Santuário Astorga

Archives: agosto 2018

Universitários mudam imagem da Virgem por lenço verde do aborto na Argentina

Posted on

Alunos da Faculdade de Direito da Universidade Nacional de Córdoba (UNC), na Argentina, retiraram a imagem da Virgem Maria, que estava na entrada do edifício, e a substituíram por um lenço verde da campanha do aborto.

Além disso, os alunos colocaram um lenço laranja, símbolo da campanha da separação entre a Igreja e o Estado. Tudo isso aos gritos de “Igreja, Estado, assuntos separados”.

O fato ocorreu na segunda-feira, 27 de agosto, durante a assembleia interclaustros, quando os estudantes resolveram retirar todas as imagens religiosas do local.

A imagem da Virgem Maria foi levada a uma delegacia até que se determine a sua realocação, enquanto os estudantes que a retiraram foram denunciados ante a Justiça pelo decano da Faculdade.

Fonte: www.acidigital.com

Atacam com coquetel molotov histórica igreja de São Roque na Argentina

Posted on

A histórica igreja de São Roque, localizada no centro da cidade de Córdoba (Argentina), foi alvo de um ataque através de um incêndio perpetrado por desconhecidos, que também picharam o local com símbolos anarquistas.

O ataque ocorreu na madrugada da terça-feira, 28 de agosto, quando os agressores jogaram coquetéis molotov nas portas do templo, que foi construído em 1760 e estava fechado ao público.

A igreja, constituída Patrimônio Histórico Nacional desde 1941, foi pichada com a seguinte frase: “Queimarão na vingança” e, além disso, os agressores deixaram panfletos com uma mensagem intitulada “Deus morreu, nós, bruxas, o abortamos”.

“Estamos atrás de vocês, genocidas, fascistas, sacerdotes violadores. Vocês e seus templos queimarão na vingança”, assinala o cartaz.

Às 4h (hora local), a polícia, que estava vigiando esta região, viu as chamas na porta principal do templo. Primeiro, apagaram o fogo e logo em seguida começaram a investigação para encontrar os criminosos.

A poucos metros do local há uma câmera de segurança da Polícia de Córdoba que conseguiu capturar imagens deste incidente, as quais foram enviadas à delegacia local para a investigação.

Fonte: www.acidigital.com

Terroristas islâmicos do Boko Haram enviam prova de vida de menina cristã sequestrada

Posted on

O grupo terrorista islâmico Boko Haram enviou uma prova de vida da jovem Leah Sharibu, uma cristã de 15 anos que permanece sequestrada desde fevereiro deste ano por não renunciar a sua fé.

Em 13 de fevereiro, o governo da Nigéria confirmou o sequestro de 110 meninas do Colégio de Ciência e Tecnologia do governo de Dapchi, no estado de Yobe, por membros do Boko Haram.

Um mês depois, em 19 de março, todas as meninas foram libertadas exceto uma: Leah Sharibu. A jovem cristã de 15 anos se negou a se converter ao Islã e atualmente segue nas mãos dos terroristas muçulmanos.

Seus sequestrados enviaram na última segunda-feira ao jornal nigeriano ‘The Cable’ um áudio de 35 segundos como prova de vida e também uma fotografia na qual se vê a jovem vestida com um hijab, um véu que cobre a cabeça e o colo e é usado por mulheres muçulmanas.

A jovem fala em seu dialeto nativo, o Hausa, e, segundo uma transcrição publicada por ‘Open Doors’, afirma: “Sou Leah Sharibu, a menina que foi sequestrada do Colégio de Ciências e Tecnologia do Governo de Dapchi. Faço um chamado ao governo e às pessoas de boa vontade para que me ajudem com este problema”.

“Também rogo que ajudem minha mãe, meu pai, meu irmão mais novo e meus parentes. Amavelmente, peço-lhes que me ajudem a sair desta situação. Rogo-lhes que me tratem com compaixão, faço um chamado ao governo, especialmente ao presidente, para que se apiede de mim e me tire desta grave situação. Obrigada”, assegura Leah.

O governo nigeriano está trabalhando para confirmar a veracidade desta gravação, mas Nathan Sharibu, pai da jovem sequestrada, a reconheceu.

“Realmente é a sua voz. Não pensava sequer que estivesse vida”, afirmou o pai de Leah ao meio de comunicação britânico ‘BBC’.

A mãe de Leah compartilhou com ‘Open Doors’, uma organização especializada na ajuda a cristãos perseguidos, o testemunho de uma das meninas sequestradas no momento em que estavam sendo colocados em um caminhão para serem libertadas posteriormente.

“Disseram a Leah para que recitasse algumas orações islâmicas para pode subir no caminhão, mas ela se negou. Disse: ‘Nunca farei isso, porque não sou muçulmana’. Isso os aborreceu muito e lhe disseram que se não renunciasse a Cristo ficaria com eles. Mas, Leah se negou. Vimos como foi deixada com outros membros [do Boko Haram]. Choramos até que o caminhão desapareceu”.

Segundo dados de ‘Open Doors’, terroristas do Boko Haram sequestraram mais de 2 mil crianças desde 2009. Um de seus sequestros mais conhecidos foi o de 276 meninas de uma escola da aldeia de Chibok. Atualmente, mais de 100 dessas meninas permanecem em seu poder.

Fonte: www.acidigital.com

Liturgia 31 de Agosto

Posted on

Evangelho (Mt 25,1-13): Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: «O Reino dos Céus pode ser comparado a dez moças que, levando suas lamparinas, saíram para formarem o séquito do noivo. Cinco delas eram descuidadas e as outras cinco eram previdentes. As descuidadas pegaram suas lâmpadas, mas não levaram óleo consigo. As previdentes, porém, levaram jarros com óleo junto com as lâmpadas. Como o noivo demorasse, todas acabaram cochilando e dormindo. No meio da noite, ouviu-se um alvoroço: ‘O noivo está chegando. Ide acolhê-lo!’. Então todas se levantaram e prepararam as lâmpadas. As descuidadas disseram às previdentes: ‘Dai-nos um pouco de óleo, porque nossas lâmpadas estão se apagando’. As previdentes responderam: ‘De modo algum, pois o óleo pode ser insuficiente para nós e para vós. É melhor irdes comprar dos vendedores’. Enquanto elas foram comprar óleo, o noivo chegou, e as que estavam preparadas entraram com ele para a festa do casamento. E a porta se fechou. Por fim, chegaram também as outras e disseram: ‘Senhor! Senhor! Abre-nos a porta!’. Ele, porém, respondeu: ‘Em verdade vos digo: não vos conheço!’. Portanto, vigiai, pois não sabeis o dia, nem a hora».

«Em verdade vos digo: não vos conheço»

fonte/texto: evangeli.net

“Conhecer, refletir e discernir” a cada propostas dos candidatos à Presidência da República sãos os objetivos do debate da CNBB

Posted on

O arcebispo de Brasília (DF) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) cardeal Sergio da Rocha chama atenção dos cristãos para a importância do debate – com os candidatos e candidatas que concorrem ao cargo de Presidente da República nas eleições deste ano – que a entidade promove em Aparecida (SP), no próximo dia 20 de setembro, às 21h30.

“É muito importante no período eleitoral conhecer bem os candidatos e as propostas, por isso mesmo nós, a CNBB, queremos oferecer uma oportunidade para conhecer as propostas, as ideias e as posturas dos candidatos. A CNBB já realizou debates no passado. Agora vamos ter novamente este debate que esperamos que possa contribuir para conhecer, refletir e discernir”, disse.

O presidente da CNBB lembra que para este debate foram observadas as normas e regras da Justiça Eleitoral do Brasil. O cardeal assegurou que questões que interessam aos católicos no Brasil estarão presentes por meio de perguntas que os bispos brasileiros farão aos que disputam a cadeira do maior cargo do poder Executivo no país.

Outro ponto a ser assegurando, segundo o cardeal, é o papel que os eleitores são convidados a ter no processo político. “Queremos contribuir no processo de reflexão e discernimento, sem substituir jamais aquilo que é o papel do eleitor”, disse. O eleitor, em sua avaliação, precisa procurar fazer uma escolha consciente de forma responsável, sabendo das consequências de seu voto para o Brasil neste momento de crise.

O projeto, organizado e gerado pela TV Aparecida, acontece no Santuário Nacional, na arena do Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida, no dia 20 de setembro, às 21h30. Veja, abaixo, o convite à participação do presidente da CNBB cardeal Sergio da Rocha

Fonte/texto:noticiascatolicas

Papa aos jornalistas: a fé dos irlandeses mais forte do que a chaga dos abusos

Posted on

O espaço para dizer o que neste momento carrega no coração – oferecer um pensamento sobre a viagem que acaba de terminar – Francisco tira para si mesmo no final, depois de mais de 40 minutos dedicados a temas ditados pela crônica do dia e pelo interesse de seus interlocutores. A sua não é uma verdadeira resposta, porque tecnicamente não havia dúvida, mas é todavia a convicção que o Papa traz consigo depois de dois dias intensos. “Eu encontrei muita fé na Irlanda”, disse aos jornalistas no voo de Dublin a Roma. Os irlandeses sofreram muito por causa dos escândalos, mas sabem distinguir, disse, “a verdade das meias-verdades”, como lhe disse algumas horas antes um bispo. E se no “processo de cura em andamento” há coisas que parecem afastar da fé, essa fé permanece sólida.

“Não direi uma palavra”

As sete perguntas que precedem a resposta não solicitada de Francisco são como planetas que giram em torno do sol trágico dos abusos. O que chama a atenção dos ouvidos e faz escrever mais freneticamente no teclado do computador é a resposta que o Papa dá ao caso do dia. O segundo dia em Dublin começou com o documento do ex-núncio apostólico nos Estados Unidos, o arcebispo Carlo Maria Viganò, que chama em causa o Papa no episódio do Card. McCarrick, acusado de assédio sexual contra jovens seminaristas. Francisco é breve e convida os jornalistas a tirarem suas próprias conclusões. “Eu sinceramente digo isto: leiam com cuidado e façam o seu próprio julgamento. Não vou dizer uma palavra sobre isso. Creio que o documento fala por si “.

Um júri para cada caso

Em vez disso, fala e explica outros aspectos delicados e complexos, como a modalidade de levar ao tribunal um bispo acusado de abuso. Rejeita com delicadeza o desejo de Marie Collins – ex-membro da Pontifícia Comissão instituída para combater o fenômeno e vítima ela mesma de violências por um padre irlandês – de criar um tribunal especial, conforme indicado no Motu proprio “Como uma mãe amorosa”. Na realidade, temos visto, disse Francisco, que mais do que um júri, é mais eficaz a criação de um colégio “ad hoc” para cada caso. “Funciona melhor assim”, assegura o Papa, que recorda como o último a ser submetido ao tribunal foi o arcebispo de Guam e que outro procedimento está em andamento.

Falar imediatamente, nunca julgamentos sumários

Uma pergunta sobre o que “o povo de Deus” pode e deve fazer diante de atos tão perversos praticados pelos sacerdotes. Também aqui o Papa suprime a reticência e indica nas famílias feridas o primeiro obstáculo, muitas vezes, à transparência. “Quando se vê algo – afirma com força – é preciso falar imediatamente”. Muitas vezes são os pais a encobrirem o abuso de um padre porque não acreditam no filho ou na filha”. Por outro lado, no entanto, critica as ações dos meios de comunicação que iniciam julgamentos de rua antes que uma responsabilidade seja apurada. Francisco cita o caso do grupo de sacerdotes de Granada, cerca de dez, acusado de pedofilia por um jovem empregado em um colégio, que escrevera ao Papa que tinha sido vítima de violências. Bem, o cadafalso da humilhação sofrido por alguns desses padres se revelou a injustiça mais cruel porque depois a justiça comum os considerou inocentes. Assim, é o convite do Papa aos jornalistas, “seu trabalho é delicado”, vocês devem dizer as coisas “mas sempre com a presunção de inocência e não com a presunção de culpa”.

Quem ignora não é um verdadeiro pai

Palavras de grande estima Francisco reserva à ministra irlandesa que lhe falou sobre o dramático caso do orfanato de religiosas irlandesas em Tuam. Objeto de uma investigação pelas autoridades que configura o orfanato como local de abusos e horrores repetidos nas décadas passadas, o Papa disse que aguarda o resultado final da atividade de investigação também para verificar as responsabilidades da Igreja. De qualquer forma, o apreço do Papa é todo pelo “equilíbrio” e pela “dignidade” com que a representante do governo irlandês lhe informou sobre o assunto. Ainda sobre o assunto da Irlanda, uma pergunta a Francisco sobre o que ele diria a um pai cujos filhos se confessem ser homossexuais. “Eu diria a ele: rezar, não condenar, dialogar, entender, abrir espaço ao filho à filha”, porque “ignorar é uma falta de” paternidade e maternidade.

O caso do navio “Diciotti”

Uma das primeiras questões a serem abordadas na coletiva de imprensa foi a da imigração. A pergunta teve início com a feliz conclusão do episódio do navio italiano ” Diciotti”, que desembarcou em Messina  mais de cem migrantes após cerca de dez dias sem a possibilidade de atracar. “Há sua mão neste caso?”, pergunta ao Papa o jornalista, e Francisco responde que não, ele diretamente não, mas é obra do “bom padre Aldo Buonaiuto, da Fundação João XXIII, mas também da CEI, (Conferência Episcopal Italiana) com o cardeal Bassetti. Recorda o critério de prudência que deve guiar um país no acolhimento dos imigrantes, mas acima de tudo Francisco chama a atenção para o valor da integração. Pode mudar uma vida, disse, como a da estudante que ele trouxe da ilha de Lesbo e recentemente encontrada na Universidade. Isso para  arrancar dos traficantes o comércio de carne humana e dar dignidade àqueles que buscam uma nova vida.

Processam médico por se negar a praticar um aborto e assim salvar mãe e bebê

Posted on

Leandro Rodríguez Lastra, chefe do serviço de Ginecologia do Hospital Pedro Moguillansky, Río Negro (Argentina), foi denunciado e imputado por se negar a praticar um aborto a uma mulher que estava com cinco meses de gestação.

Em maio de 2017, uma paciente de 19 anos chegou ao Hospital Moguillansky de Cipolitte, vindo do Hospital Fernández Oro, com fortes dores devido à ingestão de remédio abortivo administrado fora de um centro médico.

Rodríguez Lastra, médico tocoginecologista, confirmou que ela tinha quase 23 semanas de gravidez e o bebê pesava mais de 500 gramas. Então, negou-se a realizar o aborto, pois existia um alto risco de morte para a mãe e a criança em gestação nasceria com graves sequelas.

O médico administrou remédio para estabilizar clinicamente a paciente. Quando o bebê completou 35 semanas de gestação, a equipe médica precedeu para induzir o parto. Assim, o bebê nasceu prematuro e foi posteriormente adotado.

Após este fato, Rodríguez Lastra e a médica Yamila Custillo, que também se negou a realizar o aborto no dia seguinte, foram denunciados pela deputada de Río Negro, Marta Milesi.

Custillo ficou fora da denúncia em maio de 2018. Enquanto isso, o tribunal continuou cm o processo ao tocoginecologista por “violência obstétrica” e “descumprimento de deveres de funcionário público”, pois o profissional teria parado um aborto em curso.

De acordo com o critério médico, o caso não entrava no “Protocolo de Aborto não punível”, que permite a prática em caso de violação ou perigo para a vida da mulher.

Objetor de consciência

Após o ocorrido, Rodríguez Lastra e todos os ginecologistas e obstetras do hospital se registraram como objetores de consciência.

Enquanto isso, a associação “Médicos pela Vida” apoiou Rodríguez Lastra e assegurou em um comunicado que, “diante das Ciências Médicas, do Código de Ética Médica e muito especialmente respaldado por nossa Lei Constitucional Argentina e pelo Código Penal, atuou de forma idônea e corretíssima”.

“Pondere-se que embora se tenha ratificado no Senado da Nação Argentina que o aborto não é lei em nosso país, pretendem em algumas províncias colocar caráter de lei a um Protocolo que tem caráter de direito provincial e que é em si mesmo inconstitucional”, acrescentou a associação.

“Convocamos todas as organizações pró-vida do país a exigir a revogação do Protocolo, chamado erroneamente de ‘Interrupção Legal da Gravidez’, para continuar protegendo as vidas de todos os argentinos, a ação fidedigna de verdadeiros médico e a Constituição Nacional”.

Fonte: www.acidigital.com

O Papa, as fake news e o ato de confiança nos jornalistas

Posted on

A cena é a habitual da quarta-feira na Praça São Pedro. O Papa conclui a sua catequese, concede a sua bênção e cumprimenta algumas pessoas que foram admitidas no chamado “beija mão”. Da praça ergue-se um coro, são fiéis que festejam alguém querido a eles, que pessoalmente está saudando o Santo Padre. Na manhã desta quarta-feira, ocorreu que os crismandos da diocese de Lucca entoaram um coro cantando o nome “Italo”, nome de seu bispo, Dom Italo Castellano, que estava cumprimentando o Papa Francisco.

Tudo normal se não fosse que alguém se disse convicto de ter ouvido um coro que exaltava Viganò, o ex-núncio nos EUA, autor do conhecido documento de acusação contra o Papa. A notícia é daquelas que fazem clamor, de primeira página. Pena que seja falsa. Para notar isso seria basicamente suficiente ouvir atentamente o vídeo do Vatican News no Youtube, portanto acessível a todos, para perceber que, apesar de não saber que era para “Italo”, certamente aquele coro não era para “Viganò”. O fato é que em poucos minutos a “notícia” se tornou viral nas mídias sociais e a partir daí – como cada vez mais acontece – passa  à informação main stream. Aparentemente sem filtros.

Em alguns sites de jornais, portanto, lemos que o Papa foi contestado pelos fiéis na Praça São Pedro, que exaltavam o “grande acusador” Carlo Maria Viganò. A verdadeira notícia surge em breve, graças ao profissionalismo daqueles que se dão ao trabalho de ouvir novamente o áudio e “descobrir” a presença na Praça São Pedro do grupo de fiéis da cidade de Lucca que, durante algumas horas, graças a esta fake news se tornaram “famosas” mesmo sem querer. A história, que tem alguns aspectos surrealistas e para alguns aspectos até mesmo cômicos, é na verdade o sintoma perturbador de um sistema midiático que, na busca exasperada do scoop da notícia, não analisa os fatos, mas os dobra  para o que parece ser a expectativa do seu público.

Precisamente o Papa Francisco, na sua última Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais, explicou eloquentemente quais são as dinâmicas que levam à propagação de falsas notícias como esta. A eficácia das fake news, observa o Papa, “é devido principalmente à sua natureza mimética, isto é, à capacidade de parecer plausível. Em segundo lugar, essas notícias falsas, falsas mas prováveis, são cativantes, no sentido de que são capazes de capturar a atenção dos destinatários “. O Papa observa em seguida um “uso manipulador das redes sociais,” as notícias falsas “ganham uma tal visibilidade que até mesmo as desmentidas das com autoridade dificilmente conseguem conter os danos.” O que está em jogo? O que preocupa o Papa? Para Francisco, as “razões econômicas e oportunistas da desinformação estão enraizadas na sede de poder” que “nos faz vítimas de um imbróglio muito mais trágico de cada singular manifestação: o do mal, que se move de falsidade em falsidade para nos roubar a liberdade do coração “.

Desde o início de seu Pontificado, Francisco manifestou uma grande confiança nos operadores da informação. Uma confiança reafirmada ano após ano, concedendo numerosas entrevistas também a meios de comunicação que não têm nenhum poder – como a revisita dos sem-casa de Milão ou à rádio de uma favela argentina – e nunca evitando as perguntas dos jornalistas, mesmo as mais desconfortáveis. Um ato de confiança (e de responsabilidade) que renovou aos jornalistas precisamente no documento de Viganò. “Vocês têm a capacidade jornalística suficiente para tirar as conclusões”, disse o Papa no voo de volta da Irlanda, “é um ato de confiança”. Uma confiança que recorda a essência da profissão jornalística que busca a verdade e não a fabrica.

Fonte: www.vaticannews.va

Bispos do Paraguai expressam sua indignação e dor por cada caso de abuso na Igreja

Posted on

A Conferência Episcopal do Paraguai (CEP) expressou a sua “indignação e dor por cada caso de abuso” dentro da Igreja e por cada pessoa “ferida e violada em sua dignidade”.

Em uma mensagem do dia 27 de agosto, dirigida a “todos os católicos e a todos os cidadãos do Paraguai”, os bispos assinalaram que “cada caso nos causa dor e comoção e não queremos que estes acontecimentos continuem ocorrendo na nossa Igreja e na nossa sociedade; nenhum caso a mais”.

Nesse sentido, reiteraram o seu compromisso na proteção dos menores e das pessoas vulneráveis, “como manifestou com os Protocolos para a investigação de denúncias sobre abuso sexual de menores e de prevenção dos abusos sexuais contra menores”.

Afirmaram que “não toleraremos abusos nem ofensas graves contra a moral e que os casos provados serão sancionados de acordo com o direito canônico, sem excluir a demissão do estado clerical e a expulsão”.

Do mesmo modo, explicaram que, para uma ação efetiva em favor das vítimas, os casos devem ser “devidamente documentados e processados conforme algumas normas eclesiásticas”, além de serem denunciados às autoridades nacionais, sem impedir a aplicação das leis.

“Como pastores, estamos sempre dispostos a acolher, escutar e ajudar todos aqueles que apresentarem de maneira responsável uma denúncia de abuso. Comprometemos a nossa cooperação na busca de justiça e. na medida do possível, na reparação do dano moral no processo de cura”, expressa o comunicado.

Além disso, esclarecem que as decisões da justiça nacional “são totalmente independentes da Igreja, cabendo às instâncias responsáveis pelo Poder Judicial julgar os crimes e aplicar as sentenças conforme as leis nacionais”.

A CEP pediu a todos os cidadãos do Paraguai para assumir “o compromisso de promover uma cultura da vida, da proteção, da transparência, do verdadeiro respeito e cuidado mútuo”.

“Convidamos todos os crentes a se unirem em oração pela cura dessas feridas terríveis em nossa sociedade e em nossa Igreja. Pedimos também orações por nós, para que sejamos pastores com discernimento e coragem”, concluem os bispos.

Fonte: www.acidigital.com

Liturgia – 30 de Agosto

Posted on

Evangelho (Mt 24,42-51): Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: «Vigiai, portanto, pois não sabeis em que dia virá o vosso Senhor. Ficai certos: se o dono de casa soubesse a que horas da noite viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que sua casa fosse arrombada. Por isso, também vós, ficai preparados! Pois na hora em que menos pensais, virá o Filho do Homem. Quem é o servo fiel e prudente, que o Senhor encarregou do pessoal da casa, para lhes dar alimento na hora certa? Feliz aquele servo que o senhor, ao chegar, encontrar agindo assim. Em verdade vos digo, ele lhe confiará a administração de todos os seus bens. O servo mau, porém, se pensar consigo mesmo: ‘Meu senhor está demorando’, e começar a bater nos companheiros e a comer e a beber com os bêbados, então o senhor desse servo virá num dia inesperado e numa hora imprevista. Ele o excluirá e lhe imporá a sorte dos hipócritas. Ali haverá choro e ranger de dentes».

«Estejam preparados»

fonte/texto: evangeli.net