, ou seja, João, que significa ‘o Senhor concede graças’”.

“Animado pelo Espírito Santo, Zacarias falou assim da missão do filho: ‘E tu, menino, serás chamado profeta do Altíssimo, porque irás adiante do Senhor a preparar os seus caminhos. Para dar a conhecer ao Seu povo a Sua salvação pela remissão dos pecados’”.

Ele explicou que “tudo isso se manifestou 30 anos depois, quando João começou a batizar no rio Jordão, chamando as pessoas para se preparar, com aquele gesto de penitência, à eminente vinda do Messias, que Deus lhe havia revelado durante sua permanência no deserto da Judeia”.

“Quando um dia veio de Nazaré o próprio Jesus para se fazer batizar, João inicialmente recusou-se, mas depois consentiu, e viu o Espírito Santo pairar sobre Jesus e ouviu a voz do Pai celeste que o proclamava seu Filho”.

O Santo Padre explicou que a missão de São João Batista ainda não estava cumprida, porque “pouco tempo mais tarde, foi-lhe pedido que precedesse Jesus também na morte violenta: João foi decapitado na prisão do rei Herodes, e assim deu pleno testemunho do Cordeiro de Deus, que ele foi o primeiro a reconhecer e a indicar publicamente”.

Bento XVI também recordou que “a Virgem Maria ajudou a idosa prima Isabel a levar até ao fim a gravidez de João”. “Ela ajude todos a seguir Jesus, o Cristo, o Filho de Deus, que o Batista anunciou com grande humildade e fervor profético”, disse o então Pontífice.

Fonte/texto:acidigital.com.br

Três brasileiros vão receber o pálio das mãos do Papa. Acompanhe ao vivo

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No próximo sábado, 29 de junho, três arcebispos brasileiros receberão o pálio das mãos do Papa Francisco: Dom Dario Campos, da Arquidiocese de Vitória (ES), Dom João Inácio Muller, da Arquidiocese de Campinas (SP) e Dom João Justino de Medeiros Silva, de Montes Claros (MG).

Cidade do Vaticano

Na Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, o Papa Francisco preside à tradicional missa durante a qual entrega o pálio aos novos arcebispos metropolitanos.

Desta vez, os brasileiros serão três: Dom Dario Campos, da Arquidiocese de Vitória (ES), Dom João Inácio Muller, da Arquidiocese de Campinas (SP) e Dom João Justino de Medeiros Silva, de Montes Claros (MG).

A cerimônia será transmitida ao vivo, com comentários em português, a partir das 09h30 locais (04h30 no horário de Brasília). Após a celebração, o Pontífice conduz a oração mariana do Angelus aos meio-dia – sempre com transmissão ao vivo da Rádio Vaticano/Vatican News.

Ouça a reportagem

Delegação ortodoxa

Outra tradição nesta Solenidade é a presença de uma delegação do Patriarcado ecumênico de Constantinopla. E desta vez não será diferente.

Os ortodoxos serão guiados pelo Arcebispo Telmissos Job, representante do Patriarcado junto ao Conselho Mundial de Igrejas e co-presidente da Comissão mista internacional para o Diálogo teológico entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa.

O Arcebispo Job estará acompanhado pelo Bispo de Melitene Maximos e pelo Diácono Bosphorios Mangafas. Eles chegarão a Roma na quinta-feira, 27. No dia seguinte, a delegação será recebida em audiência pelo Papa Francisco e manterá encontros com o Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos. No sábado, eles assistem à solene celebração eucarística presidida pelo Santo Padre.

A Santa Sé retribui a presença dos ortodoxos enviando, por sua vez, uma delegação a Istambul para a Festa de Santo André apostólico, padroeiro do Patriarcado, no dia 30 de novembro.

Papa aos jovens do Fórum Internacional: tema para a JMJ 2022

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No encontro com os jovens que participaram do Fórum Internacional para promover a atuação do Sínodo 2018, o Papa anunciou o tema da próxima JMJ 2022 em Lisboa: ‘Maria levantou-se e partiu apressadamente (Lc 1, 39)”. Francisco reiterou o convite para que todos difundam o fogo de Cristo para iluminar o mundo

Jane Nogara – Cidade do Vaticano

Na manhã deste sábado (22/06), o Papa Francisco recebeu os participantes do Fórum internacional dos Jovens, que tem como objetivo promover a atuação do Sínodo 2018 sobre o tema Os jovens a fé e o discernimento vocacional. Francisco começou o seu discurso afirmando “Vocês são jovens em ação em uma Igreja sinodal, e nestes últimos dias vocês meditaram e refletiram sobre este tema”.

Logo depois o Papa falou sobre o episódio de Emaús, presente no documento final da Assembleia sinodal, considerando-o “um texto paradigmático para compreender a missão eclesial em relação às jovens gerações”. Francisco recorda que “a profunda experiência que os discípulos de Emaús viveram com Jesus, levou-os irresistivelmente a colocar-se novamente a caminho”. E estimulando os jovens disse: “Vocês, queridos jovens, são chamados a ser luz na noite de muitos outros jovens que ainda não conhecem a alegria da nova vida em Jesus”.

Caminhar juntos

“Cleofás e o outro discípulo depois de terem encontrado o Ressuscitado sentiram a necessidade vital de estar com a sua comunidade. Não há alegria autêntica se não for compartilhada com os outros”, afirma Francisco e recordou “agora que se aproxima o momento de se despedir, talvez vocês já sintam saudades… é normal. Faz parte da experiência humana”. Os discípulos também não queriam que Jesus fosse embora, porém “seu Corpo ressuscitado não é um tesouro a reter, mas um Mistério a partilhar” (Documento final do Sínodo, 115). “Nós encontramos Jesus sobretudo na comunidade e pelas ruas do mundo. Quanto mais levamos Jesus aos outros mais o sentimos nas nossas vidas. “Por isso – indica o Papa – alimentem e difundam o fogo de Cristo presente dentro de vocês”.

A Igreja precisa de vocês!

Em seguida o Papa recorda mais uma vez aos jovens: “Vocês são o hoje da Igreja! A Igreja precisa de vocês para ser plenamente ela mesma”. E acrescenta: “Somente caminhando juntos seremos verdadeiramente fortes. Com Cristo, Pão da Vida que nos dá força para o caminho, levemos a luz do seu fogo para as noites deste mundo!”.

Tema para a próxima JMJ

Concluindo o encontro faz um importante anúncio. Seguindo o percurso do Sínodo dos Jovens que precedeu a Jornada Mundial da Juventude do Panamá três meses mais tarde, o Papa almeja uma grande sintonia entre estas duas vias, confiando esta intenção à poderosa intercessão de Maria. Então Francisco anuncia: “A próxima edição internacional da JMJ será em Lisboa 2022”, recorda e para esta etapa da peregrinação dos jovens “escolhi como tema: ‘Maria levantou-se e partiu apressadamente (Lc 1, 39)”. Em seguida o Papa faz um apelo: “para os dois anos precedentes convido todos a meditar sobre os vesículos: Jovem, eu te digo: levanta-te” (cf. Lc 7, 14 e Christus vivit 20) e ‘Levanta-te! Eu te constituo testemunha do que viste!’ (At 26, 16

Fonte:vaticannews.va

LITURGIA-22 DE JUNHO SABADO

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11ª SEMANA COMUM

(verde – ofício do dia)

Ouvi, Senhor, a voz do meu apelo: tende compaixão de mim e atendei-me; vós sois meu protetor, não me deixeis; não me abandoneis, ó Deus, meu salvador! (Sl 26,7.9)

Em meio às desigualdades e à busca incessante de bens passageiros, Jesus nos apresenta o fundamental: viver os valores do Reino. Alcançar esta graça seja nossa maior preocupação.

Primeira Leitura: 2 Coríntios 12,1-10

 

Leitura da segunda carta de são Paulo aos Coríntios – Irmãos, 1será que é preciso gloriar-me? Na verdade, não convém. No entanto, passarei a falar das visões e revelações do Senhor. 2Conheço um homem, unido a Cristo, que há quatorze anos foi arrebatado até o terceiro céu. Se ele foi arrebatado com o corpo ou sem o corpo, eu não o sei, só Deus sabe. 3Sei que esse homem – se com o corpo ou sem o corpo, não sei, Deus o sabe – 4foi arrebatado ao paraíso e lá ouviu palavras inefáveis que nenhum homem consegue pronunciar. 5Quanto a esse homem eu me gloriarei, mas, quanto a mim mesmo, eu não me gloriarei, a não ser das minhas fraquezas. 6No entanto, se eu quisesse gloriar-me, não seria insensato, pois só diria a verdade. Mas evito gloriar-me, para que ninguém faça de mim uma ideia superior àquilo que vê em mim ou que ouve de mim. 7E para que a extraordinária grandeza das revelações não me ensoberbecesse, foi espetado na minha carne um espinho, que é como um anjo de satanás a esbofetear-me, a fim de que eu não me exalte demais. 8A esse propósito, roguei três vezes ao Senhor que o afastasse de mim. 9Mas ele disse-me: “Basta-te a minha graça. Pois é na fraqueza que a força se manifesta”. Por isso, de bom grado, eu me gloriarei das minhas fraquezas, para que a força de Cristo habite em mim. 10Eis por que eu me comprazo nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições e nas angústias sofridas por amor a Cristo. Pois, quando eu me sinto fraco, é então que sou forte. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 33(34)

 

Provai e vede quão suave é o Senhor!

  1. O anjo do Senhor vem acampar / ao redor dos que o temem e os salva. / Provai e vede quão suave é o Senhor! / Feliz o homem que tem nele o seu refúgio! – R.
  2. Respeitai o Senhor Deus, seus santos todos, / porque nada faltará aos que o temem. / Os ricos empobrecem, passam fome, / mas aos que buscam o Senhor não falta nada. – R.
  3. Meus filhos, vinde agora e escutai-me: / vou ensinar-vos o temor do Senhor Deus. / Qual o homem que não ama sua vida, / procurando ser feliz todos os dias? – R.
Evangelho: Mateus 6,24-34

 

Aleluia, aleluia, aleluia.

Jesus Cristo, Senhor nosso, / embora sendo rico, para nós se tornou pobre, / a fim de enriquecer-nos / mediante sua pobreza (2Cor 8,9). – R.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 24“Ninguém pode servir a dois senhores, pois ou odiará um e amará o outro, ou será fiel a um e desprezará o outro. Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro. 25Por isso eu vos digo, não vos preocupeis com a vossa vida, com o que havereis de comer ou beber; nem com o vosso corpo, com o que havereis de vestir. Afinal, a vida não vale mais do que o alimento, e o corpo, mais do que a roupa? 26Olhai os pássaros dos céus: eles não semeiam, não colhem nem ajuntam em armazéns. No entanto, vosso Pai que está nos céus os alimenta. Vós não valeis mais do que os pássaros? 27Quem de vós pode prolongar a duração da própria vida só pelo fato de se preocupar com isso? 28E por que ficais preocupados com a roupa? Olhai como crescem os lírios do campo: eles não trabalham nem fiam. 29Porém eu vos digo, nem o rei Salomão, em toda a sua glória, jamais se vestiu como um deles. 30Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é queimada no forno, não fará ele muito mais por vós, gente de pouca fé? 31Portanto, não vos preocupeis, dizendo: ‘O que vamos comer? O que vamos beber? Como vamos nos vestir?’ 32Os pagãos é que procuram essas coisas. Vosso Pai, que está nos céus, sabe que precisais de tudo isso. 33Pelo contrário, buscai em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo. 34Portanto, não vos preocupeis com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã terá suas preocupações! Para cada dia, bastam seus próprios problemas”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

 

Jesus não ignora a necessidade de trabalhar para adquirir os bens indispensáveis à sobrevivência. O ser humano é responsável pela transformação da natureza, da sociedade e da própria história. O que Jesus quer estabelecer é uma hierarquia de valores de acordo com o Evangelho. O que ele condena é a exagerada inquietação com a segurança. Portanto, Jesus não nos ensina uma confiança passiva na providência divina, como se fôssemos receber tudo de mão beijada. Ele nos convida a buscar o autêntico reinado de Deus, caminho para o bem-estar tranquilo e simples: “Busquem primeiro o Reino de Deus e sua justiça”. Se houver a prática da justiça e da fraternidade, a ninguém faltará comida nem roupa e todos terão acesso a uma vida digna: “Todas essas coisas ficarão garantidas para vocês”.

Fonte/texto:paulus.com.br

OMS e Unicef : 1 em cada 3 pessoas no mundo não tem acesso à água potável

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Cerca de 2,2 bilhões de pessoas no mundo não têm serviços de água potável, 4,2 bilhões não têm acesso aos serviços de esgoto e 3 bilhões de pessoas não têm água para lavar as mãos.

Segundo recentes informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) revelados na terça-feira (18/06), cerca de 2,2 bilhões de pessoas no mundo não têm serviços de água potável gerenciados de forma segura. O contingente equivale a um em cada três habitantes do planeta. Organismos apontam também que 4,2 bilhões de indivíduos não têm acesso a esgoto seguro.

Os números fazem parte de uma nova pesquisa das duas agências da ONU, que afirmam ainda que 3 bilhões de pessoas não possuem instalações básicas para lavar as mãos de forma adequada.

O relatório enfatiza a necessidade de garantir que a água fornecida para as pessoas seja própria para o uso humano. De acordo com o levantamento, houve progressos para alcançar o acesso universal a água e saneamento básico, mas persistem lacunas na qualidade dos serviços.

O problema da água potável

O relatório indica que, desde 2000, 1,8 bilhão de pessoas passaram a ter acesso a serviços básicos de água potável — mas essa inclusão foi e continua sendo marcada por desigualdades na acessibilidade, disponibilidade e qualidade dos serviços. Uma pessoa em cada 10 no mundo ainda não tem serviços básicos para a água, em 80% dos casos estão nas áreas urbanas. Também segundo a publicação 144 milhões de indivíduos utilizam água sem tratamento.

O pedido do UNICEF

O pedido do UNICEF, explica ao Vatican News o porta-voz  do Fundo das Nações Unidas, Andrea Iacomini, é de que “os países devem dobrar seus esforços para tentar melhorar estas dramáticas situações”. “Se continuar assim – acrescenta –, não alcançaremos o acesso universal até 2030, como está previsto nos objetivos para o desenvolvimento sustentável. “O UNICEF distribui água potável às populações mais carentes, mesmo em condições extremas e em regiões atingidas pelas guerras e catástrofes”, afirma Iacomini, “mas a escassez de serviços de saneamento básico, água potável e higiene estão ligadas à transmissão de doenças”.

Advertência da OMS: reaparecimento de doenças

Confirmando este alarme, Maria Neira, diretora do Departamento de Saúde Pública, Determinantes Ambientais e Sociais da Saúde da OMS afirma: “Se os países não conseguirem intensificar os esforços em saneamento básico, água potável e higiene, continuaremos a viver com doenças que deveriam ter sido há muito tempo deixadas nos livros de história, como diarreia, cólera, febre tifoide, hepatite A e doenças tropicais negligenciadas, incluindo tracoma e esquistossomose”.

Fonte: vaticannews.va

Martírio das enfermeiras de Astorga foi um ato de suprema caridade, diz postuladora

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“Foi um ato de suprema caridade”, com essas palavras María Victoria Hernández, postuladora da causa de María Pilar Gullón, Octavia Iglesias e Olga Pérez, conhecidas como as enfermeiras mártires de Astorga, definiu o martírio destes três jovens assassinadas por não negarem a fé durante a Guerra Civil Espanhola de 1936 a 1939, cujo decreto de martírio foi assinado pelo Papa Francisco e divulgado em 12 de junho deste ano.

As três eram leigas e foram assassinadas por ódio à fé em Pola de Somiedo (Espanha), em 28 de outubro de 1936, depois de terem sido estupradas durante toda a noite por um grupo de milicianos.

Segundo explicou María Victoria Hernández em declarações ao Grupo ACI, nenhuma das três jovens era enfermeira, mas diante do drama da guerra, decidiram se formar na Cruz Vermelha para ajudar os feridos “de modo imparcial, ou seja, os de direita e os de esquerda. Dos dois lados da Guerra Civil”.

No mês de outubro de 1936, foram chamadas a um serviço de uma semana em Pola de Somiedo, província de Oviedo, onde encontrariam o martírio e derramariam seu sangue. “Ao terminar o serviço, tinham que voltar para Astorga, mas quiseram continuar, mesmo sabendo que corriam perigo”. Morreram na noite de 27 para 28 de outubro de 1936. “Os próprios feridos, que elas quiseram continuar cuidando, também foram assassinados”.

María Victoria Hernández enfatizou a caridade como principal motivação para o serviço das três enfermeiras. “Do ponto de vista da fé, foi um ato supremo de caridade. Se a causa tivesse começado agora, provavelmente poderiam ter seguido a via da oferta da vida, porque contém todos os requisitos desta via”, assinalou.

A oferta da vida é a quarta causa de beatificação, junto com a do martírio, a das virtudes heroicas e a das causas excepcionais, aprovada pelo Papa Francisco em julho de 2017.

No entanto, “foi muitíssimos anos antes da aprovação pelo Papa Francisco da via da oferta da vida e elas seguiram a via do martírio que, realmente, está provado”.

Foram tiradas do pequeno hospital de Pola de Somiedo e levadas à prisão, junto com os profissionais de saúde e com o capelão do hospital. “Pediram-lhes para negar a fé, recusaram e foi, durante esta noite, quando abusaram delas, das três”, relatou.

No dia seguinte, “entregaram-nas a três milicianas bastante agressivas, pelo que as testemunhas contaram e pelas provas documentais, foram elas que assassinaram as três com disparos. Primeiro Octavia e Olga, e depois María Pilar que, ao ver o assassinato destas companheiras que haviam gritado ‘Viva Cristo Rei’, desmaiou e depois também atiraram nela”.

Para María Victoria, o reconhecimento do martírio é um “ato de justiça em relação a essas jovens. A própria Cruz Vermelha Internacional se surpreendeu ao saber que três jovens, dedicadas a cuidar dos feridos de forma imparcial, tivessem sido assassinadas deste modo”.

Além disso, a postuladora explicou que entre as mártires existiam fortes laços de amizade e até de família. “María Pilar e Octavia eram primas em segundo grau. As três eram muito amigas e, inclusive, Olga se ofereceu para participar nessa primeira missão para evitar que uma irmã de Octavia também fosse, evitando assim que dois membros de uma mesma família pudessem perder a vida”.

“É um acontecimento verdadeiramente heroico, de caridade heroica, porque sabiam o risco que estavam correndo. Elas também eram conhecidas como as ‘freiras’ porque intercediam”, destacou.

Talvez, por essa razão, “os esquerdista as reconheceram dessa maneira”. Portanto, “o martírio está ligado exclusivamente à fé. Durante a República e durante a Guerra Civil de 1936 a 1939, muitíssimas pessoas foram assassinadas, mas nem todas por motivos de fé”, indicou.

Do mesmo modo, explicou alguns detalhes do processo. “Esses processos são muito longos. Começou em 2005. Sabe-se que a Igreja, para evitar reavivar, sobretudo no pós-guerra, as lembranças e certos acontecimentos, evitou promover as causas e todas estiveram paradas. Não se introduziam causas por martírio”.

Esta situação mudou a partir de 2000, quando o Papa São João Paulo II “quis que fossem promovidas, porque é um ato de justiça com estas pessoas e também com a sociedade eclesiástica, eclesial e civil”.

Com esse impulso, o processo de reconhecimento do martírio das enfermeiras de Astorga começou em 2005, “foram recolhidas provas em nível diocesano, as provas testemunhais, as provas documentais, sobretudo, porque são causas históricas, que se baseiam, principalmente, em documentos”.

“Prepara-se a positio, que é como um dossiê onde todas as provas são coletadas e apresentadas. É necessário provar o martírio formal e o martírio material de cada uma das servas de Deus. Faz-se um por um. Às vezes, acontece que há algum que não pode ser provado, então saem do grupo. A Igreja não o reconhece. Nisto, é muito meticulosa, muito severa”.

“Uma vez que a positio esteja preparada, às vezes se esperam muitos anos até chegar a sua vez. É um tempo de amadurecimento da causa, também para a parte autora, que é a que promove o processo, para que não seja uma coisa precipitada, mas que tenha também seu amadurecimento do ponto de vista espiritual e pastoral”.

Depois, “é submetida ao estudo dos consultores históricos. Estas causas que são de caráter histórico são estudadas por uma comissão de historiadores na Congregação para as Causas dos Santos e depois passam para o segundo exame que corresponde aos teólogos. Eles podem, como também os históricos, levantar objeções, lacunas que devem ser preenchidas depois pelo postulador e, em seguida, passa pela consulta da Congregação de Cardeais e Bispos. Finalmente, a última decisão corresponde ao Santo Padre”.

Fonte: vaticannews.va

Em Ars, se sente a santidade de um homem que viveu totalmente para Deus

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Padre Paulo Dalla Déa, da Diocese de São Carlos, é sacerdote ‘fidei donum ‘no Santuário d’Ars, na França, onde está há pouco mais de um mês. Atende confissões, celebra Missas, guia grupos de peregrinos de língua portuguesa e é o responsável pelas redes sociais. Ao Vatican News, fala do ar de santidade que se respira no local dedicado a São João Maria Vianney, “um homem que atraiu multidões por causa da misericórdia e do jeito que ele tinha de acolher as pessoas.”

Jackson Erpen – Cidade do Vaticano

O Cura d’Ars tem um gesto de quando ele chega, ele pergunta…estava neblina, estava nublado, estava difícil de enxergar, ele se perdeu um pouco no caminho para chegar em Ars, perguntou para um pequeno pastor, para um pastorzinho: “Onde é Ars?” E o Antônio Chifre  disse prá Ele: “Olha, você já está em Ars. Ars já é aqui”. Ele se abaixou e beijou o chão, para dizer que ele estava acolhendo a paróquia, o lugar que o recebia. Este gesto depois é imitado por João Paulo II , mais de cem anos depois, João Paulo II, onde ia, beijava o chão. João Paulo II, um grande Santo da Igreja, um grande Papa, imitando um grande homem da Igreja também”.

Ouça e compartilhe!

Ordenado sacerdote em 1815, São João Maria Vianney é enviado à pequena cidade de Ars em 1818. Sua pregação, mas sobretudo sua oração e seu estilo de vida, despertam a fé dos paroquianos.  Sente-se pequeno diante da missão que tem a cumprir, mas deixa-se guiar pela misericórdia de Deus. Restaura a igreja e funda um orfanato. Isso é apenas o início de sua obra de santidade. Até hoje a pequena localidade na região francesa de Auvergne Rhône-Alpes, mantém sua simplicidade, e recebe mais de 450 mil peregrinos a cada ano.

Você não vai encontrar aqui em Ars uma grande arquitetura, um grande lugar para ver, para tirar muitas fotografias. Mas você vai encontrar aqui em Ars um ar de santidade, um momento da graça de Deus que você sente em poucos lugares do mundo, que eu já vi”, nos conta padre Paulo Dalla Déa, natural da Diocese de São Carlos, onde foi ordenado e incardinado, e em missão fidei donum no Santuário de Ars.

Acolhida aos peregrinos lusófonos

Respondendo ao pedido do Papa Francisco aos Missionários da Misericórdia para darem continuidade à sua missão após o Jubileu Extraordinário – e do Santuário de Ars que tinha necessidade de três sacerdotes para atender confissões dos tantos sacerdotes e leigos que buscam este Sacramento em Ars – padre Paulo, com a aprovação de seu bispo, e depois de aprender um pouco de francês, partiu para a França, onde está há pouco mais de um mês.

Eu atendo confissões durante o dia, tenho Missas e tenho a recepção dos peregrinos de língua portuguesa, lusófonos, que vem aqui para visitar. Tem uma comunidade portuguesa aqui por perto, em Jassans-Rottier, uma comunidade portuguesa significativa aqui na região. (…) Bem, eu atendo os peregrinos que falam português, espanhol…eu falo um pouco de espanhol…. Então recebo, faço visita guiada, mostro o que eu posso fazer, fico um pouco na acolhida, para os peregrinos que aqui estão, se sentirem bem, e se sentirem integrados, no Santuário.”

Simplicidade

Um local onde se respira santidade, diz Padre Paulo, ao explicar não tratar-se de um Santuário dentro de uma vila, “mas é uma vila, uma cidadezinha que é o Santuário”:

O Santuário até hoje é uma igreja pequena, rústica, você olha não tem uma grande arquitetura, a igreja velha que é a parte onde o Cura d’Ars viveu, a casa onde ele viveu, é tudo muito rústico, tudo muito simples, mas aqui você sente a santidade deste homem que viveu totalmente para Deus e viveu totalmente para o seu povo. Você sente um homem de oração, você sente um homem preocupado com os problemas de sua época. Ele instituiu a Providência, que é uma instituição para abrigar as meninas órfãs. Um homem extremamente de oração, um homem extremamente delicado, um homem que sabia receber muito bem e tratar muito bem seus colegas padres. Tinha uma grande inteligência interpessoal. Podia não ter grande inteligência acadêmica, mas tinha uma inteligência interpessoal e uma espiritualidade extrema.”

“Lugar perfeito para um padre passar alguns dias, para um leigo fazer um retiro. Um lugar maravilhoso!”

Um local onde se respira santidade

E esta grande espiritualidade do Cura D’Ars, ultrapassa os limites do Santuário, impregnando toda a região:

“O Santuário é a prova do Cântico de Maria, do Magnificat. “Deus derrubou os poderosos de seus tronos e eleva os humildes.” Um homem que tinha tudo para ser desprezado pelo mundo, um homem baixinho, que não era bonito, mas um homem, que também não era sobretudo de uma inteligência acadêmica muito grande, mas um homem que se deixou guiar pela misericórdia de Deus e apostou que Deus não ia abandoná-lo. Ele não abandonou Deus e Deus nunca o abandonou. Ele foi mandado duas vezes embora do Seminário por dificuldades de aprendizado, de estudo, em latim, na Academia Teológica da época, mas perseverou, não abandonou Deus, perseverou no seu propósito, e se deixou guiar pela vontade de Deus. Foi mandado para uma vila muito pequena  – Ars até hoje é pequena – na época dele tinha menos de 200 pessoas, quando ele morreu tinha 230, agora tem 3 mil pessoas. Cresceu muito, mas ainda é um lugar pequeno, mas é um lugar que você respira a santidade e o amor desse homem que era pequeno aos olhos de muita gente, mas foi grande aos olhos de Deus. Um homem que atraiu multidões por causa da misericórdia e do jeito que ele tinha de acolher as pessoas. Um homem que tinha uma inteligência fabulosa em matéria de relações interpessoais, um homem que amava Deus, amava o seu povo e amava o que fazia. Então um homem plenamente realizado”.

Local perfeito para um retiro

Uma santidade que atravessa os séculos. E entre os milhares de peregrinos atraídos ao local, há portugueses, brasileiros, angolanos, africanos e asiáticos que falam português, pelo quais padre Paulo ficou responsável em acolher: “Estou aqui para fazer a diferença e para  atender com a maior boa vontade. Também fico à disposição de atender a confissão dos padres e leigos que falam português e aqui vem”, explicou, acrescentando:

O que nós temos aqui: uma pequena igreja, que você percebe o ar de santidade que existe ainda nela, temos o relicário do Santo com o corpo incorrupto dele, que é um milagre e que é uma coisa fabulosa de se ver, um homem que a santidade foi tão grande que transbordou pelo corpo. Temos um Santuário aqui, de Santa Filomena que foi anexado, uma basílica, anexada à igreja antiga e ao relicário, temos a grande Igreja de Nossa Senhora da Misericórdia, para as grandes celebrações aos domingos, e temos um lugar bucólico, lindo para fazer um piquenique, para estar com a família, para rezar, temos a casa do Cura d’Ars também e temos um lugar ótimo. Toda a região aqui vem para fazer retiro com as crianças da Primeira Comunhão e os adolescentes da Crisma. Aqui é um lugar perfeito para um padre passar alguns dias, para um leigo fazer um retiro. Um lugar maravilhoso!

Redes sociais

A missão do padre Paulo Dalla Dea no Santuário inclui também o trabalho nas redes sociais, pelas quais ficou responsável: Instagram, twitter, facebook, youtube.

“Aliás, preciso de jovens, que falem francês, ou não, que falem outras línguas, para me ajudar também nessas redes sociais”, pede o sacerdote.

No Altar do Cura d’Ars são celebradas Missas em várias línguas, que podem ser acompanhadas ao vido pelo facebook. A primeira Missa transmitida foi em português, celebrada na presença de um grupo de peregrinos de Florianópolis. Assim, “as redes sociais servirão para as pessoas rezarem junto com que vem, quem é peregrino, para poder rezar junto ao Altar do corpo do Cura d’Ars”.

Voluntariado na Festa do Cura D’Ars

Aproximamo-nos da Festa do Cura D’Ars, muito celebrada. E, naturalmente, está prevista uma intensa programação no Santuário a ele dedicado. Oportunidade também para voluntários que queiram mergulhar na espiritualidade desta localidade francesa:

No mês de julho, de 17 de julho a 5 agosto, que é a festa – que vem muita gente – nós estamos recebendo jovens que falam francês, que não precisam ser franceses, podem ser de qualquer lugar do mundo, que queiram ficar aqui para trabalhar como voluntários na acolhida dos peregrinos. Nós damos o alojamento, e a alimentação, se você quiser, se você que é jovem fala francês e mais alguma outra língua, quiser vir aqui para nos ajudar na acolhida dos peregrinos, nós vamos ficar extremamente contentes. Pode ser um momento bem interessante para o jovem para fazer uma experiência de Deus e para fazer uma experiência de trabalho voluntário. E será sem dúvida, uma ajuda muito grande a nós todos aqui. De 17 de julho a 5 de agosto.”

Cura d'Ars

Fonte/texto:vaticannews.va

“Espírito Santo, artífice da comunhão e artista da reconciliação”

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Praça São Pedro, aquecida pelo calor do verão e lotada de fiéis, turistas, peregrinos e romanos, foi o palco da audiência geral do Papa nesta quarta-feira (19/06). Depois de dar uma longa volta com o papamóvel saudando de perto as pessoas, Francisco proferiu uma catequese baseada no relato de Pentecostes.

Cinquenta dias depois da Páscoa, os Apóstolos, reunidos em oração no Cenáculo de Jerusalém, vivenciam uma experiência muito além de suas expectativas: experimentam a irrupção de Deus. De repente veio do céu um ruído como de um vento forte como um sopro primordial; apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Ao vento somou-se então o fogo, que na tradição bíblica, acompanha a manifestação de Deus. É a expressão simbólica de sua obra de aquecer, iluminar e tocar os corações e seu cuidado com as obras humanas.

Amor, sinceridade, verdade, gestos: linguagem universal

A palavra dos Apóstolos fica impregnada do Espírito do Ressuscitado e se torna uma palavra nova e diferente, mas que pode ser compreendida como se fosse traduzida simultaneamente em todas as línguas: de fato, cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua.

“ Trata-se da linguagem da verdade e do amor, que é universal: mesmo os analfabetos podem compreendê-la. Todos entendem a linguagem da verdade e do amor. Se você usar a verdade, a sinceridade e o amor, todos entendem, até um gesto amoroso… ”

O Papa deu uma explicação bastante clara deste fenômeno: o Espírito Santo não se manifesta apenas mediante uma sinfonia de sons que une e compõe harmonicamente as diversidades, mas é também o maestro de uma orquestra que executa partituras das grandes obras de Deus. O Espírito Santo é o artífice da comunhão, o artista da reconciliação que sabe remover as barreiras entre judeus e gregos, escravos e libertos, e fazer deles um único corpo.

Todos ficam tão maravilhados que se pensa que estejam embriagados

“Então Pedro intervém em nome de todos os Apóstolos, definindo o ocorrido como a ‘sóbria embriaguez do Espírito’, que acende no povo a profecia com sonhos e visões. E este é um dom de todos os que invocam o nome do Senhor”, assegurou o Papa.

A palavra de Pedro, frágil e capaz até de renegar o Senhor, quando fica permeada pelo fogo do Espírito ganha força, torna-se capaz de tocar os corações e movê-los à conversão. A Aliança nova e definitiva está fundada, já não sobre uma lei escrita em tábuas de pedra, mas na ação do Espírito de Deus.

“O Espírito opera a atração divina: Deus nos seduz com seu Amor e assim nos envolve, para mover a história e iniciar processos através dos quais filtra a vida nova. Só o Espírito de Deus tem o poder de humanizar e confraternizar cada contexto, a partir de quem o recebe. Peçamos ao Senhor que nos faça experimentar um novo Pentecostes, que abra os nossos corações e sintonize os nossos sentimentos com os de Cristo, para que possamos anunciar sem vergonha a sua palavra transformadora e testemunhar a força do amor que chama à vida tudo o que encontra”.

Fonte/texto:vaticannews.va

Canadá: Aprovam lei que proíbe uso de símbolos religiosos no trabalho

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A província de Quebec (Canadá) aprovou no domingo, 16 de junho, uma lei que proíbe funcionários públicos, como professores e juízes, de usar símbolos religiosos em suas horas de trabalho.

O projeto promovido pelo ministro de Imigração, Diversidade e Inclusão de Quebec, Simon Jolin-Barrette, foi apresentado em 28 de março e proíbe o uso de véus muçulmanos, kipá judaica e crucifixos.

A lei afetará futuros funcionários contratados no setor público, incluindo professores, policiais e juízes, enquanto os atuais funcionários do governo em Quebec estariam isentos da proibição, mas não poderiam ser promovidos se a rejeitarem.

Segundo ‘The New York Times’, o primeiro-ministro de Quebec, François Legault, disse há alguns dias que a lei é uma medida necessária para a separação entre religião e Estado e que é apoiada pela maioria na província.

Aqueles que criticam a lei indicaram que esta viola a liberdade de religião e expressão.

Nos últimos anos, a Europa também debateu o tema dos símbolos religiosos. Em 2017, o Tribunal de Justiça da União Europeia proibiu o uso de símbolos religiosos no local de trabalho, se a medida for baseada em regras internas da empresa que exigem vestimenta neutra.

Na Alemanha, a proibição de que professoras usem véus religiosos foi declarada inconstitucional por um tribunal em 2015. Na Áustria e no estado alemão da Baviera, os véus que cobrem o rosto são proibidos em público. A França proibiu símbolos e véus religiosos nas escolas em 2004.

Fonte: vaticannews.va

Vaticano se pronuncia sobre saúde de Bento XVI

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O diretor interino da Sala de Imprensa da Santa Sé, Alessandro Gisotti, desmentiu os rumores sobre o estado de saúde do Papa Emérito Bento XVI, os quais asseguravam que ele tinha sofrido um AVC ou derrame cerebral.

Na segunda-feira, 17 de junho, começaram a circular rumores em diversos meios de comunicação e redes sociais que afirmavam que Bento XVI havia sofrido uma leve isquemia, que desencadeou um AVC.

No entanto, Alessandro Gisotti assegurou ao jornal britânico ‘Catholic Herald’ que “esses rumores são falsos”.

O Papa Emérito Bento XVI tem 92 anos e está retirado há seis anos no mosteiro Mater Ecclesiae, dentro do Vaticano. É atendido por quatro leigas consagradas do Movimento Comunhão e Libertação e pelo prefeito da casa pontifícia e secretário particular Dom Georg Gänswein.

Já no ano de 2017, Dom Gänswein desmentiu outros rumores no Facebook que afirmavam que Bento XVI estava à beira da morte. Em 2018, o Vaticano também desmentiu o boato que dizia que o Papa Emérito sofria de uma “doença paralisante”.

Fonte: acidigital.com