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Igreja Católica ajuda refugiados muçulmanos e gera conversões

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Roma, 17 Jul. 18 / 05:15 pm (ACI).- Um frade franciscano que vive nas ilhas gregas narrou como o testemunho de caridade da Igreja Católica comove os refugiados muçulmanos provenientes do Oriente Médio e inclusive motiva muitos a serem batizadas.

Pe. John Luke Gregory, Vigário Geral da Arquidiocese de Rodas, Guardião e Pároco da Custódia da Terra Santa, contou ao Grupo ACI que atualmente nas ilhas gregas de Cos “temos cerca de dois mil refugiados, em Leros, outros dois mil e, em Rodas, aproximadamente cem”.

Explicou que “ainda estão chegando porque os problemas na Síria, no Afeganistão, no Iraque, no Irã ainda não acabaram. Também estamos recebendo muitos curdos, entre os quais há várias crianças”.

“Entre os refugiados que chegam há poucos cristãos. 99% são muçulmanos”, indicou o sacerdote inglês, que visita estas pessoas com um grupo de voluntários várias vezes por semana.

Nesse sentido, disse que para os refugiados “é algo surpreendente” ver um católico os atendendo.

“Querem saber por que fazemos isso. Eles me dizem ‘mas nós não somos cristãos’. Eu lhes digo: ‘não me importo se vocês não são cristãos, vocês foram criados por Deus, o Deus único e verdadeiro’. Quem vem recebe”, assinalou.

“Isso é muito especial para mim como franciscano, porque São Francisco de Assis amava todos. Ele amou os leprosos e foi até eles e por isso tenho que procurar estas pessoas. Não me importa o seu credo, raça ou país. O que importa é que são pessoas criadas à imagem e semelhança de Deus. Isso é o que São Francisco queria que fizéssemos e é isso que o Papa Francisco também deseja”, manifestou o sacerdote.

Pe. Luke esclareceu que, como os refugiados são em sua maioria muçulmanos, não pregam para evitar problemas, “mas há alguns que se aproximam de mim com uma inquietude pela fé, e os preparo para receber o batismo“.

Comentou que na ilha grega de Leros “me perguntaram o que significava as contas do terço e esta cruz, quem é o homem que está na cruz e por que está lá. Isso permite que comecemos uma conversa”.

“Pode-se evangelizar de uma forma discreta”, assegurou.

“Eles não me esquecerão, nem o fato de que eu tenha ido muitas vezes por semana. E não esquecerão o sinal da cruz, porque faz parte de mim e o utilizo”, acrescentou Pe. Luke.

Em relação às crianças, o sacerdote inglês contou que elas “acreditam que eu sou o Papai Noel, porque lhes dou coisas boas e quero vê-las sorrir. São muito inocentes destes problemas políticos e geográficos que não entendem. Podem esquecer rapidamente estes acontecimentos horríveis que viveram”.

Uma fuga perigosa

Pe. Luke, que vive em Rodas, explicou ao Grupo ACI que, para fugir de seus países, os refugiados caminham grandes distâncias em meio ao perigo. Na Turquia, “devem encontrar os traficantes de barcos e pagar-lhes mil dólares para cruzar o mar até as ilhas gregas”.

Estas viagens são muito perigosas e muitos morem afogados à noite. “Não sabemos quantos no total. Depois devem ser encontrados no mar pela guarda costeira. Quando chegam, o governo é responsável por eles”, contou.

Os refugiados permanecem nas ilhas gregas até conseguir os papéis necessários, mas “não podem deixar a Grécia. Muitos estão em Atenas porque os outros países não os deixam entrar, exceto aqueles que têm familiares no local”.

A ajuda da Igreja Católica

Pe. Luke recordou que em agosto de 2015, quando aumentou o conflito na Síria, recebeu um telefonema de Cos, no qual lhe disseram: “Padre, venha rápido, há 15 mil refugiados aqui”.

“Naquele momento, disse a mim mesmo que era impossível. Então, fui de barco até Cos, que fica aproximadamente a três horas de onde eu vivo, e quando cheguei nunca tinha visto nada parecido. A população de Cos é de 13 mil e havia 15 mil refugiados. Podem imaginar como estava o centro da cidade? Eles não tinham onde morar (…). Nas praias havia muitos barcos infláveis”, contou.

Enquanto durou a temporada de turismo, pois era verão no hemisfério norte, os hotéis alimentavam as pessoas e os turistas colaboravam com alimentos e produtos de higiene. Mas, quando a temporada terminou em novembro, “ficamos sozinhos com os refugiados”.

Pe. Luke indicou que “aqui não há mais do que 60 ou 70 católicos, então temos que trabalhar muito”.

“Em Rodas nós oferecemos alimentos não perecíveis e produtos de higiene que compramos todas as semanas nos supermercados e os enviamos ao centro de refugiados”, descreveu.

Além disso, oferecem apoio psicológico. “Meu árabe não é excelente, mas é suficiente para entender os seus problemas e oferece-lhes um pouco de consolo”, indicou.

Também disse ao Grupo ACI que os refugiados católicos vão à paróquia Santa Maria della Vittoria em Rodas e, em Cos, à paróquia de Agnus Dei. Aos sábados e domingos são celebradas cerca de seis Missas.

“Tento fazer o melhor que eu posso fazer porque há muito poucos católicos aqui, embora este seja um país ortodoxo tentamos fazer tudo o que podemos”, expressou.

Fonte: www.acidigital.com

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Papa Francisco celebra o 100º aniversário de nascimento de Nelson Mandela

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Cidade do Vaticano

Celebra-se neste 18 de julho o Dia Internacional Nelson Mandela, que este ano recorda o 100º aniversário do nascimento do líder sul-africano e vencedor do Prêmio Nobel da Paz.

No Twitter, o Papa Francisco recordou a data com a seguinte mensagem: “Jesus nos convida a construir juntos a civilização do amor nas situações em que vivemos todos os dias”.

Em mensagem para a ocasião, o secretário-geral da ONU, António Guterres, diz que Mandela “foi um grande defensor global da justiça e da igualdade” e que “continua a inspirar o mundo com seu exemplo de coragem e compaixão”.

O caminho a seguir

António Guterres lembra que o ex-presidente da África do Sul “foi mantido em cativeiro por muitos anos”, mas que “nunca se tornou prisioneiro de seu passado”.

Em vez disso, Mandela “colocou sua energia na reconciliação e em sua visão de uma África do Sul pacífica, multiétnica e democrática”.

O secretário-geral diz que este dia serve para comemorar “uma vida inteira de serviço” e que “raramente uma pessoa na História fez tanto para estimular os sonhos das pessoas e movê-las para a ação”.

Guterres acredita que essa luta pela igualdade, dignidade e justiça continua. Segundo ele, o legado de Madiba, como o líder ficou conhecido, mostra o caminho a seguir.

Celebração

Este ano, a Fundação Nelson Mandela dedica o Dia à ação contra a pobreza.

Segundo a fundação, o objetivo é “honrar a liderança e devoção de Nelson Mandela no combate à pobreza e na promoção de justiça social para todos”.

Na sede da ONU, em Nova Iorque, uma exposição destaca as principais contribuições de Mandela para a paz e segurança, direitos humanos e desenvolvimento sustentável. A exposição foi inaugurada em 9 de julho e pode ser visitada até 2 de setembro. A ONU também emitiu um selo em homenagem ao centenário de Mandela.

Estabelecido em 2009 pela Assembleia Geral, este Dia convida todos a fazerem a diferença nas suas comunidades.

A ONU diz que o centenário é “uma ocasião para refletir na sua vida e legado, e para seguir a sua chamada para tornar o mundo um lugar melhor”.

O povo no coração

Passados cinco anos de sua morte, Madiba permanece vivo sobretudo na memória das pessoas que o conheceram, como George Johannes, embaixador da África do Sul junto à Santa Sé.

“A sua herança é o testemunho de que não importa quanto seja desesperadora ou difícil uma situação. Se há determinação e vontade, é possível dialogar e chegar a uma solução. Nós chamamos isso de ‘efeito Mandela’”, declarou o embaixador ao Vatican News.

O diplomata recorda Nelson Mandela com afeto. “Ele foi um dos primeiros a dizer: deem metade do meu salário aos pobres. Um dia, estávamos juntos no carro e eu pedi para ver suas mãos, endurecidas pelos anos de trabalho forçado quebrando pedras em Robben Island. E ele me disse: ‘Se você se tornar um político, deve ter sempre o povo no coração’.”

Fonte: www.vaticanews.va 

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18 de Julho – São Francisco Solano

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Nasceu na Espanha no ano de 1549. Sua formação passou pelo colégio jesuíta, ingressando mais tarde na Ordem Franciscana. Prestou ali muitos serviços, mas seu grande desejo era a evangelização para muitos. Foi quando deixou a Europa e foi para a América Latina.

Chegou em Lima (Peru), evangelizando também pela Argentina, Chile, Paraguai, Andes etc. Tudo isso em busca de evangelizar a muitos.

Francisco Solano consumiu-se na evangelização. Por obediência voltou a Lima para ser, dentro da Ordem, um formador de novos evangelizadores.

Solano faleceu com 61 anos pronunciando palavras de louvor ao Senhor: “Deus seja bendito!”

Quem se consome pelas almas, tem a certeza de que Deus foi glorificado.

São Francisco Solano, rogai por nós!

 

 

fonte/texto: cancaonova.com

Liturgia – 18 de Julho

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Evangelho (Mt 11,25-27): Naquela ocasião, Jesus pronunciou estas palavras: «Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, assim foi do teu agrado. Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar».

«Escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos»

 

 

fonte/texto: evangeli.net

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Carro de Bispo da Nicarágua é atingido por tiros de paramilitares

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MANÁGUA, 17 Jul. 18 / 10:00 am (ACI).- Um novo atentado contra a Igreja na Nicarágua ocorreu no último domingo, quando paramilitares dispararam no carro que levava o Bispo de Estelí, Dom Abelardo Mata, depois de celebrar uma Missa.

O jornal ‘La Prensa’ informou que o ataque ocorreu em um posto da polícia na cidade de Nindirí.

“Ao chegar a este posto as turbas orteguistas perseguiram Mata, começaram a insultá-lo, quebraram as janelas do veículo” e jogaram farpas para estourar os pneus. “Tudo isso aconteceu diante de policiais encapuzados, segundo vídeos compartilhados nas redes sociais”, indicou.

O Bispo conseguiu se proteger junto com o seu motorista em uma casa que foi cercada pelos simpatizantes do presidente Daniel Ortega e que proferiram palavras contra o Prelado por mais de uma hora e meia.

Dom Mata conseguiu sair da casa graças à intervenção da Arquidiocese de Manágua, que intermediou para o que o governo enviasse o comissário geral Ramón Avellán para que garantisse a integridade física do bispo, que voltou para a Diocese de Esteli à noite.

O Bispo de Estelí é um dos mediadores e testemunhas no diálogo nacional entre o governo e a opositora Aliança Cívica pela Justiça e pela Democracia.

Os Bispos da Nicarágua expressaram sua solidariedade a Dom Abelardo Mata. Através da conta de Facebook da Arquidiocese de Manágua, o Cardeal Leopoldo Brenes agradeceu a todas as pessoas que se preocuparam com o Bispo de Estelí.

“Peço de todo o coração para que sigamos rezando intensamente pelos bispos e sacerdotes, a fim de que possam cumprir a missão confiada sob a proteção de Nossa Senhora do Carmo“, expressou o Purpurado.

Paramilitares entram na casa paroquial

Através das redes sociais, o Cardeal Brenes também denunciou no domingo que “policiais e paramilitares entraram na casa paroquial de Catarina” para levar “alguns pertences da paróquia e do sacerdote Jairo Velásquez, que está assustado com a atitude destas pessoas”.

O Arcebispo indicou que Pe. Velásquez está bem e não foi preso. Entretanto, reiterou o seu pedido ao governo e aos chefes de polícia para que impeçam “os ataques contra a população” e para que respeitem “os templos e casas paroquiais e objetos pessoais dos sacerdotes que são usados no trabalho humanitário”.

Fonte: www.acidigital.com

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Papa: leigos e mulheres em papéis de responsabilidade na Igreja

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“A Igreja não quer ‘clericalizar’ os leigos”, pelo contrário, o Papa Francisco quer atribuir aos leigos, e em particular às mulheres leigas, papéis de responsabilidade cada vez maior.

Foi o que sublinhou o cardeal Kevin Farrell, prefeito do Dicastério para os Leigos, Família e Vida, em entrevista concedida à revista “Intercom”, publicada pela Conferência Episcopal da Irlanda.

Respondendo às perguntas do diretor Chris Hyden, na edição de julho e agosto – em vista da reunião mundial de famílias celebrada em Dublin – o cardeal, ele próprio nascido na capital irlandesa – destaca como “historicamente os leigos” sempre “desempenharam um papel secundário na Igreja”. E como “infelizmente em alguns países ainda é assim”, seu dicastério procura “dar importância aos leigos”, visto que “se trata da maioria das pessoas que estão na Igreja”.

Protagonistas leigos

O Papa Francisco – confessa o cardeal – “disse-me abertamente de querer no Vaticano um dicastério que seja equivalente a todas as outras Congregações (para os bispos, para o clero, para os religiosos etc.)” em que os leigos sejam os protagonistas. “E com leigos ele não quer dizer pessoas que pertençam a movimentos eclesiais” – precisa o cardeal – mas “pessoas que vão à igreja”.

A Igreja não quer “clericalizar” os leigos

Neste contexto o cardeal esclarece que “a Igreja não quer” clericalizar “os leigos”, na consciência de que “há países em que os leigos levam em frente a Igreja”. E cita a este propósito a própria experiência como bispo de Dallas, para explicar que existem “paróquias com um orçamento anual de vinte milhões de dólares” e que “nenhum sacerdote jamais conseguiria administrar uma paróquia deste tamanho sem a ajuda de leigos competentes”.

Trazer as pessoas de volta aos valores autênticos e acima de tudo ao da vida familiar

Também em relação à família, o purpurado mostra ideias claras: menos clérigos, mais leigos. Recentemente, conta ele, “fui a um país falar sobre a Amoris laetitia e haviam organizado um encontro com 600/700 pessoas: 80% eram padres. Nunca haviam vivido a experiência. Quiçá conheçam a teologia moral, a teologia dogmática, em teoria. Mas daqui pra colocar em prática todos os dias … “.

Isso não significa, explica Farrell, que o Dicastério não tenha uma profunda consciência da “fragmentação da família” na sociedade contemporânea. Basta pensar, observa, que precisamente “por isso o Papa Francisco escolheu dedicar dois Sínodos” à família. Ademais, o modo como ela funciona “é o modo como irão a nossa cultura e a nossa sociedade, porque tudo está ligado à unidade de base da família. E o que experimentamos em relação a elas é o que projetamos na vida e na comunidade”.

Em suma, reconhece o prefeito, “há uma grande fragmentação nas famílias, mas ao invés concentrar-se em coisas negativas” – visto que “80 por cento do nosso trabalho diz respeito à situações de ruptura” – seria desejável conseguir “trazer de volta as pessoas aos valores autênticos e, sobretudo, àqueles da vida familiar ”.

Dificuldades econômicas incide na vivência familiar

O cardeal não esconde as dificuldades de muitas famílias fragmentadas, que muitas vezes “são projetadas na família sem necessariamente nascerem da família”. Entre estas, uma das principais é a crise econômica.

“Não há vida familiar quando mãe e pai às vezes têm que fazer dois ou três trabalhos cada um: não há tempo para os filhos; não há mais “vizinhança”. Eu me lembro de ter crescido em Dublin nos anos cinquenta. Havia este sentimento de vizinhança, todas as crianças na rua; todo mundo conhecia todo mundo. Eu acho que no atual contexto econômico isso é quase impossível. É uma realidade com a qual a família deve confrontar-se e conviver”.

Papel da mulher na Igreja

Por fim, o Cardeal Farrell fala sobre o papel das mulheres dentro da Igreja, convidando a estudar “cuidadosamente o que Francisco fez em silêncio e nos bastidores. O exemplo mais recente foi quando, pela primeira vez na história da Igreja, nomeou mulheres como consultoras da Congregação para a Doutrina da Fé”.

Trata-se de Linda Ghisoni, subsecretária justamente do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida; de Michelina Tenace, docente de Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana; e de Laetitia Calmeyn, docente de Teologia no Collège des Bernardins de Paris.

E “Francisco – continua o cardeal – fez isso coerentemente: antes de eu chegar dos Estados Unidos da América tivemos uma longa conversa. Conversamos sobre o papel das mulheres nos Estados Unidos e Francisco ficou surpreso ao saber que, entre o pessoal com cargos de direção da minha diocese, havia quinze pessoas, destas apenas três homens.

O cargo de chanceler é ocupado há vinte anos por uma mulher e o tribunal para as causas matrimoniais é formado principalmente por mulheres, todas advogadas canônicas; então, quando cheguei aqui, o Papa me disse não querer sacerdotes como subsecretários do Dicastério. Ele disse: “eu quero leigos. Dou a você dois anos.”

E então ele me deu o nome de duas pessoas que ele achava que deveríamos avaliar. Falei com as duas: uma não aceitou o trabalho, a outra sim. Por isso nomeamos dois subsecretários, posição sempre ocupada anteriormente por sacerdotes que estavam ao menos 20 anos no Vaticano. Essas pessoas nunca haviam trabalhado no Vaticano.

Uma delas, Gabriella Gambino, é pesquisadora em bioética na Universidade Romana de Tor Vergata, uma universidade que é tudo menos conservadora; a outra é a própria Ghisoni, uma mulher extremamente brilhante que ensinou direito canônico, mas que também tem doutorado em teologia. Ela é casada e tem dois filhos adolescentes. Gambino também é casada e tem cinco filhos. Assim Francisco, sem chamar a atenção, gradualmente coloca as mulheres em posições de poder”.

As funções administrativas na Igreja podem ser realizadas por qualquer pessoa

E à pergunta sobre para onde leva tudo isso, o cardeal responde que “há um perigo reconhecido por muitas pessoas, mesmo não de Igreja, em relação ao papel das mulheres: queremos transformá-las em clérigos? – perguntou-se – Não. Elas devem ser pessoas do mundo que vivem no mundo», foi a resposta.

Além disso, nenhuma das mulheres mencionadas que foram nomeadas para o Dicastério e para a Congregação “são membros consagrados de comunidades leigas; eles são mulheres casadas. E passo por passo isso acontecerá em todos os níveis da Igreja se seguirmos o exemplo do Papa Francisco”. Mesmo porque, conclui o cardeal Farrell, o Pontífice “percebe que as funções administrativas na Igreja podem ser desempenhadas por qualquer pessoa”. Eles foram desempenhadas principalmente por padres, mas também podem ser feitas por leigos”.

Fonte: www.vaticannews.va

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17 de Julho – Bem-aventurado Inácio de Azevedo e companheiros mártires

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Quarenta mártires. Entre eles 2 padres, 24 estudantes e 14 irmãos auxiliares. Portugueses e espanhóis. Todos pertenciam à Companhia de Jesus.

Inácio de Azevedo nasceu no Porto em 1526. Aos 23 anos, já tinha entrado na Companhia de Jesus ocupando vários serviços. Era ardoroso pelas missões além fronteiras.

Foi quando o Superior Geral o enviou para o Brasil e, ao retornar, testemunhou a necessidade de mais missionários. Saíram por isso, 3 naus missionárias. Em uma delas estavam Inácio de Azevedo e os 39 companheiros. A nau foi interceptada por 5 navios de inimigos da fé católica que queriam a morte de todos.

Por amor à Igreja ele aceitou o martírio. Exortou e consolou seus filhos espirituais. Foi morto e lançado ao mar. E todos foram martirizados, alcançando a coroa da glória na eternidade.

Inácio e seus companheiros foram assassinados por serem católicos e missionários. Estamos no tempo das novas missões. A começar na nossa casa e onde convivemos. Ali, é o primeiro lugar onde devemos testemunhar o amor a Cristo e, se preciso, sofrer por Ele.

Nossa Senhora está conosco, os santos intercedem por nós e os mártires rogam pela nossa fidelidade.

Bem-aventurado Inácio de Azevedo e companheiros mártires, rogai por nós!

 

 

 

fonte/texto: cancaonova.com

Liturgia – 17 de Julho

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Evangelho (Mt 11,20-24): Naquele tempo, Jesus começou a censurar as cidades nas quais tinha sido realizada a maior parte de seus milagres, porque não se converteram. «Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida! Se em Tiro e Sidônia se tivessem realizado os milagres feitos no meio de vós, há muito tempo teriam demonstrado arrependimento, vestindo-se de saco e cobrindo-se de cinza. Pois bem! Eu vos digo: no dia do julgamento, Tiro e Sidônia terão uma sentença menos dura do que vós. E tu, Cafarnaum! Acaso serás elevada até o céu? Até o inferno serás rebaixada! Pois se os milagres realizados no meio de ti se tivessem produzido em Sodoma, ela existiria até hoje! Eu, porém, te digo: no dia do juízo, Sodoma terá uma sentença menos dura do que tu!».

«Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida!»

 

 

fonte/texto: evangeli.net

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16 de Julho – Nossa Senhora do Carmo

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Ao olharmos para a história da Igreja encontramos uma linda página marcada pelos homens de Deus, mas também pela dor, fervor e amor à Virgem Mãe de Deus: é a história da Ordem dos Carmelitas, da qual testemunha o cardeal Piazza: “O Carmo existe para Maria e Maria é tudo para o Carmelo, na sua origem e na sua história, na sua vida de lutas e de triunfos, na sua vida interior e espiritual”.

Carmelo (em hebraico, “carmo” significa vinha; e “elo” significa senhor; portanto, “Vinha do Senhor”): este nome nos aponta para a famosa montanha que fica na Palestina, donde o profeta Elias e o sucessor Elizeu fizeram história com Deus e com Nossa Senhora, que foi prefigurada pelo primeiro numa pequena nuvem (cf. I Rs 18,20-45).

Estes profetas foram “participantes” da Obra Carmelita, que só vingou devido à intervenção de Maria, pois a parte dos monges do Carmelo que sobreviveram (século XII) da perseguição dos muçulmanos, chegaram fugidos na Europa e elegeram São Simão Stock como seu superior geral; este, por sua vez, estava no dia 16 de julho intercedendo com o Terço, quando Nossa Senhora apareceu com um escapulário na mão e disse-lhe:“Recebe, meu filho, este escapulário da tua Ordem, que será o penhor do privilégio que eu alcancei para ti e para todos os filhos do Carmo. Todo o que morrer com este escapulário será preservado do fogo eterno”.

Vários Papas promoveram o uso do escapulário e Pio XII chegou a escrever: “Devemos colocar em primeiro lugar a devoção do escapulário de Nossa Senhora do Carmo – e ainda – escapulário não é ‘carta-branca’ para pecar; é uma ‘lembrança’ para viver de maneira cristã, e assim, alcançar a graça duma boa morte”.

Neste dia de Nossa Senhora do Carmo, não há como não falar da história dos Carmelitas e do escapulário, pois onde estão os filhos aí está a amorosa Mãe.

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

 

 

 

fonte/texto: cancaonova.com

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Dom António Marto: O cardinalato “não é uma promoção de carreira”

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FATIMA, 16 Jul. 18 / 01:00 pm (ACI).- Criado Cardeal no último dia 28 de junho pelo Papa Francisco, o Bispos de Leiria-Fátima, Dom António Marto, assinalou que o cardinalato “não é uma promoção de carreira”.

A declaração foi feita na última sexta-feira, 13 de julho, quando presidiu a Missa de ação de graças pela dedicação da Sé de Leiria e por sua criação cardinalícia.

“Gostaria que ficasse bem sublinhado que esta nomeação não é uma promoção na carreira e, neste sentido, a minha pessoa pouco conta”, disse Dom Marto durante sua homilia, conforme recolhido pelo site do Santuário de Fátima.

O Bispo foi criado Cardeal no consistório presidido pelo Papa Francisco em 28 de junho, na Basílica de São Pedro, no Vaticano.

Na última sexta-feira, ao final da Missa que assinalou a dedicação da Catedral, num ano em que se celebram os 100 anos da restauração da Diocese, o Purpurado reforçou: “não vou mudar de nome, não vou mudar de rosto, não vou mudar de ser. Continuo a ser o vosso bispo”.

Anteriormente, na homilia, fez questão de ressaltar que a nomeação cardinalícia é para prestar “um serviço à Igreja Universal, de comunhão com o Papa Francisco, como seu colaborador mais próximo, no serviço da Igreja e da renovação que ele lhe quer imprimir”.

O Bispo de Leiria-Fátima indicou ainda que “a grande reforma da Igreja que o Papa Francisco empreendeu e nos convida a colaborar para a tornar mais fiel ao estilo do evangelho realiza-se a partir da dimensão da santidade e da dimensão missionária”.

“Sem elas – sustentou –, nenhuma reforma poderá renovar a Igreja”.

Dom Marto ainda comentou sobre a celebração da dedicação da Sé de Leiria, destacando que esta data não evoca “um monumento, uma obra de arte, um edifício imponente”.

“A festa de dedicação da catedral evoca não apenas os muros do edifico, mas antes de mais o mistério da Igreja diocesana, reunida em nome do Senhor, à volta do seu bispo, como sucessor dos apóstolos”, expressou.

Segundo o Cardeal, o edifício evoca “a figura do bispo que, precisamente a partir da catedral, garante a comunhão com a fé dos apóstolos” e exprime a unidade de todos os “membros da Igreja diocesana” em união com a “Igreja universal, em comunhão com o Papa”

 

fonte/texto: www.acidigital.com