Santuário Astorga

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Padre Cantalamessa: Trindade, realidade viva e palpitante

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O Deus vivo, a quem nós cristãos recorremos, não é simplesmente a primeira pessoa divina “Deus-Pai”, sem levar em conta as outras duas: Filho e Espírito Santo. O único Deus é aquele citado pela Bíblia: “Eu Sou!” O Pai gera o Filho e, com ele, exala o Espírito, comunicando-lhes toda a sua divindade.

Manoel Tavares – Cidade do Vaticano

O pregador oficial da Casa Pontifícia, padre Raniero Cantalamessa, fez na manhã desta sexta-feira, 14,  na Capela Redemptoris Mater no Vaticano, sua segunda meditação de Advento, na presença do Papa e da Cúria Romana.

Este ano, o tema das pregações é extraído do Salmo: “A minha alma tem sede do Deus vivo”!

Ao explicar a temática proposta para o período de Advento, o Capuchinho afirmou que “os homens do nosso tempo buscam, com insistência, sinais da existência de seres vivos e inteligentes em outros planetas, mas poucos se esforçam em descobrir sinais da existência do Ser vivo por excelência, que criou o universo, que entrou na nossa história e vive conosco

No entanto, disse o Pregador, na Igreja, estamos sempre atarefados, com problemas para resolver, desafios para se superar. Por isso, “corremos o risco de perder de vista a nossa relação pessoal com Deus”.

Deus vivo e trino é amor

O Deus vivo, a quem nós cristãos recorremos, não é simplesmente a primeira pessoa divina “Deus-Pai”, sem levar em conta as outras duas: Filho e Espírito Santo. O único Deus é aquele citado pela Bíblia: “Eu Sou!” O Pai gera o Filho e, com ele, exala o Espírito, comunicando-lhes toda a sua divindade.
Eis o Deus da comunhão e do amor, no qual unidade e trindade procedem da mesma raiz e do mesmo ato; um não existe sem o outro e nenhum é superior ao outro.

Enfim, o Deus vivo dos cristãos é a Trindade viva: “Deus é amor”, Deus é trindade! Nisto encontramos a resposta da revelação dada pela Igreja: Deus é amor desde sempre, com o Verbo, o qual amava com amor infinito “no Espírito Santo”. Nós cristãos acreditamos “em um só Deus”, não em um Deus solitário!

Contemplar a Trindade para superar a divisão do mundo

A Trindade, por definição, é invisível e inefável. O dogma da unidade e trindade de Deus é expresso na frase: “Sejam um, como nós somos um”.

Todos, portanto, queremos a unidade; todos nós a desejamos do fundo do coração. A Trindade nos mostra o verdadeiro caminho para a unidade, segundo as palavras de Cristo: “Eu estou no Pai e o Pai está em mim”.

O Filho nos ensina a gritar Abba, Pai! O Espírito Santo nos ensina a clamar: “Jesus é o Senhor! E a invocar”: Maranathà, “Vem, Senhor Jesus”.

Contemplar a Trindade nos ajuda a vencer “a odiosa discórdia do mundo”. O primeiro milagre que o Espírito fez em Pentecostes foi fazer dos discípulos “um só coração e uma só alma”.

Entrar na Trindade

O que mais nos torna felizes, em relação à Trindade, é contemplá-la, imitá-la e entrar nela! Não podemos abraçar o oceano, mas podemos entrar nele. Da mesma forma, não podemos abraçar o mistério da Trindade, mas podemos entrar nele, através da Eucaristia. Na comunhão realiza-se o significado da palavra de Cristo: “Quem me vê, vê o Pai, quem me recebe, recebe o Pai”.

O Pregador da Casa Pontifícia concluiu sua segunda meditação de Advento afirmando: “A Trindade não é apenas um mistério da nossa fé, mas uma realidade viva e palpitante: o Deus vivo, a Trindade viva”!

 Fonte/texto:vaticannews.va
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LITURGIA-15 DE DEZEMBRO

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SÁBADO

2ª SEMANA DO ADVENTO

Celebrar a Eucaristia nos ajuda a crer nas promessas de Deus, reconhecer seu cumprimento e compreender os desígnios divinos, que sempre nos conduzem à salvação.

Primeira Leitura: Eclesiástico 48,1-4.9-11

Leitura do livro do Eclesiástico – Naqueles dias, 1o profeta Elias surgiu como um fogo, e sua palavra queimava como uma tocha. 2Fez vir a fome sobre eles e, no seu zelo, reduziu-os a pouca gente. 3Pela palavra do Senhor fechou o céu e de lá fez cair fogo por três vezes. 4Ó Elias, como te tornaste glorioso por teus prodígios! Quem poderia gloriar-se de ser semelhante a ti? 9Tu foste arrebatado num turbilhão de fogo, num carro de cavalos também de fogo; 10tu, nas ameaças para os tempos futuros, foste designado para acalmar a ira do Senhor antes do furor, para reconduzir o coração do pai ao filho e restabelecer as tribos de Jacó. 11Felizes os que te viram e os que adormeceram na tua amizade! – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 79(80)

R. Convertei-nos, ó Senhor, / resplandecei a vossa face e nós seremos salvos!

  1. Ó pastor de Israel, prestai ouvidos. / Vós que sobre os querubins vos assentais. / Despertai vosso poder, ó nosso Deus, / e vinde logo nos trazer a salvação! – R.
  2. Voltai-vos para nós, Deus do universo! † Olhai dos altos céus e observai. / Visitai a vossa vinha e protegei-a! / Foi a vossa mão direita que a plantou; / protegei-a, e ao rebento que firmastes! – R.
  3. Pousai a mão por sobre o vosso protegido, / o filho do homem que escolhestes para vós! / E nunca mais vos deixaremos, Senhor Deus! / Dai-nos vida, e louvaremos vosso nome! – R.
Evangelho: Mateus 17,10-13

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Ao descerem do monte, 10os discípulos perguntaram a Jesus: “Por que os mestres da lei dizem que Elias deve vir primeiro?” 11Jesus respondeu: “Elias vem e colocará tudo em ordem. 12Ora, eu vos digo, Elias já veio, mas eles não o reconheceram. Ao contrário, fizeram com ele tudo o que quiseram. Assim também o Filho do homem será maltratado por eles”. 13Então os discípulos compreenderam que Jesus lhes falava de João Batista. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Conforme crença popular, ensinada pelos doutores da Lei, antes da vinda do Messias viria alguém com as características do profeta Elias. Se Elias ainda não voltou, Jesus não é o Messias. Já voltou, explica Jesus; é João Batista, cuja missão era preparar o povo. Mas não o reconheceram e fizeram com ele “tudo quanto quiseram”. Conhecemos o trágico fim que teve João, por capricho de Herodes (Mt 14,1-12). Igual desfecho terá Jesus: “O Filho do Homem deverá sofrer por causa deles”. Elias, João Batista e Jesus, os três falam em nome de Deus. Pregam a mudança de atitudes pessoais e sociais. Provocam a ira e a rejeição dos poderosos, que não abrem mão de seus privilégios. A morte de Jesus será inevitável, preço de sua fidelidade ao plano de Deus.

Fonte/testo:paulus.com.br

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15 de Dezembro – Santa Cristiana

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Ela era uma escrava que vivia na Grécia nos princípios do século IV. Teria sido levada cativa para essa terra por guerreiros vitoriosos ou teria lá procurado voluntariamente asilo, fugindo da perseguição que se desencadeara na sua pátria? Ninguém sabia qual era sua verdadeira origem; só a conheciam pelo nome de Cristiana ou Nina (cristã). Era humilde e caridosa e fazia-se estimar.

Quando alguma criança caía doente nessas regiões, a mãe levava-a de porta em porta, a fim de consultar as vizinhas sobre os melhores remédios a aplicar. Um dia, foi ter com ela uma pobre mulher, levando nos braços um menino moribundo. Ao vê-lo, a santa, cuja memória a Igreja celebra hoje, disse: “Eu não posso fazer nada, mas Deus Todo-Poderoso pode restituir-lhe a saúde, se for essa a Sua vontade”. Deitou o moribundo no seu próprio catre, cobriu-o com o seu cilício, orou a Deus em nome de Cristo e, a seguir, restituiu à mãe o filho curado.

A fama desse milagre chegou aos ouvidos da rainha da Geórgia, que estava prestes a morrer de uma doença desconhecida. Pediu ela que lhe chamassem Nina, mas esta, cuja inocência já tinha corrido muitos perigos, respondeu: “O meu lugar não é em palácio”. Foi então a rainha ter com a escrava e recuperou a saúde. Tanto ela como o rei Mirian quiseram recompensá-la com ricos presentes, mas Cristiana os recusou dizendo: “A única coisa que me faria feliz seria ver-vos abraçar a religião cristã”. Mirian levou muito tempo a tomar essa decisão, mas um dia, correndo grave perigo numa caçada às feras, prometeu que, se escapasse ileso, se tornaria cristão. Sabe-se efetivamente que, cerca do ano de 325, ele pediu a Constantino que lhe enviasse missionários. O Imperador enviou-lhe o Bispo Pedro e o Sacerdote Jacob, que batizaram “todos os habitantes da sua capital”, lançando assim os fundamentos do Cristianismo nesse país.

Santa Cristiana, rogai por nós!

 

 

Fonte/Texto: cancaonova.com

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14 de Dezembro – São João da Cruz

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Nasceu em Fontiveros, na Espanha, em 1542. Seus pais, Gonçalo e Catarina, eram pobres tecelões. Gonçalo morreu cedo e a viúva teve de passar por dificuldades enormes para sustentar os três filhos: Francisco, João e Luís, sendo que este último morreu quando ainda era criança. Como João de Yepes (era este o seu nome de batismo) mostrou-se inclinado para os estudos, a mãe o enviou para o Colégio da Doutrina. Em 1551, os padres jesuítas fundaram um colégio em Medina (centro comercial de Castela). Nele, esse grande santo estudou Ciências Humanas.

Com 21 anos, sentiu o chamado à vida religiosa e entrou na Ordem Carmelita, na qual pediu o hábito. Nos tempos livres, gostava de visitar os doentes nos hospitais, servindo-os como enfermeiro. Ocasião em que passou a ser chamado de João de Santa Maria. Devido ao talento e à virtude, rapidamente foi destinado para o colégio de Santo André, pertencente à Ordem, em Salamanca, ao lado da famosa Universidade. Ali estudou Artes e Teologia. Foi nesse colégio nomeado de “prefeito dos estudantes”, o que indica o seu bom aproveitamento e a estima que os demais tinham por ele. Em 1567 foi ordenado sacerdote.

Desejando uma disciplina mais rígida, São João da Cruz quase saiu da Ordem para ir ingressar na Ordem dos Cartuxos, mas, felizmente, encontrou-se com a reformadora dos Carmelos, Santa Teresa D’Ávila, a qual havia recebido autorização para a reforma dos conventos masculinos. João, empenhado na reforma, conheceu o sofrimento, as perseguições e tantas outras resistências. Chegou a ficar nove meses preso num convento em Toledo, até que conseguiu fugir. Dessa forma, o santo espanhol transformou, em Deus e por Deus, todas as cruzes num meio de santificação para si e para os irmãos. Três coisas pediu e acabou recebendo de Deus: primeiro: força para trabalhar e sofrer muito; segundo: não sair deste mundo como superior de uma comunidade; e terceiro: morrer desprezado e escarnecido pelos homens.

Pregador, místico, escritor e poeta, esse grande santo da Igreja faleceu após uma penosíssima enfermidade, em 1591, com 49 anos de idade. Foi canonizado no ano de 1726 e, em 1926, o Papa Pio XI o declarou Doutor da Igreja. Escreveu obras bem conhecidas como: Subida do Monte Carmelo; Noite escura da alma (estas duas fazem parte de um todo, que ficou inacabado); Cântico espiritual e Chama viva de amor. No decurso delas, o itinerário que a alma percorre é claro e certeiro. Negação e purificação das suas desordens sob todos os aspectos.

São João da Cruz é o Doutor Místico por antonomásia, da Igreja, o representante principal da sua mística no mundo, a figura mais ilustre da cultura espanhola e uma das principais da cultura universal. Foi adotado como Patrono da Rádio, pois, quando pregava, a sua voz chegava muito longe.

São João da Cruz, rogai por nós!

 

Fonte/Texto: cancaonova.com

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Papa Francisco expressa solidariedade às vítimas do tiroteio em Campinas

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O Papa Francisco expressou nesta quarta-feira sua solidariedade às vítimas do tiroteio ocorrido ontem na Catedral Metropolitana de Campinas (SP) e aos seus familiares, bem como os votos recuperação aos feridos.

“Profundamente consternado pelo dramático atentado realizado durante a celebração da Santa Missa na Catedral da Arquidiocese de Campinas, o Papa Francisco confia à misericórdia de Deus as vítimas e assegura a sua solidariedade e conforto espiritual às famílias que perderam seus entes queridos e toda a comunidade arquidiocesana com votos de pronta recuperação dos feridos”, diz o telegrama enviado ao Administrador Diocesano Arquidiocese de Campinas pelo Secretário de Estado Vaticano, Cardeal Pietro Parolin.

“O Santo Padre convida a todos, diante deste momento de dor, a encontrar conforto e forças em Jesus ressuscitado, pedindo a Deus para que a esperança não esmoreça nesta hora de prova e faça prevalecer o perdão e o amor sobre o ódio e a vingança”, acrescenta.

Por fim, o Pontífice “concede a todos uma confortadora bênção apostólica”.

Na tarde de terça-feira, 11 de dezembro, um homem identificado como Euler Fernando Grandolpho, de 49 anos, ingressou na Catedral de Nossa Senhora da Conceição e atirou contra as pessoas que estavam no templo, tendo se matado em seguida.

Quatro pessoas faleceram no local. Outras quatro ficaram feridas e foram encaminhadas a hospitais da região, porém, uma delas faleceu na tarde desta quarta-feira.

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Papa Francisco completa 49 anos de sacerdócio

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Poucos antes de completar 33 anos, o então arcebispo de Cordoba, Dom Ramon José Castellano, presidiu à missa de ordenação sacerdotal de Jorge Mario Bergoglio. Era o dia 13 de dezembro de 1969. Quarenta e nove anos atrás.

Cidade do Vaticano

O 13 de dezembro é uma data especial para o Papa Francisco, pois é o dia em que celebra a sua ordenação sacerdotal.

Poucos antes de completar 33 anos, o então arcebispo de Cordoba, Dom Ramon José Castellano, presidiu a celebração. Era o dia 13 de dezembro de 1969. Quarenta e nove anos atrás.

Afinal, quem é o sacerdote para o Papa Francisco? A resposta está nos inúmeros discursos e homilias pronunciados nesses cinco anos de magistério.

Misericórdia

Um dos mais significativos é o de 6 de março de 2014, no encontro com os párocos e os sacerdotes da Diocese de Roma. Na ocasião, o Pontífice evoca a palavra-chave do seu pontificado: “misericórdia”.

“À imagem do Bom Pastor, o presbítero é um homem de misericórdia e de compaixão, está perto do seu povo e é servidor de todos. Quem quer que se encontre ferido na própria vida pode encontrar nele atenção e escuta… O sacerdote é chamado a aprender isto, a ter um coração que se comove.

Os padres «ascetas», aqueles «de laboratório», completamente limpos e bonitos, não ajudam a Igreja. Hoje podemos pensar a Igreja como um «hospital de campo».

É necessário curar as feridas, e elas são numerosas. Há tantas chagas! Existem muitas pessoas feridas por problemas materiais, por escândalos, até na Igreja… Pessoas feridas pelas ilusões do mundo… Nós, sacerdotes, devemos estar ali, próximos destas pessoas. Misericórdia significa, antes de tudo, curar as feridas.”

 Fonte/texto:vaticannews.va
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LITURGIA-13 DE DEZEMBRO

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QUINTA-FEIRA

SANTA LUZIA – VIRGEM E MÁRTIR

Luzia (Itália, 283-304), cujo nome evoca a luz, foi denunciada como cristã e martirizada a mando do imperador Diocleciano. É uma das sete mulheres mencionadas no Cânon Romano. Seu culto é atestado desde o século 5º. Celebrando sua memória, rezemos por todos os cristãos perseguidos.

Primeira Leitura: Isaías 41,13-20

Leitura do livro do profeta Isaías – 13Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tomo pela mão e te digo: “Não temas; eu te ajudarei”. 14Não tenhas medo, Jacó, pobre verme, não temais, homens de Israel. Eu vos ajudarei, diz o Senhor e salvador, o santo de Israel. 15Eis que te transformei num carro novo de triturar, guarnecido de dentes de serra. Hás de triturar e despedaçar os montes e reduzirás as colinas a poeira. 16Ao expô-los ao vento, o vento os levará, e o temporal os dispersará; exultarás no Senhor e te alegrarás no santo de Israel. 17Pobres e necessitados procuram água, mas não há, estão com a língua seca de sede. Eu, o Senhor, os atenderei, eu, Deus de Israel, não os abandonarei. 18Farei nascer rios nas colinas escalvadas e fontes no meio dos vales; transformarei o deserto em lagos e a terra seca em nascentes de água. 19Plantarei no deserto o cedro, a acácia e a murta e a oliveira; crescerão no ermo o pinheiro, o olmo e o cipreste juntamente, 20para que os homens vejam e saibam, considerem e compreendam que a mão do Senhor fez essas coisas e o santo de Israel tudo criou. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 144(145)

R. Misericórdia e piedade é o Senhor! / Ele é amor, é paciência, é compaixão.

  1. Ó meu Deus, quero exaltar-vos, ó meu rei, / e bendizer o vosso nome pelos séculos. / O Senhor é muito bom para com todos, / sua ternura abraça toda criatura. – R.
  2. Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem, / e os vossos santos com louvores vos bendigam! / Narrem a glória e o esplendor do vosso reino / e saibam proclamar vosso poder! – R.
  3. Para espalhar vossos prodígios entre os homens / e o fulgor de vosso reino esplendoroso. / O vosso reino é um reino para sempre, / vosso poder, de geração em geração. – R.
Evangelho: Mateus 11,11-15

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 11“Em verdade eu vos digo, de todos os homens que já nasceram, nenhum é maior do que João Batista. No entanto, o menor no reino dos céus é maior do que ele. 12Desde os dias de João Batista até agora, o reino dos céus sofre violência, e são os violentos que o conquistam. 13Com efeito, todos os profetas e a lei profetizaram até João. 14E se quereis aceitar, ele é o Elias que há de vir. 15Quem tem ouvidos ouça”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Jesus considera João Batista o maior dos profetas. De fato, João resume tudo o que foi profetizado até aquele momento. Jesus afirma também que o menor no Reino de Deus é maior que João. Para Jesus, a grandeza não consiste na capacidade de dominar, mas na qualidade do serviço. Ora, na comunidade de Jesus, grande é o servidor de todos: “O maior de vocês será aquele que serve a vocês” (Mt 23,11). João e Jesus anunciam e tornam presente o Reino; os adversários do Reino se opõem a eles; o cruel Herodes-pai persegue Jesus-criança; Herodes-filho manda matar João; lideranças religiosas e civis resistem duramente à obra de Jesus. Seus discípulos serão agredidos por reis e governadores pagãos. O reino deste mundo usa de violência contra o Reino de Deus.

Fonte/texto:paulus.com.br

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Papa: “Chamar o Pai Nosso de ‘pai’ ou ‘papai'”

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Na audiência desta quarta-feira (12/12), Francisco explicou que Deus não nos quer anestesiados diante das dificuldades e sofrimentos, mas sim que elevemos ao céu as nossas necessidades, e elas se transformem num diálogo.

Cristiane Murray – Cidade do Vaticano

Continuando o ciclo de catequeses sobre o Pai-Nosso iniciado semana passada, na audiência geral desta quarta-feira (12/12), o Papa Francisco explicou aos fiéis que Jesus pôs nos lábios de seus discípulos esta oração breve e audaz; e que se não fosse Ele a ensiná-la, ninguém ousaria rezar a Deus dessa forma.

A primeira oração é o nosso pranto, ao nascermos

Falando a cerca de 7 mil pessoas na Sala Paulo VI, no Vaticano, Francisco prosseguiu:

“Composta por 7 petições, o Pai-Nosso nos convida a nos aproximar de Deus com confiança filial, sem preâmbulos nem termos solenes, simplesmente chamando-O Pai, como um filho o faz com o seu pai, dirigindo-se a Ele com intimidade e confiança, pedindo-Lhe aquilo que corresponde às nossas necessidades básicas e existenciais, como é o caso do ‘pão nosso de cada dia’”.

Ouça a reportagem com a voz do Papa

Isto porque – disse ainda – a oração do ‘Pai Nosso’ tem raízes na realidade concreta do homem: “A fé não é uma ‘decoração’ separada da vida, que surge apenas quando nossas necessidades estão satisfeitas, quando o ‘estômago está cheio’; mas é imbuída no homem, em todo homem que tem fome, chora, luta, sofre e se pergunta ‘por que’”.

Sendo assim, a nossa primeira oração foi o choro que acompanhou nosso primeiro respiro. Naquele pranto, de recém-nascido, anunciou-se o destino de toda a nossa vida: a nossa contínua fome e sede, a nossa busca pela felicidade.

Continuar a gritar, como o cego curado pela fé

 

Jesus ensina que Deus não nos quer anestesiados diante das dificuldades e sofrimentos, mas sim que elevemos ao céu as nossas necessidades, e se transformem num diálogo. “Ter fé é acostumar-se a gritar, e pedir para sermos curados, como fez o cego Bartimeu com sua invocação, mais forte do que o bom-senso”.

Com isso fica claro que a oração de petição, longe de ser uma forma inferior de diálogo com Deus, indica que Ele é um Pai cheio de compaixão e quer que Lhe falemos sem medo.

“A oração não só precede a salvação, mas de certa forma a contém, porque liberta do desespero de quem não crê numa saída, diante de tantas situações insuportáveis. Por isso, podemos lhe contar tudo, inclusive as coisas que em nossa vida permanecem distorcidas e incompreensíveis”.

“ Ele nos prometeu ficar conosco para sempre, até o último dos dias que passaremos nesta terra ”

O Papa Francisco encerrou a sua catequese pedindo que ao rezar o ‘Pai Nosso’, iniciemos chamando-o ‘Pai’ ou simplesmente ‘papai’.

Fonte/texto:.vaticannews.va

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13 de Dezembro – Santa Luzia

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Santa Luzia deriva do latim e significa: Portadora da luz. Ela é invocada pelos fiéis como a protetora dos olhos, que são a “janela da alma”, canal de luz.

Ela nasceu em Siracusa (Itália) no fim do śeculo III. Conta-se que pertencia a uma família italiana e rica, que lhe deu ótima formação cristã, a ponto de ter feito um voto de viver a virgindade perpétua. Com a morte do pai, Luzia soube que sua mãe, chamada Eutícia, a queria casada com um jovem de distinta família, porém, pagão.

Ao pedir um tempo para o discernimento e tendo a mãe gravemente enferma, Santa Luzia inspiradamente propôs à mãe que fossem em romaria ao túmulo da mártir Santa Águeda, em Catânia, e que a cura da grave doença seria a confirmação do “não” para o casamento. Milagrosamente, foi o que ocorreu logo com a chegada das romeiras e, assim, Santa Luzia voltou para Siracusa com a certeza da vontade de Deus quanto à virgindade e quanto aos sofrimentos pelos quais passaria, assim como Santa Águeda.

Santa Luzia vendeu tudo, deu aos pobres, e logo foi acusada pelo jovem que a queria como esposa. Não querendo oferecer sacrifício aos falsos deuses nem quebrar o seu santo voto, ela teve que enfrentar as autoridades perseguidoras. Quis o prefeito da cidade, Pascásio, levar à desonra a virgem cristã, mas não houve força humana que a pudesse arrastar. Firme como um monte de granito, várias juntas de bois não foram capazes de a levar (Santa Luzia é muitas vezes representada com os sobreditos bois). As chamas do fogo também se mostravam impotentes diante dela, até que por fim a espada acabou com vida tão preciosa. A decapitação de Santa Luzia se deu no ano de 303.

Conta-se que antes de sua morte teriam arrancado os seus olhos, fato ou não, Santa Luzia é reconhecida pela vida que levou Jesus – Luz do Mundo – até as últimas consequências, pois assim testemunhou diante dos acusadores:“Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade”.

Santa Luzia, rogai por nós!

 

 

Fonte/Texto: cancaonova.com

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Morre quinta pessoa baleada por atirador durante ataque na Catedral de Campinas

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A Prefeitura de Campinas (SP) confirmou na tarde desta quarta-feira (12) a morte de Heleno Severo Alves, de 84 anos, um dos baleados durante o ataque na Catedral Metropolitana, na terça-feira. Ele estava internado no Hospital Municipal Dr. Mário Gatti, onde passou por cirurgia após ser ferido por dois disparos nas regiões do tórax e abdômen. Outros quatro fiéis morreram na igreja.

Os outros mortos pelo atirador Euler Fernando Grandolpho são Sidnei Vitor Monteiro, de 39 anos, José Eudes Gonzaga Ferreira, de 68, Cristofer Gonçalves dos Santos, de 38, e Elpídio Alves Coutinho, de 67. A Catedral foi reaberta nesta quarta com uma missa em homenagem às vítimas.

Outras três pessoas feridas durante o ataque foram socorridas para unidades de saúde em Campinas e já tiveram alta. Entre elas estão Maria de Fátima Frazão Ferreira, de 68 anos, levada ao Hospital da Unicamp após ser baleada em uma das pernas; e um homem de 64 anos, que foi atingido por dois tiros de raspão e recebeu atendimento no Hospital Beneficência Portuguesa.

Jandira Prado Monteiro, de 65 anos, ferida nas regiões do tórax e uma das mãos, recebeu alta do Mário Gatti nesta tarde e foi ao velório do filho Sidnei Monteiro, no Cemitério Parque das Flores.

Fonte: g1.globo.com