Santuário Astorga

Archives: novembro 2016

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É preciso fazer o bem a qualquer pessoa em qualquer situação

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Faça o bem para as pessoas próximas e até para aqueles que você nem conheça

“O Amor seja sincero. Detestai o mal apegai-vos ao bem, empenhai-vos em fazer o bem diante de todos” (Rom 12,9-17). Acredito que Deus tem uma pedagogia própria para lidar com cada um de nós, porque Seu amor é único, pessoal e incondicional. Isso implica em uma direção concreta para alcançar a santidade.

Encontro, nessas palavras de São Paulo – “Empenhai-vos em fazer o bem” –, a via pela qual Deus me chama a caminhar para a santidade. Posso afirmar que vivo o meu ‘PHN‘ (Por Hoje Não vou mais pecar) na decisão e na escolha pelo bem. Deus me convenceu, pela sua Palavra, de que eu preciso combater o mal e o pecado que há em mim fazendo o bem: diante de todas as situações, circunstâncias, fatos e conhecimentos devo escolher o bem. A pessoa humana possui uma capacidade natural de transpor suas dificuldades, fazer escolhas, responder pelo seu crescimento. Imagine toda essa capacidade sob o auxílio da graça de Deus!

Seja portador da Palavra de Deus

Compreendo, hoje, que fazer o bem a qualquer pessoa e em qualquer situação significa ser portadora da bênção de Deus, uma vez que Ele nos diz: ‘Tomo hoje por testemunhas o céu e a terra contra vós: ponho diante de ti a vida e a morte, a bênção e a maldição. Escolhe, pois, a vida, para que vivas com a tua posteridade’ (Dt 30,19). Deus me chama a abençoar sempre. Segundo o dicionário de espiritualidade, “abençoar” significa fazer o bem e desejar o bem a todos, querer o bem de Deus para com os homens e o bem dos homens para com Deus.

Quando faço o bem, Deus arranca do meu coração todo egoísmo, toda tendência de ficar fechada em mim mesma. Quando faço o bem, Deus me abre o coração para o amor verdadeiro e sincero, o amor desinteressado. Não é fácil, mas à medida em que a via do bem vai se firmando como via de santidade para mim, deparo-me com minhas limitações, medos, mágoas, ressentimentos e fechamento; todavia, isso se fez necessário, até mesmo para perceber onde eu preciso ser trabalhada e curada pela Senhor.

Faça sempre o bem

Quando faço o bem, Deus arranca de meu coração todo medo de autoridades, porque encontrei, na Palavra, a resposta: “Queres não ter medo da autoridade? Pratica o bem, pois a autoridade está a serviço de Deus, para te levar à prática do bemsolidariedade3” (Rom 13,3b-4). Mais ainda, pela Palavra Deus redespertou em mim a confiança, arrancando os temores: ‘Ora, quem é que vos fará mal, se vos esforçais em fazer o bem?’ (1Pd 3,4).

Hoje, entendo que para combater o mal, o pecado, eu preciso tomar a decisão pelo bem. Não é algo forçado, mas uma decisão livre e consciente, que, aos poucos, vai se tornando um hábito, porque essa é a via do meu PHN, da minha santidade e salvação. Quando tomo a decisão de fazer o bem diante de qualquer situação e de qualquer pessoa, a graça de Deus vem em meu socorro, tornando sobrenatural aquilo que eu não posso sozinha.

Deus abençoe você.

Por Vera Lucia Reis

 

fonte/texto: cancaonova.com

Liturgia – 30 de Novembro

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Evangelho (Mt 4,18-22): Caminhando à beira do mar da Galiléia, Jesus viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro, e seu irmão André. Estavam jogando as redes ao mar, pois eram pescadores. Jesus disse-lhes: «Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens». Eles, imediatamente, deixaram as redes e o seguiram. Prosseguindo adiante, viu outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João. Estavam no barco, com seu pai Zebedeu, consertando as redes. Ele os chamou. Deixando imediatamente o barco e o pai, eles o seguiram.

«Eu farei de vós pescadores de homens»

 

fonte/texto: evangeli.net

Liturgia – 29 de Novembro

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Evangelho (Lc 10,21-24): Naquele mesma hora, ele exultou no Espírito Santo e disse: «Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste essas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, assim foi do teu agrado. Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, a não ser o Pai; e ninguém conhece o Pai, a não ser o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar». E voltando-se para os discípulos em particular, disse-lhes: «Felizes os olhos que vêem o que vós estais vendo! Pois eu vos digo: muitos profetas e reis quiseram ver o que vós estais vendo, e não viram; quiseram ouvir o que estais ouvindo, e não ouviram».

« Eu te louvo, Pai»

 

 

fonte/texto: evangeli.net

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PORQUE É DIFÍCIL AMAR?

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Uma das queixas básicas que as pessoas apresentam no confessionário ou na direção espiritual é a dificuldade que elas têm de amar. Inúmeras desordens no campo da afetividade e da sexualidade têm como raiz a justamente a crença de que é o ser humano quem ama primeiro. Mas isso simplesmente não é verdade.

Apesar de desejarem a santidade, não sabem como amar concretamente. Isso se dá por causa do amor desordenado que sentem por si mesmas e as impede de amar.

O amor desordenado de si por si mesmo tem um nome: filáucia, e possui um mecanismo psicológico próprio. Não se trata de psicologismo, pois, é sabido que para amar é necessário a graça divina, ela é que torna o ser humano capaz de amar. E é justamente na natureza humana decaída que a graça de Deus deve agir. Por causa do pecado, o homem possui de si mesmo um conceito negativo que se reflete quando ele ama. Ele crê que a iniciativa de amar é sua, pensa que é o Número 1. Assim, toma a iniciativa e passa a realizar atos positivos porque deseja ser amável.

Tais atos, no entanto, permanecem exteriores, não alcançam aquele que deseja ser amado (mesmo que haja manifestação de retribuição do amor), pois o que está sendo “amado” é apenas um personagem criado através dos atos positivos para ser amado e não a pessoa real, que deseja ser amada.

Dessa mecânica nasce a chamada “carência”, pois aquele que realiza os atos positivos com a intenção de ser amado de volta, espera que isso ocorra, espera a retribuição.

Nosso Senhor Jesus Cristo lutou contra a filáucia, contra o amor desordenado ao combater o chamado farisaísmo. O fariseu é aquele homem que quer ser amado pela sua obediência à lei. No fundo, o que deseja é comprar o amor obedecendo aos preceitos. Essa atitude se aplica também ao homem moderno em seu relacionamento com Deus. Ao empenhar-se em jejuns, terços, romarias, novenas, visa causar o amor Deus.

É evidente que todos esses atos são necessários à vida cristã, no entanto, é preciso analisar a motivação em realizá-los, que é o que se pretende aqui. Quando a pessoa crê que é a Número 1 do relacionamento com Deus, sem sombra de dúvida, está doente, pois tomou o lugar que é Dele. ELE é o Número 1.

 

A Sagrada Escritura é taxativa em afirmar que Deus é Amor. São João, em sua primeira carta, fala sobre o amor de Deus e explica como é o amor sadio. Ele diz:

Nisso consiste o amor: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi ele que nos amou e enviou seu Filho como oferenda de expiação pelos nossos pecados. (1Jo 4, 10).

Portanto, a iniciativa de amar partiu de Deus. Ele amou por primeiro. O amor ordenado consiste no encontro do homem com o amor de Deus que é manifestado em Jesus Cristo na cruz. É por isso que Jesus manifesta uma rejeição total por aqueles homens aparentemente tão virtuosos, que somente desejavam obedecer à lei. Eles se esqueceram quem é o Número 1.

Se o Número 1 é Deus, ou seja, se Ele amou por primeiro, quando o homem crê que a iniciativa de amar é sua, na verdade, está se colocando no lugar de Deus. Sob essa ótica, o que se tem é a idolatria. E assim, o “amor” que brota dela só pode ser desordenado.

Nesse momento, alguns poderiam dizer: “Ah, então o homem é o Número 2!”. Não é verdade. Deus ama o homem e, porque é amado por Deus, o homem se ama. Este é o Número 2. A relação de causalidade existente entre o amor de Deus e o motivo pelo qual o homem deve se amar é também um ato de fé.

Trata-se de um ato de fé, pois implica crer que Deus não erra, portanto, se ele criou o ser humano como criou, está correto. E se o fez assim, a pessoa só pode ser boa, só pode ser um presente para os outros. No entanto, o homem desordenado acredita que Deus errou ao criá-lo como criou, revolta-se contra Deus e quer corrigi-lo. É evidente que diante disso, toda a afetividade e sexualidade se torna desregrada.

Portanto, o primeiro passo é um ato de fé e de humildade, aceitando que Deus não erra, logo, se criou os homens como criou e os ama, os homens são bons, são amáveis. Ser bom e amável, portanto, é algo que está enraizado no ser do homem. Enquanto o amor desordenado está fixado no fazer. É preciso, pois, entender que Deus fez o homem, por isso, na raiz do ser existe algo de bom, assim, a pessoa deve se amar.

A partir da constatação de que eu amo porque sou bom, pois Deus assim me criou, é que surge o Número 3: eu amo o próximo por Deus. Fecha-se, então, o ciclo: eu me amo, amo o próximo e amo a Deus no próximo. Essa é a dinâmica ordenada, conforme diz São João:

“Se alguém disse: ‘Amo a Deus’, mas odeia o seu irmão, a quem vê, não poderá amar a Deus, a quem não vê. E este é o mandamento que dele recebemos: quem ama a Deus, ame também seu irmão.” (1Jo 4, 20)

Deste modo é preciso derrubar o muro existente entre a vida Igreja e a vida fora dela. Da mesma forma com que nos aproximamos do sacrário para amar Jesus Eucarístico devemos nos aproximar do nosso irmão, para amar Jesus nele.

Para tanto é preciso olhar para dentro do próprio coração e observar o que existe nele que possibilite a vazão desse amor. Ora, se Deus amou a humanidade através da Cruz, que é a manifestação eterna de Deus pelos homens, o que nasce e brota do coração só pode ser a gratidão.

Para amar o outro, o pobre, é preciso que haja a configuração a Cristo, uma mortificação de si mesmo em favor do outro, que só se dá como consequência da ação da graça. São João continua dizendo que foi assim que o amor de Deus se manifestou: “Deus enviou seu Filho único para que tenhamos a vida por meio dele”. Somente por meio Dele é que o homem é capaz de amar.

Para algumas pessoas pode parecer muito teórico, mas a explicação é fundamental para dar passos na vida espiritual, pois muitas desordens de natureza sexual e também afetiva acontecem por causa de um amor que deveria ser ordenado, mas que na verdade é desordenado. São Paulo explica por que ocorre a desordem, na Carta aos Romanos:

“De fato, desde a criação do mundo, as perfeições invisíveis de Deus, tais como o seu poder eterno e sua divindade, podem ser contempladas, através da inteligência, nas obras que ele realizou”. Os homens, portanto, não têm desculpa. Porque, embora conhecendo a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças. Pelo contrário, perderam-se em raciocínios vazios, e sua mente ficou obscurecida. Pretendendo ser sábios, tornaram-se tolos, trocando a glória do Deus imortal por estátuas de homem mortal, de pássaros, animais e répteis. Foi por isso que Deus os entregou, conforme os desejos do coração deles, à impureza com que desonram seus próprios corpos. Eles trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura em lugar do Criador, que é bem dito para sempre. Amém.

Por isso, Deus entregou os homens a paixões vergonhosas: suas mulheres mudaram a relação natural em relação contra a natureza. Os homens fizeram o mesmo: deixaram a relação natural com a mulher e arderam de paixão uns com os outros, cometendo atos torpes entre si, recebendo dessa maneira em si próprios a paga pela sua aberração. Os homens desprezaram o conhecimento de Deus; por isso, Deus os abandonou ao sabor de uma mente incapaz de julgar. Desse modo, eles fazem o que não deveriam fazer; estão cheios de todo tipo de injustiça, perversidade, avidez e malícia; cheios de inveja, homicídio, rixas, fraudes e malvadezas; são difamadores, caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, soberbos, fanfarrões, engenhosos no mal, rebeldes para com os pais, insensatos, desleais, gente sem coração e sem misericórdia. E apesar de conhecerem o julgamento de Deus, que considera digno de morte quem pratica tais coisas, eles não só as cometem, mas também aprovam quem se comporta assim. (Rm 1, 20-31)”.

A capacidade de amar do homem é doente porque cada um que não se ama entra na dinâmica de criar um personagem sexual amável, capaz de grandes performances, o que leva sempre a autodestruição. O relacionamento sexual se transforma em algo vazio, destruidor psíquica e fisicamente, por consequência, destrói também a sociedade. Infelizmente, Deus abandona o homem à miséria de seu coração quando Ele é retirado de seu lugar.

Santo Tomás de Aquino afirma que a caridade sempre tem um objeto formal que é Deus: eu amo Deus por causa de Deus, amor a mim mesmo por causa de Deus e amo o próximo por causa de Deus. Esta é a dinâmica correta do amor.

De modo prático, todos devem meditar constantemente sobre o amor de Cristo manifestado da cruz. a partir disso, a aproximação com os irmãos, com o próximo por causa de Jesus, por gratidão ao seu sacrifício na cruz.

Por Padre Alex

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Divórcios caem e guarda compartilhada de filhos cresce

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Pesquisa Estatística do Registro Civil 2015 com dados sobre divórcio e guarda compartilhada foi divulgada pelo IBGE

O número de divórcios no país em 2015 caiu 3,6% em relação ao ano anterior. A pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2015 registrou 328.960 divórcios concedidos em primeira instância ou por escrituras extrajudiciais no ano passado.

Em 2014, o total de divórcios concedidos em primeira instância ou por escrituras extrajudiciais foi de 341.181. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 24, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A unidade da Federação com maior taxa geral de separações foi Roraima, onde, a cada mil habitantes, houve 3,78 divórcios, enquanto a menor taxa foi observada no Rio Grande divorcio3do Norte: a cada mil habitantes foi contabilizado um divórcio.

A pesquisa revelou ainda que, em média, na data do divórcio, o homem se divorcia mais velho que a mulher. O homem tem, em média, 43 anos enquanto a mulher tem 40 anos.

Segundo o pesquisador do IBGE Luiz Fernando Costa, não é possível afirmar que há uma tendência de queda no número de divórcios, nem apontar uma causa específica para esse decréscimo recente. “Há oscilações na série histórica”, disse.

Guarda compartilhada

O estudo mostrou ainda que, em todas as unidades da Federação, há predomínio de mulheres responsáveis pela guarda dos filhos menores após o divórcio – o número chega a 91,4% em Sergipe. Já no Amapá, do total de divórcios com filhos menores, 12,9% apresentaram guarda concedida ao homem, maior proporção entre todos os estados.

Dentre os divórcios, na Região Centro-Oeste 16,6% foram encerrados com a decisão de guarda dos filhos menores para ambos os cônjuges. No Sul, foram 15,6%. Entre todas as unidades da Federação, o Distrito Federal teve o maior percentual de guarda compartilhada entre os cônjuges: 24,7%.

A pesquisa destaca que a Lei do Divórcio (Lei 6.515/1977) prevê a guarda compartilhada de filhos menores de idade em caso de divórcio, mas, somente com a Lei nº 13.058/2014, a guarda compartilhada entre os pais passou a ser regra. “A pesquisa Estatísticas do Registro Civil, desde a promulgação da Lei do Divórcio, capta informações sobre a guarda de um ou ambos os cônjuges. De 2014 a 2015, houve aumento na proporção de guarda compartilhada entre os cônjuges, de 7,5% e 12,9%, respectivamente”, informa o levantamento.

“As novas configurações familiares trazem essa mudança na guarda compartilhada. Há uma maior consciência de que toda a responsabilidade não pode recair apenas sobre a mulher”, disse o pesquisador do IBGE.

O estudo Estatísticas do Registro Civil é resultado da coleta das informações prestadas pelos cartórios de registro civil de pessoas naturais, varas de família, foros ou varas cíveis e tabelionatos de notas.

Por redação, com Agência Brasil

 

 

fonte/texto: cancaonova.com

Liturgia – 28 de Novembro

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Evangelho (Mt 8,5-11): Quando Jesus entrou em Cafarnaum, um centurião aproximou-se dele, suplicando:«Senhor, o meu criado está de cama, lá em casa, paralisado e sofrendo demais». Ele respondeu: «Vou curá-lo». O centurião disse: «Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa. Diz uma só palavra e o meu criado ficará curado. Pois eu, mesmo sendo subalterno, tenho soldados sob as minhas ordens; e se ordeno a um: ‘Vai’e, ele vai, e a outro: ‘Vem’ e, ele vem; e se digo ao meu escravo: ‘Faz isto’, ele faz».

Ao ouvir isso, Jesus ficou admirado e disse aos que o estavam seguindo: «Em verdade, vos digo: em ninguém em Israel encontrei tanta fé. Ora, eu vos digo: muitos virão do oriente e do ocidente e tomarão lugar à mesa no Reino dos Céus, junto com Abraão, Isaac e Jacó

«Em verdade, vos digo: em ninguém em Israel encontrei tanta fé»

 

 

fonte/texto: evangeli.net

Liturgia – 27 de Novembro

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Evangelho (Mt 24, 37-44): Naquele tempo, disse Jesus aos discípulos: «A vinda do Filho do Homem será como no tempo de Noé. Nos dias antes do dilúvio, todos comiam e bebiam, homens e mulheres casavam-se, até o dia em que Noé entrou na arca. E nada perceberam até que veio o dilúvio e arrastou a todos. Assim acontecerá também na vinda do Filho do Homem. Dois homens estarão trabalhando no campo: um será levado e o outro será deixado. Duas mulheres estarão moendo no moinho: uma será levada e a outra será deixada.

»Vigiai, portanto, pois não sabeis em que dia virá o vosso Senhor. «Ficai certos: se o dono de casa soubesse a que horas da noite viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que sua casa fosse arrombada. Por isso, também vós, ficai preparados! Pois na hora em que menos pensais, virá o Filho do Homem».

«Vigiai, portanto, pois não sabeis em que dia virá o vosso Senhor»

 

fonte/texto: evangeli.net

Father and son talking on beach --- Image by © Oliver Rossi/Corbis

Misericórdia também é dar bom conselho e valores, lembra Papa.

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Dar bom conselho e ensinar os ignorantes. Foi sobre essas duas obras de misericórdia espirituais que o Papa Francisco se concentrou na catequese desta quarta-feira, 23, realizada na Sala Paulo VI. O tema ainda segue a perspectiva do Ano da Misericórdia, encerrado no último domingo, 20.

“Pensemos por exemplo nas crianças que ainda são analfabetas, carentes de instrução. Esta é uma condição de grande injustiça, que lesa a própria dignidade da pessoa. Sem instrução, as pessoas se tornam fácil alvo da exploração e de várias formas de marginalização social”.

Ao longo dos séculos, a Igreja sempre se engajou neste campo, educando aos valores humanos, pois acredita que a instrução é realmente uma peculiar forma de evangelização. O Papa pediu aos fiéis um aplauso aos muitos sacerdotes, consagrados e consagradas e leigos que dedicaram a vida na educação e instrução de crianças e jovens.

Conselho

Dar bom conselho, por sua vez, é procurar ajudar a pessoa confusa, indecisa, duvidosa, a superar o tormento e a aflição que lhe provocam as suas dúvidas. “Expressar misericórdia pelos inseguros equivale a aliviar a dor e o sofrimento que provêm do medo e da angústia que são consequências da dúvida. É um ato de verdadeiro amor pelo qual se ampara e apoia a pessoa na fragilidade da sua incerteza e hesitação”.

Sobre as dúvidas de fé, o Santo Padre disse que elas podem ser um sinal de querer conhecer melhor Deus e o mistério do seu amor pela humanidade. Nesse sentido, é algo positivo, pois leva a aprofundar a fé. “Em todo o caso, as dúvidas devem ser superadas. Para isso é necessário escutar a Palavra de Deus e compreender o que nos ensina, principalmente na catequese”.

As dúvidas fazem crescer

“Não façamos da fé uma teoria abstrata, onde as dúvidas se multiplicam, mas uma vida, procurando pô-la em prática no serviço aos nossos irmãos, sobretudo aos mais necessitados. Então todas as dúvidas desaparecem, porque sentimos a presença de Deus e a verdade do Evangelho no amor que, sem mérito algum da nossa parte, habita em nós e partilhamos com os outros”.

Na conclusão, o Pontífice constatou que estas duas obras de misericórdia não estão distantes da vida do dia a dia e cada um pode se comprometer em vivê-las e colocar em prática a Palavra do Senhor ao dizer que o mistério do amor de Deus não foi revelado aos sábios e inteligentes, mas aos menores.

“O ensinamento mais profundo a que somos chamados a transmitir e a certeza mais segura para sairmos da dúvida é o amor de Deus, aquele com que fomos amados: um amor grande, gratuito e doado para sempre”.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

 

fonte/texto: noticiascatolicas.com.br

Liturgia – 26 de Novembro

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Evangelho (Lc 21,34-36): Naquele tempo, Jesus disse aos seus discípulos: «Cuidado para que vossos corações não fiquem pesados por causa dos excessos, da embriaguez e das preocupações da vida, e esse dia não caia de repente sobre vós, pois cairá como uma armadilha sobre todos os habitantes de toda a terra. Portanto, ficai atentos e orai a todo momento, a fim de conseguirdes escapar de tudo o que deve acontecer e para ficardes de pé diante do Filho do Homem».

«Ficai atentos e orai a todo momento»

 

fonte/texto: evangeli.net

Liturgia – 25 de novembro

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Evangelho (Lc 21,29-33): E Jesus contou-lhes uma parábola: «Olhai a figueira e todas as árvores. Quando começam a brotar, basta olhá-las para saber que o verão está perto. Vós, do mesmo modo, quando virdes acontecer essas coisas, ficai sabendo que o Reino de Deus está perto. Em verdade vos digo: esta geração não passará antes que tudo aconteça. O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão».

«Quando virdes acontecer essas coisas, ficai sabendo que o Reino de Deus está perto»

 

fonte/texto: evangeli.net