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Carros usados pelo Papa na Irlanda doados à instituições de caridade

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Um dos carros usados para transportar o Papa Francisco durante seus deslocamentos na Irlanda foi doado à Foyle Search and Rescue em Londonderry, uma agência criada pela população local em 1993 para prevenir suicídios, e que desde então tornou-se uma instituição de caridade, apoiando também famílias e outras agências.

De fato, é espantoso o número de pessoas que se suicidam jogando-se no Rio Foyle, que banha a cidade de 108.652 habitantes (dados de 2008), a segunda maior da Irlanda do Norte e da Província de Ulster e a quarta maior cidade da Ilha da Irlanda.

O outro Skoda Rapid azul foi doado para a Crosscare – uma instituição de caridade que atende os sem-teto em Dublin.

O arcebispo de Armagh Eamon Martin agradeceu ao seu homólogo de Dublin, dizendo: “Estou muito agradecido ao arcebispo Diarmuid Martin por essa generosidade. Este Skoda Rapid será de grande ajuda prática para os voluntários da Foyle Search and Rescue, enquanto eles realizam seu bravo e vital trabalho de salvar vidas.”

 

Ano difícil

O presidente da Foyle Search and Rescue, Stephen Twells, disse ter ficado sem palavras ao saber da boa notícia.

“Nossos voluntários estão muito honrados e muito agradecidos por serem os destinatários deste presente muito gentil (…). O carro do Papa Francisco dará um impulso moral durante o que tem sido um ano muito difícil para todos nós na cidade”, afirmou.

“Também estou ciente de que este presente será um grande conforto para muitas famílias aqui em Derry, sabendo que fomos reconhecidos pelo Santo Padre e pelo arcebispo Martin pelo trabalho que fazemos.”

O arcebispo Eamon Martin acrescentou, que “desde meu tempo como padre ministrando em Derry, eu sei em primeira mão como os voluntários locais Foyle Search and Rescue trabalham abnegadamente para ajudar aqueles que estão vulneráveis e necessitados”.

“Eu também gostaria de aproveitar esta oportunidade para elogiar os exemplares voluntários que são responsáveis por um programa educacional nas escolas, em locais de trabalho e grupos comunitários, sobre segurança na água e conscientização para prevenir o suicídio.”

“Além disso, o Foyle Search and Rescue facilita o North West Bereaved pelo Suicide Support Group, que ajuda famílias e amigos que perderam um ente querido que se suicidou. Que Deus continue a abençoar esses heróis locais em seu trabalho.”

Fonte: www.vaticannews.va

Papa Francisco recorda a “dor e a amargura” dos casos de abusos sexuais na Irlanda

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Na Audiência Geral desta quarta-feira, o Papa Francisco recordou sua recente viagem à Irlanda por ocasião do Encontro Mundial das Famílias da semana passada e lembrou a dor pelos casos de abusos sexuais.

“Minha visita à Irlanda, além da grande alegria, deveria também recordar e assumir a dor e a amargura pelos sofrimentos causados neste país por várias formas de abuso, também por parte de membros da Igreja, e pelo fato de que as autoridades eclesiásticas no passado não souberam enfrentar de maneira adequada esses crimes”.

“O encontro com alguns sobreviventes – continuou – deixou um sinal profundo; e várias vezes pedi perdão ao Senhor por esses pecados, pelo escândalo e o sentimento de traição provocado”.

Francisco recordou que implorou “à Virgem para que interceda pela cura das vítimas e nos dê a força de prosseguir com firmeza a verdade e a justiça”.

“Os bispos irlandeses deram início a um sério caminho de purificação e reconciliação com aqueles que sofreram abusos e, com a ajuda das autoridades nacionais, estabeleceram uma série de normas severas para garantir a segurança dos jovens”, explicou.

Sobre o mesmo tema, argumentou que no encontro com os bispos “os encorajei no esforço para remediar os fracassos do passado com honestidade e coragem, confiando nas promessas do Senhor e contando com a  aprofunda fé do povo irlandês para dar início a um tempo de renovação da Igreja na Irlanda”.

Por outro lado, afirmou que sua presença na Irlanda tinha como objetivo “confirmar as famílias cristãs em sua vocação e na missão”. “As milhares de famílias – casais, avós, filhos – reunidos em Dublin, com toda a sua variedade de línguas, culturas e experiências, foram um sinal eloquente da beleza do sonho de Deus para toda a família humana”.

“O sonho de Deus é a unidade, a harmonia e a paz, fruto da fidelidade, do perdão e da reconciliação que Ele nos doou em Cristo”.

“As famílias são chamadas a fazer resplandecer a alegria evangélica, irradiando o amor de Cristo”, ressaltou.

Francisco agradeceu a acolhida das autoridades do país e disse que “os testemunhos de amor conjugal dados pelos casais de todas as idades” recordaram “que o amor do matrimônio é um especial dom de Deus, que deve ser cultivado todos os dias na ‘igreja doméstica’, que é a família”.

“Mostrou-nos também como a fé se coloca em prática na vida cotidiana, ‘em torno da mesa de casa’ e difunde sua beleza na grande comunidade da Igreja e da sociedade”.

“Quanto o mundo tem necessidade de uma revolução de amor, de ternura!”, exclamou na catequese na Praça de São Pedro.

Sobre o encontro na Pró-Catedral de Dublin, contou que ali “recordei que o matrimônio cristão, pacto sacramental fundado no amor de Cristo, é fonte de contínua graça para caminhar juntos e superar a cultura do provisório”.

Na Festa das Famílias, no sábado à noite, “ouvimos testemunhos muito tocantes, de famílias que sofreram pelas guerras, famílias renovadas pelo perdão, famílias que o amor salvou da espiral das dependências, famílias que aprenderam a usar bem os smartphones e tablets e a dar prioridade a passar tempo juntos”.

Após recordar brevemente sua visita ao santuário de Knock, sublinhou que o Encontro Mundial das Famílias “foi uma experiência profética, reconfortante de muitas famílias comprometidas no caminho evangélico do matrimônio e da vida familiar; famílias discípulas e missionárias, fermento de bondade, santidade, justiça e paz”.

“No caminho para o próximo Encontro Mundial, que acontecerá em Roma em 2021, confiemos à proteção da Santa Família de Jesus, Maria e José, para que em suas casas, paróquias e comunidades possam ser verdadeiramente ‘alegria para o mundo’”, concluiu.

Fonte: www.acidigital.com

Apesar das dificuldades, “a confiança em Deus cresceu” na Venezuela, assegura seminarista

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Juan Pablo Hernández é um seminarista da Arquidiocese de Maracaibo (Venezuela,) que atualmente estuda na Espanha e no próximo ano regressará ao seu país, onde assegura que, apesar das graves dificuldades, “a confiança em Deus e na Igreja cresceram”.

“No ano que vem, voltarei para a Venezuela e estou feliz por voltar para a minha casa e por poder ajudar as pessoas. Dar-lhes esperança é fundamental. Quero levar a alegria e a esperança de Jesus Cristo para que sigam em frente”, assegura o seminarista Juan Pablo Hernandez, de 32 anos.

Segundo explica, em Maracaibo, de onde é originário, temperatura média é de aproximadamente 30 ou 35 graus, por isso, os cortes de luz que duram até 70 horas fazem com que a comida estrague e as pessoas, especialmente os idosos, sofram.

“A Igreja sofre toda essa precariedade junto com o povo da Venezuela. O governo está asfixiando pouco a pouco, quer que as pessoas percam a esperança e se conformem com a miséria que recebem. Eles pressionam para que as pessoas fiquem resignadas. Muitos optaram por fugir do país”, assegura.

Entretanto, assinala que, apesar de todas as dificuldades que a Venezuela enfrenta, “a confiança em Deus e na Igreja cresceu”.

“Na minha paróquia, muitas famílias jovens foram embora, mas eu também encontrei muitas pessoas que não vinham à igreja, que buscam a Deus em meio à precariedade e a Igreja sempre lhes estende uma mão”.

De fato, sublinha como, apesar da falta de todo o material, “destaca-se a generosidade das pessoas, são criados grupos para ajudar as crianças e os doentes”.

Segundo explica, algo muito comum é “a panela da misericórdia”, organizada nas paróquias, onde “as pessoas levam o que elas têm, não o que lhes sobra, porque não sobra comida para ninguém, e cozinham com tudo o que têm e distribuem cerca de 300 pratos de comida”.

Responder à vocação

Precisamente, foi “estar muito perto de Deus para ajudar as pessoas” o que o cativou para responder à vocação de sacerdote. Embora o caminho não tenha sido simples.

Recebeu “o primeiro chamado” ao sacerdócio na ordenação de um amigo, tinha 19 anos, estudava engenharia eletrônica na universidade e saía com “uma jovem muito boa”.

“Durante a celebração da ordenação, senti que algo me queimava por dentro e que aquilo mexia comigo. Fiquei profundamente emocionado como atualmente algumas pessoas são capazes de deixar tudo para se entregar a Deus”, explica em uma conversa com o Grupo ACI.

Segundo recordou, “não entendia o que havia no coração dessas pessoas que deixavam tudo e respondiam: ‘Aqui estou Senhor, faça-se a tua vontade'”.

Depois deste momento tão forte, Juan Pablo seguiu “o plano que pensava que poderia fazê-lo feliz”, porque “não queria deixar tudo por algo que eu não podia controlar”.

Dois ou três anos depois, Juan Pablo continuava sentindo “que havia algo mais que estava perdendo, algo maior”.

Até que um dia, durante a Missa em sua paróquia, o sacerdote pediu que alguém o ajudasse como coroinha.

“Eu já tinha certa idade, mas me ofereci, porque vi que era a minha oportunidade de estar perto de tudo aquilo que havia me chamado tanto a atenção há alguns anos”, assegura.

“Eu não posso explicar o que era, mas ainda me lembro daquela primeira Missa que eu ajudei. Estava muito perto do altar, da consagração, do Senhor… Tudo isso resolveu em mim o que havia vivido na ordenação do meu amigo. Desde então, comecei a me envolver cada vez mais na paróquia, dando catequese, organizando encontros… Não era um compromisso ou um peso, era algo que saía de mim e me fazia muito feliz”, sublinha.

Até que chegou um momento no qual, segundo explica com humor, “já não saía da paróquia”, mas “continuava sentindo que algo estava faltando”.

O pároco começou a convidá-lo para os retiros espirituais e pediu que o acompanhasse para visitar os doentes… “Eu fiquei apaixonado pela vida sacerdotal, de ficar muito perto de Deus para ajudar as pessoas. Não era uma vida de renúncia e de obrigações, mas era uma grande alegria. Era algo que me fazia muito feliz”.

Desde que Juan Pablo decidiu se tornar sacerdote, já se passou 7 anos, atualmente está no último ano de Estudos Eclesiásticos na Universidade de Navarra (Espanha), graças a uma bolsa da CARF (Fundação Centro Acadêmico Romano) e assegura que, desde que respondeu a sua vocação, “cada ano é melhor”.

“Eu não sei como o Senhor faz isso, mas todo ano me surpreende mais e sempre com algo melhor. Se não tivesse respondido ao seu chamado, não seria tão feliz como sou agora”, sublinha.

Fonte: www.acidigital.com

Sacerdote de 82 anos é esfaqueado nas costas em igreja de Campos-RJ

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Um sacerdote de 82 anos, identificado como Pe. Élio da Silva Athayde, foi esfaqueado nas costas na manhã desta terça-feira, dentro de uma Igreja em Campos dos Goytacazes (RJ).

O fato aconteceu no Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, mais conhecido como Convento, no Parque do Rosário.

Segundo a Polícia Militar (PM), testemunhas contaram que o sujeito, um morador de rua que atuava como flanelinha perto de templo, teria atacado o padre após este se negar a lhe dar dinheiro.

O atacante foi detido e encaminhado para a 134ª Delegacia de Polícia, onde o caso foi registrado.

O padre foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado para o Hospital Ferreira Machado. A instituição médica informou que ele está “lúcido, aparentemente sem gravidade” e “ainda passa por exames”.

Em nota, a Diocese de Campos informou que Pe. Élio “teve o pulmão perfurado e será transferido” para um hospital particular.

Além disso, a Diocese afirmou que “lamenta o incidente envolvendo o Pe. Élio da Silva Athayde”, o qual “auxilia pastoralmente algumas paróquias de nossa diocese”.

“A Diocese está auxiliando a Congregação Redentorista na apuração dos fatos e colaborando com assistência”, acrescentou.

O caso logo repercutiu nas redes sociais, com pessoas lamentando o ocorrido e rezando pela recuperação do sacerdote.

“Jesus tenha compaixão dele e de todos nós. A violência só cresce na cidade…”, escreveu a internauta Patrícia Abud.

Por sua vez, a página de Facebook da Catedral do Santíssimo Salvador, de Campos, informou sobre o ocorrido com o sacerdote que presta seu auxilio também a este templo e pediu “orações pela recuperação do Padre Élio da Silva Athayde”.

Fonte: www.acidigital.com

29 de Agosto – Martírio de São João Batista

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Com satisfação lembramos a santidade de São João Batista que, pela sua vida e missão, foi consagrado por Jesus como o último e maior dos profetas: “Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João, o Batista…De fato , todos os profetas, bem como a lei, profetizaram até João. Se quiserdes compreender-me, ele é o Elias que deve voltar.” (Mt 11,11-14)

Filho de Zacarias e Isabel, João era primo de Jesus Cristo, a quem “precedeu” como um mensageiro de vida austera, segundo as regras dos nazarenos.

São João Batista, de altas virtudes e rigorosas penitências, anunciou o advento do Cristo e ao denunciar os vícios e injustiças deixou Deus conduzí-lo ao cumprimento da profecia do Anjo a seu respeito: “Pois ele será grande perante o Senhor; não beberá nem vinho, nem bebida fermentada, e será repleto do Espírito Santo desde o seio de sua mãe. Ele reconduzirá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus: e ele mesmo caminhará à sua frente…” ( Lc 1, 15)

São João Batista desejava que todos estivessem prontos para acolher o Mais Forte por isso, impelido pela missão profética, denunciou o pecado do governador da Galileia: Herodes, que escandalosamente tinha raptado Herodíades – sua cunhada – e com ela vivia como esposo.

Preso por Herodes Antipas em Maqueronte, na margem oriental do Mar Morto, aconteceu que a filha de Herodíades (Salomé) encantou o rei e recebeu o direito de pedir o que desejasse, sendo assim, proporcionou o martírio do santo, pois realizou a vontade de sua vingativa mãe: “Quero que me dês imediatamente num prato, a cabeça de João, o Batista” (Mc 6,25)

Desta forma, através do martírio, o Santo Precursor deu sua vida e recebeu em recompensa a Vida Eterna reservada àqueles que vivem com amor e fidelidade os mandamentos de Deus.

São João Batista, rogai por nós!

 

 

fonte/texto: cancaonova.com

Liturgia – 29 de Agosto

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Evangelho (Mc 6,17-29): Naquele tempo, Herodes tinha mandado prender João e acorrentá-lo na prisão, por causa de Herodíades, mulher de seu irmão Filipe, com a qual ele se tinha casado. Pois João vivia dizendo a Herodes: «Não te é permitido ter a mulher do teu irmão». Por isso, Herodíades lhe tinha ódio e queria matá-lo, mas não conseguia, pois Herodes temia João, sabendo que era um homem justo e santo, e até lhe dava proteção. Ele gostava muito de ouvi-lo, mas ficava desconcertado.

Finalmente, chegou o dia oportuno. Por ocasião de seu aniversário, Herodes ofereceu uma festa para os proeminentes da corte, os chefes militares e os grandes da Galiléia. A filha de Herodíades entrou e dançou, agradando a Herodes e a seus convidados. O rei, então, disse à moça: «Pede-me o que quiseres, e eu te darei». E fez até um juramento: «Eu te darei qualquer coisa que me pedires, ainda que seja a metade do meu reino». Ela saiu e perguntou à mãe: «Que devo pedir?». A mãe respondeu: «A cabeça de João Batista». Voltando depressa para junto do rei, a moça pediu: «Quero que me dês agora, num prato, a cabeça de João Batista». O rei ficou muito triste, mas, por causa do juramento e dos convidados, não quis faltar com a palavra. Imediatamente, mandou um carrasco cortar e trazer a cabeça de João. O carrasco foi e, lá na prisão, cortou-lhe a cabeça, trouxe-a num prato e deu à moça. E ela a entregou à sua mãe. Quando os discípulos de João ficaram sabendo, vieram e pegaram o corpo dele e o puseram numa sepultura.

«João vivia dizendo a Herodes: Não te é permitido ter a mulher do teu irmão?»

fonte/texto: evangeli.net

Jovens portugueses dedicam uma semana de suas férias a vítimas de incêndios

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Em junho do ano passado, a região de Pedrógão Grande, em Portugal, foi uma das mais assoladas pelos incêndios no país e, neste ano, recebe o apoio de um grupo de jovens que decidiu doar uma semana de suas férias para estar ao lado das vítimas dessa tragédia.

Trata-se da sétima edição da iniciativa missionária DominisMissio, promovida pela Pastoral Juvenil das Irmãs Dominicanas de Santa Catarina de Sena, que acontece de 28 de agosto a 5 de setembro.

Em declarações à ‘Rádio Renascença’, Irmã Flávia Lourenço, responsável pela equipe da Pastoral Juvenil das Irmãs Dominicanas de Santa Catarina de Sena, explicou que, normalmente, são escolhidos como campo de trabalho locais onde há comunidades das religiosas. Porém, desta vez foi diferente.

A religiosa ressaltou que, com esta missão em Pedrógão Grande, pretende-se “levar um sorriso e esperança” e “ser esta presença de Cristo, estar ao lado, ouvir a história do passado”.

“Vamos, sobretudo, para estar ao lado, para estar e para ser – ser este testemunho de esperança que os jovens têm de ser na Igreja”, completou.

Participarão da DominisMissio 25 jovens, os quais realizarão sua missão na Santa Casa de Misericórdia e também em algumas celebrações na Igreja, “para rezar com as pessoas, para cantar, para estar”.

Incêndios em Pedrógão Grande

Em 17 de junho de 2017, um incêndio deflagrou em Pedrógão Grande (distrito de Leiria) e se espalhou por outros concelhos, provocando a morte de 66 pessoas e deixando cerca de 250 feridos.

Um ano após o ocorrido, em 17 de junho deste ano, Bispo de Coimbra, Dom Virgílio Antunes presidiu uma Missa em memória das vítimas e ressaltou que a esperança não morreu para tantos que viram a destruição.

“O mais surpreendente nisto tudo é que não morreu a esperança nestes homens e mulheres que viram a destruição à sua frente, sentiram a morte tocar a sua família e experimentaram a noite bem escura”, disse o Prelado em sua homilia, recolhida pelo site ‘Renascença’.

Na ocasião, o Bispo ainda assinalou que, mesmo diante dessa tragédia, o que se viu foi “o valor da pessoa humana em todas as situações, mas particularmente nas necessidades e no valor da solidariedade humana e material, o valor da proximidade expressa em gestos bem sentidos e visíveis e palpáveis”.

Fonte: www.acidigital.com

Vaticano explica porque omitiu palavra do Papa Francisco sobre homossexuais

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Foi “para não alterar o pensamento do Papa”, afirmou uma porta-voz do Vaticano na última segunda-feira ao explicar porque a palavra “psiquiatria” foi retirada da resposta do Papa Francisco durante a coletiva de imprensa no domingo ao responder uma pergunta sobre a homossexualidade.

No domingo, durante o voo de regresso a Roma, perguntaram para o Papa Francisco “o que você diria a um pai com um filho homossexual?”.

“A tua pergunta é clara, o que eu diria a um pai que vê que o seu filho ou filha tem essa tendência. Primeiro diria para rezar, reza. Não condenar. Dialogar. Entender, abrir espaço ao filho e à filha, abrir espaço para que se expresse. Depois, com quantos anos se manifesta esta inquietude do filho, isto é importante. Uma coisa é quando se manifesta quando criançaquando há tantas coisas que podem ser feitas através da psiquiatria ou para ver como estão as coisas; e outra coisa é quando se manifesta 20 anos depois ou algo assim…”, respondeu o Santo Padre, conforme se escuta no áudio gravado pelos jornalistas a bordo do avião papal.

Entretanto, na segunda-feira, o Vaticano publicou em italiano a versão oficial da coletiva de imprensa, na qual retirou a palavra “psiquiatria” da resposta do Pontífice.

“A tua pergunta é clara, o que eu diria a um pai que vê que o seu filho ou filha tem essa tendência. Primeiro diria para rezar, reza. Não condenar. Dialogar. Entender, abrir espaço ao filho e à filha, abrir espaço para que se expresse. Depois, com quantos anos se manifesta esta inquietude do filho? Isto é importante. Uma coisa é quando se manifesta quando criança, quando há tantas coisas que podem ser feitas, para ver como estão as coisas. Outra coisa é quando se manifesta 20 anos depois ou algo assim…”, indica a versão oficial.

A imprensa internacional publicou primeiramente que “o Papa Francisco recomenda tratar a homossexualidade das crianças com um psiquiatra”. Entretanto, após a publicação da versão oficial, divulgou que “o Vaticano corrige o Papa sobre a homossexualidade”.

Diante disso, a vice-diretora da Sala de Imprensa da Santa Sé, Paloma García Ovejero, disse à agência AFP que a palavra foi retirada “para não alterar o pensamento do Papa”.

“Quando o Papa se refere à ‘psiquiatria’, fica claro que queria dar um exemplo sobre as diferentes coisas que podem ser feitas”, explicou.

O Pontífice não quis dizer que se trata de “uma doença psiquiátrica”, explicou García Ovejero.

Fonte: www.acidigital.com

28 de Agosto – Santo Agostinho

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Celebramos neste dia a memória do grande Bispo e Doutor da Igreja que nos enche de alegria, pois com a Graça de Deus tornou-se modelo de cristão para todos. Agostinho nasceu em Tagaste, no norte da África, em 354, filho de Patrício (convertido) e da cristã Santa Mônica, a qual rezou durante 33 anos para que o filho fosse de Deus.

Aconteceu que Agostinho era de grande capacidade intelectual, profundo, porém, preferiu saciar seu coração e procurar suas respostas existentes tanto nas paixões, como nas diversas correntes filosóficas, por isso tornou-se membro da seita dos maniqueus.

Com a morte do pai, Agostinho procurou se aprofundar nos estudos, principalmente na arte da retórica. Sendo assim, depois de passar em Roma, tornou-se professor em Milão, onde envolvido pela intercessão de Santa Mônica, acabou frequentando, por causa da oratória, os profundos e famosos Sermões de Santo Ambrósio. Até que por meio da Palavra anunciada, a Verdade começou a mudar sua vida.

O seu processo de conversão recebeu um “empurrão” quando, na luta contra os desejos da carne, acolheu o convite: “Toma e lê”, e assim encontrou na Palavra de Deus (Romanos 13, 13ss) a força para a decisão por Jesus:“…revesti-vos do Senhor Jesus Cristo…não vos abandoneis às preocupações da carne para lhe satisfazerdes as concupiscências”.

Santo Agostinho, que entrou no Céu com 76 anos de idade (no ano 430), converteu-se com 33 anos, quando foi catequizado e batizado por Santo Ambrósio. Depois de “perder” sua mãe, voltou para a África, onde fundou uma comunidade cristã ocupada na oração, estudo da Palavra e caridade. Isto, até ser ordenado Sacerdote e Bispo de Hipona, santo, sábio, apologista e fecundo filósofo e teólogo da Graça e da Verdade.

Santo Agostinho, rogai por nós!

 

 

fonte/texto: cancaonova.com

Liturgia – 28 de Agosto

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Evangelho (Mt 23,23-26): Naquele tempo, disse Jesus: «Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Pagais o dízimo da hortelã, da erva-doce e do cominho, e deixais de lado os ensinamentos mais importantes da Lei, como o direito, a misericórdia e a fidelidade. Isto é que deveríeis praticar, sem contudo deixar aquilo. Guias cegos, filtrais o mosquito, mas engolis o camelo! Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Limpais o copo e o prato por fora, mas por dentro estais cheios de roubo e cobiça. Fariseu cego! Limpa primeiro o copo por dentro, que também por fora ficará limpo».

«Limpa primeiro o copo por dentro, que também por fora ficará limpo»

fonte/texto: evangeli.net