Santuário Astorga

Archives: maio 2019

31 de Maio – Visitação de Nossa Senhora

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A Palavra de Deus nos convida a proclamarmos bem-aventurada aquela que, por aceitar Jesus, também se abriu à necessidade do outro

Sabemos que Nossa Senhora foi visitada pelo Arcanjo Gabriel com esta mensagem de amor, com esta proposta de fazer dela a mãe do nosso Salvador. E ela aceitou. E aceitar Jesus é estar aberto a aceitar o outro. O anjo também comunicou a ela que sua parenta – Santa Isabel – já estava grávida. Aí encontramos o testemunho da Santíssima Virgem – no Evangelho de São Lucas no capitulo 1, – quando depois de andar cerca de 100 km ela encontrou-se com Isabel.

Nesta festa, também vamos descobrindo a raiz da nossa devoção a Maria. Ela cantou o Magnificat, glorificando a Deus. Em certa altura ela reconheceu sua pequenez, e a razão pela qual devemos ter essa devoção, que passa de século a século.

“Porque olhou para sua pobre serva, por isso, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações.” (Lucas 1,48)

A Palavra de Deus nos convida a proclamarmos bem-aventurada aquela que, por aceitar Jesus, também se abriu à necessidade do outro. É impossível dizer que se ama a Deus, se não se ama o outro. A visitação de Maria a sua prima nos convoca a essa caridade ativa. A essa fé que se opera pelo amor. Amor que o outro tanto precisa.

Quem será que precisa de nós?

Peçamos a Virgem Maria que interceda por nós junto a Jesus, para que sejamos cada vez mais sensíveis à dor do outro. Mas que a nossa sensibilidade não fique no sentimentalismo, mas se concretize através da caridade.

Virgem Maria, Mãe da visitação, rogai por nós!

 

Fonte: cancaonova.com

10 conselhos práticos para a luta diária contra o demônio

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Há algum tempo, exorcista da Igreja Católica têm denunciado o aumento da atividade demoníaca e, por isso, pedem constantemente aos fiéis que se afastem do mal e do pecado, aproveitando o que Deus oferece para proteger o homem.

‘National Catholic Register’ reuniu vários conselhos sobre como prevenir o mal, com base em duas entrevistas com Mons. John Esseff, sacerdote da Diocese de Scranton (Pensilvânia), exorcista há mais de 40 anos; e com o Bispo de Springfield, Dom Thomas Paprocki.

A seguir, 10 conselhos práticos que compartilharam aos fiéis:

1. Odiar o pecado e se manter afastado do mal

Mons. Eseff indicou que “o trabalho habitual do demônio é o pecado” e “provoca a morte das almas”, portanto, sempre deve ser rechaçado.

“É melhor se proteger do mal do que tentar se livrar dele. Depois que ele abre uma porta, nem sempre pode ser fechada por conta própria”, acrescentou.

2. Nunca falar diretamente com o demônio

Deve-se entender que a batalha espiritual não é uma luta entre duas pessoas iguais. Somente em um exorcismo, o sacerdote fala com o demônio, mas requer uma permissão do bispo local para ter toda a autoridade da Igreja.

“Um leigo deve se dirigir somente a Deus, pois pode se envolver em problemas falando com o demônio”, explicou Dom Paprocki.

3. Reconhecer como o demônio trabalha

“A possessão é o trabalho extraordinário do diabo e é muito raro (embora a obsessão, a opressão, a infestação sejam mais comuns). Seu trabalho ordinário é a tentação e enfrentamos a tentação todos os dias”, afirma Dom Paprocki.

Por sua parte, Mons. Esseff, explica que “o poder de Satanás aumenta quando as pessoas não acreditam que ele é real. Deus é ‘Eu sou o que sou’, mas o diabo quer ser: ‘Eu sou o que não é’”.

4. Ter uma vida sacramental

Mons. Esseff destacou que depois que a confissão deixa de ser frequente, “a atividade de Satanás aumenta. Para diminuir a obra de Satanás, é necessário se confessar com mais frequência. A confissão é mais poderosa do que um exorcismo. A primeira é um sacramento e a outra é uma bênção”.

“A melhor maneira de nos proteger do mal é através dos sacramentos, porque foram instituídos por Jesus Cristo e nos enchem de graça para nos proteger e nos aproximar de Deus”, acrescentou Dom Paprocki.

5. Usar sacramentais

Pode-se usar sacramentais como a água benta, os terços, os escapulários e outros artigos religiosos porque “foram dados pela Igreja pela inspiração do Espírito Santo”.

“São formas que nos ajudam a ser santos”, indicou Dom Paprocki.

6. Pedir ajuda a Deus na oração

“Vocês devem dizer e fazer coisas de maneira diferente de como lhes indica a sua natureza. É a natureza humana que cai novamente nos hábitos antigos. As pessoas precisam procurar a Deus e rezar pela graça. Então, devem estar prontos para aceitar estas graças e se esforçarem por tomar boas decisões”, explicou Mons. Esseff.

Ambos os exorcistas recomendaram orações de proteção como o “Pai-Nosso”, o “Credo dos Apóstolos”, o “Credo Niceno-Constantinopolitano”, “A couraça da São Patrício” ou a São Miguel Arcanjo.

Também recordaram pedir a intercessão de Maria Santíssima e dos santos.

7. Abençoar o lar

“Podemos pedir para que um sacerdote abençoe a nossa casa e use orações menores de exorcismo. Um exorcismo menor não precisa de permissão do bispo para ser realizada”, sublinhou Dom Paprocki.

8. Consultar um sacerdote, caso necessite de ajuda

Mons. Esseff afirmou que, “quando um sacerdote reza e dá a sua bênção, está agindo na pessoa de Jesus Cristo, que é poderoso. Quando entro em uma sala, o diabo vê Jesus Cristo”.

9. Perseverar na leitura espiritual

Ler a Bíblia todos os dias. Além disso, os exorcistas recomendaram alguns livros católicos como o “Um Manual para a Guerra Espiritual”, de Paul Thigpen, e “Orações de Libertação”, de Pe. Chad Ripperger.

10. Visitar Deus no Santíssimo Sacramento

É importante dedicar um tempo para forcar-se somente na adoração a Deus, agradecer e pedir a sua ajuda para crescer com a graça. Recomenda-se participar da Hora Santa, pelo menos uma vez por semana.

Fonte/texto:acidigital.com.br

Irmãos gêmeos recebem ordenação sacerdotal no mesmo dia

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Giacomo e Davide são dois irmãos gêmeos, de 26 anos, que em 25 de maio foram ordenados sacerdotes juntos na Diocese de Treviso (Itália).

Estes dois irmãos iniciaram seu caminho vocacional aos 11 anos, quando receberam a proposta de fazer parte da pastoral vocacional no seminário de Treviso junto com outras crianças da catequese.

Pe. Giacomo conta que este caminho começou quando estavam no 5º ano do Ensino Fundamental e enfatiza que, diante desta oportunidade, nunca perguntou ao irmão o que ele faria, mas simplesmente compartilharam “um caminho”.

“Certamente, aos 11 anos, não me perguntava se queria ser sacerdote ou não. Tudo começou um pouco como uma nova aventura. Conforme fomos crescendo, cada um começou seu discernimento, aprofundando na teologia e na escolha de ser sacerdote”, explicou Pe. Giacomo a Famiglia Cristiana.

Por isso destacam que, embora seu caminho vocacional tenha sido paralelo, seu discernimento foi “pessoal, autônomo e livre”.

Durante todo este tempo, o apoio de sua família foi fundamental, razão pela qual sempre foram apoiados em sua decisão e em sua fé por sua mãe Agnese, por seu pai Giampietro e por suas irmãs Irene e Maria.

“Nestes anos, nunca nos sentimos sozinhos, sempre estivemos acompanhados, apoiados, sobretudo, por nossos pais. Graças ao seu primeiro ‘sim’ e ao seu testemunho de vida, pudemos dizer o nosso ‘sim’. Quando fomos do ministério de jovens para o seminário, tínhamos 15 anos de idade”, explica um dos irmãos.

Durante estes 15 anos, tiveram que reafirmar sua decisão em numerosas ocasiões, desde que começaram com 11 anos a participar da pastoral vocacional do seminário em Treviso.

Uma dessas ocasiões foi quando Giacomo e Davide terminaram o Bacharelado Científico e de Comunicação, respectivamente, e iniciaram os estudos de Teologia no seminário. E também agora, ao ser ordenado sacerdote, Pe. Davide assegura que ter dito “sim” ao Senhor lhe dá uma “grande paz interior”, “como nunca antes havia sentido”.

“Finalmente eu disse ‘sim’ ao Senhor de maneira definitiva. Sei que estou onde o Senhor quer. E tenho a sorte de ter o meu irmão ao meu lado para compartilhar a profundidade e a importância de tudo o que estamos vivendo”, assegurou.

Fonte/texto:acidigital.com.br

Papa Francisco chega à Romênia para sua viagem apostólica

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O Papa Francisco chegou há pouco à Romênia para dar início à sua viagem apostólica a este país, que tem início nesta sexta-feira 31 de maio e decorre até o próximo domingo 2 de junho.

O avião da companhia italiana Alitalia que levou o Santo Padre saiu do aeroporto de Roma-Fiumicino às 8:10 da manhã, hora italiana, e aterrissou no aeroporto Henri Coanda-Otopeni de Bucareste às 11:30 hora da Romênia.

À sua chegada ao aeroporto da capital romena, esperavam ao Pontífice o presidente da Romênia, Klaus Werner Iohannis, junto com sua mulher. Também duas crianças que levavam trajes típicos saudaram o Papa e lhe entregaram um buquê de flores.

Junto ao local das autoridades, 400 fiéis receberam ao Santo Padre com bandeiras e cânticos. Logo em seguida, o Papa Francisco saudou os Bisposda Romênia e transladou-se em automóvel ao Palácio Cotroceni, sede da Presidência da Romênia, onde será a cerimônia de boas-vindas.

Durante o trajeto em avião entre Roma e Bucareste, o Papa dirigiu aos jornalistas que o acompanhavam umas breves palavras: “Bom dia e obrigado pela companhia nesta viagem. Dizem-nos que o clima não estará bom, que choverá, mas esperemos que aconteça o mesmo que na Bulgária, quando nos disseram o mesmo e ao final tudo saiu bem. Obrigado pelo seu trabalho e sua companhia”.

Conforme informou o Vaticano, esta viagem do Papa Francisco à Romênia tem, principalmente, um objetivo ecumênico, além da confirmação e fortalecimento da comunidade católica do país.

Conforme informou o diretor interino da Sala de Imprensa da Santa Sé, Alessandro Gisotti, em um recente encontro com meios de comunicação, “o tema do ecumenismo de sangue estará muito presente com a beatificação dos sete Bispos greco-católicos mártires na última jornada”.

Esta cerimônia de beatificação no domingo 2 de junho, será o ato principal desta viagem. “O dado da beatificação é muito significativo no caminho de reforço do diálogo entre católicos e ortodoxos”, assinalou Gisotti.

Fonte/texto:acidigital.com.br

LITURGIA-31 DE MAIO SEXTA FEIRA

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VISITAÇÃO DE NOSSA SENHORA

(branco – ofício da festa)

Vinde e escutai, todos os que temeis a Deus, e eu vos direi tudo o que o Senhor fez por mim, aleluia! (Sl 65,16)

A Igreja encerra o mês dedicado a Maria com a festa da Visitação de Nossa Senhora. Mostrando confiança nos desígnios do Pai, Maria partilha com Isabel sua ajuda e sua alegria. A exemplo da Mãe de Jesus e nossa mãe, exultemos no Senhor.

Primeira Leitura: Sofonias 3,14-18

 

Leitura da profecia de Sofonias – 14Canta de alegria, cidade de Sião; rejubila, povo de Israel! Alegra-te e exulta de todo o coração, cidade de Jerusalém! 15O Senhor revogou a sentença contra ti, afastou teus inimigos; o rei de Israel é o Senhor, ele está no meio de ti, nunca mais temerás o mal. 16Naquele dia se dirá a Jerusalém: “Não temas, Sião, não te deixes levar pelo desânimo! 17O Senhor, teu Deus, está no meio de ti, o valente guerreiro que te salva; ele exultará de alegria por ti, movido por amor; exultará por ti, entre louvores, 18como nos dias de festa. Afastarei de ti a desgraça, para que nunca mais te cause humilhação”. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: Is 12

 

O santo de Israel é grande entre vós.

  1. Eis o Deus, meu salvador, eu confio e nada temo; † o Senhor é minha força, meu louvor e salvação. / Com alegria bebereis do manancial da salvação. – R.
  2. E direis naquele dia: “Dai louvores ao Senhor, † invocai seu santo nome, anunciai suas maravilhas, / entre os povos proclamai que seu nome é o mais sublime. – R.
  3. Louvai, cantando ao nosso Deus, que fez prodígios e portentos, / publicai em toda a terra suas grandes maravilhas! / Exultai, cantando alegres, habitantes de Sião, / porque é grande em vosso meio o Deus santo de Israel!” – R.
Evangelho: Lucas 1,39-56

 

Aleluia, aleluia, aleluia.

És feliz porque creste, Maria, pois em ti a palavra de Deus vai cumprir-se, conforme ele disse (Lc 1,45). – R.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – 39Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judeia. 40Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel. 41Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. 42Com um grande grito, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! 43Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? 44Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. 45Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu”. 46Maria disse: “A minha alma engrandece o Senhor, 47e o meu espírito se alegra em Deus, meu salvador, 48porque olhou para a humildade de sua serva. Doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada, 49porque o Todo-Poderoso fez grandes coisas em meu favor. O seu nome é santo 50e sua misericórdia se estende, de geração em geração, a todos os que o temem. 51Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os soberbos de coração. 52Derrubou do trono os poderosos e elevou os humildes. 53Encheu de bens os famintos e despediu os ricos de mãos vazias. 54Socorreu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, 55conforme prometera aos nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência para sempre”. 56Maria ficou três meses com Isabel; depois voltou para casa. – Palavra da salvação.

Reflexão:

 

A festa da “Visitação” retrata o episódio em que Maria, já grávida, visita Isabel, gestante há seis meses. No plano humano, trata-se do simples encontro entre a jovem Maria e a idosa Isabel, que espera pelo nascimento de João Batista. No plano teológico, enquanto traz no seio o seu filhinho, o Messias, Maria torna-se verdadeira habitação de Deus e como tal é reverenciada pela prima: “Você é bendita entre as mulheres, e bendito é o fruto do seu ventre!” Então Maria proclama um dos mais belos hinos do Novo Testamento. Doravante não será mais com pedras que se edificará a morada de Deus, mas com a fé, o amor e a esperança. A festa da Visitação de Nossa Senhora, celebrada pelos Franciscanos no final do século XIII, foi introduzida no calendário universal pelo papa Urbano VI, em 1389.

Fonte/texto:paulus .com.br

Ascensão do Senhor, a certeza de que um dia voltará

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A Ascensão é uma solenidade litúrgica comum a todas as Igrejas cristãs, que é celebrada 40 dias depois da Páscoa da Ressurreição. Com a Ascensão ao Céu conclui-se a presença de Cristo no contexto histórico e inaugura-se a história da Igreja. No Brasil é celebrada no próximo domingo

Cidade do Vaticano

“Depois de dizer isto, Jesus foi elevado, à vista deles, e uma nuvem o retirou aos seus olhos. Continuavam olhando para o céu, enquanto Jesus subia. Apresentaram-se a eles então dois homens vestidos de branco, que lhes disseram: ‘Homens da Galileia, por que ficais aqui, parados, olhando para o céu? Esse Jesus que, do meio de vós, foi elevado ao céu, virá assim, do mesmo modo como o vistes partir para o céu’” (At 1, 9-11).

Ouça e compartilhe!

Na quinta-feira da sexta semana do Tempo Pascal celebra-se no Vaticano e em alguns países do mundo, a solenidade da Ascensão, que no Brasil e em outras nações, celebra-se no domingo. Estamos no Tempo Pascal, ou seja da alegria, da libertação da morte e do pecado graças à Ressurreição, no tempo da promessa de salvação. Portanto, Jesus despede-se novamente dos apóstolos que agora estão prontos para o destacamento, como filhos crescidos. Porém, a separação é só aparente porque o Senhor, invisível, continua a operar na Igreja, e é temporâneo, porque um dia Ele voltará.

Fontes históricas e origens da solenidade

Os Evangelhos falam pouco da Ascensão: Mateus e João terminam suas narrações com a aparição de Jesus depois da Ressurreição; Marcos dedica-lhe a última frase do texto, enquanto que Lucas descreve muito mais, principalmente nos Atos dos Apóstolos. Nos Atos, Lucas detalha que 40 dias depois da Páscoa – um número muito simbólico em toda a Bíblia – Jesus conduz os apóstolos para Betânia e ao chegar no Monte das Oliveiras (chamado por isso Monte da Ascensão) os abençoa e fala a todos antes de subir ao céu e retornar ao Pai. Neste discurso Jesus confirma a promessa da vinda do Espírito que não os deixará sós e prefigura a sua segunda vinda, no final dos tempos. A celebração da Ascensão tem origens antigas e é testemunhada tanto por Eusébio de Cesareia como pela peregrina Egéria, e é influenciada pela tradição judaica como por exemplo na imagem da “subida” para Deus não apenas física – embora catedrais e mosteiros estejam quase sempre em posições elevadas – mas também espiritual, entendida como purificação e recolhimento para escutar a sua Palavra. Inicialmente era celebrada em Belém para evidenciar que tudo tinha começado ali e era unida à festa de Pentecostes, celebrada na tarde do mesmo dia. Mas no século V-VI já estavam separadas como demonstram São João Crisóstomo e Santo Agostinho que dedicaram várias homilias à Ascensão.

O significado da Ascensão

Retornando ao Pai, Jesus conclui um ciclo, que atravessou a sua existência humana para voltar aos céus, mesmo permanecendo vivo e presente na Igreja. Mas é graças ao momento da Ascensão que esta dicotomia entre céus e terra é superada: Jesus parte, mas apenas precede – como um irmão, como um rei e como o Filho predileto -, todos os homens no paraíso, ali onde está Deus. Como um homem, Jesus tinha descido aos infernos para salvar Adão e assim, com a Ascensão, reitera mais uma vez que o céu é o destino que o homem deve almejar, a santidade, resumindo o sentido do mistério da Encarnação e o objetivo final da salvação. A glorificação da natureza humana, encarnada pelo Verbo em toda a sua pobreza e mais tarde, elevada aos céus por Ele, é muito bem explicada em várias orações da tradição bizantina nas quais superar-se a disputa entre céu e terra.

“À direita do Pai”

Há muitos pontos, dentro dos Evangelhos, nos quais Jesus prefigura o que acontecerá na Ascensão, por exemplo na Última Ceia, quando anuncia “vou ao Pai”. E o lugar à direita do Pai é, justamente, o lugar de honra, o Filho predileto que por amor se fez carne, morreu e ressuscitou para salvar a humanidade. Aquele lugar é seu para sempre, porque Jesus antes de ser um homem é Filho do Pai e junto d’Ele tem a glória eterna. Portanto, Jesus sobe aos céus para dar início ao reino que não tem fim, mas também para preparar o nosso lugar no céu. Se Jesus não retornasse ao Pai nos céus, não haveria redenção nem salvação para o homem: de fato, só assim Ele completa a Sua Ressurreição enviando ao mundo, em seguida, o Consolador.

Fonte/texto:vaticannews.va

Hoje é celebrada Santa Joana D’Arc, heroína mártir que salvou a França

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Eu não fiz nada que não me tenha sido ordenado por Deus ou por seus anjos”, disse Santa Joana D’Arc, jovem camponesa analfabeta que se tornou padroeira da França com o poder da oração e o amor pela Igreja, mesmo quando foi condenada à morte.

Santa Joana D’Arc nasceu em 1412, em Domrémy (atual França). Nunca aprendeu a ler e escrever, mas recebia com frequência os sacramentos, ajudava os doentes e era bondosa com os peregrinos. No povoado, todos gostavam dela.

Nessa época, a Inglaterra invadiu a França. As cidades caíram uma após a outra e Carlos VII considerava que tudo estava perdido.

Santa Joana, aos quatorze anos, começou a ter experiências místicas e São Miguel Arcanjo, Santa Catarina e Santa Margarida apareceram a ela. Pediram a ela que salvasse a França e a jovem foi enviada a falar com Carlos VII.

Após uma série de obstáculos, conseguiu uma audiência. Carlos VII se disfarçou para confundir a santa, mas ela o localizou rapidamente. Mais tarde, Santa Joana partiu com uma expedição para salvar a cidade de Orleans, carregando uma bandeira com os nomes de Jesus e Maria e uma imagem do Pai Eterno.

Depois de árduos enfrentamentos, a cidade foi recuperada e posteriormente realizou-se a coroação de Carlos VII. Assim, Santa Joana terminou o que lhe havia sido confiado e a sua carreira de triunfos militares.

Mais tarde, ela seguiu lutando, mas sem vitórias, teve problemas na realeza e foi presa em um campo de batalha pelos borgonheses, que a venderam para os ingleses. Foi acusada de bruxaria e da heresia e, depois de um julgamento no qual não teve defesa, foi determinado que suas revelações tinham sido diabólicas. A Universidade de Paris a acusou em termos violentos.

Santa Joana D’Arc foi entregue ao âmbito secular como herege renegada e levada à praça do mercado de Rouen, onde foi queimada viva, enquanto gritava o nome de Jesus e olhava para uma cruz. Partiu para a Casa do Pai em 30 de maio de 1431, aos 19 anos.

O Papa Calisto III nomeou uma comissão para examinar de novo o caso e “reabilitou” plenamente Joana D’Arc. Em 1920, ela foi canonizada pelo Papa Bento XV.

Santa Joana era uma figura extraordinária, sua espada jamais foi manchada de sangue, nunca matou ninguém e durante as batalhas manteve-se em oração, sustentando a sua bandeira. Sempre se sentiu orgulhosa de sua virgindade.

Sua perseverança na fé e na Igreja fez com que a Universidade de Paris, que se rogava ao direito de controle sobre os assuntos pontifícios e cujos membros apoiaram o último antipapa Félix V, ficou desacreditada por sua participação no processo contra a santa.

Além disso, a separação dos reinos da França e da Inglaterra preservou a França do cisma de Henrique VIII, com a sua igreja anglicana, que ocorreu mais tarde.

Fonte/texto:acidigital.com;br

Americana que nasceu com 244 gramas é o menor bebê do mundo a sobreviver

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Uma menina que pesava 244 gramas e media 23 centímetros ao nascer foi anunciada como o menor bebê do mundo a sobreviver, informou na quarta-feira (29/5) uma maternidade de San Diego (Califórnia, EUA) após lhe dar alta cinco meses após ter ficado em cuidados intensivos.

A bebê, identificada como Saybie, nasceu em dezembro no Sharp Mary Birch Hospital for Women & Newborns, a maior maternidade do estado americano, o mesmo que uma maçã grande – 7 gramas menor que o do bebê que até então detinha o recorde, nascido na Alemanha.

“Foi o dia mais assustador da minha vida. Passei mal, achei que fosse da gravidez”, disse a mãe da menina que pediu para manter preservada a identidade de sua família

“Disseram que tinha pré-eclâmpsia (complicação da gestação potencialmente severa que se caracteriza por pressão alta). Passava dos 200. Disseram que tinha que dar à luz rápido”, lembrou ela. “Repetia ‘não vai sobreviver, tem apenas 23 semanas'”, completou.

Uma gravidez dura em média 40 semanas. Saybie nasceu de uma cesariana de emergência com 23 semanas e três dias de gestação.

Uma bebê “micro prematura” (menos de 28 semanas) enfrenta hemorragias cerebrais e problemas pulmonares e cardíacos, com pequenas chances de sobrevivência.

“Disseram ao meu marido que teria uma hora com ela e que em seguida morreria. Mas essa hora virou duas, e estas duas, um dia, e em seguida uma semana”, contou a mãe em um vídeo divulgado pelo hospital.

Saybie levou 5 meses para ter alta
Saybie levou 5 meses para ter alta Foto: AFP
Saybie sorri ao deixar maternidade em San Diego
Saybie sorri ao deixar maternidade em San Diego Foto: AP

Teve alta pesando 2,26kg e 40cm, com boa saúde, segundo um comunicado do hospital.

Saybie tornou-se a menor recém-nascida do mundo a sobreviver ao parto, segundo registro da Universidade de Iowa.

“Cada vida é um milagre, mas aqueles que desafiam as possibilidades, o são ainda mais”, disse à agência France Presse Edward Bell, médico pediatra que tem o registro.

'Disseram ao meu marido que teria uma hora com ela e que em seguida morreria', comentou a mãe sobre Saybie
‘Disseram ao meu marido que teria uma hora com ela e que em seguida morreria’, comentou a mãe sobre Saybie Foto: AP
Enfermeira segura SaybieFonte/texto:extraglobo.com

Parolin: na Romênia, o Papa recordará as raízes cristãs da Europa

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A 30ª viagem apostólica de Francisco será marcada pelo diálogo ecumênico e pelo convite a redescobrir os valores que fundaram a Europa

Massimiliano Menichetti – Cidade do Vaticano

Grande expectativa pela chegada do Papa na Romênia. Francisco, reitera o Secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, levará uma mensagem de encorajamento e de unidade, seguindo os passos da histórica viagem de São João Paulo II. O lema oficial da visita, que será marcadamente mariana é “Caminhemos juntos”.

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Eminência, com qual espírito o Papa se prepara para partir?

Parolin: A partida será no dia em que a Igreja latina celebra a Visitação de Maria; Maria que se põe em viagem para ajudar sua prima Isabel. Portanto  o lema que caracteriza esta viagem do Papa, também tem uma forte marca mariana. É uma forma de caminhar juntos segundo o estilo da Santíssima Virgem, um estilo feito de humildade, de serviço, de caridade, para com a prima e os mais necessitados. Parece-me que o Papa inspire-se justamente neste comportamento, com este espírito: quer fazer-se peregrino para compartilhar o caminho com as comunidades cristãs, a comunidade civil, a sociedade na Romênia; quer se fazer pastor para encorajar na fé os seus irmãos e as suas irmãs, considerando também a riqueza das expressões e dos ritos que caracterizam a Igreja na Romênia. O Papa quer também ser testemunha da caridade, principalmente com os jovens, convidando-os a buscarem sempre a cultura do encontro, que verdadeiramente permite reunirem-se em um momento histórico no qual prevalecem as divisões e as contraposições. Parece-me que este seja o espírito com o qual o Santo Padre pretende fazer esta viagem.

Será um encontro com as comunidades latinas e greco-católicas em um país com maioria ortodoxa. Uma viagem pastoral, mas que terá também grande conotação ecumênica…

Parolin: Exatamente, esta será também uma característica que marca esta viagem. Recordemos da viagem de São João Paulo II vinte anos atrás, em maio de 1999, à Romênia. Podemos dizer que foi uma viagem histórica, porque abriu as portas para a visita a outros países com maioria ortodoxa. Todos lembramos do grito da multidão na praça: “Unidade! Unidade!”. Sem dúvida aquele foi o primeiro passo, um passo fundamental. A viagem do Papa Francisco coloca-se nesses passos, quer ser um ulterior passo adiante neste sentido, trabalhando para o ecumenismo. Creio que do ponto de vista ecumênico devem ser evidenciadas duas coisas: uma primeira, é que a Romênia pode ser considerada uma encruzilhada onde se encontram a Europa Oriental e a Ocidental, uma ponte entre as várias realidades, como foi manifestado também pelo seu riquíssimo patrimônio artístico; a segunda é o aspecto do testemunho comum. Já houve um ecumenismo, que o Papa chama um ecumenismo de sangue, ou seja, fiéis que pertenciam ou à Igreja católica ou à Igreja ortodoxa que sofreram sob o regime ateísta que negava a liberdade religiosa e os direitos dos fiéis crentes. Portanto já tiveram uma unidade no sofrimento, no martírio. Esperamos que estes nossos irmãos que já estão no céu gozando da glória de Deus depois de terem sofrido na terra, possam ajudar todos a prosseguirem neste caminho.

No Santuário mariano de Șumuleu-Ciuc, o Papa será recebido por uma minoria húngara, concentrada na Transilvânia. Alguns falam provocatoriamente de uma viagem na viagem. É assim mesmo?

Parolin: Na Romênia podemos recordar uma outra imagem usada por São João Paulo II quando falou do “jardim de Nossa Senhora”, no sentido de um jardim diversificado. No país há várias comunidades: católicos que são latinos de várias línguas: romeno, húngaro, polonês, croata… também há a comunidade armênia, porém a grande maioria é formada por ortodoxos de várias etnias, entre as quais a húngara, que constitui uma presença significativa. Todos conhecemos a sensibilidade do Papa, e o seu incessante apelo pelo respeito às várias tradições, culturas, costumes de todas as realidades, que existe dentro de um país. Acredito que o Papa fará um apelo neste sentido, ou seja, o respeito dentro da unidade do país. E no Santuário, este apelo irá ressoar particularmente forte, um apelo para caminhar juntos, como diz o lema desta viagem, superando as divisões históricas e reencontrando todos na unidade da fé compartilhada.

Como o senhor disse, Francisco irá à Romênia 20 anos depois de São João Paulo II. Hoje o país coloca-se com esperança em uma Europa onde recentemente foram realizadas as eleições. Qual mensagem o Papa leva aos romenos?

Parolin: Creio que o Papa leve uma mensagem de encorajamento. A Romênia viveu momentos difíceis na sua história: a ocupação estrangeira, o longo período de ateísmo… Faz parte da União Europeia desde 2007, dando uma notável contribuição, principalmente com seu patrimônio cultural. Recentemente, em Sibiu, foi feita uma reunião de cúpula, na qual foi colocada em relevo a importância da paz, do longo período de paz garantido pela União Europeia, a prosperidade e o progresso que isso comporta. Naturalmente o Papa recordará os valores que fundaram a Europa e também as raízes cristãs, porque estes valores – a dignidade da pessoa, a solidariedade – encontram seu fundamente mais sólido no patrimônio cristão do qual também a Romênia é portadora. Portanto será um encorajamento a continuar a dar sua própria contribuição à construção desta Europa que, esperamos, torne-se cada vez mais sólida, baseada em valores fundamentais como são os valores cristãos.

Fonte/texto:vaticannews.va

30 de Maio – SANTA JOANA D’ARC

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SANTA JOANA D’ARC30/05

Joana nasceu na região francesa de Lorena, em 6 de janeiro de 1412. Cresceu no meio rural, piedosa, devota e analfabeta. Assinava seu nome utilizando uma cruz. Aos treze anos, começou a viver experiências místicas. Os pais acharam que estava louca.

A França vivia a guerra dos cem anos com a Inglaterra. Os franceses estavam enfraquecidos com o rei deposto e os ingleses tentando firmar seus exércitos para tomar de vez o trono. Joana, nas suas orações, recebia mensagens que exigiam que ela expulsasse os invasores, reconquistasse a cidade de Órleans e reconduzisse ao trono o rei Carlos VII.

O rei só concordou em seguir os conselhos de Joana quando percebeu que ela realmente era um sinal de Deus. Deu-lhe a chefia de seus exércitos. Joana vestiu armadura de aço, empunhou como única arma uma bandeira com a cruz e os nomes de Jesus e Maria nela bordados, chamando os comandantes à luta pela pátria e por Deus.

Os franceses sitiados reagiram e venceram os invasores ingleses, livrando o país da submissão. Carlos VII foi então coroado na catedral de Reims, como era tradição na realeza francesa.

Quanto a Joana, foi ferida, traída e vendida para os ingleses, que decidiram julgá-la por heresia. Num processo religioso, grotesco, completamente ilegal, foi condenada à fogueira como “feiticeira, blasfema e herética”. Tinha dezenove anos e morreu murmurando os nomes de Jesus e Maria, em 30 de maio de 1431.

Vinte anos depois, o processo foi revisto pelo Papa Calisto III, que constatou a injustiça e a reabilitou. Joana d’Arc foi canonizada em 1920 pelo Papa Bento XV, sendo proclamada padroeira da França.

Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR

 REFLEXÃO Joana entrou para a história como mito. Aquela jovem camponesa de 20 anos incompletos, tendo como arma principal sua fé, tornou-se respeitada como uma grande líder. Joana D’Arc é considerada a maior heroína nacional da França. Seu nome, imagem e história estão presentes em todo o país. Mesmo tendo sido uma guerreira, ela jamais deixou de praticar sua fé em Jesus Cristo.

ORAÇÃO Ó Deus, que nos alegrais com a comemoração de Santa Joana d’Arc, concedei que sejamos ajudados pelos seus méritos e iluminados pelos seus exemplos de castidade e fortaleza. Por Cristo nosso Senhor. Amém!

Fonte:www.a12.com