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Grupo católico Alfareros venceu o Grammy Latino

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Na última quinta-feira, 15 de novembro, o grupo católico Alfareros ganhou o Grammy Latino na categoria de Melhor Álbum Cristão em espanhol com seu novo disco “Setenta vezes sete”.

“E o vencedor do Grammy Latino é Setenta vezes sete, Alfareros! Aleluia! Glória a Deus!”, foram as palavras com as quais anunciaram o prêmio.

Quatro integrantes da banda subiram ao palco para receber o prêmio e o diretor do grupo, Junior Cabrera, dirigiu algumas palavras aos presentes no hotel MGM Grand em Las Vegas, Estados Unidos.

“Queremos agradecer a Deus e a nossa mãe, Maria, queremos agradecer à academia, aos músicos e engenheiros que tornaram isso possível. Dedicamos este prêmio às nossas famílias e aos nossos países, bênçãos”, disse Cabrera.

Alfareros foi criado em 1995 e é a primeira vez que é nomeado e que ganha este prêmio.

Katia Del Cid, integrante de Alfareros, disse ao Grupo ACI há alguns dias que, quando souberam da indicação alegraram-se muito, “sobretudo, porque estamos seguros de que é algo que vai chegar a muitas pessoas e vai transmitir Jesus, porque esse é o objetivo de todas as coisas”.

“Nós estamos em choque pela notícia, mas damos glória a Deus, porque sabemos que isso é uma graça dele”, comentou.

Del Cid afirmou que a nomeação também “é um presente para a Igreja nesses momentos dolorosos, onde só se escuta notícias ruins. É um raio de esperança, um raio de luz, não porque venha de Alfareros, mas porque é algo que o Senhor quer nos presentear neste momento”.

Francisca Correa manifestou: “Tenho um ano e meio (de Alfareros) e para mim já é um grande presente. Imagino que seja para meus irmãos que estão há 23 anos e que, não só eles querem, mas o Senhor lhes deu a graça e esta grande missão”.

Fonte: acidigital.com

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Papa Emérito Bento XVI incentiva debate no Vaticano sobre a destruição da ideia de direito

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O Papa Emérito Bento XVI mostrou seu apoio ao debate sobre direitos humanos que se está desenvolvendo no Vaticano durante estes dias e sua preocupação pela destruição da ideia de direito bem como o advento de novos “direitos” que surgem ao distorcer as verdadeiras noções oferecidas pela declaração universal dos direitos humanos.

Em concreto, em uma carta enviada ao Pe. Federico Lombardi com motivo do Simpósio Internacional sobre o tema “Direitos fundamentais e conflito entre direitos”, organizado em colaboração entre a Fundação Vaticana Joseph Ratzinger-Bento XVI e a Libera Università Maria Santissima Assunta, o Papa emérito Bento XVI considerou a importância de “que se fale explicitamente sobre a problemática da ‘multiplicação de direitos’ e do risco da ‘destruição da idéia de direito’”.

Neste sentido, considerou que este simpósio é uma “iniciativa extraordinariamente útil”. O tema, diz o Papa Ratzinger, “É uma questão atual e fundamental para tutelar as bases de convivência da família humana, que merece ser, uma vez mais, situada como objeto de uma reflexão profunda e sistemática”.

Por isso, “ofereço a todos os relatores e participantes no Simpósio minha estima e minha proximidade na oração para que o Senhor abençoe os trabalhos como um precioso serviço para a Igreja e para o bem da família humana”.

Fonte: acidigital.com

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O Vaticano destaca suas boas relações diplomáticas com Israel

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O Vaticano destacou as boas relações entre a Santa Sé e o Estado de Israel durante a visita que o Presidente israelense, Reuven Rivlin, realizou esta quinta-feira 15 de novembro ao Papa Francisco.

Além de seu encontro com o Pontífice, o Presidente Rivlin se reuniu também com o Secretário de estado do Vaticano, Cardeal Pietro Parolin, e com o Secretário para as Relações com os Estados, o Arcebispo Paul Richard Gallagher.

Conforme informou a sala de imprensa do Vaticano por meio de um comunicado, “durante as cordiais conversas que ocorreram no marco do vigésimo quinto aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas, recordaram-se as boas relações entre a Santa Sé e o Estado de Israel”.

“No que se refere às autoridades estatais e às comunidades católicas locais, manifestou-se o desejo de alcançar acordos satisfatórios sobre algumas questões de interesse comum”.

Em concreto, “reiterou-se a importância de construir uma maior confiança recíproca em vista do reatamento das negociações entre Israelenses e Palestinos para alcançar um acordo respeitoso com as legítimas aspirações dos dois povos”.

Falou-se também “da questão de Jerusalém, em sua dimensão religiosa e humana para judeus, cristãos e muçulmanos, assim como da importância de proteger sua identidade e sua vocação de Cidade da Paz”.

Finalmente, “abordou-se a situação política e social na Região, marcada por vários conflitos e pelas conseguintes crises humanitárias. Neste contexto, sublinhou-se a importância do diálogo entre as diferentes comunidades religiosas com o fim de garantir a convivência pacífica e a estabilidade”.

Esta visita se produz em um contexto especialmente complexo no Oriente Médio. Esta semana se produziram diversos ataques e contra-ataques entre o grupo terrorista Hamas e o Exército de Israel na Faixa de Gaza.

Como sempre, antes de alcançar o cessar-fogo, os mais prejudicados pela violência foram os civis. Israel vem registrando a mais alta escalada de violência contra civis desde que a guerra contra o Hamas teve início em 2014.

Além disso, no último 12 de novembro, o Observador Permanente da Santa Sé na Assembleia Geral da ONU, Dom Bernardito Auza, reafirmou o inquebrável apoio da Santa Sé “à solução de dois Estados (um israelense e outro palestino) como o único caminho viável de longo prazo para confrontar o amplo problema dos apátridas, que continua sendo a condição dos palestinos”.

Fonte: acidigital.com

Liturgia – 16 de Novembro

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SEXTA FEIRA – 32ª SEMANA COMUM

Primeira Leitura: 2 João 4-9

 

Leitura da segunda carta de são João – 4Muito me alegrei, senhora, por ter encontrado alguns dos teus filhos que caminham conforme a verdade, segundo o mandamento que recebemos do Pai. 5E agora, senhora, eu te peço – não que te esteja escrevendo a respeito de um novo mandamento, pois trata-se daquele que temos desde o princípio –,  amemo-nos uns aos outros. 6E amar consiste no seguinte: em viver conforme os seus mandamentos. Este é o mandamento que ouvistes desde o início para guiar o vosso proceder. 7Acontece que se espalharam pelo mundo muitos sedutores, que não confessam a Jesus Cristo encarnado. Está aí o sedutor, o anticristo. 8Tomai cuidado, se não quereis perder o fruto do vosso trabalho, mas sim receber a plena recompensa. 9Todo o que não permanece na doutrina de Cristo, mas passa além, não possui a Deus. Aquele que permanece na doutrina é o que possui o Pai e o Filho. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 118(119)

 

Feliz é quem na lei do Senhor Deus vai progredindo!

  1. Feliz o homem sem pecado em seu caminho, / que na lei do Senhor Deus vai progredindo! – R.
  2. Feliz o homem que observa seus preceitos / e de todo o coração procura a Deus! – R.
  3. De todo o coração eu vos procuro, / não deixeis que eu abandone a vossa lei! – R.
  4. Conservei no coração vossas palavras, / a fim de que eu não peque contra vós. – R.
  5. Sede bom com vosso servo, e viverei, / e guardarei vossa palavra, ó Senhor. – R.
  6. Abri meus olhos, e então contemplarei / as maravilhas que encerra a vossa lei! – R.
Evangelho: Lucas 17,26-37

 

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 26“Como aconteceu nos dias de Noé, assim também acontecerá nos dias do Filho do homem. 27Eles comiam, bebiam, casavam-se e se davam em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. Então chegou o dilúvio e fez morrer todos eles. 28Acontecerá como nos dias de Ló: comiam e bebiam, compravam e vendiam, plantavam e construíam. 29Mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, Deus fez chover fogo e enxofre do céu e fez morrer todos. 30O mesmo acontecerá no dia em que o Filho do homem for revelado. 31Nesse dia, quem estiver no terraço não desça para apanhar os bens que estão em sua casa. E quem estiver nos campos não volte para trás. 32Lembrai-vos da mulher de Ló. 33Quem procura ganhar a sua vida vai perdê-la, e quem a perde vai conservá-la. 34Eu vos digo, nessa noite dois estarão numa cama: um será tomado e o outro será deixado. 35Duas mulheres estarão moendo juntas: uma será tomada e a outra será deixada. 36Dois homens estarão no campo: um será levado e o outro será deixado”. 37Os discípulos perguntaram: “Senhor, onde acontecerá isso?” Jesus respondeu: “Onde estiver o cadáver, aí se reunirão os abutres”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

 

Muitas pessoas, inclusive seguidoras de Cristo, levam vida focada apenas em coisas terrenas, apegadas aos bens materiais. A destruição e a morte pegaram de surpresa os conterrâneos de Noé e de Ló. Dois modelos a imitar no desapego e na renúncia a si mesmos; no zelo pelas coisas de Deus e na fé. Importa prestar atenção, porque virá também o “dia do Filho do Homem”. O caminho da salvação é um caminho de renúncia ao próprio egoísmo e de dedicação à prática da justiça. “Perder a vida”, na verdade, é orientá-la no rumo justo, coloca a serviço do Mestre. De alguma forma haverá um julgamento definitivo, coroamento e glória para quem permanecer fiel a Cristo e a seu Reino. Entretanto, a salvação de cada um acontece dia a dia na sua história pessoal.

Fonte/texto:saojosedojardimeuropa.

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Papa Francisco: a Igreja cresce no silêncio, sem dar espetáculo

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Em sua homilia na missa matutina, o Papa comentou o Evangelho do dia, extraído de Lucas, sobre a Igreja e a chegada do Reino de Deus. “A Igreja cresce no silêncio, é o estilo eclesial”, disse o Papa.

Barbara Castelli – Cidade do Vaticano

A Igreja cresce “na simplicidade, no silêncio, no louvor, no sacrifício eucarístico, na comunidade fraterna, onde todos amam e não se prejudicam”. Foi o que disse o Papa Francisco ao celebrar a Missa na capela da Casa Santa Marta. Comentando o episódio do Evangelho do dia, de Lucas (Lc 17,20-25), o Pontífice reiterou que “o Reino de Deus” não é um espetáculo e cresce no silêncio.

As boas obras não fazem notícia

A Igreja, portanto, se manifesta “na Eucaristia e nas boas obras”, mesmo que aparentemente não “são notícia”. A Esposa de Cristo tem um temperamento silencioso, gera frutos “sem fazer barulho”, sem “tocar a trombeta como os fariseus”.

O Senhor nos explicou como cresce a Igreja com a parábola do semeador. O semeador semeia e a semente cresce de dia, de noite… – Deus provoca o crescimento – e depois se veem os frutos. Mas isto é importante: primeiro, a Igreja cresce em silêncio, escondida; é o estilo eclesial. E como se manifesta na Igreja? Através dos frutos das boas obras, para que as pessoas vejam e glorifiquem o Pai que está no céu – afirma Jesus – e na celebração – o louvor e o sacrifício do Senhor – isto é, na Eucaristia. Ali se manifesta a Igreja; na Eucaristia e nas boas obras.

A tentação da sedução

“A Igreja cresce por testemunho, por oração, por atração do Espírito que está dentro – insistiu o Papa na homilia – não pelos eventos”. Certamente que eles ajudam, mas “o crescimento da Igreja, que dá fruto, é em silêncio, escondido com as boas obras e a celebração da Páscoa do Senhor, o louvor de Deus”.

O Senhor nos ajuda a não cair na tentação da sedução. “Gostaríamos que a Igreja fosse mais visível; o que podemos fazer para que seja vista?” Eh! E normalmente se cai numa Igreja dos eventos que não é capaz de crescer em silêncio com as boas obras, escondido.

O espírito do mundo não tolera o martírio

Num mundo onde com frequência se cede à tentação de fazer espetáculo, da mundanidade, do aparecer, Francisco recordou que também Jesus ficou lisonjeado por essas fragilidades, mas Ele escolheu “o caminho da pregação, da oração, das boas obras”, “da cruz” e “do sofrimento”.

A Cruz e o sofrimento. A Igreja cresce também com o sangue dos mártires, homens e mulheres que dão a vida. Hoje existem muitos. Curioso: não são notícia. O mundo esconde isso. O espírito do mundo não tolera o martírio, o esconde.

 Fonte/texto:www.vaticannews

Proclamação da República: Ocasião para refletir sobre o bem comum, indica especialista

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Bandeira do Brasil / Foto: Wikimedia (Domínio público)
11 16 - Santa Margarida da Escócia

16 de Novembro – Santa Margarida da Escócia

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Neste dia, lembramos com carinho a vida de mais uma irmã nossa que para a Igreja militante brilha como exemplo e no Céu como intercessora de todos nós pecadores chamados à santidade.

Santa Margarida nasceu na Hungria no ano de 1046, isto quando seu pai Eduardo III (de nobre família inglesa) aí vivia exilado, devido aos conflitos pelo trono da Inglaterra (o rei da Dinamarca ocupara o trono inglês). Em 1054, seu pai retornou à Inglaterra, Margarida tinha portanto oito ou nove anos quando conheceu a pátria inglesa. No entanto, após a morte de seu tio-avô, Santo Eduardo, em 1066, recomeçaram os conflitos: a luta entre Haroldo e Guilherme da Normandia obrigou Edgardo, irmão de Margarida, a refugiar-se novamente na Escócia com a mãe e as irmãs, tendo-lhes o pai morrido alguns anos antes.

Vivendo na Escócia, Margarida casou-se com o rei Malcom III e buscou com os oito filhos (seis príncipes e duas princesas, uma delas chamada Edite, que veio posteriormente a ser rainha da Inglaterra e conhecida com o nome de Santa Matilde) a graça de constituir uma verdadeira Igreja doméstica. Santa Margarida, como rainha da Escócia, procurou cooperar com o rei, tanto no seu aperfeiçoamento humano (pois de rude passou a doce) quanto na administração do reino (porque baniu todas futilidades e aproximou os bens reais das necessidades dos pobres).

Conta-se que a própria Santa Margarida alimentava e servia diariamente mais de cem pobres, ao ponto de lavar os pés e beijar as chagas daqueles que eram vistos e tratados por ela como irmãos e presença de Cristo. Quando infelizmente seu esposo e filho morreram num assalto ao castelo, Margarida que tanto os amava não se desesperou, mas sim aceitou e entregou tudo a Deus rezando: “Agradeço, ó Deus, porque me dás a paciência para suportar tantas desgraças!”

Santa Margarida entrou no Céu a 16 de novembro de 1093. Foi sepultada na igreja da Santíssima Trindade, em Dunfermline, para onde também o corpo do rei Malcom III foi levado mais tarde.

Santa Margarida da Escócia, rogai por nós!

São Juan Diego, rogai por nós!

 

 

Fonte: cancaonova.com

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Dia de Celebração: Aniversário do Padre Beffa

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Padre Beffa é uma alegria neste dia. Antônio José Beffa Nasceu dia 15/11/1944 filho de Luis Beffa e Josefina Perim Beffa, o oitavo de 13 irmãos.

Foi uma criança feliz, ativa, um menino cheio de surpresas, pra não falar arteiro. Cresceu dentro de um ambiente familiar onde a união e compaixão ao próximo, serviço e doação eram marcas registradas.

Estudou Economia na Universidade Estadual de Maringá, Ciências Sociais na FAFICLA, Filosofia na Universidade Federal de Santa Catarina e fez inúmeros cursos em diversas áreas.

Foi um jovem empreendedor, professor, sapateiro. Cheio de sonhos e ao longo de anos foi diretor de uma empresa em Maringá. Nessa época sentiu que entre apenas viver, ele queria cumprir o proposito maior da sua vida: entrou no seminário com 30 anos em janeiro de 1975

Mas essa figura, essa pessoa surpreendente carrega muitas histórias, experiências, amigos de longa data, desejos realizados, sonhos concluídos e até o dia de hoje é um apaixonado por pessoas.

Quem o conhece o ama ou o odeia. Ele vai do desapegado ao relaxado, do culto ao aprendiz, do esquecido ao saudosista, da autoridade ao servo, do homem ao menino que nunca morre dentro dele, vai também do doce e delicado ao grosso.

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Simplesmente é o autêntico, o amigo, o orientador, o que carrega dentro de si o compromisso real com Deus e isso o alimenta.

Passou por várias paróquias, 9 no total. Mostrou-se empreendedor, visionário, servo comprometido por onde passou, fez amigos, faz até hoje e a sua vocação é motivação pra que ele se torne melhor a cada dia.

O conhecemos pelos sermões que prepara. O conhecemos no aperto de mãos, no sorriso na porta da igreja, no tapa na cabeça das crianças, na ousadia de colocar a palavra de Deus na atualidade sem perder sua essência. Ainda o conhecemos pela cor de seus carros, no desapego das coisas materiais, na atenção com os idosos, na necessidade de estar com pessoas ao seu redor… ele ama.

Mas, além disso, também viveu experiências incríveis, foi prefeito, empreendeu, experimentou essa realização pessoal, mas o chamado a viver e servir à Deus é mais forte; nós somos agraciados pela sua vida e comprometimento com sua vocação.

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Quem o conhece a mais tempo, pode dizer que ele é fiel ao que sente, pode dizer que ele sofre, sonha, deseja, que se decepciona, que projeta sempre novos caminhos, que é um amigo pra todas as horas, um confidente, um orientador e um eterno apaixonado.

Neste ano que se encerrara, houve lutas e conquistas, medo e superações, ansiedade e calmaria, certezas e incertezas, mas hoje a oportunidade de entregar o início desse novo ano é um sinal de que vale a pena viver com sabedoria, paz, crendo que o Pai que estas no céu te abençoa o tempo todo, todo tempo.

Fica aqui uma singela homenagem e nossa oração, para que seus dias sejam acrescentados aqui na Terra e que a cada ano de sua vida você possa se lembrar com alegria dos seus dias em nosso meio.

Nos te agradecemos por ser um presente de Deus em nossas vidas!

Felicidades hoje e sempre!

 

Liturgia – 15 de Novembro

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QUINTA FEIRA – 32ª SEMANA COMUM

Primeira Leitura: Filêmon 7-20

 

Leitura da carta de são Paulo a Filêmon – Caríssimo, 7grande alegria e consolo tive por causa de tua caridade. Os corações dos santos foram reanimados por ti, irmão. 8Por esse motivo, se bem que tenha plena autoridade em Cristo para prescrever-te tua obrigação, 9prefiro fazer apenas um apelo à tua caridade. Eu, Paulo, velho como estou e agora também prisioneiro de Cristo Jesus, 10faço-te um pedido em favor do meu filho que fiz nascer para Cristo na prisão, Onésimo. 11Antes, ele era inútil para ti; agora, ele é valioso para ti e para mim. 12Eu o estou mandando de volta para ti. Ele é como se fosse o meu próprio coração. 13Gostaria de tê-lo comigo, a fim de que fosse teu representante para cuidar de mim nesta prisão, que eu devo ao evangelho. 14Mas eu não quis fazer nada sem o teu parecer, para que a tua bondade não seja forçada, mas espontânea. 15Se ele te foi retirado por algum tempo, talvez seja para que o tenhas de volta para sempre, 16já não como escravo, mas, muito mais do que isso, como um irmão querido, muitíssimo querido para mim quanto mais ele o for para ti, tanto como pessoa humana quanto como irmão no Senhor. 17Assim, se estás em comunhão de fé comigo, recebe-o como se fosse a mim mesmo. 18Se em alguma coisa te prejudicou ou se alguma coisa te deve, põe em minha conta. 19Eu, Paulo, de meu punho o escrevo: eu o pagarei; para não dizer que tu mesmo me deves a própria vida. 20Sim, irmão, deixa que eu te explore no Senhor. Conforta em Cristo meu coração. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 145(146)

 

Feliz quem se apoia no Deus de Jacó!

  1. O Senhor faz justiça aos que são oprimidos; † ele dá alimento aos famintos, / é o Senhor quem liberta os cativos. – R.
  2. O Senhor abre os olhos aos cegos, / o Senhor faz erguer-se o caído, / o Senhor ama aquele que é justo. / É o Senhor quem protege o estrangeiro. – R.
  3. Quem ampara a viúva e o órfão, / mas confunde os caminhos dos maus. / O Senhor reinará para sempre! † Ó Sião, o teu Deus reinará / para sempre e por todos os séculos! – R.
Evangelho: Lucas 17,20-25

 

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – Naquele tempo, 20os fariseus perguntaram a Jesus sobre o momento em que chegaria o reino de Deus. Jesus respondeu: “O reino de Deus não vem ostensivamente. 21Nem se poderá dizer: ‘Está aqui’ ou ‘está ali’, porque o reino de Deus está entre vós”. 22E Jesus disse aos discípulos: “Dias virão em que desejareis ver um só dia do Filho do homem e não podereis ver. 23As pessoas vos dirão: ‘Ele está ali’ ou ‘ele está aqui’. Não deveis ir nem correr atrás. 24Pois, como o relâmpago brilha de um lado até o outro do céu, assim também será o Filho do homem no seu dia. 25Antes, porém, ele deverá sofrer muito e ser rejeitado por esta geração”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

 

Muitos judeus esperavam a restauração política de Israel. A isso denominavam o reinado de Deus. Enganam-se os fariseus querendo conhecer uma data precisa para a instauração do Reino. Ele já está presente. É o próprio Cristo, com sua ação libertadora. Ação capaz de reverter as ideias e os atos que sustentam a sociedade injusta, segundo o cântico de Maria (cf. Lc 1,51-53). Aos discípulos Jesus dá a entender que é inútil fazer especulações sobre sua pessoa. O Filho do Homem é imprevisível em suas manifestações. Está aqui e acolá: “Eu estarei com vocês todos os dias até o fim dos tempos” (Mt 28,20). O que se pode constatar é que antes “ele deve sofrer muito e ser rejeitado por esta geração”. O Reino de Deus está presente, mas sua expansão depende do espírito generoso de todos os cristãos.

Fonte/texto:saojosedojardimeuropa

GT da CNBB promove encontro com comunidades atingidas por mineração

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A comunidade de Piquiá de Baixo, um bairro no município de Açailândia (MA), é conhecida pela mobilização contra os impactos que sofrem desde a década de 1980 por conta da instalação de empresas siderúrgicas no local. A qualidade do ar e da água tornaram as condições de vida praticamente insustentáveis. Foi esta realidade que o Grupo de Trabalho sobre a Mineração da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) foi conhecer, no último final de semana.

Entre os dias 9 e 11 de novembro, aconteceu na paróquia Santa Luzia, o encontro de Comunidades Atingidas por Mineração em diálogo com a Igreja no Norte e Nordeste. Foram três dias de trocas de experiências com a participação de aproximadamente 60 membros de comunidades atingidas por mineração, líderes de pastoral que acompanham essas comunidades, religiosas/os, padres e bispos.

O bispo de Caxias (MA), dom Sebastião Lima Duarte, que preside o GT para as Questões de Mineração da CNBB, contou que o grupo presente no encontro pôde trabalhar a carta pastoral do Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam) sobre o tema “Discípulos Missionários guardiões da Casa Comum – reflexão à luz da encíclica Laudato Si’”. O texto, de acordo com o bispo, apresenta a preocupação da Igreja na América Latina com a mineração e os impactos na “vida das comunidades, das pessoas, do povo de Deus espalhado em toda a América Latina”.

Dom Sebastião informou que a carta será traduzida e oferecida a toda a Igreja no Brasil. Durante o evento, seis grupos estudaram a carta.

Foi uma reflexão Inspirada na Laudato Si’ e em tudo aquilo que o papa Francisco tem dito sobre estar a serviço dos pobres, solidários, parceiros a estes que precisam tanto da nossa solidariedade, do nosso amor cristão, para serem sujeitos da sua própria história e assim poderem estar atuando contra esse grande dragão que é a mineração na América Latina, no Brasil e aqui também entre nós, cada vez mais próxima da gente.

Visita à comunidade

De acordo relatório da Usina CTAH em parceria com a Rede Justiça nos Trilhos, da qual fazem partes missionários combonianos que atuam na região onde está instalado o Projeto de Mineração Carajás, laudos de 2007 demonstram a inviabilidade da convivência entre indústrias e assentamentos humanos na localidade: “Nesse contexto, a Associação Comunitária dos Moradores do Piquiá decidiu lutar coletivamente pelo reassentamento em uma nova área, livre da contaminação. Ao mesmo tempo, tomou iniciativas em busca da redução da poluição e da reparação pelos danos causados”.

Foi registrado alto índice de enfermidades, especialmente respiratórias, de pele e de visão, muitas delas levando moradores a óbito ou a comprometimentos permanentes.

Um dos assessores do GT para as questões de Mineração da CNBB, Reginaldo Urbano Argentino, ressaltou a necessidade de fortalecimento da mobilização das comunidades atingidas pela mineração: “A soma das nossas lutas, das nossas dores, dos nossos lamentos, dos nossos clamores neste momento é muito essencial. Se precisávamos ser fortes e unidos, agora bem mais”.

Reginaldo recordou os testemunhos de moradores de Piquiá de Baixo, visitados pelos participantes do encontro. “A realidade mexeu muito comigo, sobretudo o olhar para a pessoa humana. Existe todo um impacto degradante da natureza, percebemos a violação não só dos direitos, mas também do direito da natureza, de ser ela mesma, por si natural, e isso é um pecado, uma ferida como diz o papa Francisco, é um pecado da humanidade”, afirmou.

Um dos relatos foi de uma senhora chamada Raimunda. Urbano percebeu dor e esperança na partilha: “A dor de quem está partindo de onde queria jamais deixar. Ao mesmo tempo, há uma esperança de uma vida nova”.

Dona Raimunda falou de alegrias antes do projeto desenvolvimentista chegar à região: “Antes de 1984, a nossa vida era outra, Piquiá de Baixo tinha vida. Nós respirávamos ar puro, nós bebíamos água pura, nós vivíamos bem. Com todas as limitações, claro. Mas agora, não, tudo mudou”.

O Encontro de Comunidades Atingidas por Mineração em diálogo com a Igreja no Norte e Nordeste foi idealizado pelo Grupo de Trabalho sobre Mineração da CNBB, a rede Iglesias y Minería e a rede Justiça nos Trilhos, com apoio da 350.org Brasil e da Coalizão Não Fracking Brasil pelo Clima, Água e Vida (COESUS).

Fonte/texto:noticiascatolicas